Traí meu marido quando meu avô me exigiu o cu de novo
Ser escrava anal é um caminho sem volta. Nesse conto, narro como meu avô voltou para a minha vida exigindo o que sempre foi dele: meu cuzinho.
“Meu vôo chega 12:45. Você vai me encontrar no hotel”. Ele mandou a localização.
“Não posso, tenho que voltar para o trabalho de 2 da tarde”.
“Não perguntei. Mandei você me encontrar no hotel e você vai.”
Eu tinha acabado de liberar para o almoço, falei com duas colegas para me cobrir, nem terminei de comer. O trânsito tava apertado, eu ia acabar me atrasando, mas não tive coragem de mandar outra mensagem pra ele. O coração foi acelerado por todo o trajeto.
Ele já tinha deixado meu nome na recepção do hotel e subi para a suíte dele feito uma puta. Estava de calça jeans, blusa rosa clara e um terninho bege.
Ele abriu a porta vestido, coisa que eu não estava acostumada. Baixei a cabeça automaticamente, mesmo depois de tanto tempo sem vê-lo.
“Deixa o sapato aí fora”.
Coloquei ao lado do dele.
“Agora deixa a roupa aí também”.
“Vô, não… tem câmera!”, eu finalmente subi o olhar na direção dele.
“Vai me fazer repetir?”, ele me olhou com a expressão de dominação que eu passei o final da minha adolescência temendo.
Eu estava com 24 anos, casada, meu esposo era um homem trabalhador e temente a Deus. Eu nunca havia nem pensado em trair ele, mas bastou meu avô aparecer na cidade e exigir meu cu novamente, que eu simplesmente obedeci sem pensar, como uma verdadeira escrava.
Ele agora exigia que eu me despisse no corredor do hotel, correndo o risco de ser vista. Respirei fundo, tirei a blusa rápido, depois a calça e tentei entrar.
“Não. É pra deixar tudo aí fora.”
A velha angústia voltou a me dominar. O rosto dele me olhando com um desejo sádico que os anos não apagaram.
Olhei para os lados e tirei o sutiã. Depois, baixei a calcinha. Estava agora na porta da suíte dele, nua e exposta. Ele me mandou virar de costas e apanhar minhas roupas.
Em seguida senti uma mão dele segurando meu quadril e a outra tateando minha bunda e já enfiando um dedo seco no meu cuzinho. Abracei minha roupa para abafar meus gemidos e me preparar para o que estava por vir. Ele sempre começava assim, direto ao ponto.
Ouvimos o barulho do elevador e ele finalmente me puxou para dentro do quarto pelo cabelo. Já dava pra ver pau dele marcando na calça de tão duro.
Ele me mandou ajoelhar, tirou o aquele monstro pra fora e botou na minha boca para eu chupar, e começou a filmar com o celular. Eu não reagia, simplesmente fazia tudo o que ele mandava eu fazer.
Ele me colocou em várias posições para me gravar. Me mandou de quatro na cama, abrindo a bunda para ele. Me filmou em pé, de frente, rebolando enquanto ele apertava meus peitos e enfiava os dedos na minha boca. Ele nunca havia feito isso antes, mas por hora eu estava aliviada que ele não estava me machucando.
Por fim, me mandou deitar na cama com as pernas bem abertas e mexendo na boceta e disse para eu dizer “me fode gostoso” olhando para a câmera.
Em seguida, ele parou de filmar e me mandou segurar as pernas bem pra cima. Tirou a roupa toda, estava mais gordo e com os pelos do corpo já bem brancos. Mas o pau não tinha mudado nada. Eu lembrava que era grande, mas agora que estava acostumada com o do meu esposo, parecia que era ainda maior.
Ele se posicionou e passou cuspe na cabeça do cacete. Aquila cena me lembrou todas as vezes que ele me forçou. Mas lá estava eu de novo, toda aberta, pronta para ser abusada por ele.
“Esse cu tá fechado… o marido não come?” Fiz que não com a cabeça. Graças a Deus, meu esposo nunca tinha me pedido isso, não passava nem perto da região.
“Então eu vou voltar a usar esse rabo”, ele disse rindo. Apontou e fez pressão com a cabeça do pau, que entrou rasgando. Soltei um gemido de dor e ele, um de tesão.
Eu tentei aguentar ao máximo, porque sabia que se resistisse, ele faria bem pior. Ele me mandou olhar pro pau dele dentro meu cu, pra ver que só tinha entrado a ponta.
Eu instintivamente botei a mão quando ele tentou empurrar mais. Imediatamente recebi um tapa forte na cara, o temperamento antigo dele surgindo novamente. Ele veio por cima de mim, ainda mais pesado que antes, e segurou meu queixo bem forte. “Levanta essas pernas! Isso… assim…”
“Aguenta… aguenta até o talo”. A dor era enorme, parecia que ele nunca ia parar de entrar.
“A neta ainda chia pra levar rola no cuzinho apertado…”, ele disse cheio de tesão.
Falei pra ele que tava ardendo, que ia me rasgar. “Você aguenta, você sabe que aguenta. Vou foder seu cu de tudo quando é jeito hoje, até você se cagar todinha e lembrar pra que que você serve”.
Ele enfim empurrou até o talo. Gritei alto no quarto do hotel, ele nem ligou. Segurou meu quadril firme e começou a socar cada vez mais rápido e fundo.
E foi assim que, mais uma vez, passei horas sob a dominação dele, tendo meu cu fodido, judiado, abusado e esporrado várias vezes antes de voltar para casa.
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Comentários (1)
Negão: Pensei que não ter mais nada desse conto
Responder↴ • uid:moq0ipub8fy