Meus filhos e meus sobrinhos me fodem aqui em casa, juntos! Minha irmã nem desconfia disso.
Você já tentou viver sem o fogo do desejo? Pode até se convencer de que não precisa dele, mas, quando ele volta, é como reacender uma chama que nunca apagou de verdade. O gosto dele ainda queima na sua boca, os contornos dele ainda dançam nos seus dedos. O corpo não mente, não esquece. Depois de anos sufocando a vontade, quando ela explode, é uma enxurrada que arrasta tudo — sua cama, sua sanidade, sua alma. E aí, você se entrega, sem freios, sem pudor, sabendo que o prazer sempre esteve ali, esperando para te devorar outra vez.
Depois de meses — talvez anos — sem sexo, eu achava que tinha me acostumado à seca, ao silêncio, à vida sem aquele calor que faz o coração disparar. Mas, naquela manhã de sábado, tudo mudou. Acordei com o quarto abafado, o sol de Salvador já fritando as janelas, e quatro caras ao meu redor, todos ainda dormindo, nus, com aquela aura de inocência que só o sono traz. Eu, Mariana, 38 anos, sabia que não tinha como voltar atrás. O gênio tinha escapado da lâmpada, e eu não ia guardá-lo de novo. Depois de gastar meus desejos com os filhos e os primos ao longo da vida, restava um último, e eu queria tudo que aquele dia quente e suado me prometia.
Levantei devagar, o corpo ainda pesado de tesão, tomando cuidado pra não acordar ninguém. Fui pra cozinha, o chão quente sob os pés descalços, precisando de um café forte pra me situar. Enquanto o cheiro invadia o ar, ouvi passos leves. Era Lucas, 22 anos, meu sobrinho mais novo, aparecendo na porta com o cabelo bagunçado, o pau mole balançando entre as pernas e uma cara de sono que me fez rir por dentro.
— Cadê minha roupa, tia? — ele perguntou, coçando a nuca, sem lembrar que tinha largado tudo no banheiro na noite anterior.
— Não precisa, meu bem. Ninguém tá olhando — respondi, com um sorriso safado. Ele riu e veio se sentar comigo, sem cerimônia.
Logo os outros acordaram: Pedro, meu filho de 25 anos, Rafael, o primo de 24, e João, o outro sobrinho, de 23. A casa ganhou vida com o som de pés arrastando e risadas abafadas. Na mesa da cozinha, os quatro se espremiam, pelados, trocando olhares maliciosos entre si e comigo. Depois do café, vieram pro sofá, ainda com aquele brilho nos olhos, esperando algo que nenhum deles ousava pedir.
— E aí, meninos, o que querem fazer? Jogar bola na rua? Videogame? — perguntei, já sabendo a resposta. Silêncio. Só aqueles paus duros, apontando pro teto, denunciavam o que realmente queriam.
— Tá bom, vamos brincar de outra coisa — eu disse, puxando Lucas e João pelas mãos, colocando os dois na minha frente. Com uma punheta rápida, já estavam no ponto. Segurei firme pela cintura e comecei a chupar, primeiro um, depois o outro, às vezes os dois juntos, sentindo o gosto salgado e o calor na minha boca.
Pedro e Rafael assistiam, já se masturbando, impacientes. Quando Pedro, meu filho, agarrou minha cabeça, eu sabia o que vinha. Ele meteu o pau na minha boca com força, me fodendo a garganta enquanto eu engolia tudo. O barulho molhado ecoava, e eu adorava cada segundo — talvez porque o dele fosse o maior, ou porque ele liberava tudo sem dó, como um garoto descobrindo o fogo pela primeira vez. Rafael, o mais velho dos primos, aprendeu rápido: segurou meu cabelo e meteu também, me deixando sem ar, mas louca de tesão enquanto lambia a cabecinha e sentia ele pulsar.
Depois de chupar os quatro até deixá-los ofegantes, era minha vez. Queria foder aqueles paus de todo jeito. Coloquei Pedro sentado no sofá, guiei aquele cacete grosso e vermelho entre minhas pernas e sentei, cavalgando com força, sentindo ele me abrir. Rafael pediu vez, com cara de quem implora por um doce:
— Quer meter na tia também, meu amor? — perguntei, acariciando o rosto dele. Ele assentiu, pau duro apontando pro alto. Sentei nele, gemendo alto enquanto minha buceta o engolia, e cavalguei até quase desmaiar de prazer.
Deitei de lado e chamei Lucas e João pra chuparem meus peitos, cada um de um lado, enquanto Pedro se ajoelhava na minha frente.
— Lambe gostoso a mamãe, filho! — ordenei, puxando a cabeça dele pro meu grelo. Ele chupava com vontade, me deixando louca, enquanto Rafael, por trás, começou a roçar o pau no meu cu.
— Calma, deixa eu me ajeitar — pedi, guiando ele pro meu rabo. Quando entrou, doeu pra caralho, mas o tesão era maior. Ele metia forte, e Pedro enfiava dois dedos na minha buceta, chupando meu clitóris ao mesmo tempo. Gozei gritando, o cu ardendo e a buceta melada.
Voltei pro quarto com os sobrinhos, ainda querendo mais. Na cama, trocamos beijos molhados, e um beijo a três rolou sem querer, me deixando ensopada de novo. Lucas e João se beijavam com naturalidade, e eu provoquei:
— Quer dizer que vocês se chupam escondido, hein? Mostra pra tia! — Eles riram, e logo estavam num 69 perfeito, se chupando com vontade. Pedro e Rafael entraram na onda, e a cama virou um mar de corpos suados, paus duros e gemidos. Peguei meu consolo na cômoda — um segredo que eu guardava pra noites solitárias — e voltei pra brincadeira. Passei na boca de Pedro, que chupou com gosto enquanto Rafael o mamava. Depois, lubrifiquei com saliva e enfiei no cu de Lucas, que gemeu alto, sentindo a dor e o prazer misturados.
Os dois mais velhos, Pedro e Rafael, finalmente tomaram coragem. Deitei os caçulas de pernas abertas, e eles meteram nos cuzinhos apertados, com experiência de quem já tinha feito isso antes. Eu me masturbava, enfiando o consolo na buceta, até gozar vendo eles se comerem. Mas eu queria mais. Queria sentir os dois no meu cu ao mesmo tempo. Deitei Pedro e Rafael lado a lado, paus colados, e sentei devagar. Primeiro um, depois o outro, até os dois me arrombarem juntos. Doeu pra cacete, o cu rasgando, mas eu cavalgava gritando, peidando sem querer do esforço, o que só aumentava o tesão selvagem. Chupei Lucas e João enquanto isso, até Lucas gozar na minha cara e Pedro na minha boca, me dando aquele leitinho quente.
No fim, exausta, deitei entre eles, deixando que me lambessem e chupassem à vontade. Pegamos no sono agarrados, até o interfone tocar. Era minha irmã, mãe dos meninos, vindo buscá-los. O que ela não sabia — e eu não ia contar — é que eu registrei tudo com uma câmera escondida no quarto. Postei no meu perfil no site da Selma Recife www.selmaclub.com , onde conto minhas aventuras mais quentes. Quer saber como termina esse sábado insano? Corre lá no site, porque o que vem depois é ainda mais sujo e viciante. Beijos!
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