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Eu, Minha Sobrinha e a Vovó

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Mãecomplicada

Nada mais lindo que uma menina e sua avó. Mas essa não é uma história da Chapeuzinho e da Vovozinha

Como espelhos umas das outras, as mulheres começam a vida num pequeno jogo de imitação, primeiro com a mãe, depois com alguma amiguinha da escola, e quem sabe uma professora, uma mulher mais velha, até que a imagem de uma avó de repente projeta nelas uma ideia do que serão ao final da vida.
Cada uma dessas mulheres tem a sua importância na vida de uma menina, e aprender de cada uma um pouco é o que fará toda diferença em sua vida. E comigo não foi diferente. A única, no entanto, que não esteve muito presente nos meus dias de menina foi a minha avó. E eu nunca tive muito clara essa imagem do que me aguarda na velhice.
Mas ver a relação da minha sobrinha com a avó preenchia de alguma forma essa lacuna. Aquilo me dava um vislumbre de um futuro não muito diferente daquele que era o presente da minha mãe. E por falar nelas, descobrir que a avó tinha na gaveta alguns brinquedinhos de borracha teve algum efeito na menina. Acho que ela começava a descobrir que nem toda velhinha é assim bem comportada, como as vovozinhas das historinhas infantis. E desde o último fim de semana, quando trouxe com ela sua amiga, tudo agora parecia um tanto imprevisível.
É claro que apesar de tudo o que aconteceu, o problema era encontrar um jeito de revelar o meu segredo, que envolvia o seu pai e a sua avó. Ainda tinha o receio de que ela não tivesse maturidade o bastante pra entender. Só que a menina não se deixava enganar facilmente, e de repente toda a sua curiosidade parece ter sido atiçada.
Coincidência ou não, aquele dia ela quis me ajudar a dar banho na avó. E como agora já podia fazer isso no banheiro, a ajuda dela veio a calhar, uma vez que o meu irmão ainda não havia instalado barras de apoio. Diante da nudez da avó, a menina se admirava dos seios fartos, e os pêlos aparados em torno do seu sexo era uma surpresa, talvez imaginando que naquela idade isso já não importasse.
Debaixo do chuveiro, eu deslizava o sabonete pelo seu corpo, e não demorou pra já estar com a blusa meio ensopada, revelando o contorno do meu peito. E embora eu procurasse me conter, aquilo parecia mexer com a sua libido como algo natural. Ainda não tinha percebido, mas enquanto ela se apoiava em mim, sem tirar os olhos do relevo do meu peito, eu parecia tão nua quanto ela, que não resistia e me tocava, passando o dedo por sobre o mamilo que se eriçava, durinho e molhado.
E quando o sabonete na minha mão lhe chegou entre as pernas, ela soltou um suspiro mais profundo. Até que finalmente me puxou a alça da blusa, deixando à mostra o meu peito. Ao lado, a Laurinha se animava, querendo também se meter debaixo do chuveiro. E quando eu senti o meu peito ser envolvido e aquela língua quente deslizar pelo bico durinho, já não tinha mais forças pra resistir, deixando que ela me chupasse enquanto eu acariciava o seu grelo.
Então, com o sabonete na entradinha da sua buceta, eu fui enfiando, e de repente ele estava todinho metido lá dentro, fazendo ela gemer, ao mesmo tempo em que me chupava. A Laurinha então se agarrou em nós duas, e não queria ser deixada de fora. Minha mãe a abraçou e com a menina toda ensopada debaixo do chuveiro, acho que tínhamos que continuar aquilo em outro lugar.
Depois de nos secarmos, e agora com a netinha peladinha entre nós, voltamos pro quarto e a menina não tirava os olhos dos peitos da avó, ali sentada na cama. Ela acariciava o corpo da neta e se deixava tocar, como se tão-somente pra matar a sua curiosidade, correndo os dedos inquietos pelos enormes mamilos.
E quando a avó pegou no peito e lhe ofereceu para provar, a menina não pensou duas vezes, inclinando o rosto e estendendo a linguinha em torno dele, até abocanhar o seu mamilo e começar a chupá-lo, feito um piruzinho durinho. Eu mal acreditava com que naturalidade a menina segurava o peito da avó e metia na boca o máximo que podia, lambendo o biquinho e voltando a abocanhá-lo, fazendo aquele barulhinho de sucção delicioso.
Eu tinha que me juntar a elas. E, me sentando do outro lado, comecei a lamber o seu outro peito, e passei a chupá-lo, ao mesmo tempo em que ela se dividia, com um dedo na bucetinha da neta e o outro na minha. Então, de repente estávamos as três nos beijando, a Laurinha grudada na avó e o meu dedo no seu cuzinho, deixando ela toda molinha.
É claro que pela precocidade, a minha sobrinha parecia ter o mesmo tesão em cavalgar o pauzão do pai, ou chupar a bucetinha da sua amiga, mas ali na cama da avó aquilo tudo parecia muito à flor da pele, e só me deixava ainda mais excitada. Até que me lembrei do consolo na mesinha de cabeceira.
Enquanto na cama a menina se metia entre as pernas da avó, empinando a bundinha, eu prendia o consolo na cintura. E ao olhar por sobre os ombros, a safadinha já me sorria em antecipação, abrindo as pernas e ajeitando-se pra eu meter no seu rabinho mais uma vez. Pra quem há alguns dias havia provado a bucetinha da amiga, estar ali agora com a linguinha no grelo da avó parecia lhe dar um gostinho do segredo das idades das mulheres.
O que se aprende com outras gerações, o que cada geração tem a nos ensinar, talvez não seja mais que um vislumbre do tempo. Mais do que contá-lo através dos anos, é no corpo de uma mulher que se esconde o mistério da vida, de onde viemos e o que nos aguarda ao final. Enquanto metia no seu cuzinho, ela rebolava e se contorcia toda, deixado-se penetrar, ao mesmo tempo em que ela mesma metia dois dedos na buceta da avó.
A visão da minha mãe de pernas abertas, com a netinha provando o seu gozo, me fazia meter um pouco mais, estendendo a mão até a sua xaninha e batendo uma siririca, fazendo ela gemer gostosinho. Até que não resisti mais e puxei ela pra mim, beijando a sua boquinha, enquanto fodia o seu cuzinho. Meu dedo deslizava na sua rachinha, ao mesmo tempo em que chupava a sua língua, sentindo nela o gosto de mel colhido na avó.
E ela, querendo retribuir o favor, chamou a menina pra sentar na sua cara, e agora se deliciava chupando a sua xaninha. Aquela então foi a minha chance de apontar o consolo e, me ajeitando melhor, fui metendo na sua buceta toda molhada, fazendo ela se abrir todinha pra mim, feito uma flor.
Estar ali de joelhos na cama, apontando o consolo entre as pernas da minha mãe, era como voltar ao seu colo, sentindo todo o seu tesão em ser fodida como nos tempos em que a dona Joana metia nela, e as duas gozavam uma com a outra. E não há nada mais próximo do paraíso que duas mulheres se comendo.
Com a cabeça jogada pra trás, a Laurinha gemia de um prazer novo, ainda querendo pegar nos seios fartos da avó, o que me dava a chance de mais uma vez beijar a sua boquinha, acariciando o seu peitinho.
De repente, lá estávamos nós, três gerações de mulheres na mesma cama, dividindo o prazer umas com as outras e descobrindo que se o mundo lá fora nos condena, nada pode ser mais forte que o delicado elo que nos une.
Então, a safadinha da minha sobrinha lembrou do outro consolo e, se esticando até a gaveta da mesinha de cabeceira, ela se voltou pra mim, sorrindo daquele jeito que eu sabia bem o que pretendia. Na hora, eu só senti a sua mãozinha abrindo a minha bunda, quando ela veio por trás com o consolo pra meter em mim.
E, num suspiro mais profundo, eu senti aquilo entrar em mim, num súbito enlevo que me tirou o fôlego, enquanto era penetrada. Eu tentava aplacar o tesão abrindo bem a boca e chupando um, depois o outro peito da minha mãe, sugando do seu mamilo o que ela já não podia me dar. Mas ainda assim o queria, o seu êxtase, o gozo mais profundo que eu tirava dela, metendo entre as suas pernas, ao mesmo tempo em que a minha sobrinha me fodia por trás.
No final, parecia ter chegado a um estado tal que me fugia os sentidos, completamente imersos do cheiro de sexo, do suor no corpo, ou apenas da inebriante sensação de completude daquele momento — que eu julgava impossível, fosse pela falta de um homem, ou tão-somente a falta de coragem. E enquanto beijava a sua boca, num beijo entre iguais, eu só queria fazer durar um pouco mais aquele momento, ali na cama da minha mãe, nos seus braços.
— Dá pra mim, dá! Deixa eu te provar! — ela gemia e sussurrava no meu ouvido.
E na hora em que eu tirei o consolo, qual foi a minha surpresa ao ver a minha buceta toda melada de gozo. E quando me ajeitei de pernas abertas sobre ela, apoiada na cabeceira da cama, eu não vi mais nada, sentido a sua língua me penetrar, sorvendo todo o meu mel. Com as duas mãos abrindo bem a minha bunda, ela finalmente chegou na entradinha do meu cu, metendo um dedo e me fazendo perder a respiração.
Até que do meu lado a Laurinha se ajoelha sobre a cama pra vir chupar o meu peito. E bastou sentir a sua boquinha no meu mamilo pra eu gozar mais uma vez, sem conseguir segurar o orgasmo que me fazia tremer toda, e lançando no rosto da minha mãe um último jato do meu gozo. Tomada de surpresa, ela sorria e lambia os lábios, colhendo com a ponta do dedo o que podia. Depois, oferecia pra neta, que lambia e chupava tudinho.
Acho que àquela altura, já vencida pelo cansaço, de tanto gozar, eu só queria me aninhar nos seus braços, me deixando ficar ali meio exausta e sentindo a respiração aos poucos voltar ao normal. Depois disso, acho que acabamos pegando no sono, as três ali na cama, agarradas sob o lençol.
Até que, algum tempo depois, fomos acordadas pelos três que nos olhavam ali, meio sem reação. Meu irmão parecia procurar as palavras, diante da nudez da filha, agarrada ao meu peito. Mas, pelo volume da sua calça, não muito diferente dos meus filhos, aquilo mexia com ele de um jeito que eu sabia muito bem no que ia dar.
Mas, vocês vão ter que esperar um pouco e segurar o tesão. O resto eu conto na próxima. Beijos

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Comentários (3)

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  • LuaFlor: Mamãe ou vovó, se quiser mamar meu peito e grelo, quero muito

    Responder↴ • uid:469ctdiov9k
    • Urso: 21966211770

      • uid:1dfby90eoq6y
  • Petruchio: Mamães, filhinhas e vovós, que lindo quando se unem as gerações pra aprender e ensinar

    Responder↴ • uid:6stvzeos8j