Camisinha estoura quando estou fodendo o cu da minha sogra
Prepare-se para uma história quente e proibida que vai mexer com sua imaginação! Um homem, cheio de desejo, vive aventuras secretas com sua sogra, uma mulher experiente e sedutora. Desta vez, após uma viagem, a tensão explode dentro de um carro, em uma rua escura, com uma transa intensa, uma camisinha que estoura e um final melífluo que deixa os dois em êxtase — e com um segredo perigoso. Ele registra tudo com uma câmera escondida e compartilha suas façanhas no site de Selma Recife www.selmaclub.com onde suas aventuras picantes ganham vida. Quer saber mais? Mergulhe nesse relato ardente e descubra até onde essa paixão proibida pode ir!
Como já revelei no conto anterior, "Arrebentei o rabo da minha sogra no motel", depois daquela primeira vez que nos entregamos ao tesão em um quarto de motel, as coisas entre mim e dona Lúcia, minha sogra de 52 anos, nunca mais foram as mesmas. Aquele fogo inicial virou uma chama constante, e transar com ela virou rotina — sempre com ela batendo o pé pra usar camisinha, até no boquete, o que me deixava louco de vontade de sentir ela sem nada entre nós. Mas eu respeitava, ou pelo menos tentava, porque o desejo por aquela mulher madura, de corpo cheio de curvas e uma energia safada, era mais forte que qualquer regra.
Certa noite, voltávamos de uma viagem de fim de semana em Porto Seguro. Eu, com 35 anos, dirigia o carro, minha esposa Mariana, de 30 anos, dormia no banco do passageiro, e dona Lúcia, no banco de trás, me lançava olhares pelo retrovisor que me faziam suar. O clima já estava pesado desde a estrada, com ela passando a mão disfarçadamente na minha perna enquanto eu tentava me concentrar no volante. Chegando em Salvador, deixei Mariana em casa primeiro. Ela desceu, sonolenta, sem desconfiar de nada, e eu disse que ia levar dona Lúcia até o bairro dela, no Cabula. Mas, claro, minhas intenções eram outras — eu queria aquela mulher ali mesmo, sem demora.
Com o carro já em movimento, dona Lúcia riu baixo, aquele riso rouco de quem sabe o que vai acontecer, e disse: "Você não presta, hein, Roberto?" Eu só sorri, o pau já duro só de imaginar o que vinha pela frente. Estacionei numa rua deserta perto do Campo Grande, um canto escuro onde ninguém ia nos interromper. Apaguei as luzes do carro, e o silêncio da noite foi cortado pelo som dos nossos corpos se aproximando. Comecei beijando aquela boca experiente, cheia de vontade, mordendo os lábios dela enquanto minhas mãos já apertavam os peitos dela por cima da blusa. Dona Lúcia tinha peitos grandes, um pouco caídos pelo tempo, mas os bicos eram enormes, duros como pedra, e eu mamei neles com uma fome que me fazia gemer alto. Ela arfava, puxando meu cabelo, e eu sentia o cheiro do perfume barato dela misturado com o suor do tesão.
Passamos pro banco de trás, tropeçando nas roupas e rindo da bagunça. Ela, safada como sempre, começou a esfregar a mão no meu pau por cima da calça, me provocando até eu não aguentar mais. Tirei o cinto, baixei a calça e deixei o pau saltar pra fora, já pulsando de vontade. "Põe a camisinha, Roberto", ela disse, com aquela voz mandona que me deixava ainda mais louco. Eu bufei, mas peguei o preservativo no bolso — estava tão excitado que nem discuti. Coloquei rápido, e ela veio com um boquete que, pra ser honesto, não era o melhor do mundo. Dona Lúcia não tinha muita prática nisso, mas só de ver minha sogra chupando meu pau, com aquela cara de quem tá quebrando todas as regras, eu já ficava nas nuvens. Ela lambia desajeitada, mas o tesão de ser algo tão errado compensava tudo.
O tempo era curto, e eu não queria só isso. Baixei a calça dela, arrancando a calcinha preta simples que ela usava, e sentei no banco, puxando ela pra cima de mim. O espaço era apertado, o banco rangia, e a gente se embolava tentando achar uma posição. Até que, com um empurrão, meu pau deslizou pra dentro da buceta dela, quente e molhada como eu nunca tinha sentido com camisinha. Ela começou a cavalgar, os peitos balançando na minha cara, e eu segurava a bunda dela, sentindo cada rebolada. De repente, um barulho estranho — a camisinha estourou. Eu senti na hora: a pele dela, o calor puro, sem barreira. "Porra, Lúcia, estourou!", eu disse, mas não parei. Ela arregalou os olhos, mas logo gemeu mais alto, "Então mete mais forte, seu safado!". E eu meti, meti com tudo, sentindo aquela buceta me engolir enquanto ela quicava e soltava uns peidos baixos de tanto esforço, o que só me deixava mais tarado.
O tesão subiu tanto que eu quis mais. "Deixa eu comer teu cu, Lúcia", pedi, já lubrificando o dedo com a saliva dela. Ela hesitou, mas o fogo nos olhos dela dizia que ela queria também. Virei ela de lado, no banco apertado, e forcei a cabeça do pau no cuzinho dela. Entrou com dificuldade, ela gritou de dor, "Tá doendo, Roberto, vai devagar!", mas eu sabia que ela gostava do misto de prazer e desconforto. Fui enfiando aos poucos, sentindo o aperto, o calor, e ela se contorcendo, gemendo alto e soltando mais peidos que ecoavam no carro. "Você é um animal!", ela disse entre os dentes, mas não mandou parar. Eu metia devagar, depois mais rápido, até gozar forte, enchendo o cu dela enquanto ela tremia toda.
Quando terminamos, ela caiu no banco, ofegante, o corpo suado e melado. "Olha o estado que eu tô, Roberto! Meu marido vai perceber essa bagunça!", ela reclamou, rindo e se limpando com um lenço que achou na bolsa. Eu também tava exausto, o pau ainda latejando, mas feliz pra caralho. Nos limpamos como deu, com ela xingando baixo enquanto tentava se ajeitar. Levei ela pra casa, e ela correu pro banho assim que chegou, provavelmente pra esconder o cheiro de sexo e o rastro que deixei nela.
Esse dia foi foda — comer a buceta e o cu da sogra sem barreira, sentindo cada pedaço dela, foi um tesão que não dá pra descrever. Eu gravei tudo com uma câmera escondida que sempre levo comigo, e postei no site da selma recife www.selmaclub.com , onde conto essas aventuras pra quem curte um proibido bem picante. Lá tem mais detalhes, os gemidos dela, os peidos, a dor no anal que ela aguentou por mim — tudo pra deixar qualquer um louco pra ver mais. Tenho outros relatos tão quentes quanto esse, e se você ficou com vontade de saber, é só me acompanhar por lá. Dona Lúcia não sabe que eu registro, mas algo me diz que ela ia adorar ser a estrela dessas histórias!
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