Meu sócio expões nossa empresa, pois FILMA anal com funcionárias e posta
Antes dos 40, Lucas já era um prodígio da tecnologia, com uma empresa milionária e uma vida que parecia um sonho realizado. Mas, por trás do sucesso, algo sombrio se formava. Um sócio mulherengo, uma câmera escondida e uma obsessão por registrar cada detalhe picante de suas aventuras — incluindo peidos, anal com dor e gatilhos que deixam qualquer um louco para correr ao site de Selma Recife www.selmaclub.com e descobrir mais. Onde tudo começou a desmoronar? Talvez com uma nota 7, ou talvez com o dia em que ele conheceu seu parceiro de negócios. Prepare-se para uma história que mistura genialidade, caos e um toque de perversão.
Eu tinha 38 anos quando minha vida parecia o roteiro de um filme de sucesso. Minha empresa de tecnologia, fundada antes mesmo de eu completar o curso de Ciência da Computação, já faturava milhões. Meu rosto estampava capas de revistas especializadas, e redes sociais eu acumulava milhares de seguidores que devoravam cada post sobre minha trajetória. Ninguém — nem eu, nem o mais louco dos futuristas — poderia imaginar o que estava por vir. Hoje, passo noites em claro revisitando o passado, tentando pensar o exato momento em que tudo virou um pesadelo. Revivo cada detalhe, cada escolha, mas a resposta nunca aparece. Talvez tenha começado com um 7.
Na universidade, em Florianópolis, eu era obcecado pelo meu Trabalho de Conclusão de Curso. Passei meses desenvolvendo um aplicativo revolucionário, algo que misturava inteligência artificial com soluções práticas para o dia a dia. Cada linha de código era como uma extensão de mim mesmo — eu coloquei minha alma ali, noites sem dormir, litros de café e uma dedicação que beirava a loucura. Quando apresentei o projeto, estava convencido de que mudaria o mundo. Mas a banca tinha outros planos.
— Nota 7. É criativo, Lucas, mas falta escalabilidade comercial — disse o professor, com aquele tom seco que academia adora usar para esmagar sonhos.
Fiquei possesso. Sete? Meu “filho” valia mais que isso. Aquelas palavras acenderam uma chama em mim — não há motivação maior do que provar que alguém está redondamente enganado. Ignorei o mercado de trabalho tradicional, os currículos, as entrevistas chatas. Enquanto meus colegas de turma corriam atrás de estágios em multinacionais, eu abri minha própria empresa aos 25 anos, ainda na garagem de casa. E, contra todas as expectativas, deu certo.
No primeiro ano, o aplicativo explodiu. Ganhei prêmios, fechei parcerias com investidores de São Paulo e vi o faturamento disparar. Eu me sentia invencível, como se tivesse hackeado o segredo do sucesso na primeira tentativa, enquanto outros precisavam de décadas e falências para chegar lá. Mas o crescimento veio com um preço: eu não conseguia mais dar conta de tudo sozinho. Precisava de alguém para cuidar das vendas, alguém que transformasse minhas ideias em dinheiro vivo. Foi aí que conheci Diego.
Diego, 42 anos, era o oposto de mim. Carismático, falante, com um sorriso que desarmava qualquer um. Ele fechava contratos como quem respira e convencia investidores como se estivesse vendendo água no deserto. Parecia o parceiro perfeito para levar a empresa a outro patamar. Mas, olhando para trás, me pergunto se o verdadeiro estopim da minha ruína não foi aquele 7 da faculdade — e sim ele.
Diego trouxe sua rede de contatos e seu talento comercial, mas também uma visão distorcida de liderança. Ele transformou a empresa num playground pessoal. Sempre que um currículo feminino aparecia, ele garantia a entrevista, mesmo que houvesse candidatos com doutorado e anos de experiência na frente. As contratações viraram um desfile de moda, e Diego, o jurado supremo, escolhia as mais gostosas. Aos poucos, nossa sede em Florianópolis começou a parecer um harém high-tech.
Eu nunca aprovei o fato de ele transar com metade das funcionárias. Era como se minha empresa — meu bebê — estivesse crescendo sob a influência de um tio pervertido que eu não podia controlar. Comecei a ter pesadelos bizarros: via as amantes dele se matando no escritório, sangue escorrendo pelo chão de porcelanato, e eu lá, com um esfregão, tentando apagar as evidências. Acordava suado, com o coração disparado.
Tentei confrontá-lo uma vez. Marcamos uma reunião num bar na Lagoa da Conceição, depois do expediente. Entre cervejas, abri o jogo sobre meus medos e os sonhos macabros. Esperava um pingo de reflexão, mas ele só gargalhou, alto o suficiente pra chamar atenção das mesas ao redor.
— Você é muito tenso, Lucas. Relaxa, cara — disse, dando um gole na Brahma e limpando a espuma do bigode. — Todo mundo aqui sabe como o jogo rola.
O “jogo”, segundo Diego, era simples. Ninguém ali estava por amor. As mulheres queriam promoções, bônus, um pedaço do bolo. Ele oferecia isso em troca de sexo — sem ciúmes, sem dramas, sem complicações. Quem não aceitasse as regras, rua. Fiquei em silêncio, processando. Ele tomou meu mutismo como aprovação e decidiu me apresentar sua mais nova “obra-prima”.
— Olha essa aqui, mano — disse, pegando o celular e abrindo um vídeo que ele mesmo gravou com uma câmera escondida.
Era a nova analista de marketing, Mariana, 29 anos, uma morena tatuada com piercing no nariz. No vídeo, ela estava de joelhos no banheiro da empresa, chupando ele com um olhar safado pra câmera. O áudio captava tudo: os gemidos dela, os grunhidos dele e, de repente, um peido alto que ecoou no azulejo. Diego riu no vídeo e riu de novo ao me mostrar.
— Fala sério, isso não é arte? — disse, aumentando o volume pra eu ouvir o “ploc” do anal que veio depois, com ela gemendo de dor e prazer ao mesmo tempo.
Eu forcei um sorriso, mas por dentro estava em choque. Não sabia se ria, se vomitava ou se perguntava como ele não temia um processo. Descobri depois que Diego tinha um perfil no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde postava todas essas aventuras filmadas em segredo. Era seu diário digital de fetiches — peidos, anal com dor, tudo com gatilhos pra deixar os assinantes loucos por mais. Ele me mostrou o link, piscando: “Dá uma olhada depois, vai que você curte.”
A verdade é que éramos pólos opostos. Diego vivia praquilo: sexo, poder, adrenalina. Eu? Nunca nem tive uma namorada. Aos 38, minha vida amorosa era um deserto. Meus pais, lá em Joinville, já tinham desistido de me ver casado. Chegaram a cogitar que eu fosse assexual ou tivesse algum defeito. Mas não era isso. Eu queria, sim, mulheres — o problema é que elas nunca me queriam de volta.
Não era bonito, nem alto, nem tinha aquele charme natural que Diego exsudava. Não sabia puxar papo, flertar ou ser “o cara”. Então, me resignei a ser o nerd invisível, afundado em códigos e planilhas, enquanto meu sócio vivia um filme pornô em tempo real. Por mais que sua atitude me revoltasse, às vezes eu invejava o jeito que ele dominava aquele caos.
Mas o ápice veio na festa de fim de ano da empresa, num sítio em Garopaba. Alugamos o lugar com piscina, churrasco, caixas de som bombando sertanejo. Era pra ser só uma celebração descontraída. Até Diego resolver virar o maestro da putaria.
Lá pelas tantas, com todo mundo já bêbado, ele estava na piscina, flertando com duas funcionárias. Uma era a Mariana, a do vídeo. A outra, uma loira de 32 anos, casada, recém-contratada como gerente de RH. Fui pegar uma Skol na geladeira e, quando voltei, vi os três indo pro banheiro de mãos dadas. Ninguém piscou. Pelo contrário: os gemidos começaram, altos e crus, com a porta entreaberta. Tinha peido no meio, gritos de “ai, tá doendo” misturados com risadas, e os outros funcionários se aglomeraram ali, filmando com os celulares, apostando quem gozava primeiro.
Eu fiquei no canto, copo na mão, atônito. O que era mais louco? A cena explícita ou o fato de, por um segundo, eu me imaginar no lugar dele, vivendo aquele delírio? Depois disso, corri pro site de Selma Recife www.selmaclub.com . Precisava entender até onde ia essa loucura. É um site de pessoas e casais que realmente não vivem no mundo real… opinião minha
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