#Traições

Primeira traição! Sempre fui uma esposa fiel, feliz e recatada! Mas.... Não resisti

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Clara (Fictício)

Uma mulher casada, aparentemente feliz e fiel, embarca em uma viagem de trabalho que transforma sua vida. Durante um curso em outra cidade, ela conhece um homem irresistível que desperta desejos proibidos. O que começa como uma dança inocente evolui para noites de paixão intensa, repletas de sexo ardente, gemidos, peidos acidentais e até anal doloroso, tudo registrado em segredo por uma câmera escondida. Agora, ela compartilha sua aventura no site de Selma Recife www.selmaclub.com , esperando que seu amante a encontre, enquanto revive cada momento picante que a levou a trair seu marido sem arrependimentos. Quer saber todos os detalhes suculentos? Continue lendo e descubra o que a fez se entregar tão completamente!
Meu objetivo ao escrever este relato é duplo. Primeiro, espero que meu amigo especial, aquele que virou meu mundo de cabeça para baixo, leia isso e me contate. Para evitar problemas em casa, destruí todos os papéis com seu telefone ou e-mail, e agora estou perdida sem saber como encontrá-lo. Segundo, quero eternizar cada segundo ardente que vivi, para que, sempre que a saudade bater, eu possa voltar aqui, ler e sentir novamente o calor daquele momento que mudou tudo.

Meu nome é Clara, tenho 32 anos, sou casada há sete anos e vivo em Montes Claros, uma cidade pacata no interior de Minas Gerais. Meu marido, Rafael, 35 anos, é um engenheiro talentoso, charmoso e dedicado, que trabalha numa grande mineradora da região. Temos uma vida confortável, uma casa bonita e planos de ter filhos em breve. Casei-me virgem aos 25, só me entregando completamente na noite de núpcias, o que faz Rafael me ver como a esposa perfeita, digna de total confiança. Nunca tinha ido para a cama com outro homem — algo raro hoje em dia, eu sei. Talvez por vivermos no interior, onde as fofocas correm soltas, eu sempre me cuidei para manter a reputação intacta.

Antes do casamento, tive alguns namoricos leves. Com um deles, o Márcio, as coisas esquentavam um pouco mais no carro do pai dele. Ele adorava tirar meus seios do sutiã, acariciá-los e chupá-los com vontade, enquanto eu segurava seu pau duro até ele gozar na minha mão. Eu ficava louca de tesão, mas nunca deixei ir além — minha calcinha ficava no lugar, mesmo quando ele tentava arrancá-la à força. Às vezes, ele enfiava o pau entre minhas coxas, ainda com calcinha, e se esfregava até gozar, melando minhas pernas, minha roupa e até o banco do carro. Minha mãe, Dona Lúcia, provavelmente via as manchas nas minhas saias, mas era discreta demais para tocar no assunto.

Sou gerente administrativa numa fábrica de autopeças em Montes Claros. Certo dia, a chefe de RH, Dona Carmem, me chamou e disse que eu precisava fazer um curso de capacitação em São Paulo, com duração de 12 dias. Meu chefe já tinha aprovado, e Rafael, quando soube à noite, achou tudo normal. Viajaria num sábado à tarde, pois o curso começava segunda-feira cedo e ia até a próxima quinta, com aulas até no sábado seguinte. Rafael me levou ao aeroporto de Belo Horizonte, já que nossa cidade não tem voos diretos. Cheguei a São Paulo, peguei um táxi até o hotel na Avenida Paulista, liguei para casa avisando que estava tudo bem, jantei um prato leve e dormi cedo, ansiosa pelo curso.

Na segunda, cheguei ao local do curso, um prédio moderno no centro da cidade, e conheci Lucas, 38 anos, um cara alto, bronzeado, com um sorriso que lembrava o Brad Pitt em seus melhores dias. Ele sentou ao meu lado, e, quando o professor dividiu os pares para os trabalhos em grupo, ficamos juntos. Passamos o dia discutindo os casos do curso, almoçando num restaurante japonês e trocando ideias nos intervalos — ele sempre me trazia um café ou um lanche, com um charme que me desarmava. Descobrimos gostos em comum: filmes de ação, comida italiana e um bom vinho. No fim do dia, soube que ele também estava no meu hotel. Voltamos juntos de táxi, e ele sugeriu jantar no restaurante do hotel para revisar o material do curso. Aceitei, sem ver maldade.

No jantar, entre uma taça de vinho tinto e uma conversa animada, ele me convidou para dançar no piano bar do subsolo. Hesitei, mas o olhar dele, intenso e sedutor, me convenceu. O lugar era um sonho: luz baixa, música lenta, casais abraçados. Dançamos colados, e logo senti suas mãos descendo da minha cintura até o início das minhas nádegas. Um arrepio subiu pela espinha — desde que casei, nunca tinha estado tão perto de outro homem. Ele pressionava meu corpo contra o dele, e eu sentia seu pau duro roçando minha barriga. Meu coração disparou, entre o pânico e uma excitação que eu não queria admitir. Disse que precisava subir, me soltei e corri pro quarto, trêmula, com as pernas moles.

No quarto, tomei uma água gelada pra me acalmar, tirei o vestido e fiquei pensando naquilo tudo. Deitei na cama, mas o sono não vinha. Minha cabeça era um turbilhão: a esposa fiel gritava “pare!”, mas uma parte safada, que eu nem sabia que existia, sussurrava “e se eu me jogar?”. Lucas era casado também, então seria nosso segredinho sujo, longe de Montes Claros, sem ninguém pra julgar. Adormeci só de madrugada, exausta de tanto lutar comigo mesma.

No dia seguinte, o curso correu bem, e Lucas continuou encantador, como se nada tivesse acontecido. No fim da tarde, voltamos juntos pro hotel, e ele me convidou pra jantar de novo. Aceitei, dizendo a mim mesma que era só pra revisar o curso. Tomei banho, coloquei um vestido preto colado, com decote discreto e costas nuas, que marcava minha cintura de 32 anos e realçava meus seios firmes. No espelho, quase troquei por algo mais recatado, mas o tesão venceu a culpa. No jantar, ele me encheu de elogios: “Você é linda, Clara, um tesão de mulher. Rafael é um sortudo por ter uma esposa tão gostosa assim.” Fiquei vermelha, mas adorei ouvir aquilo — em Montes Claros, ninguém falava assim comigo.

Depois do jantar, fomos dançar novamente. Dessa vez, ele me puxou mais forte, e eu deixei. Sentia seu pau duro roçando meu corpo, e minhas coxas tremiam de tesão. Ele beijou minha orelha, meu pescoço, até que nossos lábios se encontraram. Primeiro foram selinhos tímidos, mas logo ele enfiou a língua na minha boca, e eu, sem acreditar, abri os lábios pra receber. Nosso beijo virou uma guerra de línguas, quente e molhado. Eu o abraçava com força, sentindo aquele pau pulsando contra mim. Num impulso, saímos da pista, pegamos o elevador e fomos pro meu quarto, sem dizer uma palavra.

Mal fechei a porta, ele me agarrou por trás, esfregando o pau nas minhas nádegas. Virei-me, e nos beijamos como loucos. Ele abriu o zíper do meu vestido, deixando-o cair até a cintura, e desabotoou meu sutiã, libertando meus seios. Chupava meus mamilos com fome, enquanto eu gemia alto, sem me importar. Tirei a camisa dele, e logo estávamos só de calcinha e cueca. Ele me carregou pro colo e me jogou na cama, subindo em cima de mim. Senti o peso do corpo dele, o pau duro forçando minha calcinha, e abri as pernas, louca de desejo.

Lucas arrancou minha calcinha, e eu, sem pudor, levantei o quadril pra ajudar. Ele me chupou inteira, lambendo minha buceta com uma sede que me fez gritar: “Chupa mais, me chupa toda, porra!” Gozei na boca dele, tremendo, com os quadris pulando, enquanto ele segurava minhas nádegas com força. Depois, tirei a cueca dele e vi aquele pauzão — bem maior que o do Rafael. Pedi pra ele me comer, e ele me penetrou sem camisinha, metendo fundo até o saco bater nas minhas nádegas. “Tá sentindo meu pauzão na sua buceta, sua safada? Abre essa bucetona pra mim!” Eu gemia alto, sentindo ele me rasgar, e gozei de novo enquanto ele jorrava porra dentro de mim.

Não paramos aí. Chupei o pau dele, todo melado de porra e meu gozo, engolindo até onde conseguia. Depois, montei nele, cavalgando como uma vadia, sentindo cada centímetro daquele pauzão me preenchendo. “Engole meu pau com essa buceta, sua tesuda!” Gozamos juntos, eu gritando, ele peidando alto de tanto tesão — o que me fez rir e querer mais. Exausta, pedi que ele fosse embora, mas a culpa já não me dominava mais.

Descobri o site de Selma Recife e criei um perfil pra postar minhas aventuras. Tudo foi gravado com uma câmera escondida que eu levava na bolsa — cada gemido, cada peido acidental, cada metida. Na noite seguinte, ele voltou, e eu já o esperava pelada. Fizemos um 69 alucinante, engolindo a porra um do outro. Ele quis meu cu, e eu deixei. Doeu pra caralho quando ele enfiou aquele pauzão no meu cuzinho virgem, mas o tesão foi maior. “Mete devagar, seu filho da puta, meu cu é apertado!” Gritei de dor e prazer, gozando enquanto ele me enchia de porra.

Passamos a semana transando sem parar — de quatro, eu por cima, de lado, com ele me comendo enquanto eu falava com Rafael no telefone, beijando o pau dele pro “beijo de boa noite”. No domingo, ficamos trancados no quarto, pelados, trepando até o corpo não aguentar mais. Voltei pra casa na quinta, e Rafael me buscou no aeroporto. À noite, fiz sexo com ele, mas foi sem graça — pequeno, com camisinha, sem fogo. Senti falta do pauzão do Lucas, da porra quente, do anal que me fez chorar e gozar.

Lucas, se você ler isso, me acha no site de Selma Recife www.selmaclub.com — procure por “ClaraSafada32”. Quero mais daquele pauzão, mais daquela porra na minha boca, mais daquele anal que me deixou dolorida por dias. Quem quiser ver tudo, corre lá no site — tem vídeos quentes pra caralho, com cada detalhe dessa traição que me libertou!

Veja mais em /?s=anal+recife

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Comentários (1)

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  • Mamãe inc: Amoooo, fiz isso diversas vezes Tel: Incm7

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