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Família vale tudo! Dentro de nossa casa crescemos vendo de tudo

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Familia vale tudo

Em uma família onde a nudez era natural e sem pudores, as férias na praia sempre foram rotina. Mas tudo mudou para Lucas, um jovem de 24 anos, quando ele e sua mãe, Clara, presenciaram uma cena ardente de um casal transando em uma varanda. Esse momento acendeu uma chama de desejo que ele não conseguiu apagar. Anos depois, já adulto e viciado em registrar suas aventuras com uma câmera escondida, Lucas posta tudo no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde suas histórias picantes — repletas de anal doloroso, peidos inesperados e gatilhos quentes — deixam os leitores sedentos por mais. O que começou como curiosidade inocente se transformou em uma obsessão ardente que você precisa ler até o fim para entender.
Na minha casa, a liberdade reinava absoluta, sem as amarras de falso moralismo ou vergonha de se ver ou ser visto sem roupas. Não era algo erótico ou forçado, mas natural: todos nós — eu, meu pai, minha mãe — nos cruzávamos pelados a caminho do banho ou saindo dele, sem que isso fosse um tabu ou motivo de destaque. Era só a vida como ela é, sem segredos ou constrangimentos.

Essa abertura acabou matando qualquer curiosidade mórbida sobre os corpos uns dos outros. Não havia aquele tesão proibido de espiar alguém nu, porque tudo era comum. Eu, Lucas, hoje com 24 anos, cresci assim. Minha família — meu pai, André, de 42 anos, minha mãe, Clara, de 39, e eu — sempre passava as férias em nossa casa de praia no litoral sul do Rio de Janeiro. Fossem as férias de fim de ano ou as de inverno, era lá que nos refugiávamos. No verão, então, era sagrado: passávamos dezembro inteiro e boa parte de janeiro curtindo o sol escaldante. Eu e meu pai vivíamos de sunga, enquanto minha mãe desfilava de biquíni, exibindo seu corpo bronzeado sem esforço.

Nosso dia era simples, mas delicioso. Acordávamos cedo, tomávamos café da manhã juntos — o cheiro de pão fresco e café enchendo a casa — e caminhávamos uns 10 minutos até a praia. Ficávamos lá até o sol castigar, por volta das 3 da tarde, quando voltávamos suados, cheios de areia e famintos. Chegando em casa, o ritual era o mesmo: banho na ducha externa, nos fundos, onde tirávamos os trajes de banho sem cerimônia. Pelados, lavávamos a areia do corpo, o sal do mar escorrendo pela pele, e depois colocávamos roupas secas — ou não, dependendo do calor. Não havia malícia nisso, apenas praticidade.

A tarde seguia preguiçosa: jogávamos cartas, líamos ou simplesmente ficávamos largados na varanda. Quando o sol baixava e a brisa ficava mais gostosa, vestíamos bermudas e camisetas e saíamos para explorar as ruas quase desertas do balneário, com suas casas esparsas e terrenos tomados por mato. Era uma paz que contrastava com o que estava por vir.

Lembro vividamente das férias de 2019, quando eu tinha 19 anos. Passamos quase dois meses inteiros na praia. Meu pai, André, precisou voltar ao trabalho em meados de janeiro, mas vinha nos fins de semana para ficar com a gente. Ele ficava a semana em Niterói, trabalhando, e nós aproveitávamos o mar. Eu e minha mãe, Clara, mantínhamos a rotina: praia de manhã, almoço em casa, tardes tranquilas. Mas foi naquele janeiro que minha vida virou de cabeça para baixo, tudo por causa de uma cena que eu e ela presenciamos juntos.

Era uma quarta-feira à noite, meu pai ainda em Niterói. Após o jantar, decidimos dar uma volta pelas ruas sem rumo, só curtindo o ar fresco. Caminhamos por quase uma hora, o som dos grilos ecoando ao fundo. Já de volta, a poucas quadras de casa, passamos por uma rua quase selvagem, com uma única casa entre o matagal. A casa era de veraneio, com um muro baixo e uma varanda ampla, parcialmente escondida por arbustos. Estava escura, parecia vazia — até que ouvimos um barulho. Um gemido abafado, seguido de um tapa na carne.

Paramos. Olhando melhor, vimos um casal jovem, uns 25 anos cada, na varanda. A garota, de cabelos negros e corpo suado, estava de quatro, a bunda empinada brilhando sob a luz fraca da lua. O cara, musculoso e ofegante, estava atrás dela, socando com força, o som molhado do sexo ecoando no silêncio. Ele segurava os quadris dela, metendo sem parar, e ela gemia alto, sem se importar com o mundo. Nem notaram que estávamos ali, a poucos metros. Minha mãe me puxou para trás de uma árvore e sussurrou, “Fica quieto, Lucas”. Ficamos paralisados, assistindo.

O cara deu um tapa forte na bunda dela, e ela soltou um gritinho misturado com prazer. De repente, um peido alto escapou dela, ecoando na varanda, e ele riu antes de meter ainda mais fundo. “Tá gostando, sua safada?”, ele grunhiu, e ela respondeu com um gemido rouco, “Me fode mais!”. Minha mãe apertou meu braço, mas não saímos. Vimos até o fim: ele tirou o pau da buceta dela, apontou pro cu apertado e forçou a entrada. Ela gritou de dor, “Porra, vai devagar!”, mas ele ignorou, empurrando tudo de uma vez. O anal foi bruto, ela se contorcendo enquanto ele gozava com um urro, jorrando porra na bunda dela. Só então eles caíram, exaustos, e nós saímos dali correndo.

No caminho pra casa, eu, ainda atordoado, perguntei, “Mãe, o que era aquilo?”. Ela, com o rosto vermelho como brasa, respondeu, “Era sexo, Lucas. Coisa de adulto. Eles estavam se amando, e às vezes é assim, intenso”. Fiz mais perguntas, e ela explicou, meio sem jeito: “O cara coloca o pau na buceta ou no cu da mulher. Dá prazer, mas só quem é mais velho pode fazer. Não é pra você agora”. Notei que ela estava ofegante, os olhos brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto.

Chegamos em casa, jantamos em silêncio, tomamos banho e fomos dormir. Mas naquela noite, ouvi gemidos vindo do quarto dela. “Ai, ai, que dor gostosa”, ela murmurava, e eu sabia que ela estava se tocando, revivendo a cena. Meu pau ficou duro na hora, mas eu não sabia o que fazer com aquilo.

A semana seguiu normal até sexta, quando meu pai chegou. Após o jantar, eles foram pro quarto, e eu pro meu. Mas naquela noite, os ouvi transando pela primeira vez. Gemidos altos, tapas, o ranger da cama. “Me fode, André!”, ela gritava, e ele respondia com grunhidos. Fiquei imaginando se estavam imitando o casal da varanda. Foram horas de sexo selvagem até eu apagar de cansaço.

No sábado, meu pai me chamou pra conversar. “Sua mãe me contou o que vocês viram, filho. Vamos falar sobre sexo”. Ele me explicou tudo: como funcionava, os cuidados, até me ensinou sobre masturbação. “É normal sentir tesão, Lucas. Usa isso com responsabilidade”. Aquilo abriu um mundo pra mim. Na praia, comecei a reparar nas meninas mais velhas, seus corpos suados nos biquínis, imaginando cenas como aquela.

Naquela noite, saímos pra rua de novo, passando pela casa do casal. Estava vazia, e eu fiquei frustrado. Mas ao voltar, ouvi meus pais transando outra vez. Dessa vez, prestei atenção: os gemidos dela, os peidos acidentais dele enquanto metia, o “Ai, meu cu!” que ela soltou em um momento. Meu pau ficou duro, e me masturbei pela primeira vez, gozando enquanto ouvia. A imagem do casal na varanda queimava na minha mente.

As férias acabaram, mas eu não era mais o mesmo. Virei um punheteiro compulsivo, obcecado por sexo. Minha mãe, sem saber, virou minha musa. Aos 39, Clara era um tesão: 1,70m, cabelo loiro escuro, pele dourada, seios fartos com mamilos rosados, bunda empinada. Eu arrumava desculpas pra passar pelo banheiro quando ela saía do banho, o vapor embaçando o ar, a toalha mal cobrindo o corpo molhado. Via ela nua e corria pro quarto pra me aliviar.

Nossa casa no Rio não era grande: três quartos, um banheiro social e um lavabo. Isso facilitava minhas espiadas. Às vezes, eu tentava ver meus pais pelo buraco da fechadura do quarto deles. Não dava pra ver muito, mas o que captava — ela de quatro, ele metendo por trás — era o suficiente pra me fazer explodir.

Aos 24 anos, nas férias de 2024, voltamos pra casa de praia. Meu pai, agora com 42, tinha construído uma piscina nos fundos, perto da ducha e da churrasqueira. Ele ficou o fim do ano todo conosco, só indo pra Niterói depois. Perto do fim das férias, a praia estava quase vazia. Num dia quente, voltando do mar, cruzamos com aquele casal da varanda, cinco anos depois. Estavam mais velhos, mais gostosos. Minha mãe fez sinal pra mim e pro meu pai, e eu quis segui-los, mas não deu.

Chegamos em casa exaustos. Na ducha, minha mãe tirou o biquíni e pulou pelada na piscina. Meu pai fez o mesmo, e eu, já excitado, segui. Clara, com a buceta depilada e as marquinhas do biquíni, era um pecado. André, pau grande e grosso, todo raspado, parecia um touro. Ficaram na piscina, se beijando, enquanto eu tentava esconder minha ereção.

Meu pai acendeu a churrasqueira, pelado, e eles começaram a beber caipirinha. Minha mãe, entre as pernas dele, ria e gemia baixo enquanto ele a bolinava. Eu via tudo, o pau latejando. Depois do almoço, eles foram pro quarto, deixando a porta entreaberta. Espiei pela cortina: ele metia no cu dela, que gemia de dor e prazer, peidando alto enquanto pedia mais. Gravei tudo com minha câmera escondida.

Hoje, posto essas aventuras no site de Selma Recife www.selmaclub.com . Anal com dor, peidos, gemidos — tudo cru e real. Quer mais? Corre lá e veja como essa história me transformou num voyeur insaciável.
Veja mais sobre a gente em /?s=anal+recife

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Comentários (1)

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  • Tele @cornosubmisso43: Delicia de família!!! Desejo muito ter uma esposa chifradeira exibicionista incestuosa. Para juntos viver nossos momentos de prazer

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