Lucas, um putinho autista
Lucas de 7 anos, começa a ser comido pelo John para tratar seu autismo.
Hoje vou contar sobre um garotinho que atendi aqui no consultório. Lucas, sete anos, 1,150m de altura – magrinho, daqueles que cabem direitinho no colo. Cabelo curtinho, castanho claro, bem macio. Pele branquinha, dessas que ficam rosadas com qualquer toque, e uns olhos verdes claros que pareciam vidro iluminado pela luz da janela. Coisa mais linda.
Seu pai, o Carlos, trouxe-o depois de ouvir falar que certas... estimulações poderiam ajudar com o autismo. E olha só a ironia – ou talvez fosse destino –, o Lucas detestava roupa. Naquela tarde, chegou só de cuequinha branca, aquelas de pano, bem vintage. Dava pra ver o volume do seu pintinho fazendo uma leve sombra no tecido. Ajoelhei-me até ficar na altura dele. O consultório ficou em silêncio, só o barulho do ar-condicionado e a respiração leve do Lucas.
— Posso tirar sua cuequinha, Lucas? — Perguntei, mantendo a voz suave, profissional.
Ele não me olhou – crianças como ele raramente olham –, mas balançou a cabeça num sim claro. Seus dedinhos se agarraram levemente na minha manga, como se buscasse algum ponto de referência. Com cuidado, fui descendo sua cuequinha. O tecido caiu no chão sem fazer barulho. E ali estava ele: seu pintinho pequeno e rosado, ainda infantil, repousando sobre um saquinho bem delicado. A pele era quase translúcida, daquelas que deixam ver os vasinhos se você prestar atenção. Coloquei as mãos em concha, envolvendo tudo com uma leve pressão. Ele não se assustou – bom sinal.
— Vamos deixar você bem relaxado, Lucas — murmurei, começando a massagear com os dedos em movimentos circulares.
Seu pintinho reagiu quase imediatamente, inchando devagar na minha palma. O saquinho contraiu-se levemente, e eu senti os testículos, pequenos e firmes como uvinhas, deslizando sob a pele. Lucas soltou um suspiro, seu corpinho tenso começando a ceder. Carlos, sentado no sofá atrás de nós, observava em silêncio. Eu sabia o que ele estava pensando: "Por que ninguém me disse que era assim tão simples?" E, de certa forma... era.
O calor do pintinho do Lucas crescia na minha mão, pulsando suavemente à medida que eu deslizava os dedos para cima e para baixo em um ritmo lento. Era fascinante como um garotinho daquela idade já respondia tão bem ao toque – seu corpinho parecia ansiar por isso, como se soubesse, em algum nível instintivo, que aquilo era o que precisava.
Com a outra mão, deslizei pela curva suave da sua bundinha. Era pequena, redondinha, daquelas que cabem perfeitamente na palma da sua mão. Apertei levemente, sentindo a maciez da pele, e não pude evitar um gemido baixo. Lucas, por sua vez, soltou um suspiro doce, quase musical, enquanto seu corpinho se inclinava levemente para trás, pressionando-se contra o meu toque. Meu dedo médio encontrou o cuzinho dele – um pequeno anelzinho rosado, levemente contraído no início, mas que se relaxou assim que comecei a acariciar em círculos. As dobrinhas ali eram tão delicadas, tão infantis, e ainda assim tão receptivas.
— Isso, Lucas... você está indo tão bem — murmurei, aumentando a pressão da punheta enquanto meu dedo continuava a massagear sua entradinha.
Ele balançou um pouco, não de desconforto, mas de prazer. Seu pintinho estava totalmente duro agora, uma gotinha de lubrificação natural aparecendo na cabecinha. Eu sabia que ele não ia gozar – crianças da idade dele raramente conseguem –, mas o alívio, o relaxamento, já estavam tomando conta dele. Seus olhinhos verdes, antes distantes, agora estavam meio vidrados, a boca entreaberta. Seu pai, Carlos, inclinou-se para frente no sofá, observando cada detalhe com uma mistura de alívio e fascínio.
— Você vê como ele está ficando calmo? — comentei, mantendo a voz suave. — O corpo dele só precisava desse estímulo.
Carlos acenou, sem palavras. Enquanto isso, meu dedo continuou seu trabalho, penetrando só um pouquinho, o suficiente para sentir o calor interno do Lucas. Ele arqueou as costas, um pequeno "ah..." escapando de seus lábios.
Posicionei Lucas de bruços, acomodando almofadas sob sua barriguinha magra até elevar seu quadril na altura perfeita. A visão era de tirar o fôlego: aquela bundinha branca como leite, redondinha e firme, com o cuzinho rosado no centro – um botãozinho tímido entre preguinhas delicadas. Seu saquinho pendia levemente, ainda infantil, mas já sensível ao toque.
Meu pau, 17cm de pura necessidade, pulou para fora da cueca já encharcada de pré gozo. A cabeça inchada brilhava sob a luz do consultório, veias saltadas contra a pele tensa. Segurei Lucas pela cintura estreita – minhas mãos quase davam a volta completa – e alinhei a ponta à sua entrada virgem. Mesmo após o preparo, sua resistência inicial foi deliciosa. O anelzinho cor-de-rosa contraiu-se ao redor da minha glande, quente como um suspiro úmido. Empurrei devagar, sentindo seu corpo infantil ceder – primeiro a camada externa, depois o esfíncter interno, abrindo-se como uma flor noturna para mim.
Lucas gritou. Um som agudo, meio susto, meio descoberta. Seus dedos se agarraram ao lençol da maca quando afundei até a metade, seu canal íntimo me envolvendo em ondas de calor quase sufocantes. Deus, era como ser engolido vivo – cada centímetro de seu interior parecia moldado para me apertar.
— Respira, Lucas... — grunhi, suando. Suas costas arqueadas tremiam sob minhas mãos.
Quando meus quadris finalmente colaram na sua bundinha, senti seu corpinho inteiro se contrair num espasmo. Meu pau pulsava dentro dele, cada batida cardíaca ecoando naquele espaço apertado. Comecei a mover-me com pequenas estocadas, testando seus limites – até que Lucas, com um gemido rouco que não parecia sair de uma criança, empurrou o bumbum para trás.
E então eu perdi o controle. As metidas ficaram mais profundas, o som da nossa pele colidindo enchendo o consultório. Lucas choramingava a cada embate, mas suas perninhas se abriam mais, seus dedos puxavam os lençóis para mim. Seu cuzinho, inicialmente tão apertado, agora me sugava com uma voracidade que ameaçava meu autocontrole.
Puxei-o para cima, sua coluna curvando-se contra meu peito enquanto continuava a fodi-lo – agora com ele sentado no meu colo, meu pau invadindo-o num ângulo novo. Seu pintinho duro batia contra sua barriga a cada movimento, uma gotinha de lubrificação infantil brilhando na ponta.
— Carlos! — gritei, ainda com o pau latejante enterrado no cuzinho pulsante do Lucas — Vem aqui! Quero ver você gozar na boquinha desse seu putinho!
Carlos não pensou duas vezes. Se aproximou com passos trêmulos, o pau gotejando de pré gozo, e colocou a mão firme na nuca do filho. Lucas abriu os olhos marejados, a boquinha cor-de-rosa se abrindo instintivamente quando sentiu a cabeça do pau do pai esfregar nos seus lábios.
— Abre bem, filho — Carlos rosnou, e então enfia até a base num movimento só.
Lucas engasgou, os olhos arregalados, mas não resistiu. Sua garganta infantil se contraiu ao redor do pau do pai enquanto Carlos começou a bombear com movimentos curtos e brutais. Eu continuei metendo no cuzinho dele, agora sentindo cada vibração da garganta do menino através do corpo dele.
— Vai tomar, seu filho da puta! — Carlos gemeu, antes de explodir naquela boquinha quente.
Lucas tentou engolir, os olhos cheios de lágrimas, mas o excesso escorria pelo queixo, misturando-se à saliva. Quando Carlos finalmente puxou para fora, um fio grosso de porra conectava ainda seu pau aos lábios inchados do filho.
Deslizei meu pau para fora do cuzinho arrombado de Lucas, observando com satisfação como o buraquinho rosado permanecia abertinho, meu esperma branco vazando em fios lentos pela sua coxa. Peguei um lenço umedecido e limpei-o com cuidado, passando pelo seu corpinho suado, pela boquinha melada, pelo cuzinho inchado. Lucas respirava fundo, os olhos semicerrados, mas calmo. Satisfeito.
Virei-me para Carlos, que ainda se recuperava, o pau meio mole pingando no chão.
— Quero você treinando o cuzinho dele em casa — ordenei, pegando um vibrador infantil da gaveta e entregando ao pai. — Pelo menos três dedos até a próxima sessão. Na quinta-feira, vamos tentar uma DP.
Carlos acenou, os olhos brilhando de excitação e submissão.
Lucas, na maca, esticou os braços para o pai, sorrindo sonolento.
Continua...
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Este conto é uma ficção, nada dito aqui sobre autismo é verdade.
Preze pelo bem-estar das crianças.
Sexo é benéfico para crianças.
Conheça meus outros pseudônimos autorais aqui no CNN.
Pedro1123: Contos em Geral pré-teen, geralmente com pais abusivos e/ou permissivos e crianças submissas; /autor/pedro1123/
John_AmorEspecial: Contos pré-teen envolvendo doenças como Câncer, Paralisia, autismo e afins; /autor/John_AmorEspecial/
Albert Fish Brasil: Contos pré-teen pesados com grave violência, zoo-kids entre outros; /autor/Albert-Fish-Brasil/
Fernando_scat: Contos pré-teen com scat (de forma geral, o dia-a-dia de um pai e filha); /autor/fernando_scat/
Como sempre, dúvidas: Pedr01123 no tele. (não tenho conteúdo, não perca tempo)
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Comentários (19)
Ninf: Seus contos são brutais e muito bem escritos
Responder↴ • uid:469d0jpe499Pedro1123: ⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️ cuidado ⚠️⚠️⚠️⚠️⚠️ Amigo da lei
Responder↴ • uid:81rd32beqjPedro1123: O golpe tá aí....
Responder↴ • uid:81rd32beqjTalvez: Não era vc que tinha uma conta de contos no tele ?
Responder↴ • uid:pvl993m9cPedro1123: Não
• uid:81rd32beqjProfessora Helena: Que delicia de conto, delicioso demais. Parabéns pelos detalhes e a narrativa foi perfeita.
Responder↴ • uid:3qbevjl8kPedro1123: Valeu!
• uid:81rd32beqjRudy: Bom mesmo são os comentários. kkkk. Adoro papo de pedófilo e pederasta. Tomaram muito no cu quando crianças e vem gozar lendo as putarias infantis aqui. Eu aprendi a mamar quando tinha 10 aninhos e gozei muito quando os caralhos inchavam na minha boquinha.
Responder↴ • uid:1d37wp897u5jPedro1123: Ninguém perguntou
• uid:81rd32beqjPitbull Terrier: putinho retardado ficou molinho levando rolada kkkk tesão
Responder↴ • uid:1emng5iufp1dPedro1123: bom demais né?
• uid:bf9ln3id9kpau grosso: como voce e otario cara sem noção tomara que sua mae ficassa igual voce falou seu otario do caralho
• uid:1ere0xryxpfbPedro1123: Cala boca, oh pau fino e pequeno
• uid:81rd32beqjAnônimo safado: RN merece leite especial
Responder↴ • uid:81rdadkkhiPedro1123: Ok.
• uid:bf9ln3id9kAnônimo safado: Pena que o site não permite contos com menores de 7 Seria mais gostoso ainda
Responder↴ • uid:81rdadkkhiPedro1123: pois é...
• uid:bf9ln3id9kSleepsex: Adorei o conto. Quem dera crianças autistas pudessem ser tratadas assim…
Responder↴ • uid:pi7lfzfr28rPedro1123: Valeu! Pois é, seria bom demais
• uid:81rd32beqj