Família nova - Sem mais segredos
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Voltávamos da escola, eu e Samara, numa tarde ensolarada.
Parecia tudo normal, porém eu notava pequenas mudanças em seu comportamento. A forma como sua voz parecia mais seca do antes, e como não parecia tão à vontade com nossa proximidade física. Coisa que vinha se intensificado nos últimos dias. Com ela continuamente se desgrudando de mim de forma sútil.
E além de tudo, parou de usar o crucifixo.
Eu perguntava se estava aborrecida com algo e tentava agradá-la. Porém Samara simplesmente desconversava ou se irritava com minha insistência. Fazendo com que mais uma preocupação surgisse em minha cabeça.
Nisso, eu ainda não tinha posto na mesa as minhas dúvidas quanto aos vídeos que Ezequiel mandava. Nem tinha coragem de confrontar nenhum dos dois sobre isso.
O que me fazia pensar em mim como um covarde.
Ainda assim, continuávamos saindo, embora menos, pois Samara desejava sair com suas amigas também. O que ocorria mais entre nós era passarmos o fim de semana nas casas um do outro.
Sempre que vinha a minha casa, passávamos a maior parte do tempo no quarto, onde ela vez ou outra deixava-me tocar em seu corpo, porém dificultava em muito quando tentava fazer outras coisas, como as que vínhamos fazendo recentemente.
Porém, quando Ezequiel e Isa estavam em casa, Samara parecia querer ficar junto deles, e conversávamos os quatro, na sala, no quarto de Isa ou no que eu dividia com Ezequiel.
Meus sogros não tinham mais tanto problema comigo, graças a aproximação entre nossas famílias e Isa também tinha se aproximado de Samara, e também começou a frequentar sua casa, indo lá até quando eu não estava presente para passar um tempo com ela.
Não me importava que minha irmã e namorada ficassem amigas. Até me alegrava nisso. No entanto, o que ocorria não era bem isso.
Após a suruba com os amigos de Ezequiel, as duas passaram a ter mais proximidade, tendo visto uma a outra nuas, e sabendo que compartilhavam do mesmo segredo. De que Samara trepava com Ezequiel.
Para Isa, mesmo que não gostasse muito da forma como aconteceu, tendo sido pelas minhas costas, isso não era de todo ruim. Pois ela sabia dos meus fetiches. E também porquê agora não precisava esconder a si mesma perto de Samara, podendo revelar-se mais para a cunhada. Inclusive, revelar uma coisa que só nós de sua família sabíamos.
Sua inclinação bissexual.
No começo, as idas de Isa lá foram apenas para conversar e pôr as coisas em perspectiva, contando como nossa nova família e como eu era lá dentro, revelando os meus podres de uma forma palatável para Samara. Todavia, conforme os dias foram passando, as duas ficaram mais íntimas.
Usando roupas mais relaxadas, e mais reveladoras uma à outra.
Isa nunca se importou com esse tipo de coisa em casa. Já Samara, que fora criada de forma mais rígida, ainda mantinha o hábito de se vestir adequadamente na frente dos outros. Hábito que foi se atenuando pouco a pouco.
E, num dia em que ambas conversam sozinhas no quarto, Isa provocou Samara e roubou-lhe um beijo, dizendo que ela beijava melhor do que eu.
Minha namorada ficou confusa e nervosa, nunca tendo beijado outra garota. Mas Isa disse-lhe que não fazia muita diferença beijar um homem ou uma mulher. Apenas que as mulheres eram mais delicadas e macias de se beijar. E deu-lhe outro beijo.
Samara nunca pensara em si gostando de outra garota, mas admitiu que sentiu uma curiosidade quando viu o corpo de Isa no apartamento de Ravi. Então aceitou e continuou o que as duas haviam começado.
Noutro dia, Isa passou a mão por seu corpo, sua barriga e coxas. Em outro, seu seio. Então a fez tocar no dela. E depois mostrou-lhe e desejou olhar também. Nisso trocaram toques e carícias, nuas, com a delicadeza e atenção que as mulheres têm, por conhecerem os segredos dos próprios corpos melhor do que qualquer homem.
Isadora mamou os seios de Samara, com os dedos acariciando sua xota. Beijou seu pescoço, sua boca, e a incentivou a fazer o mesmo. Depois baixou a cabeça entre suas coxas cor de ébano e mostrou-lhe o prazer que uma mulher podia dar a outra. Então a ensinou, fazendo-a chupar uma buceta pela primeira vez. E depois passou suas pernas entre as de Samara, esfregou sua xota na dela.
As duas gozavam e depois retomavam, repetindo o ciclo.
Faziam isso quando meus sogros não estavam na casa de Samara, ou quando as duas estavam na minha, comigo ausente.
Samara aprendera como as coisas funcionavam, mas insistiu em não envolver minha mãe ou Weverton. Não sabia bem como agir perto deles após saber. O que notei algumas vezes quando ficávamos em casa e um dos dois aparecia. Então preferia ficar apenas com a Isadora no quarto.
Porém, um dia, quando ambas estavam no meio de algo no quarto de Isa. Com Weverton no trabalho, minha mãe num chá de panela, e eu ajudando no projeto de feira de ciências da nossa sala. Ezequiel chegou em casa, entrou no quarto e se deparou com as duas na cama, as tesouradas. Ele logo sorri e as cumprimenta.
— E aí, garotas.
O susto das duas se transforma em alívio e Ezequiel se livra da roupa e ruma para seu encontro na cama, sem nenhuma cerimônia ou pudor.
Diferente do que ocorreu no apartamento de Ravi, ele não precisava dividi-las com ninguém e aproveitou, tendo Isa a sua esquerda e Samara a sua direita, entrelaçando as pernas, braços e corpos ao redor do seu. Uma beijando sua boca, enquanto a outra beijava a cabeça de seu pau, e depois punhetava-o, lambendo seu abdômen. Ele apertava a bunda de Isa em uma mão, e sentia o seio macio de Samara pressionado em sua coxa.
Isa desceu para o cacete e passou a beijar Samara, com a rola de nosso meio-irmão entre suas línguas. E Ezequiel alisava com suas mãos a cabeça e as costas das duas, delirando ao ter a rola saboreada por minha irmãzinha e minha namorada.
Ficaram as duas chupando, revezando engolidas. Até que num momento em que Isa havia o tomado para si, Ezequiel puxou Samara para perto de seu rosto e a beijou, apertando seu peito. As mãos de minha namorada alisando o peitoral e o abdômen definidos. Ele a girou, pondo-a de costas na cama, tirando também o pênis da boca de Isa, e ficando por cima de Samara. Deu-lhe outro beijo, e depois enfiou.
Samara arfou de prazer, sentindo o caralho preenchê-la. Afirmou a mim posteriormente que gostava de ficar com garotas, sim, mas que nada superava uma rola grande fodendo sua buceta. E Ezequiel parecia ser o responsável por isso. Ele tinha o hábito de fodê-la segurando os braços no papai e mamãe. Dizia que gostava de ver os peitos dela balançando. E Samara gostava de ser fodida sem dó, gemendo ao ser chacoalhada.
Isadora começou a beijar o pescoço do meio-irmão, alisando seu peito. Perguntando se ele ia fodê-la daquele jeito também.
E Ezequiel respondeu agindo.
Pôs Isa em cima de Samara, revezando as xotas das duas, enquanto elas se beijavam intensamente, e Samara experimentava o real prazer de um sexo a três.
Já havia feito antes, com Ezequiel e Aline. Mas sua amiga, apesar do feitio de vadia, não tinha nenhuma inclinação lésbica, evitando um contato sexual direto com Samara, e se concentrando mais em Ezequiel.
Com Isa, porém, isso não ocorria.
As duas desfrutavam do prazer, tanto da pica sendo dividida, como do causado pelos corpos de ambas interagindo um no outro. E Ezequiel claramente amava vê-las se pegando.
Ambas gozaram nessa posição, e Ezequiel disse que queria terminar no cu de Isa, e mandou Samara abrir a bunda da cunhada. As duas obedeceram, e Samara viu de perto a tromba escura de Ezequiel se escavar o cuzinho rosado de minha irmã.
Isa grunhiu de dor, mesmo já estando acostumada. E Ezequiel socou fundo, beijando Samara, apertando seus seios, sua bunda, e estapeando a raba de minha irmã, até esporrar dentro de seu cu, grunhindo de uma forma que fez Samara olhá-lo hipnotizada pelo tesão, siriricando a buceta, sem perceber. Ela também queria levar uma gozada, e ficou masturbando o pau mole de Ezequiel, após ele tirá-lo da bunda aberta de Isadora.
O seguiu, se enrolando numa toalha, pelo corredor da casa até ao banheiro. Onde entrou no chuveiro junto a ele.
Enxaguaram-se, e Ezequiel a pôs contra a parede do banheiro e socou em sua buceta. Enfiando um dedo no seu buraquinho de trás e o tirando, toda vez que Samara se incomodava. Ela reclamava disso, mas continuou rebolando a bunda contra o pau de seu amante. Ele segurou sua cintura, os ombros, depois passou a mão nos peitos e pôs um dedo dentro da boca de Samara, mandando-a chupar, enquanto bombava, prendendo o corpo dela contra o mármore frio. Ficaram assim por bastante tempo, até que Ezequiel a virou de frente, com as costas contra a parede, levantou uma perna sua, e enfiou novamente seu cacete dentro da xota de Samara. Metendo e beijando-a, com o corpo colado no dela, até gozar.
Eles saiam do banho quando Isa entrou, após descansar por um tempo no quarto, mexendo no celular. Não se preocupou com a sujeira na roupa de cama, sabendo que seria necessário apenas botá-las para lavar.
Os três tiveram uma conversa sobre a situação e de como Isa queria que eu participasse também. Ezequiel concordou prontamente, pois queria comer Samara na minha frente. E minha namorada, deixou a dúvida quanto a isso de lado, pois o desejo declarado de Ezequiel enfiou ideias na sua cabeça.
Então os três planejaram algo, e depois colocaram em prática.
Desde então, Samara passou a me atiçar mais e mais. Na escola, às vezes roçava a bunda em mim, discretamente. Quando íamos ao cinema, botava um balde de pipocas no meu colo para disfarçar, e ficava o filme inteiro acariciando meu pau. Tomando cuidado para eu gozar nos guardanapos.
No meu quarto, quando Ezequiel não estava presente, ficava apenas de calcinha e top que vestia por baixo das camisas. Dando-me visão de sua bunda deliciosa.
Com minha mãe em casa e Isa no outro quarto, ela me chupava, deixava-me chupá-la, porém não me deixava transar com ela.
Esse comportamento mais ousado de Samara me era estranho, mas naquela altura meu desejo por ela falava mais alto do que a razão. Era minha namorada e eu a queria. Isso durou cerca de duas semanas, até o dia em que eu não aguentava mais e queria ter nossa primeira vez.
Num dia pela manhã, em que novamente estávamos sozinhos no quarto, embora minha família estivesse em casa, no andar debaixo, eu insisti e ela se recusou mais uma vez.
— Por que, não? Eu gosto tanto de ti e te quero tanto — falei.
— Porquê não. E tu já sabe o motivo, Anderson — retrucou ela.
— Olha, não se preocupe. A gente pode usar camisinha, e se o pior acontecer, eu assumo a bronca.
Samara riu.
— Não é disso que eu tô falando.
— Então do quê? — perguntei.
— Não quero fazer isso contigo porquê você mentiu pra mim — disse, olhando nos meus olhos.
Fiquei confuso, e me inclinei para frente, me defendendo.
— Menti? Quando? Sobre o quê?
— Não? Então vai me dizer que não trepou com tua irmã? — perguntou, com uma sobrancelha levantada.
Gelei nesse momento, com uma cara de quem só podia sentir pânico no peito.
— Amor, do que você tá falan…
— Anderson, não vem mentir mais. Eu já sei de tudo. A Isa me contou — declarou, cruzando os braços.
— Mas como…
— Tua irmã e tua mãe. Isso é coisa que se faça?
— Mas, não foi… é que o meu padrasto, e o Ezequiel… eles…
— Eles te forçaram a comer as duas, ou você quis? — esbravejou ela.
— Amor, eu… me desculpa, de verdade. Só deixa eu explicar…
— Não quero ouvir. Tu me fez de corna por meses, Anderson. Eu devia era terminar com você e nunca mais te ver.
Ao ouvir falar aquilo, me ajoelhei ante ela, desesperado.
— Não, por favor não. Vamos só conversar, resolver isso. Eu não faço mais isso, eu juro. Nunca mais durmo com elas.
Samara deu uma risada cínica.
— Eu disse que deveria. Não disse que vou.
Levantei meu rosto, com os olhos cheios de lágrimas, ouvindo o que ela ia dizer.
— Eu sei de tudo que acontece aqui, e pode acreditar que só não vou terminar contigo porquê quero continuar aqui.
— O que tu quer dizer?
Samara pegou o celular e mostrou-me um vídeo.
— Meu amorzinho, tiro trocado não dói — disse, enfiando a tela na minha cara.
Era ela, chupando o pau de Ezequiel em sua primeira vez, sendo gravada por Aline.
Assisti aos poucos segundos daquela filmagem, então senti o azedume cobrir minha garganta. Olhei para Samara e ela me deu um sorriso sádico.
— Estamos empatados agora. E vamos continuar assim.
Senti-me revoltado e tentei externar isso, porém a repreensão veio logo em seguida.
— Como você…
— Se quiser brigar e terminar, tudo bem. Mas continuarei sendo amiga da Isa e do Ez também. E continuarei vindo aqui. E aí?
Senti-me vencido. Como poderia retrucar ela. Como poderia ter razão? Afinal, eu tinha feito tudo aquilo. Não podia reclamar que ela fizesse também.
— Certo, entendi. Eu entendi. Me desculpa, de verdade.
Samara sorriu.
— Que bom, corninho. Agora espera aqui que eu já volto — me deu um cafuné na cabeça e saiu do quarto.
Quando retornou, Ezequiel a acompanhava com um sorriso de orelha a orelha.
— Tu se divertiu pelas minhas costas esse tempo todo, pois agora vai ver eu fazendo o mesmo. Só que dessa vez, na tua frente — declarou ela, tirando a roupa. A camisa, a calça, o sutiã e a calcinha. Era a primeira vez que eu a via completamente nua, porém ela não havia se despido para mim.
Ezequiel apenas me olhou e disse:
— Foi mal, Anderson, mas meio que tu me deve por aquela briga, sabe? Além do mais, tu foi vacilão. Ao invés de cuidar dessa gostosa, ficou enchendo ela de chifre, sem comer ela — disse, ao passo em que Samara se ajoelhava aos seus pés e puxava seu short e cueca para baixo, tirando o pau para fora.
Fiz menção de se levantar, mas Samara olhou para mim com uma expressão furiosa.
— Eu não disse pra você sair daí. Vai ficar assistindo, ou entre nós tá tudo terminado — declarou.
Ao ouvir isso, fiquei mortificado, sem reação. Não podia acreditar no que estava acontecendo, mesmo vendo minha namorada pegar o cacete mole de Ezequiel nas mãos e começar a chupá-lo.
Isa apareceu no quarto logo após, vestindo um shortinho curto, com pequenas aberturas de lado, e uma camiseta de dormir. Olhou para mim e depois parou atrás de Samara e ficou passando a mão em sua cabeça, enquanto ela mamava. Isa olhou para Ezequiel com um sorriso travesso e ergueu-se na ponta dos pés para beijá-lo. Ainda com as mãos na cabeça de Samara.
Entendi naquele momento que os três estavam mancomunados, e senti meu peito apertar à medida que as lágrimas vinham.
Isa terminou de beijar Ezequiel, olhou novamente para mim, e então deixou os dois, vindo para a cama, sentando-se do meu lado. Aproximou a boca dos meus ouvidos e sussurrou:
— Relaxa, maninho, vai ficar tudo bem, você vai gostar do que vai acontecer. É só pensar nisso como mais um dos vídeos que você ficava batendo punheta — disse, levando a mão até o meio de minhas pernas e pegando no meu pau.
Samara continuou chupando, até a rola de Ezequiel endurecer em sua boca. No que ele segurou a parte de trás de sua cabeça e começou a mexer o quadril, em movimentos de estocada. Ela não reclamou, não se afastou e nem titubeou. Apenas parou e deixou que Ezequiel fodesse sua boca, que eu beijava com tanto carinho e desejo, como se fosse uma buceta.
— Guah, guah, karrr — Ela engasgava, com o pai completamente atolado em sua goela.
Ezequiel soltou um urro de prazer quando a libertou. Samara soltou o ar que prendia, continuando a lamber e a chupá-lo, segurando sua pica, masturbando-o com ambas as mãos.
— Tá gostando da rola, putinha? — meu meio-irmão perguntou.
— Hum, unhum — respondeu Samara, com o pau sendo pressionado em sua bochecha.
— Fala pro teu namorado ouvir — pressionou Ezequiel.
— Tô gostando dessa rola. É deliciosa — disse, olhando para mim e voltando a chupar, movendo a cabeça.
Chupava metade do pau de Ezequiel e com as mãos ordenhava a outra metade.
Eu estaria me remoendo em tristeza, com o coração rachando e caindo aos pedaços em meu peito, se não fosse por Isa, e sua mão por baixo do meu short, batendo uma punheta lenta e, mesmo que eu não quisesse admitir, deliciosa.
— Já tá bom, cachorra. Vira esse rabo pra mim.
Samara levantou e ficou de pé com as mãos apoiadas na cama, de frente para mim. Ezequiel se posicionou atrás dela, segurou em seu quadril e inseriu todo o seu tamanho dentro dela, começando a bombar.
Segurou seus cabelos com uma mão e com a outra passou a estapear a bunda de minha namorada. Que rebolava em seu pau, gemendo como uma gata no cio, com os peitos balançando a cada batida. E, em meio a tudo isso, olhava para mim, como se saber que eu a estava vendo aumentasse seu prazer.
Isa tirou meu pau pra fora e acelerou a punheta.
— Tá tão duro. Ficou excitado vendo tua namoradinha chupando pica? Tá curtindo ver ela dando pro pauzão do Ez? Acho que tá mais gostoso que os pornos de cuckold que tu vê, né? — provocava Isa no meu ouvido, deslizando a mão sobre meu membro.
Samara rebolava contra Ezequiel, até que seu corpo começou a tremer e, ela abaixou a cabeça, escondendo-a entre seus braços, juntos em “V”. Parou de se mexer e ficou apenas puxando ar e gemendo.
— Olha só como ela goza gostoso no pau dele — comentou Isa, ainda me tocando uma punheta. E nesse momento eu não aguentei.
Esporrei em sua mão, olhando Ezequiel botar um pé em cima da cama, e montar ainda mais na garota que eu amava, levando o corpo dela ainda mais sobre o colchão e voltando a comê-la. Ele agarrou seu cabelo novamente, e ergueu sua cabeça.
Afastei-me, encostando na parede para liberar espaço para eles, e Isa sentou na ponta também, observando.
Samara gemia com a boca aberta e os olhos fechados.
— Vou gozar, putinha. Onde tu quer minha porra? — perguntou Ezequiel.
— Ah, argh… dentro. Goza na minha bucetinha… ahh — implorou Samara, para minha incredulidade.
— Quer leitinho na buceta? — Ezequiel olhou para mim, com um sorriso provocador.
— Sim, goza em mim — respondeu ela, e meu meio-irmão tratou de satisfazê-la.
Samara soltou um suspiro ofegante de prazer ao ser preenchida. Ezequiel parou por alguns segundos dentro dela, como se para ter certeza que nada seria jogado fora. E como se não tivesse sido o bastante, ele levou a mão abaixo do queixo de minha namorada e ergueu sua cabeça, virando-a para cima, então se inclinou e deu-lhe um beijo.
Samara virou a parte superior do corpo de lado, levando uma mão até o rosto dele, facilitando. e Ezequiel aproveitou-se para abraçá-la, apertando seus seios.
— Tá bom, minha nega tesuda. Outra hora a gente brinca mais — disse ele, desvencilhando-se de Samara, que respondeu mordendo os lábios num sorriso.
Saiu do quarto e Isa pareceu encontrar nisso a sua deixa para fazer o mesmo. Deu um selinho em Samara para se despedir e também sumiu pela porta. Deixando apenas nós dois em completo silêncio na mesma cama. Eu encostado contra a parede, e Samara, deitada com uma mão alisando a xoxota.
Pensei em sair também, mas a voz dela ressoou em meus ouvidos antes.
— Se quiser terminar, por mim, tudo bem. Mas vou continuar vindo aqui — se levantou, sentando na cama, e me encarando.
Pisquei algumas vezes antes de responder com uma voz fraca e rouca.
— Não quero terminar, eu só quero te pedir desculpas… eu só quero…
— E eu quero continuar fazendo isso. Você pode continuar fodendo tua mãe, irmã ou mesmo a cadela do vizinho. Não me importo. Mas eu quero isso. E quero que tu fique olhando.
— Samara, de verdade, me desculpa. Eu fiz merda. Te traí, eu… — Não conseguia pensar direito. Só queria sumir, desaparecer.
— Meu amor — Ela veio até mim e me deu um beijo, interrompendo-me. — Eu ainda te amo. Mas amo o caralho do Ezequiel também. E sei que tu gostou de ver — pegou na porra apregada ao meu short.
Não consegui responder. Apenas comecei a chorar.
— A gente vai continuar namorando, mas sem mais segredos. Tá bom?
— Certo — respondi entre lágrimas.
— Ótimo — Ela se afastou, deitando-se de costas sobre a cama, e abriu as pernas, mostrando a xota gozada. — Agora limpa para mim.
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