Metamorfose. 3
Com uma das mãos ele abriu uma das minhas bandinhas, e ficou pincelando a cabeça do pau no meu buraquinho, até que deixou encaixada.
Meu pai chegou mais cedo!
Aquele homem, de estatura mediana, 1,70m, e com seus 42 anos, estava transtornado com a cena que presenciara.
Daniel pegou as roupas e colocou em segundos.
_Calma Seu Alcides. Disse ele.
_Some daqui antes que sobre para você também. Disse meu pai, com olhos na minha direção.
Daniel saiu em disparada.
_Não saía daí. Disse meu pai, indo trancar a porta.
Minhas roupas estavam na sala, não ousei sair do quarto. Com o coração disparado, eu o aguardei.
Quando meu pai voltou, disparou todo o seu ódio contra mim.
_Saí do bico hoje...fui fazer uma entrevista... começo amanhã num novo emprego...e prá quê? Para trazer comida para um filho da puta como você, que me espera sair e fica fazendo safadeza?...na minha cama?
Despejando sua ira, ele veio caminhando na minha direção, tirando o cinto da calça.
_Não pai...por favor...por favor...eu não faço mais...
Assustado, nunca o tinha visto com aquela fisionomia, tentei evitar a surra, em vão. A primeira cintada veio forte. Gritei, tentei correr, veio a segunda, a terceira, e perdi a conta. Como uma lagartixa, tentava escalar a parede para escapar das chibatadas, e foram várias.
Gritei, chorei, até a exaustão. Sem forças, me deitei na cama, fiquei imóvel recebendo as chibatadas. Só me lembro de proteger o rosto.
Não sei se foi o fato de eu não reagir mais, ou se foi porque ele cansou, só sei que ele parou.
_Sai da minha cama, pega seu colchão e vá para a sala....nesse quarto você não dorme mais!
Todo dolorido, e com dificuldade para andar, peguei meu colchão e fui para a sala. Ainda muito assustado e dolorido, me cobri com um lençol, e fiquei choramingando.
Ouvi barulho do meu pai tomando banho, depois, ele fez muito barulho mexendo no guarda-roupas. Ele abriu a porta da casa, saiu, ficou um bom tempo do lado de fora, e voltou, trancou a porta, e silenciou, foi fritar um ovo, para jantar.
Pelado, todo coberto com o lençol, com o corpo ardendo, mal respirava para não fazer barulho.
Sentí cheiro de fumaça, e não era do ovo que meu pai estava fritando. Não ousei levantar o lençol para saber de onde vinha o cheiro.
Mesmo enquanto jantava, ele ainda me ofendia, só parou, quando foi dormir.
Demorei, mas peguei no sono.
Antes de sair, meu pai sempre me acordava para ir para à escola, dessa vez, ele saiu sem me chamar, perdi a hora.
Quando acordei, ainda muito dolorido, achei estranho o silêncio, só aí percebi que já tinha perdido a hora da escola. Fui ao banheiro, e vi as marcas por todo o corpo. Não achei minhas roupas na sala, fui pegar outra no guarda-roupas, e percebi que não tinha nenhuma, não achei minhas roupas em lugar algum. A porta da casa estava trancada, e ele tinha levado a minha chave.
Quando Daniel voltou da escola, passou em casa para ver como eu estava, disse ter ficado assustado com meus gritos.
Pelas grades da janela, ainda nú, mostrei as marcas no meu corpo. Ele disse que minhas roupas estavam queimadas, e que ia denunciar meu pai.
_Não Daniel...não faz isso...eu não tenho para onde ir, não quero ir para um abrigo...ele só ficou com raiva de mim...vai passar...
Daniel me emprestou a pomada, que tinha usado no ralado, e mesmo contrariado, resolveu não denunciar meu pai.
Meu pai chegou no início da noite, eu já estava deitado no meu colchão, no chão da sala. Ele comeu o que eu tinha preparado para ele, e não dirigiu a palavra para mim. Não tive coragem de comentar sobre minhas roupas.
No dia seguinte, meu pai chegou com duas sacola, e me entregou. Eram várias roupas, até pijaminha tinha, só que....eram femininas.
_Que isso pai? Não vou usar isso!
_Então vai andar pelado...é isso que você vai usar a partir de hoje, se não quiser, fica pelado....e já vai pensando em como você quer ir embora amanhã, a gente vai se mudar...
_Como assim pai? Vamos para onde?
_Vamos sair daqui....
Não tínhamos muita coisa, fiquei enrolado num lençol, enquanto o pessoal transportava as coisas, depois, fui no carro de um amigo do meu pai, que ajudou na mudança. Não sei se meu pai falou algo, mas todo mundo me olhava de forma estranha.
A vila era um pouco afastada de onde morávamos, o lugar era tão feio quanto o outro, mas pelo menos, a casa era um pouco maior, não era num cortiço, tinha dois quartos, e as janelas não tinham grades.
Eles terminaram de descarregar a mudança, já na tarde de sábado. Antes de sair, para pagar cerveja para os seus dois amigos que ajudaram na mudança, ele falou:
_Segunda feira, vou pegar a sua transferência, e vou te matricular numa escola perto daqui. Disse.
_Eu não vou para a escola com essas roupas!
_Bem...você que sabe....então...vai ficar sem estudar....
Meu pai saiu, e eu fui terminar de arrumar as pequenas coisas.
Na hora de colocar as roupas no guarda-roupas, fiquei olhando o que meu pai tinha comprado para mim.
Após o banho, peguei uma camisetinha, e coloquei, no intuito de cobrir algumas cicatrizes que ainda não tinham saído das minhas costas. Depois, pensei um pouco, e como ninguém me conhecia por ali, e não pretendia sair para a rua, acabei colocando um vestidinho, que ficou um pouco justo.
Me olhei no espelho, e me assustei com minha fisionomia feminina. Meu rosto lisinho e minha pele fininha, ajudaram na aparência. Só o cabelo não estava combinando muito.
Terminava de jantar quando meu pai chegou, muito bêbado, e com uma garrafa de cachaça ainda pela metade. Ele ficou me olhando, mas não comentou nada.
Alguns minutos à mesa, e não trocamos palavras, me levantei, peguei meu prato, e fui lavar a louça, e foi nesse momento, enquanto lavava a louça, que meu pai falou:
_Ficou igualzinha a sua mãe...
Não esbocei reação, continuei lavando a louça. Na hora que fui à mesa pegar seu prato, ele me puxou, me fazendo cair sentado no seu colo.
_Pára pai...que brincadeira besta!
Ele me puxou um pouco mais pela cintura, e fez meu corpo colar no seu. Em seguida, passou a beijar meu pescoço, e a mordiscar meus ombros.
Fiquei perdido, sem saber o que estava acontecendo, meu pai nunca tinha me feito nenhum tipo de carinho. Foi quando sentí uma pontada na bunda, que passei a compreender. Suas mãos entram por baixo da camisetinha, e tocam meus mamilos, com força, ele passa a apertar, enquanto morde meu pescoço.
Assustado e com medo, fiquei quieto, sentindo a rola dura cutucando minha bundinha.
Meu pai se levanta, me deixando também em pé, e apoiado à mesa. Ele levanta meu vestidinho, puxa minha calcinha de lado e esfrega a rola ainda sob a calça, na minha bundinha(é gente eu estava de calcinha. Quando coloquei o vestidinho, achei que o pinto tinha ficado em destaque na frente, por isso coloquei).
Eu já sabia o que iria acontecer e resolvi ficar quieto, e nem olhar para trás.
Percebi quando ele estava abrindo o ziper da calça, e quando soltou um cuspe, com certeza, na cabeça do pau. Com uma das mãos ele abriu uma das minhas bandinhas, e ficou pincelando a cabeça do pau no meu buraquinho, até que deixou encaixada.
Fiquei assustado, era muito mais grossa que a do Daniel. Aflito, sentí a pressão e a inevitável invasão.
_Aaaaaiiiiii. Soltei um gemidinho abafado.
Sem se importar comigo, ele segue, colocando a cabeça da sua rola para explorar todo meu interior, até suas bolas colaram na minha bunda.
Meu pai se ajeita melhor atrás de mim, e passa a me foder, com força, não sei se com ódio, ou por desejo, mas foram várias bombadas fortes, alguns momentos, ficava na pontinha dos pés.
Estava doendo, mas não reclamei segui aguentando suas estocadas firmes, até que...um gemido mais alto, e meu pai inunda meu cuzinho com sua porra.
Sem dizer uma só palavra, ele tira a rola da minha bunda, e vai tomar banho. Eu ajeito a calcinha, que acaba segurando a porra que começava a escorrer, arrumo o vestido, pego o prato dele, e volto para a pia.
Enxuguei e guardei toda a louça, logo em seguida, meu pai volta para a cozinha, e sem olhar na minha cara, senta e começa a beber a sua cachaça.
Eu vou tomar um banho, e coloco um pijaminha rosa que ele tinha comprado, o short era bem curtinho.
Depois do banho, fui à cozinha. Vi que meu pai tomava o último copo de cachaça, a garrafa estava vazia. Tomei um copo d'água e fui para o meu quarto.
Espantado com o que tinha acontecido, não conseguia dormir. Acho que meia hora depois que fui deitar, a porta do meu quarto foi aberta, e a luz acesa. Era meu pai. Seus olhos vermelhos eram assustadores.
_Tira o short. Ordenou.
Obedeci, e ele pediu para me virar de bruços e ficar quieto.
De joelhos, no meu colchão, atrás de mim, ele abre as minhas bandinhas, e cospe bem no meio do meu cuzinho. Meu pai se ajeita, praticamente se deitando sobre mim, e mete a rola no meu cuzinho novamente. Meu buraquinho, que ainda estava ardido, queimava no entra e sai.
Sem dar trégua, meu pai massacra meu cuzinho por uns vinte...trinta minutos, até que o peso do seu corpo cai sobre o meu, e seus jatos de porra me invadem. Saciado, ele se levanta e sai. Cansado, confuso, adormeço.
No outro dia, domingo, levanto cedo, tomo um banho, e a ardência no anelzinho não me deixa esquecer a noite anterior. Preparo o café, e logo em seguida meu pai chega, fica me olhando, e comenta, com cara de deboche.
_Ah...resolveu usar as roupas que eu comprei?
Eu estava com um vestidinho curto, e uma regatinha.
Olhei para ele meio que sem entender, afinal de contas, no dia anterior ele já tinha me visto vestido dessa forma.
_Ficou bem em você...ficou parecendo uma putinha, que é o que você é...uma puta safada, sem vergonha...
Ele destilou mais um pouco do seu ódio, e depois saiu, disse que ia para o campo de futebol.
Parecia que meu pai não se lembrava da noite anterior. Não sabia se ele era bipolar ou sarcástico.
Estava deitado no sofá quando meu pai voltou. E fiquei assustado quando ouvi um....
_Pode entrar André...
Na hora levantei para ir para o meu quarto, mas dei de frente com eles.
_Cris...esse é o André....André esse é o Cris. Falou meu pai.
_Nossa...não sabia que você tinha uma filha... linda a menina. Disse André.
Nesse momento, meu pai se aproveitou para me humilhar:
_É meu filho! Disse.
André ficou me olhando, parecia impressionado. Eu, me sentindo envergonhado, abaixei a cabeça e fui para o meu quarto.
Eles trouxeram cerveja e cachaça. Almoçaram, e foram para sala assistir ao jogo do campeonato brasileiro.
Algum tempo depois, meu pai entrou no quarto, e me falou:
_Quando o André vier aqui, faça o que ele pedir!
_Como assim pai? Não estou entendendo...
Sem dizer mais nada, ele saiu.
Minutos depois, André entra, e começa a tirar a roupa.
_O que está acontecendo? Porque está tirando a roupa? Perguntei aflito.
_Ah...pára Cris, sem frescura, seu pai já me contou de você...vai...tira a roupa...
Vendo na minha frente, aquele pintão branco, da cabeça rosada, ainda tentei argumentar:
_Mas...
_Vai...sem mais nem menos...ou quer que chame seu pai aqui?
Tirei minha roupa sob o seu olhar atento, e ele arregalou os olhos quando viu meu pintinho.
_Caralho....você é menino mesmo....
André subiu no colchão, e começou a acariciar meus mamilos, depois ele se abaixou e passou a mamá-los, às vezes até os mordia. Era muito gostoso, mas eu ainda estava com medo, e sem saber o que estava acontecendo. Fui virado de bruços, e sua língua explorou todo o meu corpo, suas mãos abriram minhas bandinhas, e ele meteu a língua. Cheguei a suspirar, mas o medo ainda era maior que o tesão.
André se deita de costas no colchão, puxa minha cabeça, e coloca entre seus peitos, cheios de cabelos brancos. Ele era um cinquentão.
Sou induzido a mamar seus mamilos, e forçado a ir descendo meus lábios, passando pelo seu abdômen, chegando até sua rola. Mamei com uma certa timidez, mas consegui deixar a rola bem dura.
Ele me virou no colchão, me deixando de costas. Se posicionou de joelhos, entre minha pernas, erguendo-as até a altura do seu peito, passou saliva na rola, e como não era tão grossa, não encontrou resistências para me penetrar.
André metia forte, meu corpo ia e vinha, batendo no seu saco, e fazendo barulho.
Gemendo bastante, ele não aguentou muito, começou a gozar. Ainda gozando, debruçou sobre meu corpo, e deu um gostoso beijo na minha boca.
_Ahhhh....nossa....caralho...você é uma perfeita menininha...ahhhhh....que delícia...
Saciado, André coloca as roupas, e sai. Eu fico deitado, tentando entender o quê estava acontecendo.
Depois de um tempo, saio do quarto, vou ao banheiro me limpar, em seguida vou à cozinha tomar água. André já tinha ido embora de casa. Quando estou voltando para o quarto, vejo meu pai batendo num pacotinho de notas miúdas ao lado dele, no sofá.
_Descobri que você presta para alguma coisa. Disse ele.
Sem entender, vou para o quarto.
Era tarde da noite, eu já estava dormindo, quando meu pai completamente bêbado, entra no quarto, me acorda, pede para que tire a roupa, e me fode.
No estado em que ele se encontrava, com certeza não se lembraria do que estava fazendo, acho que isso, associado às suas carícias me deram mais tesão. Acabei me entregando, e curti bastante as suas estocadas. Pena que ele não demorou, gozou rápido. Logo em seguida, foi tomar banho, e dormiu...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Luiz: Que conto maravilhoso!!! vc da de graça melhor deixar seu pai achar machos de verdade para te comer vc ganha rolade verdade e ele ganha o dinheiro porem tem que ser mais carinhonhosa com os clientas que ele arramjar e servir bem aseu pai, nota 10
Responder↴ • uid:3v6otnnr6icJoão: Esse foi um maravilhoso, adorei essa estória.
Responder↴ • uid:16knmg8s28drNel: Tirando as roupas femininas isso pode até ficar muito bom. Ele te aluga, ganha uma graninha e você ganhando rola. Tudo de bom. Agora como vai ficar a escola? Tem que resolver isso.
Responder↴ • uid:g3j27y2qjYan: Sem palavras, a melhor série 💜
Responder↴ • uid:7xcdmj8hrj