Confessei para minha mãe que tenho complexo de Édipo, Parte 1
Estava perdido entre meus desejos por minha mãe, não aguentava mais esconder e sofrer por isso. até que eu decidi confessar a ela sobre o meu complexo de edipo.
Olá meu nome é Lucas, tenho 17 anos, e venho aqui relatar acontecimentos verídicos da minha vida, com o intuito de promover uma abertura para o tema, com naturalidade. Por saber que aqui é um espaço onde se quebram muitos taboos, acredito que seja um ambiente favoravel para relatar a minha historia.
Minha mãe se chama Isabel, ela tem 35 anos, cabelos negros, olhos castanhos escuros, nariz afilado, labios finos, tem a pele branca, mas não com aparencia palida. ela é uma pessoa muito doce, muito simpatica e carismatica, onde quer que ela vá, ela leva a simpatia com ela. nunca vi ela se desentender ou discutir com ninguém, nem mesmo comigo. ela é pra mim uma verdadeira lady, pois também tem toda uma elegancia vinda da sua mansidão e tranquilidade aparente. as amigas dela de infância brincam dizendo que ela é uma hippie que não se estressa com nada.
Ela sempre me criou com muita naturalidade, sempre respondia as perguntas que eu fazia enquanto criança, respondia sem rodeios, sem taboos ou mentirinhas para fugir do dever de dar as respostas. sempre fomos muito proximos, pois ela é mãe solteira, e a gente passa muito tempo junto, desde sempre. eu não sei se eu aprendi a gostar das coisas que ela gosta ou ela aprendeu a gostar do que eu gosto. só sei que temos muito em comum, em gosto musical, leitura, jogos, filmes, series e até animes. quando temos tempo, estamos sempre juntos fazendo algo legal.
Pra mim ela é a definição de Amor, de verdade. é até dificil explicar em palavras isso, a beleza do olhar dela quando me encara, da doçura dela em cada abraço, cada beijinho na bochecha ou na testa, em cada sorriso e cada brincadeira. ela é minha heroina, tenho uma admiração por ela que não cabe nesse mundo, ela é meu tudo, meu mundo, minha vida. Nunca em nenhum momento sequer, jamais desrespeitei ela, de qualquer forma possivel, jamais falei grosso ou gritei. admito que é facil fazer isso, pois ela não é uma pessoa que provoca estimulos negativos para os outros reagirem sabe, ela é sempre muito zen, a tal ponto que meus amigos ficavam me zuando dizendo que ela fuma maconha escondido de mim, pra ser assim tão calma como ela é.
Eu adoro os momentos em que estamos apenas sentados no sofá, juntinhos um do outro, e eu sinto o cheiro natural da pele dela, tenho a sensação que costumo sentir esse cheiro desde bebezinho, e é muito especial pra mim. só preciso estar proximo dela e já me sinto naturalmente contente, tranquilo e seguro. além dela ser minha fortaleza, meu Sol, ela também é minha melhor amiga, conversamos sobre literalmente tudo, sem aquela separação nitida entre pais e filhos, em que eles evitam alguns temas.
Tudo estava lindo e maravilhoso, até minha vida começar a ficar uma bagunça, com o inicio da minha puberdade. Ela chegou aos meus 13 anos, e começou a se manifestar muito forte aos 14, eu ficava de pau duro sem motivo na escola, no onibus, no quarto, na cozinha, em qualquer lugar. Tinha sonhos eroticos com frequencia, tinha polução noturna (acordar todo melado), ficava olhando para as meninas da minha classe (9º Ano) com uma certa malicia, já fantasiava com algumas colegas, com algumas professoras, e de vez em quando eu via videos pornôs no computador.
O grande problema é que, eu e minha mãe temos o habito desde quando eu era criança, de tomar banho juntos, e se trocar na frente do outro, tipo, não tinha pudor nem nada do tipo, mas até ai é normal né, eu era uma criança. até que quando eu estava mais firme na puberdade, eu passava a reparar muito no corpo da minha mãe, enquanto ela tomava banho, eu achava algo escultural, muito bonito, muito bom de ficar admirando. o problema é que meu pau ficava duro, só que dessa vez com um motivo. quando ela percebeu a primeira vez, ela riu, e perguntou se era um daqueles momentos que ele ficava duro sem motivo, e eu respondi que sim (obviamente não iria dizer que era por causa dela). mas isso não me impedia de me sentir constrangido depois, por que eu sabia que eu tava duro por conta da minha mãe, e tipo todo mundo aprende que isso é muito errado, e esquisito.
comecei a me sentir culpado por ''manchar'' o amor puro de minha mãe, com instinto sexual, na minha perspectiva, o tesão era tipo uma lama, que sujava um lindo tecido branco, macio e reluzente, que seria o amor que temos um pelo outro. no processo de me sentir culpado, percebi que eu entrei em um looping, de saber que é errado, e por ser errado ser mais atrativo de se pensar. quando percebi eu já estava dedicando a ela todas as minhas fantasias sexuais, e meus periodos de masturbação. já não queria ver videos pornôs, a minha imaginação visualizando minha mãe, era tudo que eu queria. não sobrava espaço nem pra fantasiar com as meninas e professoras da escola. até que além de fantasiar, comecei a cheiras as calcinhas sujas que ela deixava no cesto de roupa que ficava no banheiro, e usava o cheiro das calcinhas pra implementar em minha fantasia.
Ao longo que eu ia fazendo isso, eu ia me sentindo cada vez mais culpado, principalmente depois da masturbação que eu dedicava a ela. vivia uma vida dupla, nossa relação estava igual a como sempre foi, viviamos juntos, fazendo tudo juntos, porém quando eu ficava sozinho, eu me entregava para aqueles desejos estranhos, que eu não conseguia me libertar. Indignado por eu estar vivendo isso, me considerando um pervertido doente, comecei a pesquisar tudo que eu podia na internet, desde relatos de meninos que sentiam o mesmo por suas mães, relatos de incesto reais, e principalmente a explicação de froid a respeito do assunto. Entendi que o complexo de Edipo como algo natural que pode acontecer com os meninos, e teoricamente tem varios diferentes motivos que podem desencadear ele na nossa vida. descobri que expor os filhos a nudez do genitor ou genitora pode ser um forte gatilho para algo assim, principalmente na fase da puberdade, da pra realmente confundir nossa cabeça facilmente.
Eu comecei a não querer mais tomar banho com minha mãe, e ela claramente percebeu que algo mudou, por que eu nunca tinha rejeitado um banho com ela antes, já era tipo nosso ritual desde sempre. ela me perguntou o por que daquilo, do nada, e eu disse que, eu já não estava mais na idade daquilo, já não era apropriado pra mim. ela espantada, perguntou o por que de eu achar aquilo. e eu respondi que simplesmente se eu fosse comentar com meus amigos que eu tomo banho com minha mãe aos 15 anos, todos iriam rir e fazer piadas e indagações bem desconfortaveis e embaraçosas. então logo, se é algo que eu não poderia falar para as pessoas, é por que o ideal seria eu não estar fazendo aquilo. me surpreendi pois a resposta que eu dei foi o suficiente, ela fez uma cara de pensativa no começo, mas depois concordou, e disse que estava muito surpresa com minha observação daquilo, e que era um sinal que eu estava amadurecendo, e deixando de ser o bebê dela, e aos poucos me tornando um homem. eu fiquei feliz com o elogio, e com o fato dela estar orgulhosa de mim, por ser sensato dessa forma.
Mas obviamente aquilo tudo era uma tentativa de eu não me afundar mais do que eu já estava. por que de fato era tudo uma farsa, eu desejava tanto o corpo da minha mãe, chupar os seios lindos dela, beijar seu pescoço, sua nuca, morder sua orelha, e lamber seu corpo todo, ver o rosto dela sentindo prazer, e proporcionar a ela um orgasmo. naquele momento pra mim, esse era o meu maior sonho, me tornar amante dela. na minha cabeça eu queria fazer ela feliz em todas as areas da vida, e ser completo pra ela, para que ela não precisasse ir em busca de nenhum homem ou mulher (ela é bissexual). eu queria apenas ser o suficiente pra ela, que ela sempre tivesse a mim, a todos os momentos que quisesse. já nem era tão importante o meu prazer, mas imaginar eu dando prazer a ela, me gerava muita satisfação, tipo quem sente prazer dando prazer para alguém.
Eu e minha mãe nunca tivemos segredos um do outro, nós contavamos literalmente tudo, porém dessa vez, era a primeira vez que eu escondia algo dela. e sinceramente, como que alguma pessoa consegue falar para a propria mãe, algo como ''eu sou completamente apaixonado por você''. isso é algo muito vergonho e esquisito. sei que minha mãe é mente aberta e nunca foi presa a taboos, mas isso tudo já era demais. tinha medo dela achar que eu não amava ela com a mesma pureza que eu sempre amei, só por que tinha atração sexual por ela. Pra mim eu morreria completamente se eu visse um olhar de decepção dela, ou pior, de Nojo, aaah meu Deus, eu enfiaria a cara num buraco e nunca mais tiraria. Não tem como eu contar a ela, não queria que ela por um momento sequer pensasse que sou um pervertido, e que ela não poderia ficar a vontade perto de mim, sem lembrar que eu tinha esse ''olhar de maldade''. E temia muito que ela parasse de ficar juntinha de mim, e me encher de abraços e beijos, por receio de me excitar.
Tudo isso, todo esse dilema, esses medos e preocupações, me pertubavam muito, me destruia por dentro, eu tava vivendo um verdadeiro inferno mental. me sentia sujo, imundo e vil, enquanto do outro lado, tinha um anjo de amor incondicional, pura e meiga, que provavelmente ainda me via como aquele bebezinho que ela carregou por 9 meses, e viu crescer pouco a pouco. Eu já sentia que estava sujando tudo isso, só de pensar e fantasiar a respeito. percebi que eu precisava de ajuda urgente, e pedi para minha mãe marcar sessões de psicoterapia, para que eu pudesse falar sobre isso nas sessões. só que ao chegar nas sessões eu morria de medo da psicologa contar para minha mãe aquilo tudo (já ouvi relatos de psicologos que contaram para os pais do adolescente algumas coisas que ele confessou), tinha medo de acontecer isso comigo também.
Eu já tinha 16 anos, quando eu percebia que tava dificil disfarçar tudo para minha mãe, por que sem eu perceber direito, eu comecei a ficar meio bobo por ela sabe. tipo ficar olhando pra ela enquanto ela estava falando sobre alguma coisa, admirando ela, como se eu estivesse apaixonado. passava horas fazendo cafuné nela, e massagem nos pés. ficava olhando pro rostinho lindo dela, sempre dizendo o quanto eu a amava, e me sentia sortudo de te-la como mãe. chegou a tal ponto, de algumas vezes meu coração acelerava quando tava colado com ela, sentia um frio na barriga, acho que até meu olhar mudava. ao ponto das pessoas na rua muitas vezes achar que eramos um casal. eu estava terrivelmente apaixonado pela minha mãe.
E tudo começou a ficar mais intenso, quando percebi que a fantasia sexual que eu vivia intensamente por ela, começava a perder espaço na minha mente, não pensava mais tanto nisso, só de vez em quando. na maior parte do tempo eu só pensava em estar com ela, fazer coisas de casal sabe, coisas romanticas, como beijos apaixonados, jantares a luz de vela, bilhetes de amor, flores e tudo mais. meus pensamentos estavam tomados por um romance que vinha crescendo dentro de mim. admito que me sentia menos sujo do que antes, quando eu pensava mais na questão da atração sexual, porém, eu sabia que por mais que fosse menos sujo, ainda era bizarro ficar fantasiando um romance a nivel de um dorama, com a propria mãe.
Até que eu decidi que iria resolver minha vida e dar um basta nisso tudo. eu que nunca fui religioso nem nada (pois minha mãe não tem religião, e não me obrigou a participar de nenhuma), mas busquei uma resposta em Deus ou Universo, seja lá como você goste de chamar. Eu supliquei, pedi ajuda aos céus, uma luz, um sinal, que me apontasse uma forma de eu me libertar daquilo tudo, e não manchar uma relação tão pura, tão divina e especial que eu tenho com minha mãe, pois era tudo que eu tenho, se eu perdesse aquilo, era o mesmo que perder minha vida, perder meu chão, meu mundo. então coloquei todas minhas forças em orações e suplicas, pedindo a Deus uma resposta, um caminho. Até que por incrivel que pareça, eu tive sonhos reveladores, em que eu me via em terceira pessoa, confessando tudo para minha mãe, e ela me abraçava e me compreendia sem nenhum julgamento, e dizia que tudo iria ficar bem, e que aquilo não mudava nada para ela.
Fiquei com medo, de aquele sonho ser apenas uma projeção da minha vontade consciente, mas como eu tinha pela primeira vez na vida pedido ajuda a Deus, e pedido uma resposta, um caminho, e logo apos poucos dias, eu viria a ter esse sonho (no qual nunca tinha sonhado antes), não teve como não associar ao sinal que eu tanto pedi. Assim eu decidi que já tinha minha resposta, meu caminho. eu iria contar para a minha mãe o unico segredo que eu tinha, que ela não sabia ainda. iria assumir a ela que eu tinha complexo de Edipo, e estava apaixonado por ela. obviamente eu iria fazer isso num tom de pedido de ajuda e compreensão, jamais na tentativa de conseguir algo com aquilo. eu passei a acreditar que minha querida mãe poderia me ajudar a me libertar disso tudo que minha mente entrou nesses ultimos anos.
Tomei toda a coragem que residia no meu Ser, e chamei ela pra conversar no quarto, dizendo que tinha um assunto muito sério pra falar com ela, algo que estava me pertubando a muito tempo, me causando muita confusão e sofrimento, e que era o unico segredo que ela ainda não sabia sobre mim. nesse momento em que eu falei isso, ela tomou um susto, fez uma cara de espanto, como quem estivesse surpresa de saber que eu estava passando por um tormento, e que aquilo era segredo. com o semblante de preocupada, ela foi comigo até o quarto para conversarmos. eu já estava de frente pra ela, engoli seco, estava tenso, suando muito, pensei em desistir, e dizer que tava de sanagem, mas ela sabe que eu não brinco com essas coisas, ela já tava preocupada, e eu tava claramente tenso, e agindo estranho, não tinha como eu sair daquele situação sem contar tudo. respirei fundo e comecei.
Eu: Mãe, você sabe bem que te considero minha melhor amiga né, minha vida, meu mundo, você é a pessoa mais importante de todas pra mim, o amor da minha vida.
Mãe: Claro que eu sei meu amor, você também é meu melhor amigo, minha vida, meu coração, meu universo.
Eu: tem acontecido coisas comigo a mais ou menos uns 2 anos, que é muito estranho e esquisito, e eu preciso de ajuda, não sei o que fazer. mas antes de dizer o que é, eu preciso que a senhora jure que não vai me julgar por isso, você pode ???
Mãe: mas eu nunca te julgo meu amor, por que você ta preocupado com isso ??? o que aconteceu ??? foi algo na escola ??
Eu: Não, não é isso, é algo mais especifico e super esquisito. (dei uma pausa silenciosa após isso)
Mãe: Pode falar filho, não vou te julgar, eu prometo. nunca vi você com tanto medo de me falar algo, to pensando em um monte de coisa aqui, para de fazer suspense e me diz logo.
Eu Estava sempre tentando frizar a ela que era algo estranho e esquisito, para ela saber desde o principio que eu tinha consciencia de que aquilo era errado, e que não buscava a concretização ou realização daquelas fantasias. eu frizava isso sempre como uma forma de me proteger, e tentar deixar as coisas menos desconfortaveis do que já estavam. não queria que ela pensasse que ela teria que me ''rejeitar'' e depois me explicar que aquilo não era certo. eu tava desconfortavel e envergonhado, mas ao menos eu sabia que eu tava buscando uma ajuda sincera pra resolver isso, e era nisso que eu me apegava, para não ficar me sentindo apenas um maluco pervertido.
Tive coragem e comecei a narrar detalhe por detalhe do periodo da minha puberdade, que comecei a reparar no corpo dela enquanto eu tomava banho, e meus pensamentos foram tomados por isso em muitos momentos. expliquei com muita calma o processo gradativo que aquilo foi evoluindo, e narrei as minhas angustia de me sentir sujo e pervertido. também falei sobre a minha pesquisa aprofundada, sobre complexo de edipo e possiveis causas. apontei que a exposição a nudez dela, foi um baita de um gatilho pra mim. e que eu me sentia muito culpado e com medo dela pensar coisas ruim de mim, ou me considerar um filho ruim por isso. eu sinceramente abri meu coração pra minha mãe, como eu queria ter feito a muito tempo, eu sabia que não podia mais esconder isso dela, naquele momento eu tava me arriscando 100%, quase que num impulso, movido a um desespero grande, vindo de muitos meses cultivando culpa e auto-critica severa a respeito de mim mesmo.
Ela ouviu toda minha explicação sem me interromper nem uma única vez. nas partes que eu falava do meu sofrimento, ela fazia uma cara de triste, demonstrando empatia pelo meu sofrimento. e após eu terminar de falar, eu não conseguia olhar nos olhos dela, ficava olhando pra baixo num ponto fixo. então, ela com suas mãos direciona minha cabeça em direção a ela, e me diz:
Mãe: Meu Deus filho, porque você não me contou isso antes?? você sofreu esse tempo todo calado, se culpou e se martirizou tanto por isso. - ela falava isso enquanto me dava um abraço.
Eu: mas como que poderia falar uma coisa dessas mãe ??? só falei agora por que não aguento mais sofrer por isso, mas relutei muito, muito mesmo.
Mãe: meu amor, você é muito jovem, tem muita coisa que você não sabe e não entende da vida ainda. tudo isso que você falou não me surpreende nem um pouco.
Eu: como é que é ??? porque ??? - eu estava incredulo com aquela afirmação.
Mãe: sentir esses desejos na sua idade, principalmente no periodo da puberdade é muito normal, muito mais do que você imagina. o fato de você ter sofrido e se julgado tanto por isso, só mostra que você não fazia ideia disso, e se sentia um peixe fora d'gua
Eu: isso é normal ???
Mãe: sim, claro que é. eu nunca comentei com você sobre isso antes, mas quando eu era um pouco mais nova do que você é agora, eu tinha uma queda pelo meu pai, o seu avô. eu sonhava que poderia me casar com ele e ser sua esposa, ter filhos e tudo mais. faz parte da fase de desenvolvimento do adolescente. os pais são os que estão mais proximos, é normal que projetemos nossos desejos naqueles que nós já amamos.
Eu: nossa mãe, não fazia ideia de que você também tinha passado por isso
Mãe: eu também fiquei me sentindo confusa que nem você, mas descobri que outras amigas minhas também sentiam o mesmo pelos pais delas, e entendi que não era algo exclusivo de mim.
Mãe: mas de fato é um taboo na sociedade, por varios motivos, e claro que não deve ser alimentado, pois estudos indicam que não é saudavel para a vida dos envolvidos.
Eu: mas o que você fez para que aquilo tudo parasse ???
Mãe: basicamente eu não fiz nada, o tempo deu conta de fazer aquilo ir embora. comecei a ter um paquera na escola, depois comecei a namorar com ele. quando fui perceber, já não nutria aqueles sentimentos pelo meu pai. se tornou apenas uma fase que ocorreu durante meu desenvolvimento, e apenas isso. tenho certeza que irá acontecer o mesmo com você.
Eu: ufaaa, eu tava muito preocupado de eu ter que viver com isso pro resto da vida.
Naquele momento parecia que eu tirava uma tonelada das minhas costas, senti um alivio sem igual. percebi que minha mãe não me julgou, me mostrou que não era nenhum bicho de 7 cabeças, e ainda me garantiu que vai passar. que alivio, eu estava precisando muito daquilo. dei um abraço bem apertado nela e disse:
Eu: me desculpa mãe, mesmo sendo algo normal, peço desculpa por deturpar nem que seja um pouco, esse amor tão puro e precioso que eu sinto por você.
Mãe: Não precisa se desculpar, você não deturpou nem sujou nada. o amor ta acima de tudo isso meu filho. nos somos humanos, mas também somos animais, e não tem nada de errado com você por sentir o que você sente. nossa conexão de amor é maior do que qualquer instinto que o corpo possa manifestar
Eu: você tem razão mãe, eu te amo muito muito mesmo!!!
Mãe: eu te amo muito, muito mais meu amor!!!
nesse momento eu me sentia purificado de novo, como se todo o remorso e culpa tivesse se dissolvido e dissipado. não me sentia mais um pervertido asqueroso, mas sim apenas um menino como qualquer outro.
Eu: Então se eu for seguir seus passos, o que eu deveria fazer agora seria arrumar uma namorada, para acelerar esse processo de superação do complexo de edipo??
Mãe: Pode ser, se você quiser, não precisa forçar nada também, cada um tem seu tempo. só não se preocupa mais com isso, ta bom ??
Eu: Ta bom
Mãe: pensando bem agora eu entendi por que você decidiu parar de tomar banho comigo kkkkk
Eu: também né, eu dei o azar de ter uma Deusa como mãe, não facilitou nada mim kkkk
Mãe: Deusa ? kkkk que nada, você só ta falando isso por que não viu outras mulheres nuas além de mim. acho que no futuro você vai lembrar de tudo isso, e dar boas risadas.
Após isso, tudo continuou exatamente como era antes, nada mudou na nossa relação, com excessão da leveza que eu sentia, não me sentia culpado, e podia até fazer piada da situação, fazia minha mãe rir de vez em quando com aquilo, e eu gostava de ver a naturalidade que ela lidava com tudo isso. Então eu fui dar seguimento ao plano de conseguir uma namorada, para me ajudar a superar o complexo de edipo. por acaso já tinha uma menina na minha classe do ensino médio, que eu sabia que era afim de mim, pois a amiga proxima dela me contou. eu comecei a puxar assunto com ela, e dar uma chance pra ver no que iria dar. e me surpreendi que aconteceu tudo muito rapido. em questão de 2 semanas, a gente já tinha saido, e já estava praticamente namorando. depois de um tempo achei de bom tom convida-la pra minha casa numa tarde depois da escola, para mostrar a minha mãe que eu tava seguindo com o plano, e aproveitar pra dar um beijos nela no meu quarto.
Mas algo muito estranho começou a acontecer, algo que mudaria completamente o rumo da minha vida naquele momento, algo que eu jamais esperaria, mostrando que a vida é realmente imprevisivel. Fui notando pouco a pouco que minha mãe tinha começado a implicar com a minha namorada, pois eu estava passando um tempo com ela, no qual é normal quando a gente começa a namorar né. isso tinha me deixado mais ausente para a minha mãe, a gente que costumava fazer tudo junto, agora tinha menos tempo entre mãe e filho. e Ai que as coisas foram ficando mais estranhas ainda, até eu decidir perguntar a ela o que estava acontecendo, do porque que ela tava implicando com a menina.
continua na parte 2 ...
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Comentários (6)
Jorge: Continua muito bom
Responder↴ • uid:1dahq4jp8kLucas: sim, vai ter algumas partes. é muita coisa, muitos detalhes, ai tive que dividir
• uid:g62k7wt0jMamãe inc: Mamães podem chamar Tel: Incm7
Responder↴ • uid:bttx15noiiEnzo: a parte 1 foi só a introdução do conto, né?
Responder↴ • uid:g62k7wt0jLucas: exatamente isso. a historia é grande, tem muitos detalhes, vai dar algumas partes
• uid:g62k7wt0jSerana: 👏🏽🔥🥵 [email protected]
Responder↴ • uid:1ee6w1vcekfy