#Coroa

Minha avó, nascida em 1906 fazia coisas que descobri somente agora! E compartilho abaixo.

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Neto decepcionado

O que eu vou liberar aqui para vocês é foda pra caralho, sério mesmo, porque mexe com a história da minha família de um jeito que eu nunca imaginei. Não é só papo, eu vou mostrar tudo, com fotos que vocês vão pirar ao ver. Minha avó, nascida em 1906, sempre foi a dona de casa recatada, prendada, que todo mundo na família idolatrava. Meu avô, um cara bruto e tradicional, trouxe a fotografia pro Recife e vivia clicando a família. Mas o que ninguém contava era o segredo por trás desse casamento. Tinha o Seu Manoel, um mulato forte que morava com eles, cuidava da propriedade e nunca teve família. Por quê? Vocês vão descobrir agora. Achei um baú velho na casa deles depois que faleceu, arrombei o cadeado e, puta merda, minha avó pelada, fudendo com o Seu Manoel em poses que ninguém imagina para aquela época. Tá tudo aqui, e eu vou jogar no site da Selma Recife www.selmaclub.com pra ver o que a galera acha. Preparem-se pra essa bomba!
Eu tô aqui, sentado na minha cadeira de balanço, com quase 70 anos nas costas, e ainda não acredito no que eu vi com esses olhos que a terra vai comer um dia. É foda, cara, é muito foda. Minha vida inteira eu ouvi as histórias da família sobre minha avó, Dona Alzira, uma mulher que nasceu em 1906, lá no Recife, e que era o exemplo perfeito da esposa dedicada, recatada, do lar. Uma santa, porra, era o que todo mundo dizia. Meu avô, Seu Joaquim, era o oposto: um cara bruto, daqueles que não aceitava papo novo, que mandava e desmandava. Mas ele tinha uma paixão, a fotografia. Foi um dos primeiros a trazer uma câmera daquelas antigas pra cá, direto da Europa, e desde então ele vivia clicando tudo: a família, as viagens, as festas. Era o hobby dele, e ninguém nunca achou isso estranho.

Aí tinha o Seu Manoel. Um mulato forte pra caralho, um pouco mais velho que meu avô, que morava na propriedade deles desde que eu me entendo por gente. Ele cuidava de tudo: o jardim, os consertos, as coisas pesadas. Era o faz-tudo da casa. Mas ninguém nunca parou pra pensar por que esse cara nunca teve mulher, filhos, nada. Ele era só o “Seu Manoel, o ajudante”. Eu mesmo nunca questionei, achava que era só um velho solitário que gostava de trabalhar. Mal sabia eu a porra que tava por trás disso tudo.

Minha avó morreu há uns 20 anos, meu avô uns 25. A casa deles, uma daquelas casonas antigas no bairro das Graças, ficou lá, mofando, até que a família resolveu vender. Eu entrei na negociação, porque sou o mais velho dos netos e sempre fui o que resolve as coisas. Fui lá, mexi nas tralhas, peguei umas coisas pra guardar de lembrança. Entre os cacarecos, tinha um baú velho pra caralho, de madeira com detalhes de ferro, todo enferrujado, fechado com um cadeado que parecia ter uns 100 anos. Trouxe pra casa, joguei na garagem e esqueci. Pensei: “Deve ser só papel velho, documento mofado, essas merdas que ninguém lê”.

Mas no último fim de semana, eu tava de saco cheio, resolvi fazer uma limpa na garagem. Peguei um martelo e um pé de cabra, e fui pro baú. “Vou arrombar essa porra e ver o que tem dentro”, pensei. O cadeado cedeu com dois golpes, a tampa rangeu, e eu abri. Mano, eu quase caí pra trás. Não era documento, não era carta, não era nada que eu esperava. Era um monte de fotos, fotos antigas, em preto e branco, algumas já amareladas, mas bem nítidas. E quem tava nas fotos? Minha avó, Dona Alzira, pelada, em poses que eu nem imaginava que existiam naquela época. E não era só ela sozinha, não. Tinha o Seu Manoel, o “ajudante”, fudendo ela de tudo que é jeito.

Eu peguei a primeira foto com a mão tremendo. Minha avó, que eu sempre vi de avental, cabelo preso, rezando o terço, tava lá, deitada numa cama, com as pernas abertas, mostrando a buceta pro mundo. A buceta, cara, lisinha, sem um pelo, como se ela tivesse se depilado para aquilo. Ela tava com um sorriso safado, um olhar que eu nunca vi na vida. Peguei outra foto: ela de quatro, empinando a bunda, abrindo as nádegas com as mãos pra mostrar o cuzinho. O cuzinho, porra, bem exposto, como se ela quisesse que alguém visse cada detalhe. Eu tava em choque, mas não conseguia parar de olhar.

Aí vieram as fotos com o Seu Manoel. Numa delas, ele tava beijando os peitos dela, aqueles peitos que eu imaginava que só meu avô tinha visto. Os mamilos dela tavam duros, e ele chupava com vontade, enquanto ela jogava a cabeça pra trás, com cara de quem tava adorando. Outra foto: ele abraçando ela por trás, beijando a boca dela, com a língua pra fora, um beijo molhado, daqueles que escorre saliva. Eu pensei: “Que porra é essa? Minha avó fazendo isso?”. Mas não parava por aí.

Teve uma que me deixou de boca aberta: ela em pé, com a bunda empinada, e o Seu Manoel de joelhos, cheirando o rabo dela. Cheirando, cara, enfiando o nariz entre as nádegas, como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Outra: ela de quatro na cama, ele atrás, com o pau duro pra caralho, enfiando no cu dela. O cu, porra! Minha avó com cara de dor, mordendo o lábio, enquanto ele metia sem dó. E tinha mais: ela chupando o pau dele, o pauzão preto do Seu Manoel, com a boca cheia, os olhos fechados, como se tivesse nascido praquilo. E a última que eu vi, antes de largar tudo no chão: ele gozando na boca dela, o esperma escorrendo pelo canto dos lábios, pingando no queixo, enquanto ela olhava pra câmera com cara de safada.

Eu sentei no chão da garagem, com as fotos espalhadas, e fiquei uns 10 minutos sem saber o que fazer. Minha avó, a santa Dona Alzira, fudendo o Seu Manoel, e meu avô, o bruto Seu Joaquim, tirando as fotos. Porque, sim, era ele atrás da câmera, eu tenho certeza. Aquela máquina antiga que ele trouxe da Europa tava nas mãos dele enquanto ele registrava a mulher dele sendo comida por outro cara. Que porra de casamento era esse? Que segredo do caralho eles guardaram a vida inteira?

Eu juntei tudo, guardei no baú de novo, mas não consegui dormir direito desde então. Minha cabeça tá um caos. O que eu faço com isso? Jogo fora? Queimo? Guardo pra mim? Aí eu pensei: “Não, eu vou mostrar pro mundo. Vou jogar essa bomba no site da Selma Recife e ver o que a galera acha”. Porque, mano, isso é foda demais pra ficar só comigo. Eu sei que a família vai me odiar se souber, mas eu duvido que alguém vá ter coragem de espalhar isso. Quem ver no site vai me chamar, vai querer confirmar, e eu vou dizer: “É tudo verdade, porra, eu vi com meus olhos”.

Então, é isso. Tá lá no site da Selma Recife agora www.selmaclub.com . As fotos tão lá, pra quem tiver coragem de abrir o perfil e dar uma olhada. Minha avó pelada, fudendo o Seu Manoel, em poses que vão fazer você duvidar de tudo que já ouviu sobre o passado. E eu? Eu tô aqui, esperando pra ver se a galera curte, se vai viralizar, se vão pedir mais. Porque, se depender de mim, eu libero o resto do baú. Tem mais foto ali, e eu nem sei até onde essa história vai. Que venha a porra toda!

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Comentários (1)

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  • Lex75: Acho uma graça as pessoas de hoje em dia pensarem que antigamente as pessoas não tinham fantasias...que tudo sobre o sexo foi inventado á meia dúzia de décadas... Toda a vida seja de que geração for,em que século seja houve sexo e do bom...eu por adoraria ter vivido na época dos romanos, LOL 😅

    Responder↴ • uid:bt1he20b