Duas casadas gostosas... Dois momentos diferentes!
Vocês não vão acreditar nos dois flagras que capturei com minha mini câmera e que vou compartilhar aqui! VEJA ABAIXO! Duas mulheres casadas, em situações completamente opostas, mas que mexeram com meus fetiches mais profundos. A primeira, uma gostosa alta de 1,85m, desfilando num dos shoppings do Recife, com uma bunda enorme, marcada na calça jeans, cheirando a perfume caro, mas que eu sabia que logo ia liberar aquele cheirinho natural de cuzinho suado que me deixa louco. A segunda, no meio do Carnaval de Olinda, suada pra caralho, com a pele brilhando, axilas fedendo a podre e uma bunda que eu só conseguia imaginar o quão imunda e deliciosa devia estar depois de horas naquele calor infernal. Puta merda, eu quis meter o rosto no meio dessas bundas e sentir cada cheiro e sabor, do mais suave ao mais podre! Quer saber todos os detalhes e sentir o mesmo tesão que eu senti? Então mergulha nesse conto e corre pro meu perfil no site da Selma Recife www.selmaclub.com , onde eu posto todos os meus flagras desde 2008!
Eu sou o Daniel, e quem me conhece sabe que eu sou um cara obcecado por mulheres comuns, daquelas que a gente cruza no dia a dia, mas que têm algo que me deixa com o pau duro só de pensar: bundas grandes, suadas e naturais. Caralho, eu sou viciado no cheiro e no sabor de uma bunda quente, principalmente quando tá naquele ponto que o suor começa a fazer o trabalho sujo, liberando aquele aroma que mistura o natural com o podre. Tô sempre com minha mini câmera na mão, caçando flagras de gostosas em lugares públicos, e hoje eu vou contar pra vocês dois momentos que me deixaram louco de tesão, cada um de um jeito diferente, mas que me fizeram sonhar com coisas que pouca gente tem coragem de admitir.
**Primeiro Flagra: A Gostosa do Shopping**
Era uma tarde de quarta-feira, e eu tava num shopping aqui no Recife, aquele que fica lotado de gente que acha que tá arrasando no look. Eu tava andando pelo corredor, com a câmera escondida na bolsa, quando vi ela. Puta que pariu, que mulher! Uma morena alta pra caralho, devia ter uns 1,85m, com uma cintura fina que parecia que ia quebrar de tão delicada, mas com uma bunda que não cabia na porra da calça jeans que ela tava usando. A calça era justa, marcando cada curva daquele rabo enorme, e a blusa vermelha que ela usava deixava os ombros à mostra, mostrando que ela tinha acabado de tomar banho, porque a pele tava brilhando de tão limpa. Os seios dela eram grandes, empinados, e balançavam a cada passo que ela dava, enquanto ela segurava a mão do marido, um cara de camisa branca que parecia nem perceber o quanto a mulher dele tava chamando atenção.
Eu comecei a seguir os dois, mantendo uma distância segura, mas perto o suficiente pra sentir o cheiro que ela exalava. Caralho, que perfume gostoso! Era um daqueles perfumes caros, que você sente e já sabe que a pessoa gastou uma grana pra ter aquele cheiro. Mas eu não sou bobo, não. Eu sei que, por mais que ela tivesse tomado banho, por mais que ela tivesse passado aquele perfume chique, uma bunda daquele tamanho, depois de algumas horas andando naquele shopping abafado, ia começar a liberar o cheiro natural dela. E é isso que me deixa louco, porra! Eu queria que o tempo parasse ali mesmo, no meio daquele corredor lotado, com gente passando pra lá e pra cá, e que eu pudesse me abaixar atrás dela, bem devagar, sem ninguém perceber.
Eu imaginava baixando aquela calça jeans apertada, deixando aquele rabo enorme livre, e metendo meu rosto bem no meio dele. Primeiro, eu ia sentir o cheiro da bunda limpa, ainda com aquele toque de sabonete caro que ela devia ter usado no banho. Mas aí, eu ia abrir bem aquelas nádegas, e meter meu nariz fundo, bem no meio do reguinho, pra sentir o cheiro que tava começando a aparecer. Aquele cheiro leve, quase imperceptível, de cuzinho suado, que depois de algumas horas andando ia tá ali, me esperando. Eu ia passar a língua devagar, sentindo o sabor salgadinho, meio amargo, mas ainda suave, porque ela tava limpa demais pra ter algo mais forte. Caralho, só de pensar nisso meu pau tava latejando dentro da calça, e eu tive que me controlar pra não fazer nenhuma besteira ali no meio do shopping.
Eu continuei seguindo os dois, vendo ela rebolar sem nem perceber, enquanto o marido dela parecia mais interessado em olhar as vitrines do que na mulher gostosa que tava do lado dele. Eu tava tão hipnotizado por aquele rabo que quase tropecei numa porra de pano que tava jogado no chão. Mas nem isso me fez parar de imaginar o que eu faria se pudesse ter aquela bunda só pra mim por alguns minutos. Eu queria lamber cada pedacinho, sentir o cheiro mudando a cada lambida, e imaginar como ela ficaria depois de mais algumas horas, quando o suor começasse a fazer aquele rabo ficar ainda mais gostoso.
**Segundo Flagra: A Suada do Carnaval de Olinda**
Agora, deixa eu mudar completamente de cenário, porque o segundo flagra foi num ambiente que não podia ser mais diferente. Era final de tarde, e eu tava no meio do Carnaval de Olinda, aquele caos de gente bêbada, música alta e calor do caralho. O sol tava queimando, e eu já tava suado pra porra, mas não ia embora de jeito nenhum, porque o Carnaval é o melhor lugar pra flagrar mulheres gostosas que não tão nem aí pra nada, só querendo curtir.
Foi aí que eu vi ela. Uma morena casada, andando no meio da multidão, com um cara que parecia ser o marido dela do lado. Ela tava usando só a parte de cima de um biquíni vermelho, e uma bermuda branca que era tão fina que dava pra ver a calcinha dela por baixo. Puta merda, que visão! A pele dela tava brilhando de suor, e a bermuda tava toda molhada, marcada pelo suor que escorria do corpo dela. Ela tava com um pano vermelho na cabeça, e parecia exausta, mas continuava andando, rebolando sem nem perceber, enquanto o marido dela carregava uma bolsa e parecia mais preocupado em não se perder na multidão.
Eu me aproximei, fingindo que tava só curtindo o Carnaval, mas na real eu tava de olho naquela bunda. Caralho, que rabo! Não era tão grande quanto o da mulher do shopping, mas era redondo, empinado, e tava suado pra porra. Quando eu cheguei mais perto, o cheiro dela me atingiu como um soco. Não tinha perfume caro ali, não. O que eu senti foi um cheiro forte de desodorante barato, daqueles que você compra no mercadinho, e que já tava quase vencido, misturado com o cheiro podre das axilas dela. Puta que pariu, que tesão! Eu sei que a maioria das pessoas ia achar isso nojento, mas pra mim, aquele cheiro de suor, aquele fedor de axila podre, era como um convite pra meter a cara ali e sentir tudo.
Eu imaginava levantando os braços dela bem ali, no meio da rua, com o som das marchinhas de Carnaval ao fundo, e metendo meu rosto nas axilas dela. Eu ia passar a língua devagar, sentindo o sabor salgado e amargo do suor dela, e ia me deliciar com cada gota que escorria. Mas o que me deixava mais louco ainda era pensar na bunda dela. Se as axilas e as costas dela tavam naquele estado, imagina o que tava acontecendo no meio daquele rabo depois de horas suando e andando naquele calor infernal?
Eu sonhei que o tempo parava ali, no meio da multidão, e que eu podia me abaixar atrás dela, baixar aquela bermuda branca e abrir bem aquela bunda. Caralho, o cheiro que ia sair dali ia ser forte pra porra, um cheiro de rabo podre, imundo, que tinha passado horas suando e se misturando com o calor do Carnaval. Eu ia meter meu rosto bem no meio, sentindo aquele fedor terrível me envolvendo, e ia passar a língua devagar, sentindo o sabor forte, amargo, salgado e podre na minha boca. Uma bunda daquela, depois de tanto tempo no Carnaval de Olinda, devia tá no ponto perfeito pra alguém como eu, que ama o cheiro e o sabor de um rabo suado e natural.
Eu continuei seguindo os dois por um tempo, vendo ela rebolar no meio da multidão, enquanto o marido dela parecia nem perceber o quanto ela tava gostosa, mesmo toda suada e fedida. Eu tava tão louco de tesão que quase não percebi que a câmera tava gravando tudo, capturando cada detalhe daquele rabo suado e daquela calcinha marcada pela bermuda. Foi um dos melhores flagras que eu já fiz, e eu sabia que precisava compartilhar isso com quem entende o meu fetiche.
Esses dois flagras me deixaram louco de formas diferentes, mas com a mesma intensidade. A mulher do shopping, com aquele cheiro limpo que tava começando a ficar suado, e a mulher do Carnaval, com aquele fedor podre que me fez querer meter a cara no meio da bunda dela ali mesmo. Caralho, eu amo essas mulheres comuns, essas bundas que a gente vê no dia a dia e que escondem cheiros e sabores que só quem tem o fetiche entende.
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