#Outros

Crónicas de uma divorciada

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Roxane

Matilde, divorciada 45 anos, começou sendo encoxada no onibus, descobriu o prazer que nunca tivera.

Me chamo Matilde, 45 anos, secretária divorciada.
Foi a partir do momento em que comecei a ser encoxada no busão lotado que esse desejo despertou de verdade. No início eu ficava surpresa, até assustada, mas logo meu corpo reagiu de forma intensa. Aquelas roçadas, aqueles corpos pressionados contra mim, acenderam um fogo que eu nunca havia sentido.
Durante o casamento, passei anos reprimindo meus desejos mais profundos. Vestidos curtos, roupas que marcassem o corpo, maquiagem marcante… tudo isso era proibido ou mal visto pelo meu ex-marido. Agora, livre, finalmente posso soltar essa mulher que eu guardava dentro de mim.
Todo dia eu pego o busão lotado vestida com aqueles vestidinhos curtos e justos que grudam na minha bunda empinada e grossa, marcando cada curva, deixando minhas coxas carnudas quase inteiras à mostra. Perfumada, bem maquiada, sentindo nascer dentro de mim uma mulher carente, faminta por desejo e atenção. Um fogo novo que eu nunca havia sentido antes.
Foi ali, dentro daquele busão, que eu realmente descobri esse novo prazer. Depois de poucos pontos o ônibus vira um forno de corpos suados e apertados. No começo eram só roçadelas “acidentais”. Eu ficava quietinha, coração martelando, a buceta já babando de tesão. Logo as mãos ficaram mais safadas. E eu não fazia porra nenhuma. Deixava. Deixava que apertassem minha bunda com força, que esfregassem o pau duro bem no meio das minhas nádegas, pressionando contra o fio da calcinha fina.
Minha buceta molhava tanto que o mel escorria pela parte interna das coxas. Eu adorava aquilo
Com o tempo percebi que era sempre o mesmo homem. Foi ali, dentro daquele busão, que conheci Renato. Eu me posicionava sempre no mesmo lugar dentro do ônibus, ansiosa e cheia de expectativa, com o coração acelerado só de imaginar que ele iria aparecer. Renato entrava no ponto seguinte e já vinha direto pra cima de mim. Ele se encostava, colava o corpo no meu, apertava e amassava minha bunda com as duas mãos, esfregando aquela rola grossa e dura bem no vão da minha bunda. Eu empinava o rabo e gemia baixinho, deixando ele me usar como queria.
O mais excitante era estar rodeada de tantas pessoas e ninguém perceber absolutamente nada. Todos apertados, olhando para o celular ou perdidos em pensamentos, enquanto eu era tocada, apertada e esfregada bem ali no meio de todos. Essa sensação de segredo no meio da multidão me deixava completamente extasiada.

No trabalho eu ardia inteira. Sentada à mesa, mal conseguia me concentrar. A todo momento as imagens voltavam: as mãos dele apertando minha bunda, o pau duro esfregando contra mim. Minha buceta latejava sem parar, inchada, molhada, implorando por alívio. O desejo ficava tão insuportável que eu mal aguentava até o meio da manhã. Acabava levantando da cadeira com as pernas fracas, ia pro banheiro, trancava a porta com as mãos tremendo, levantava o vestido, puxava a calcinha pro lado e enfiava dois ou três dedos fundo na minha xota melada e quente. Me masturbava desesperada, socando os dedos com força, esfregando o clitóris inchado em círculos rápidos, até gozar violentamente, tremendo da cabeça aos pés, mordendo o braço pra abafar os gemidos, enquanto meu mel escorria pelas coxas.
Uma manhã ele me apertou com uma fome diferente, mais bruta e urgente. Suas mãos apertaram minha bunda com força selvagem, os dedos afundando na carne, enquanto ele esfregava aquela rola grossa, latejante e extremamente dura contra mim, como se quisesse me foder ali mesmo, no meio de todo mundo. Ele pressionava o pau com vontade, subindo e descendo entre minhas nádegas, quase me penetrando por cima da roupa. Meu coração disparou, minha buceta latejava tanto que eu tremia. Quando o ônibus parou, ele enfiou um papel na minha mão com o número dele, apertando meus dedos com força antes de descer.
Liguei à noite, com as mãos tremendo e o coração acelerado. Quando ele atendeu, sua voz rouca do outro lado da linha me deixou ainda mais nervosa e excitada. Conversamos brevemente e marcamos de nos encontrar no shopping no dia seguinte.
Cheguei um pouco antes, ansiosa, com um frio na barriga. Ele apareceu pontual, confiante. Sentamos numa mesa mais reservada e pedimos uma bebida. Depois de alguns minutos de conversa, ele me olhou nos olhos e disse:
— Preciso ser sincero… sou casado.
Eu sustentei o olhar por um instante, sentindo o corpo quente. Respirei fundo e respondi com honestidade:
— Eu sou divorciada e não estou procurando um relacionamento. Não quero nada sério. O que eu desejo agora é viver intensamente o que estou sentindo.
No carro, durante o caminho para o motel, a tensão sexual estava insuportável. Suas mãos subiam pela minha coxa, apertando minha carne com desejo, enquanto eu deslizava os dedos pela perna dele, roçando de leve sobre o volume duro que marcava a calça. Chegamos ao motel drive-in com a respiração pesada.
Assim que entramos no quarto e a porta se fechou, ele me prensou contra a parede com urgência. Beijou meu pescoço, desceu devagar pelo colo e, com as mãos firmes, deslizou as alças do meu vestido pelos ombros, deixando o tecido cair lentamente pelo meu corpo até o chão. Chupou meus peitos com voracidade, sugando e mordendo os mamilos duros enquanto eu gemia alto. Desceu beijando e lambendo minha barriga até se ajoelhar, abrir minhas pernas e enfiar a cara na minha buceta encharcada. Devorou meu grelo inchado com fome, enfiando a língua fundo na minha xota melada, chupando e lambendo sem parar. Eu gozei forte, jorrando na cara dele, tremendo violentamente e gritando de prazer enquanto segurava sua cabeça contra mim.
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Depois que gozei na boca dele, ainda tremendo, ele me levantou nos braços e me levou para a cama. Eu me deixei levar, sabendo exatamente o que ele queria. Ele me deitou de bruços, abriu minhas pernas e, para minha surpresa, veio preparado. Pegou um gel anestésico, espremeu uma boa quantidade nos dedos e espalhou devagar pelo meu cu, circulando o furinho apertado com movimentos lentos e cuidadosos, preparando-me com paciência enquanto o gel ia amenizando a sensação inicial.
Depois que gozei na boca dele, ainda tremendo, ele me levantou nos braços e me levou para a cama. Eu me deixei levar, sabendo exatamente o que ele queria. Ele me deitou de bruços, abriu minhas pernas e, para minha surpresa, veio preparado. Pegou um gel anestésico, espremeu uma boa quantidade nos dedos e espalhou devagar pelo meu cu, circulando o furinho apertado com movimentos lentos e cuidadosos, preparando-me com paciência enquanto o gel ia amenizando um pouco a sensação inicial.
Ele posicionou a cabeça grossa e quente da rola bem no meio do meu cu e começou a pressionar. Bem devagar. Senti meu anel apertado resistindo, queimando. Eu gemi alto, mordendo o lençol com força. A dor era intensa, um ardor forte que me fazia chorar baixinho, mas eu não conseguia parar de empinar o rabo.
— Ahh… devagar… está doendo… — choraminguei, com a voz embargada.
Mesmo assim, ele continuou empurrando devagar, centímetro por centímetro, abrindo meu cu com paciência cruel. Cada avanço me fazia soltar gritinhos agudos e lágrimas escorriam pelo meu rosto. Ele entrava muito lento, deixando eu sentir cada milímetro da rola grossa esticando minhas paredes. Quando finalmente enterrou tudo, fiquei ofegante, tremendo, completamente cheia e arrombada.
Ele ficou parado um tempo, pulsando dentro de mim, deixando meu cu se acostumar com o tamanho. Depois começou a se mover: estocadas lentas, longas e profundas, saindo quase tudo e voltando até o fundo. A dor ainda estava presente, mas aos poucos se misturava com um prazer sujo e intenso que me fazia gemer mais alto.
Aos poucos ele aumentou o ritmo, as estocadas ficando mais fortes e rápidas. O barulho molhado de carne batendo enchia o quarto junto com meus gemidos, choramingos e soluços. Eu estava completamente entregue, rabo bem empinado, cu apertando a rola dele a cada estocada forte.
Até que ele grunhiu alto, segurou meus quadris com força bruta e meteu fundo várias vezes seguidas, cada vez mais rápido. Senti ele inchar dentro de mim e, com um gemido rouco e animal, gozou violentamente, jorrando porra quente e grossa bem no fundo do meu cu arrombado. Cada jato forte me fazia tremer inteira, sentindo meu intestino sendo enchido por ele.
Depois do clímax, ficamos deitados na cama por um tempo, respirando juntos, nossos corpos suados e entrelaçados. Ele me abraçava por trás, passando a mão lentamente nas minhas costas e na minha bunda ainda sensível. Conversamos baixinho sobre o que tinha acontecido. Eu, ainda com a voz rouca, confessei:
— Adorei tudo
Ele sorriu e me deu um beijo na nuca. Ficamos mais alguns minutos em silêncio, nos beijando, aproveitando o calor um do outro.
Ele me levou pra casa. Durante o trajeto mal trocamos palavras. Não precisava. O silêncio entre nós era confortável, carregado do que havíamos feito. Eu ainda sentia o cu latejando, quente e cheio da sensação dele, o corpo mole e satisfeito.
Quando parei em frente ao meu prédio, ele apenas me deu um beijo demorado na boca. Saí do carro com as pernas fracas, o vestido amarrotado e o cheiro dele ainda grudado na minha pele.
Eu sei que amanhã vou estar de novo no busão, de vestido curto, buceta molhada e cu latejando, esperando ansiosa que ele me aperte. Porque agora eu sei o gosto desse prazer proibido… e quero mais.

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Roxane #Outros

Comentários (2)

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  • Ana Moreira: Perigoso, mas muito excitante!

    Responder↴ • uid:grle170d1
  • Tuga tarado: Bom demais isso, a precisar disso ;)

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk