Meia-calça
Trata-se da experiência em que descobri o uso da meia-calça por minha mãe.
Até os 11 ou 12 an*s, não tinha noção do pra que servia uma meia-calça. Via aquele objeto estranho por sobre a cama da minha mãe, em algumas noites especiais, e não entendia o que era aquilo, para que se vestia.
Via ela usando em algumas noites nas quais entrava no quarto com o meu pai, puxando-o pela mão com um sorriso estranho. Ele, parecendo que estava acalorado, todo vermelho, com raiva não sei...
Vi, em alguns momentos, que minha mãe, meio magra, meio gordinha, tirava o seu vestido pertinho dele, desabotoava o sutiã, até que ele virava e dizia: Marquinhos, pra cama.
E eu me virava e ia pra cama.
Eu acompanhava a ambos até essa parte, praticamente entrando no quarto junto com eles, porque achava muito enigmático tudo aquilo e eles não se acabrunhavam. Então saía com o barulho dos seus beijos estalando, até que, numa noite, decidi voltar no quarto para ver o que acontecia.
Desci da minha beliche. Apenas eu dormia em cima. Deixávamos roupa em baixo.
Novamente após os estalos, abri a cortina, e minha mãe estava de quatro, com as costas viradas para o meu pai, enquanto socava no seu cu.
Ela, de meia-calça, cabelo curtinho, encaracolado, peitos firmes, e meu pai com aquele pau padrão, pentelhos finos, metendo, aparentemente sem nenhum cuspe.
Um cheiro gostoso perfumava o ar. Definitivamente eles não me viam. Meu pai segurava a sua cintura e uma bundinha que tremia com aquelas encaixotadas.
Ela começou a recuar rebolando, como que querendo tudo mais firme, e ele dava socadas com bem mais força, agora.
Depois passou para a buceta e eu passei mais por detrás da cortina, com medo daqueles barulhos. Parecia que meu pai maltratava a minha mãe, mas definitivamente não era isso que acontecia.
- Ai, Roberto!, ela dizia.
Ao que entrei novamente e vi que já estava virada, dando de frente. Seus olhos fechavam, ela gemia e realmente me veria, se quisesse, mas não abria os olhos.
Eu olhava para o rosto da minha mãe e vi que, por tudo, ela só queria aquilo. Vi que todo a sua experiência se resumia àquilo, desde cuidar de mim, da casa e preparar a comida do meu pai. Parece que tudo se resumia a dar a buceta, no final do dia.
Nesse dia eu confesso que tive uma visão um pouco dessacralizada da minha mãe. Vê-la sendo sacudida por aquele pau, desesperadamente, suas mãozinhas tentando tocar nos ombros suados do meu pai. E saí por detrás da cortina novamente.
- Não, na boca novamente não!, eu ouvi por detrás da cortina.
Depois de um um tempo uns beijinhos e:
- Hum, safado!
Então fui novamente para o meu quarto. Após uns 15 minutos, os barulhos continuaram, mas não tive coragem de ver novamente.
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