#Incesto #Teen

Peguei minha filha se masturbando no celular e...

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Paivertido

Nenhum pai está preparado para descobrir que sua filha já está crescida o bastante pra se masturbar... especialmente no celular

Eu crio minha filha desde pequena, desde que sua mãe morreu e me deixou com esta incumbência na vida. Desde então tenho me esforçado e dado o meu melhor pra ensiná-la e lhe suprir o que lhe falta na figura feminina de uma mãe. É claro que já tive vários relacionamentos e por alguns anos me casei de novo. Mas acabei me separando e agora somos de novo apenas a Clarinha e eu.

Talvez por sempre ter cuidado da minha filha, dando banho desde pequena e trocando fraldas, acho que sempre a vi como uma menina, mesmo ela já tendo agora 14 anos. Seu corpo começa a tomar forma de mulher e as curvas lhe dão aquele aspecto de menina moça, que começa a atrair as atenção dos garotos.

Eu morro de ciúmes, e namoro ainda é uma coisa fora de questão. Mas noto que ela já não é a mesma menina que eu sempre conheci. Primeiro foi o sutiã que ela me pediu pra comprar, e então houve o incidente no banheiro, quando eu descobri que ela já menstruava, por uma toalhinha com manchinhas vermelhas.

Depois comprei uma caixa de absorventes e desde então nossa relação mudou de certa forma. Passei a tomar cuidado e bater na porta do seu quarto antes de entrar. E tocá-la sempre me remetia ao fato de que agora ela era quase uma mulher.

Mas ela, por sua vez, parecia demonstrar mais do que nunca o chamego que tinha comigo, vindo buscar o meu colo toda vez que eu estava sentado no sofá, assistindo tv. Ela adora me fazer cafuné, e também que eu faça nela, o que a deixa toda mole e manhosa, com a cabeça recostada no meu colo. E antes de ir dormir, me pede pra levá-la nos braços pra sua cama, como a cena do príncipe nos desenhos.

Mas, em meio a essa nova fase da nossa relação, nada poderia ter me preparado para a descoberta que por acaso acabei fazendo. Aquilo foi o que mudou tudo entre nós, e nunca mais as coisas foram o mesmo.

Eu tinha acabado de chegar do trabalho e a casa estava num silêncio incomum. Talvez minha filha tivesse ido na casa da amiga, no apartamento ao lado. Mas, quando fui pro meu quarto e comecei a me despir, ouvi aqueles gemidos vindo do quarto ao lado.

Já estava sem sapatos e acho que meus passos não foram ouvidos, assim que fui até o quarto da Clarinha e me detive ali parado na porta entreaberta. E, pra minha surpresa, minha filha, que como todo pai eu via como um anjo de candura, estava completamente nua sobre a cama, de pernas abertas e com o cabo da escova de cabelos metido na sua bucetinha.

Minha filha se masturbava intensamente, não como uma menina inocente, mas como uma garota safada e que sabia bem o que estava fazendo. Somando-se àquela visão desconcertante da sua nudez, o jeito como ela gemia em nada lembrava a menina doce que eu conhecia. Era como se ela de repente se revelasse uma verdadeira putinha, suspirando ofegante e movendo os quadris em resposta à penetração que fazia em si mesma.

Na hora fiquei sem reação. Estava descalço, sem camisa, e com a calça jeans aberta, o zíper pela metade, deixando à mostra o relevo de uma inevitável ereção. Eu estava tremendo, não só de pânico, mas também pela visão maravilhosa do corpo nu da minha filha, que me deixava de pau duro.

Então, só agora eu notei aquele detalhe: à frente dela, sobre a cama, o celular parecia filmar tudo, e do aparelho também vinha o som de gemidos. Ao que parecia, era de outra menina, que também devia estar fazendo o mesmo do outro lado. Eu nem acreditava que minha filha estava se masturbando junto com alguma de suas amigas pelo celular.

E então, o mais incrível de tudo, pra me provar que minha filhinha de inocente não tinha nada. Depois de muito se foder, ela tira o cabo da escova de cabelos da sua bucetinha e, pro meu total deleite, o leva à boca. E então começa a lamber e a chupar, como se fosse um pau, saboreando todo o seu gozo de menina.

Já com a mão dentro da calça, eu não aguentei e coloquei pra fora o meu pau e comecei a me masturbar, junto com a minha filha. Em sua cama, enquanto voltava a meter na sua bucetinha o cabo da escova, se fodendo com prazer, eu batia uma punheta maravilhosa, diante da cena mais erótica da minha vida.

Eu via extasiado a Clarinha se alternando entre se penetrar e chupar o cabo da escova de cabelos. Depois, não satisfeita, ela ainda metia no cuzinho, me levando à loucura por descobrir que minha filha já conhecia os prazeres de uma penetração anal.

Olhando aquilo eu já estava quase gozando, louco de tesão pela minha própria filha. Nunca pensei em admitir isso, mas por um instante tive vontade de ir lá e ajudá-la um pouco em sua linda masturbação. Quem sabe lhe dar uma coisa mais doce e macia pra ela chupar. Mas de repente meu lado pai voltou a falar mais alto e eu corri pro banheiro, pra aplacar o calor do meu desejo debaixo do chuveiro.

É claro que, com aquelas imagens na cabeça, eu não pude resistir a terminar de bater uma punheta e gozar deliciosamente, imaginando fazer isso na boquinha da minha filha.

Naquela noite, mais tarde ela veio como sempre deitar no sofá, com a cabeça no meu colo, toda dengosa. Então, no intervalo do jornal, ela me fez aquela pergunta, meio como quem não quer nada, enquanto brincava com o botão da minha camisa, abrindo e passando a mão pelo meu peito.

"Pai, você me acha bonita?", ela brincava com os dedos por entre os pêlos do meu peito.

"Claro, filha", eu acariciei o seu cabelo por um instante, voltando a atenção à tv.

"Então por que você nunca diz?", ela insistia.

"Eu te acho linda, filha. Satisfeita?", e me inclinei e beijei a sua testa.

Naquela noite, não sei se por alguma coincidência, ela me pediu pra dormir comigo. Já tinha algum tempo que ela havia deixado esse costume de menina, de no meio da noite vir com o ursinho se meter na minha cama. Não sei se tinha algo a ver com o que eu flagrei mais cedo, mas na hora por mais que tentasse dissuadi-la, acabei cedendo, e ela se aninhou ao meu lado na cama.

No meio da noite, novamente me vinham as imagens dela na sua cama se masturbando. E uma ereção insistente não me deixava em paz, voltando a se revelar no lençol, que eu tentava disfarçar. Até que consegui pegar no sono, apesar do tesão que me dava sentir o cheiro da minha filha do meu lado.

Então aconteceu aquilo, e na hora eu congelei. Com a perna sobre mim, a Clarinha se movia como se estivesse se masturbando de novo. Ela se esfregava em mim, com o joelho roçando no meu pau duro.

"O que tá fazendo, filha?", eu me virei pra ela, ao despertar.

"Nada... não tá gostando?", ela tinha uma voz dengosa, com a mão metida por baixo da minha camisa.

"Péra, isso não tá certo. Eu sou seu pai", eu tentava me conter, sem conseguir evitar a maldita ereção.

"Poxa, você é tão careta! O pai da Bia deixa ela fazer o que quiser."

E ela finalmente deu com a língua nos dentes e se entregou sem querer.

"Essa sua amiga... Bia, é aquela com quem você tava brincando no celular hoje de tarde?", eu revelei o que tinha visto.

"Não devia espiar as pessoas assim."

"Foi um acidente... me desculpe. Mas não me respondeu", eu insistia.

"É... a gente só tava brincando", ela estava meio corada.

"E o que o pai dela tem a ver com isso?"

"Nada...", ela saiu pela tangente. "Mas quer dizer que me viu hoje mais cedo...?", ela fez aquela voz provocativa. "Foi só uma espiadinha ou ficou vendo por muito tempo?"

"Já disse que foi um acidente."

"Mas depois eu ouvi você no banheiro... Vai dizer que não tava fazendo o que eu acho que tava fazendo!"

E a safadinha parecia ter me pegado de jeito, me deixando meio embaraçado.

"Tá bem, eu tava precisando relaxar e foi o que eu fiz, só isso."

"E o que achou?", ela não desistia.

"Do quê?"

"De me ver... como foi mesmo que disse? ‘relaxando’."

"Filha... dá pra deixar esse papo de masturbação pra lá?"

"Foi você que começou", ela não se dava por vencida. "Mas me conta... tava pensando em mim?"

"Tá bem, confesso que aquilo mexeu um pouco comigo."

"Uau, finalmente alguma sinceridade!", ela sorriu. "Quer saber de uma coisa? Naquela hora em que me viu... eu também tava pensando em você."

"Como assim?"

"Ué, não sabe que toda filha tem lá no fundo uma quedinha pelo pai... essas coisas de figura paterna..."

"E costuma pensar muito em mim quando tá se masturbando?"

"Às vezes... mais ultimamente...", ela me deixou meio sem palavras. "Já sei, vamo fazê um pouco, só pra relaxar..."

"Filha..."

"Eu sei que tá morrendo de vontade. Além disso, a gente nem precisa tirar a roupa. Vai, só um pouquinho!"

E antes que eu pudesse responder, ela tinha que me desafiar, como se numa brincadeira de criança. Então, com aquele ar de petulantezinha, ela puxou o lençol e meteu a mão por dentro do shortinho do seu baby doll, se tocando ali do lado e fazendo umas caretas de prazer, como se já estivesse gozando, a safadinha.

"Vai, faz também, pai! Toca umazinha pra eu ver!"

Àquela altura, eu já estava com uma enorme e indisfarçável ereção, que chegava me doer as bolas. Aquela conversa toda sobre masturbação me deixou de pau duro, e eu tava mesmo morrendo de vontade de bater uma pra ela ver, só pra saciar a sua curiosidade.

Então, assim como ela, puxei o lençol e, com meu pau duro apontando pra cima, coloquei a mão por dentro da samba-canção e comecei a bater uma pra minha filha. Aquilo era uma loucura, mas me enchia de tesão, não só porque a perna dela a todo instante roçava na minha, mas também o som da sua respiração ofegante, suspirando cada vez mais excitada, vez por outra olhando pro volume do meu pau.

"Tá pensando em quê, pai?", ela sussurrou pra mim, com aquela voz provocativa. "Aposto que tá pensando em me chupar... Se quiser eu deixo..."

"Filha... não faz isso! Tá brincando com fogo!", e eu não conseguia parar de me masturbar.

"Aposto que nunca chupou uma menina... Não sabe o que tá perdendo."

"E você, menina, o que sabe sobre chupar?", sem querer eu acabava entrando no seu joguinho de sedução.

"Tá falando de chupar um pau?", ela se animava. "Bota pra fora que eu te mostro, seu bobo!"

"Não me provoca, menina!"

"Quer saber no que eu tô pensando?", ela sussurrou no meu ouvido. "Tô pensando no seu pau... deve tá bem duro, né? Aposto que deve ser bem grande...", ela não parava de me provocar, entre um suspiro e outro, enquanto se masturbava. "Do tamanho que chega bem fundo dentro da gente, né?", a safadinha ficava cada vez mais ousada. "Vai, bota pra fora e deixa eu ver!", aquilo já começava a me deixar louco de tesão.

"Pára, filha!"

"Mostra, vai! Só um pouquinho... Prometo que não vô nem fazê nada, só queria ver como é..."

"Só se me contar tudo sobre o pai da sua amiga... Ainda não me disse o que ele faz com ela."

Sem ter como negar, depois do deslize que deu, ela deu o braço a torcer e começou a contar o que faziam, sua amiga e ela, pelo celular, sem que eu soubesse.

"Eu e a Bia... a gente costuma brincar... quer dizer, uma pra outra. E às vezes o pai dela também participa... mas só de noite, quando você tá dormindo", e aquilo me pegou desprevenido.

"Como assim?"

"Eu faço umas coisas e fico vendo os dois fazendo umas coisas também."

"E o que o pai da Bia faz com ela?"

"Ah, pai! Coisas de namorado..."

"Mas ele é o pai dela, não um namorado."

"Isso deve ser normal pra eles..."

Então, aquela ideia me ocorreu. Não sei o que me deu, mas aquilo saiu meio sem pensar. E, de uma experiência maluca, de estar com minha filha na minha cama nos masturbando, eu dei o passo decisivo que mudou tudo na minha vida. Eu disse à Clarinha pra ligar pra sua amiga... e o inevitável aconteceu. Depois eu conto tudo.

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Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Tuga tarado: Se minha enteada dá um passo desses em minha direcção, eu fodo-a toda louco de tesao! Fodasseee..

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
  • Anônima: Cade o resto,papai?

    Responder↴ • uid:1d43yzi6cc15