#Gay #Virgem

Cristiano, o rapaz correto virando puta

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Thiago P.

Cristiano é enrustido, Paulo chega pra abalar tudo e no meio ainda tem Vinícius....

Cristiano sempre se considerou uma pessoa organizada.
Acordava no mesmo horário, passava café forte demais, dobrava as roupas antes de sair pro trabalho e respondia mensagens com pontuação correta. Aos 22 anos, tinha a vida encaixada em pequenas rotinas silenciosas que faziam tudo parecer seguro.
Inclusive os sentimentos que ele fingia não ter.
Desde a adolescência, existia uma parte dele que observava outros garotos por tempo demais. Um olhar no vestiário da escola. Um frio estranho quando algum amigo encostava casualmente no ombro dele. Madrugadas pesquisando coisas no celular e apagando o histórico logo depois.
Mas Cristiano sempre empurrava aquilo pra longe.
“É só fase.”“É só curiosidade.”“Dá pra ignorar.”
E por muito tempo deu.
Até Paulo aparecer.
O primeiro contato foi um desastre.
Cristiano dividia apartamento com um amigo da faculdade, Vinícius, e numa terça-feira chuvosa chegou em casa exausto do trabalho esperando silêncio. Em vez disso encontrou um desconhecido largado no sofá da sala, molhado da chuva, comendo cereal direto da caixa.
— Ah, você deve ser o Cristiano — o garoto disse como se fossem amigos antigos. — O Vi falou que você era chato, mas achei exagero.
Cristiano ficou parado alguns segundos segurando a mochila.
— Quem é você?
— Paulo.
— Tá… e por que você tá na minha casa?
Paulo apontou a colher pro corredor.— Porque o imbecil do seu amigo disse que eu podia dormir aqui uns dias até resolver um negócio.
“Uns dias” virou quase três semanas.
E Paulo era um furacão.
Deixava copo pela casa inteira. Cantava alto no banho. Pegava comida da geladeira sem perguntar. Sentava perto demais no sofá. Mexia nas plantas de Cristiano “pra elas pegarem mais sol”. Trocava a playlist calma dele por músicas caóticas às oito da manhã.
Cristiano se irritava com uma facilidade absurda.
— Você consegue fechar UMA gaveta depois de abrir?— Nossa, você reclama bonito quando tá bravo.— E você consegue agir como um ser humano normal por cinco minutos?— Não 🙂
O pior era que Paulo parecia se divertir irritando ele.
Só que junto da irritação vinha outra coisa.
Porque Paulo era impossível de ignorar.
Tinha cabelos enrolados, cachos escuros caindo sobre os olhos, um sorriso torto de quem estava prestes a fazer besteira e o hábito insuportável de encarar Cristiano diretamente enquanto falava. Ele ocupava espaço demais no apartamento pequeno. Espaço físico e mental.
Cristiano começou a perceber detalhes involuntariamente.
As mãos dele mexendo rápido enquanto contava histórias. O cheiro de shampoo depois do banho. A marca pequena perto da clavícula. A risada rouca quando realmente achava algo engraçado. Às vezes, quando Paulo se espreguiçava no sofá, Cristiano notava o volume marcante entre as pernas dele, o pau semi-duro pressionando o tecido fino da calça, balançando levemente com os movimentos.
E aquilo começou a assustar.
Numa madrugada, Cristiano entrou na cozinha sem conseguir dormir e encontrou Paulo sentado no chão tomando refrigerante direto da garrafa. Ele estava só de short folgado, sem cueca, e quando se mexeu para olhar para cima, o pau grosso balançava livremente dentro do tecido fino, o volume evidente e pesado se destacando, com a cabeça arredondada marcando o contorno.
— Você não dorme? — Cristiano perguntou.
— Às vezes minha cabeça faz muito barulho.
A resposta veio tão sincera que pegou Cristiano desprevenido.
Paulo olhou pra ele por alguns segundos antes de bater a mão no piso ao lado.— Senta aí. Enquanto falava, ele levantou um pouco o braço, revelando o suvaco com pelos escuros e úmidos de suor, e a coxa grossa e musculosa exposta no short curto, a pele morna brilhando levemente.
Cristiano deveria ter ido embora.
Em vez disso sentou.
Conversaram por quase duas horas. Sobre faculdade, medo do futuro, famílias complicadas, músicas ruins dos anos 2000. Paulo falava de um jeito leve até quando contava coisas difíceis.
Em algum momento Cristiano percebeu que estava rindo.
Rindo de verdade.
E quando percebeu também que estava olhando pros lábios de Paulo por tempo demais, o pânico voltou inteiro.
Levantou rápido.— Eu vou dormir.
Paulo inclinou a cabeça, observando.— Você foge de tudo que sente assim ou eu sou especial?
Cristiano ficou imóvel.
O coração bateu forte demais.
— Você fala muita besteira.
Virou as costas antes que Paulo percebesse o rosto dele queimando.
Mas naquela noite, deitado no escuro do quarto, A imagem de Paulo não saía da cabeça: o pau grosso balançando livre dentro do short folgado, o volume pesado marcando o tecido, a coxa grossa e morna, o suvaco com aqueles pelos escuros úmidos...
Ele sentiu o próprio pau endurecer rápido, latejando contra a cueca. Sem conseguir se controlar, Cristiano enfiou a mão por baixo do elástico, envolveu o membro quente e duro com os dedos e soltou um suspiro trêmulo.
— Porra... — murmurou baixinho, quase sem voz.
Ele começou a se tocar devagar no início, apertando a base grossa e subindo até a cabeça inchada, já melada de pré-gozo. Os movimentos ficaram mais firmes conforme a fantasia tomava conta. Imaginou Paulo ali, sentado no chão da cozinha, as pernas abertas, o short subindo e mostrando aquele pau sem cueca, balançando pesado, as veias marcadas.
Cristiano acelerou o punho, o som molhado e ritmado ecoando baixo no quarto. Pensou na coxa grossa de Paulo roçando na dele quando sentaram no chão, na pele quente, no cheiro de suor misturado com shampoo. Imaginou abaixando a cabeça e chupando aquele pau grosso, sentindo o peso na língua, o gosto salgado, enquanto Paulo gemia rouco e segurava sua nuca.
— Caralho, Paulo... — sussurrou, os olhos fechados com força.
Ele apertou mais forte, o polegar passando pela fenda sensível da glande a cada subida, espalhando o líquido viscoso que escorria. A outra mão desceu, apertando as bolas cheias, imaginando a mão de Paulo ali no lugar da dele, ou melhor, imaginando Paulo por cima dele, esfregando aquele pau grosso contra o seu, os dois se masturbando juntos.
O ritmo ficou desesperado. Cristiano fodia o próprio punho, quadril subindo da cama, os músculos da barriga tensos. Na mente, via Paulo levantando o braço, mostrando o suvaco peludo, e ele enfiando o rosto ali, lambendo o suor enquanto o outro ria daquele jeito torto e safado.
O orgasmo veio forte. Cristiano mordeu o lábio para não gemer alto, o corpo arqueando enquanto jatos grossos e quentes de porra espirravam no peito e na barriga, pulsando no ritmo do punho que não parava. Ele continuou se tocando devagar, ordenhando cada gota, o pau sensível latejando enquanto imaginava Paulo gozando também, lambuzando tudo.
Quando finalmente parou, ofegante, Cristiano olhou para o teto escuro, o peito subindo e descendo rápido, a mão melada de porra.
Levou a mão suja até a boca, fechou os olhos e se imaginou engolindo a gala de Paulo, lambendo os dedos sentindo o sabor metálico invadindo sua boca.
Alguns dias depois, por volta das duas da manhã, Cristiano ouviu a porta da frente se abrir com barulho. Ele saiu do quarto e encontrou Paulo cambaleando na sala, olhos vermelhos, cheiro forte de maconha no ar, um sorriso bobo no rosto.
— Cristianooo... — Paulo arrastou as palavras, rindo baixo enquanto se encostava na parede. — Cara, tô morrendo de tesão... Essa merda me deixa louco, porra. Meu pau tá latejando desde que saí de lá.
Ele cambaleou para frente, quase caindo. Cristiano o segurou pelo braço, sentindo o corpo quente e o cheiro forte dele. O short de Paulo já marcava um volume enorme, o pau duro empurrando o tecido.
— Vem cá... — Paulo murmurou, puxando Cristiano mais perto com a mão trêmula. — Me ajuda, vai...
Cristiano sabia que não deveria. Mas o desejo que vinha crescendo desde aquela noite na cozinha foi mais forte. Ele se ajoelhou ali mesmo na sala, as mãos tremendo enquanto baixava o short de Paulo. O pau grosso saltou livre, pesado, veias pulsando, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Sem cueca, como sempre.
Ele não hesitou. Abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, sentindo o gosto salgado e o calor invadindo sua garganta. Chupou com fome, a língua rodando na glande, sugando forte enquanto a mão massageava a base grossa e as bolas cheias. Paulo gemia rouco, segurando a cabeça dele com as duas mãos, quadril se mexendo devagar no começo, depois mais fundo.
— Isso... caralho, sua boca é quente pra porra... — Paulo ofegava, cambaleando um pouco.
Cristiano chupava com gosto, babando no pau inteiro, descendo até sentir o pau batendo no fundo da garganta, os olhos lacrimejando de prazer. Ele acelerou, a cabeça subindo e descendo rápido, sugando forte, querendo tudo. Paulo começou a foder sua boca com mais força, os gemidos ficando mais altos.
Não demorou muito. Com um grunhido baixo e longo, Paulo gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a boca de Cristiano, que engoliu o máximo que pôde, o resto escorrendo pelo queixo. O gosto forte e salgado o deixou ainda mais excitado.
Paulo soltou um suspiro satisfeito, as pernas bambas. Cristiano o ajudou a chegar até o sofá, onde ele desabou e dormiu quase imediatamente, roncando baixinho.
No dia seguinte, Paulo acordou como se nada tivesse acontecido. Estava normal, bagunçando a cozinha, cantando no banho. Quando Cristiano tocou no assunto de forma indireta, ele franziu a testa.
— Ontem? Cara, eu tava muito chapado... Não lembro porra nenhuma depois que cheguei em casa. Por quê? Aconteceu alguma coisa?
Ele deu aquele sorriso torto de sempre, como se realmente não se lembrasse. Ou como se preferisse fingir que não.
Cristiano sentiu o peito apertar, mas só balançou a cabeça.
— Nada não.
Alguns dias depois, Vinícius chamou Cristiano para conversar no quarto dele, fechando a porta com calma.
— Senta aí — disse, apontando a cama. Ele ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse escolhendo as palavras. — Olha, Cristiano… eu não sou idiota. Tô vendo as coisas que andam acontecendo aqui em casa. O jeito que você olha pro Paulo, os horários estranhos que vocês ficam acordados… Eu ouvi coisas naquela noite que ele chegou chapado.
Cristiano sentiu o sangue gelar.
Vinícius continuou, voz baixa e controlada:
— Relaxa, eu não vou sair falando por aí. Você é meu amigo, divide o apê comigo. Mas… eu também tenho minhas necessidades, né? E sinceramente, tô achando que você tá precisando de alguém que segure essa onda pra você. Alguém que não fique fingindo que não lembra no dia seguinte.
Ele se recostou na cadeira, abrindo um pouco as pernas, o olhar firme.
— Eu fico quieto. Não falo nada pra ninguém. Só quero que você me ajude um pouco também. Nada que você já não esteja fazendo, pelo que eu vi.
Cristiano ficou em silêncio, o coração batendo forte. Sentia-se encurralado, usado… mas também estranhamente excitado com a pressão.
Vinícius abriu o botão da calça devagar, baixando o zíper sem pressa.
— Vem cá. De joelhos.
Cristiano hesitou por longos segundos, mas acabou se ajoelhando entre as pernas dele. Vinícius puxou o pau para fora — já meio duro, grosso — e segurou na base.
— Começa devagar… só a cabeça primeiro.
Cristiano obedeceu, lambendo a glande devagar, sentindo o gosto salgado. Vinícius soltou um suspiro longo, passando a mão no cabelo dele.
— Isso… assim. Vai descendo mais.
Aos poucos, Vinícius guiava a cabeça dele, empurrando mais fundo. Quando Cristiano engasgava, ele parava, dava um tempo, depois continuava, fodendo sua boca de forma lenta e ritmada, controlando o ritmo.
— Olha pra mim enquanto chupa — murmurou Vinícius, voz rouca.
Depois de alguns minutos, ele levantou um braço, expondo o suvaco suado.
— Lambe aqui.
Cristiano, respirando pesado, subiu e passou a língua pelo suvaco peludo, sentindo o gosto forte de suor. Vinícius gemeu baixo, claramente gostando do poder.
Em seguida, Vinícius esticou um pé.
— Agora os pés. Chupa os dedos.
Cristiano lambeu as solas e chupou cada dedo devagar, enquanto Vinícius se masturbava olhando para ele.
Só então Vinícius segurou a cabeça dele novamente e fodeu sua boca com mais intensidade, até gozar fundo, segurando firme enquanto Cristiano engolia quase tudo, tossindo e babando.
Vinícius respirou fundo, satisfeito, e passou o polegar no canto da boca de Cristiano, limpando o resto.
— Boa garoto. Isso fica entre nós. Enquanto você me tratar bem, eu te cubro com o Paulo.
Comentem por favor se querem a continuação da história de Cristiano...

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