Perdendo a virgindade para o próprio pai, e talvez o saco
Era uma noite quente de verão na casa velha da família. O ar estava pesado, carregado de tensão. Marcos, 22 anos, ainda morava com o pai, Roberto, um homem forte de 48 anos, viúvo, de mãos calejadas e olhar severo. Roberto há meses ameaçava o filho por causa das “safadezas” — as festas, as noites fora, as namoradas que apareciam e sumiam. Mas naquela noite, algo havia mudado. O pai tinha bebido um pouco e o olhar estava diferente: faminto, decidido.
— Tira a roupa, Marcos. Tudo — ordenou Roberto, a voz grave ecoando no quarto do filho.
Marcos sentiu o coração disparar. Ele sabia que o pai não estava brincando. Tremendo, tirou a camisa, depois a calça, ficando só de cueca boxer preta. O volume entre as pernas já começava a inchar, traidor.
— Tudo, eu disse — repetiu o pai, aproximando-se. Ele segurou o queixo do filho, forçando-o a olhar nos seus olhos. — Hoje eu vou tirar a virgindade desse cu virgem que você tanto esconde. E enquanto eu estiver enterrado bem fundo em você, vou te lembrar que depois vou capar esse saco. Vou tirar esses dois ovos fora pra você nunca mais pensar com a cabeça de baixo.
Marcos engoliu em seco, o rosto queimando de vergonha e excitação. Ele baixou a cueca devagar. Seu pau saltou livre, meio duro, e o saco pesado balançou entre as coxas. Roberto olhou diretamente para os testículos do filho, lambendo os lábios.
— Olha só esse saco bonito… cheinho, redondo. Dois bagos gordos que ainda não sabem o que é dor de verdade. Deita na cama, de quatro. Mostra esse cu virgem pro pai.
Marcos obedeceu, subindo na cama, joelhos afastados, o rosto enterrado no travesseiro. Sua bunda redonda e firme ficou exposta, o buraco rosado piscando involuntariamente. Roberto tirou a própria roupa devagar, revelando um pau grosso, veioso, já completamente duro e babando pré-gozo na cabeça inchada.
Ele cuspiu na mão e passou a saliva grossa no pau. Depois, abriu as nádegas do filho com as duas mãos grandes.
— Olha esse furinho apertado… nunca foi fodido, né? Hoje o pai vai arrombar ele bem devagar. E você vai sentir cada centímetro enquanto eu falo o que vou fazer com suas bolas.
Roberto pressionou a cabeça grossa contra o anel virgem do filho. Marcos gemeu alto quando o pai começou a forçar.
— Ai, pai… tá muito grosso… vai devagar…
— Devagar uma merda — rosnou Roberto, empurrando mais. O anel cedeu aos poucos, engolindo a cabeça do pau do pai com um estalo molhado. — Isso… abre esse cu pra mim. Sente o pau do pai entrando na sua virgindade.
Centímetro por centímetro, o pau grosso invadia o intestino quente e apertado de Marcos. O garoto gemia, os dedos cravando nos lençóis, o corpo tremendo. Quando Roberto finalmente enterrou tudo, as bolas pesadas dele batendo contra o saco do filho, ele parou, saboreando o aperto.
— Todo dentro… que cu gostoso, filho. Virgem até agora. Agora você é meu macho. — Ele se inclinou sobre as costas de Marcos, o peito peludo colado na pele suada do rapaz, e começou a mover os quadris devagar, fodendo com estocadas longas e profundas.
— Pai… ahh… tá me enchendo todo… — choramingou Marcos, o próprio pau duro pingando no lençol.
Roberto segurou os cabelos do filho e puxou sua cabeça para trás, falando rouco no ouvido dele enquanto metia mais forte:
— Enquanto eu fodo esse cu, escuta bem: depois que eu gozar bem fundo em você, vou amarrar esse saco. Vou apertar forte na base até ficarem roxos. Depois vou pegar a faca afiada e cortar devagar. Primeiro um ovo, depois o outro. Vou te capar, filho. Você vai virar um eunuco. Sem bolas, sem porra, só um pauzinho mole pra sempre.
As palavras sujas faziam Marcos gemer mais alto. O pau do pai batia fundo, acertando a próstata a cada estocada, fazendo o cu do garoto contrair em espasmos de prazer.
— Não… por favor… eu preciso das minhas bolas… — implorava Marcos, mas o corpo traía, empurrando a bunda para trás, pedindo mais.
Roberto riu baixo, acelerando as investidas. O quarto enchia-se do som molhado de pele contra pele, do saco dele batendo no saco virgem do filho.
— Precisa? Olha como seu cu tá apertando meu pau. Você adora isso, seu putinho. Adora o pai te arrombando enquanto ameaça capar você. — Ele esticou a mão por baixo, segurando o saco de Marcos, apertando as bolas com firmeza. — Sente elas? Pesadas, cheias de porra. Amanhã elas vão estar num potinho em cima da minha mesa.
Marcos gritou de prazer quando o pai apertou mais forte, masturbando-o ao mesmo tempo que metia fundo. O cu virgem já estava completamente arrombado, escorregadio de saliva e pré-gozo, aceitando o pau grosso com facilidade obscena.
Roberto aumentou o ritmo, fodendo com força bruta agora. Cada estocada fazia a cama bater contra a parede.
— Vou encher esse cu de leite, filho. E enquanto você sente o pai gozando, imagina sua castração. Eu cortando devagar… o sangue escorrendo… e você virando meu macho castrado, sem tesão, só servindo pro meu pau.
— Pai… eu vou gozar… — avisou Marcos, a voz falhando.
— Goza, vai. Goza enquanto eu fodo sua virgindade.
Marcos explodiu primeiro, o cu apertando violentamente o pau do pai, jatos grossos de porra sujando o lençol. Roberto urrou, enterrando até o fundo e gozando forte, enchendo o intestino do filho com jatos quentes e abundantes de sêmen.
Os dois ficaram ofegantes, o pau do pai ainda pulsando dentro do cu arrombado. Roberto beijou o pescoço suado do filho e sussurrou:
— Isso foi só o começo. Amanhã vamos falar sério sobre essa castração. Seu saco ainda está aí… por enquanto.
Marcos, exausto, com o cu latejando e cheio de porra do pai, só conseguiu gemer baixinho, o corpo tremendo de prazer e medo.
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