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Tornei-me lésbica, papai adorou

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Cláudia

Quando eu tinha quatorze anos, mamãe completou trinta. Naquela época, minha mãe se referia a meu pai como papa anjo, pois ele naquele ano já tinha quarenta e dois, era um quarentão bonitão, corpão malhado, bronzeado e charmoso. Devo confessar que com todo meus hormônios em ebulição, eu tinha uma tesãozinha por ele. Naquela época já fazia mais de dez anos que eles estavam separados, por razões que nunca tinham ficado bem claras para mim, pois os dois referiam-se um ao outro com muito carinho. Até então, eu só passava os dias em companhia dele, sempre aos sábados ou nos domingos, até que naquele feriadão, mamãe autorizou eu passar os quatro dias com ele. Na quinta feira cedinho, papai me pegou em frente do nosso prédio e rodamos em direção ao Litoral. Nos instalamos no quitinete que papai tinha alugado, quando então mostrei a meu pai o biquininho que ele tinha me dado no último dia que tínhamos ido ao shopping e pude ver que mamãe tinha razão, pois a partir daquele instante papai não conseguia esconder sua ereção, e que ereção, ele de fato era um papa anjo de fato, não perdia uma oportunidade de alisar as dobrinhas do meu bumbum que o biquini não escondia. Na praia, escolhemos um quiosque para nos protegermos do sol pois com minha pele branquinha eu tinha que tomar cuidado. Logo percebi que estávamos em um ambiente bem liberal, pois a maioria dos presentes formavam casais do mesmo sexo, só então, vi a bandeira LGBT plantada no teto do quiosque, isso no exato instante que uma mulata dona de um corpão lindo sorria para mim ou para meu pai. Todas as vezes que eu olhava para a mesa onde estava a mulata e mais um casal de mulheres, ela estava olhando em direção a nossa mesa. Resolvi entrar no mar para me refrescar e percebi que a mulher caminhava a poucos passos de mim e assim que chegou a meu lado com seu belo sorriso falou: "Oi, meu nome é Lucy, que está achando do nosso quiosque?". "Oi, sou Claudia. Estou achando muito legal". Ela sorriu de modo malicioso e disse. "Seu homem e bem bonitão". Achei natural ela estar interessada em meu pai, afinal ele realmente é um tipão, e com a intenção de abrir caminha para ela respondi. "Não é meu namorado, é meu pai". Os olhos de Lucy brilharam e sem cerimônias pegou minha mão e entramos no mar. Ao chegarmos com as ondas pouco acima da cintura, passamos a pular ainda de mãos dadas como amigas, até que as ondas jogaram nossos corpos uns contra o outro e Lucy me abraçou pela cintura juntando aqueles seios generosos aos meus que ainda estavam em pleno desenvolvimento, aquele abraço aconchegante levou-me a abraça-la também e ela me roubou um selinho, ainda naquela posição nossos olhares se cruzaram e aquela gostosa de vinte e dois anos, não perdeu tempo, trocamos meu primeiro beijo lésbico, lascivo, envolvente, delicioso e excitante. Surpreendentemente não me intimidei e por puro tesão, chupei a pela primeira uma língua, sentindo um vazio gostoso no estomago. Ao sentir aqueles pernas musculosas no meio de minhas coxas, acho que até gemi no ouvido de minha sedutora, pois aqueles olhos negros brilhantes me hipnotizaram no exato instante que recebi de Lucy acariciou meus seios com uma das mãos, enquanto a outra alisava minhas nádegas, nitidamente senti meu grelo endurecer e resolvi que estar fazendo aqui com uma desconhecida não era legal e me afastei da mulata, saí da água e caminhei para o quiosque, lá papai já estava conversando com aquelas outras duas mulheres que anteriormente faziam companhia para Lucy, sentamos os cinco na mesma mesa, papai em um de meus lados e Lucy no outro. Papai estava entretido na conversa com o casal de mulheres e nitidamente interessado no assunto enquanto eu e Lucy namorávamos com os olhos. Meu pai parecia não notar o que estava acontecendo comigo, até que Lucy disfarçadamente alisou uma de minhas coxas, suas mão parecia eletrizada, pois aquele toque fez meu corpo inteiro arrepiar e eu levantei noticiando que iria novamente para água, Lucy rapidamente se ofereceu para me acompanhar, no meio do caminha demos as mãos como duas namoradas e assim que chegamos na posição com agua na cintura de Lucy e já quase na altura dos meios seios, nos abraçamos e passamos a nos apalpar, até ela afastou a perna de meu biquini e pela primeira vez na minha vida recebi uma maravilhosa massagem em meu grelo duro e segurei seu corpo com força enquanto ela além do dedo habilidoso no meu grelo encostou os lábios em meu pescoço, foi a primeira vez que senti o desespero do gozo chegando . Atingi um orgasmo forte durante o qual, sem domínio de minhas ações mordi o ombro da lésbica que não parou de me dar prazer. Nos beijamos longamente e quando abri os olhos vejo meu pai a poucos metros com uma expressão de tarado que me surpreendeu com sua expressão, até mais que com sua presença. Sem falarmos nada saímos os três da água voltando ao quiosque Lucy enrolou um pouco próximo do balcão, enquanto o quiosqueiro preparava sua a sua caipirinha papai cochichou no meu ouvido: "Convida ela para almoçarmos juntos". Admirada com a proposta, mas ainda envergonhada pelo espetáculo que tinha involuntariamente tinha dado a ele, evitei olhar no olho de meu pai. Não demorou para ele dirigindo-se diretamente a Lucy e isolando as duas outras mulheres da mesa, perguntou onde tinha um restaurante bom nas proximidades e assim que ela falou, ele a convidou para almoçar conosco, Lucy aceitou e pegou sua mochila, resolvemos ir até o quitinete para tomarmos um banho antes do almoço e lá papai entrou antes de nós no banheiro e foi muito rápido em seguida entramos eu e Lucy juntas no chuveiro, minha amante, maliciosamente deixou a porta encostada e nos atracamos em um amasso delicioso e embaixo daquele chuveiro senti pela primeira vez na vida uma língua entre meus lábios vaginais virgens, travei um dos pés contra os azulejos do box, deixando minha racha disponível para ser completamente chupada e com as costas encostadas em uma parede com o pé na outra e com Lucy com a cabeça entre minhas coxa passei a gemer como uma doente atingindo um orgasmo ainda mais forte que o primeiro e enquanto sentia meu corpo inteiro tremr vi meu pai no meio do banheiro se masturbando assistindo a sua filha virgem gozar como uma puta. Papai não resistiu e falou: "Se sua mãe tivesse tido essa atitude quando pedi, eu estaria eu estaria com ela até hoje". Só então entendi o motivo da separação dos dois, minha mãe não tinha realizado a fantasia de meu pai. Papai me deu nosso primeiro beijo na boca e se retirou do banheiro. Nos arrumamos e fomos ao restaurante. Durante o almoço papai nos confessou ainda ter uma tesão louca por minha mãe, mas a vontade de participar de uma vida liberal que foi recusada por ela acabou causando a separação. Voltamos para o quitinete e pela primeira vez enquanto era mamada por Lucy, segurei a piroca dura de papai e o masturbei, logo ele estava chupando aquele bucetão raspadinho de Lucy e não perdi a oportunidade de fazer minha primeira chupeta, chupando com volúpia o pirocão de papai. Quando Lucy produziu aquele hummm prolongado de quem está gozando, papai encheu minha boca com seu leite de macho que me fez ficar mais tesuda ainda. Enquanto Lucy ainda estava voltando de seu orgasmo, dividi com ela o leite que ainda tinha na boca e enquanto nos beijávamos, ela pegou a piroca de papai que ainda estava dura e a esfregou em meu rego fazendo meu cuzinho piscar e a sacana cochichou no meu ouvido: "Quer que ele te penetre ?". Antes que eu respondesse, ela me colocou de quatro e enfiou a língua em meu cuzinho virgem, pela primeira vez na vida levei minha mão a minha própria buceta e me masturbei loucamente e aos gritos implorei para ela não parar enquanto meu pai alisava meu corpo mostrando todo seu desejo com aquele mastro maravilhoso apontado para mim tive minha primeira convulsão de prazer caindo na cama em posição fetal sem o menor controle de meus membros tomados por espasmos fornecendo um espetáculo aos meus dois fodedores. Continua ...

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