Descobri que a quenga do meu chefe era a minha namorada Ep 1
Esse conto é uma obra de ficção e portanto seus personagens e fatos são meramente fictícios.
Descobri que a quenga do meu chefe era a minha namorada
Vanessa, minha namorada a quem eu chamo carinhosamente de Nessinha, sempre teve uma presença magnética, que atraía o olhar da macharada. No esplendor dos seus 21 anos, belas curvas e porte de mulher nobre eram um verdadeiro arsenal. Cabelos castanhos longos e levemente ondulados, corpo curvilíneo feminino, cintura fina, pernas torneadas; rosto com traços suaves, lábios cheios e olhos expressivos que passavam tanto doçura quanto sua bunda bem desenhada e redonda, junto das coxas grossas passavam provocação.
O gracejo mais comum que ela ouvia na rua era “que delicinha!”. Como se não bastasse, adorava se vestir de forma provocante: minissaias, cropped, saltos. Nunca usava sutiã, abusava da gravidade com tetas perfeitas.
Eu, Lucas — ou Lulu, como fui apelidado por vovó — tinha meus 24 anos, cabelo curto e escuro, físico mediano, meio magrelo, meio mauricinho. Um estilo bem comum quando comparado ao dela, com aquele jeito de garoto ingênuo que foi criado por vó.
Minha rotina era simples: seguia de casa para o trabalho, e ela do apartamento — que tinha ganhado de um tio ou padrinho, nunca soube ao certo — para sua faculdade. Tudo aparentemente normal.
Um dia, enquanto eu estava concentrado em minha mesa, Otávio, meu chefe, passou pelo corredor e ao reparar no meu porta-retrato, pegou-o em suas mãos. Na foto, Vanessa usava um biquíni estilo panicat e eu estava ao lado. Então ele perguntou:
— É sua irmã?
— Não, é Vanessa, minha namorada — respondi.
Ele sorriu, de forma natural:
— Vocês fazem um belo casal.
Otávio, ou Tavão como era conhecido por todos, era um homem grande de 44 anos. Corpão forte e másculo, ombros largos, presença imponente, com uma barriguinha de chope e uma tremenda rola que já havia visto acidentalmente. Cabelo entre preto e grisalho, barba por fazer, e bem mandão.
Depois ele me interfonou do seu escritório e mandou eu ir até lá, levando o porta-retrato. Achei estranho, mas fui.
— Pois não, chefe?
— Escuta, Luluca...
— É Lulu, digo, Lucas, senhor.
— Que seja. Há um pedido de campanha de baixo orçamento na empresa. Você acha que sua namorada toparia fazer um bico de modelo?
Ele pegou o porta-retrato da minha mão.
— Você não se importa que eu fique com ele por enquanto, para mostrar ao pessoal do marketing, não é?
— Não, claro que não, senhor. Eu não sei se ela toparia, mas posso ligar…
— Faz melhor. Me passa o telefone dela, eu mesmo falo.
Fiquei receoso de passar assim o telefone da minha namorada para o meu chefe, mas acabei passando. Só achei estranho ele salvar como “gostosa”, mas devia ser algum código para lembrar. Preferi não discutir. Estava em pé, sorrindo sem jeito, quando ele disse que eu já podia voltar para minha mesa.
Enquanto Lucas regressava a sua mesa o celular de Vanessa tocava.
Mesmo sem reconhecer o numero, Vanessa atendeu. Otávio, fingindo ser de uma agência de marketing, começou a conversar de forma sedutora, elogiando fotos “recentes” que supostamente tinham caído em suas mãos.
— Vi algumas imagens suas… você tem um corpo incrível. Estamos procurando uma modelo para um ensaio, você toparia? — disse com uma voz máscula e segura.
Vanessa, sem desconfiar do ardil, ouviu atenta e respondeu educada:
— Ah, é? Depende do que envolve…
— Nada demais — continuou Otávio — só queremos alguém com seu porte, beleza e presença. Acho que você se sairia perfeitamente.
O charme da voz, a maneira de conduzir a conversa, provocava e levava Vanessa a sorrir durante a ligação. sentiu um calor percorrer o corpo.
Então eles combinaram para daqui a meia hora ele pega-la na porta da faculdade, meia hora depois Otávio abria a porta do carro para Vanessa entrar, ela parecia nervosa, mas logo estavam a caminho de um restaurante que Otávio conhecia. Otávio se mostrava charmoso e dono da situação, logo conversava com ela no carro passando a mão em uma de suas coxas e a enchendo de uma lábia de nível proficional.
No restaurante, seus olhares se cruzavam a todo momento, a cada drink, com provocações sutis crescendo, toques no rosto, no ombro, nos lábios, sempre a fazendo beber e perder as inibições, ela sentia o calor subir, rindo, alegre, por vontade própria.
— Então, vamos para o motel… — disse ele, com um sorriso malicioso, e cheio de convicção, enquanto se inclinava aproximando o corpo do dela. Vanessa não se intimidou, pois sabia exatamente o que viria a seguir, e com prazer aceitou.
Não demorou estavam na porta do motel, Otávio abriu a porta com um sorriso:
— Nossa, foi tudo tão rápido que nem deu tempo de tomar um cafézinho. — disse, com ironia, enquanto Vanessa gargalhava com um certo prazer.
E ali, naquela suite de motel, ela se viu pelada enquanto aquele homenzarrão bombava sua buceta louco de tesão, sua vara era tão grande e tão grossa, que ela gritava de prazer.
O sexo era intenso e explícito. Otávio apertava suas carnes com prazer enquanto feito uma locomotiva a fazia tremer sem parar, era manipulada como uma boneca por aquele coroa gigante e experiente, que a deixava de quatro e seu namoradinho no chinelo tamanha gana sexual.
Vanessa não fazia idéia de que este gorila gostoso que a montava, era na verdade o chefe do malfadado Lucas, e rebola seus quadris no ritmo das musicas imorais de funk que tocavam ao fundo para agrada-lo. Ela se entregava completamente, sentindo prazer e submissão ao mesmo tempo, misturado com a excitação de se sentir realmente fêmea agora dominada por um macho de verdade. O tempo parecia suspenso, e cada movimento, cada gemido, cada toque, alimentava a tensão que se acumulou desde o primeiro telefonema.
Vanessa, agora como piranha de Otávio, ou melhor Tavão como ele a ordenou chama-lo, não viu as horas passando antes que trasassem um todo de cinco vezes, so então ja cansados ela perguntou aflita que horas são? Ja passava das dez e varias chamadas e mensagens de Lucas no celular, a fizeram pedir para ir pra casa, Otávio ja mais relaxado com a trepada esplêndida que dera com sua nova conquista, concordou de bom grado, Vanessa preoculpada disse, mas antes passa numa farmacia, você gozou muito dentro.
Vanessa se levantou devagar e foi até o banheiro, no espelho, seu reflexo mostrava cada detalhe da loucura que acabara de viver: sua buceta ainda aberta, escorrendo porra, e a bunda marcada pelas mãozadas que Tavão havia lhe dado. O corpo inteiro ardia, vermelho, sensível, e marcado por chupões, mas ela não conseguia desviar o olhar.
“Agora sim… eu fui fodida por um homem de verdade”, murmurou para si mesma, sentindo um calor subir pelo corpo de novo só de lembrar da força, do domínio, do prazer selvagem que tinha acabado de experimentar. Cada marca, cada toque, cada gemido vinha à memória, e ela sorria com um misto de vergonha e tesão, admirando a própria entrega. Foi quando Tavão chega pelado por trás dela a abraçando e dizendo com uma voz meio grogue no seu ouvido que na proxima ele quer comer o seu cu, fazendo ela se arrepiar com um olhar enigmático no espelho, lembrando a si mesma que ainda era virgem de cu.
Na saida do motel, Tavão conduziu Vanessa até o carro. Enquanto seguiam pela estrada, ele segurava sua nuca, guiando suavemente a cabeça dela enquanto ela mamava seu pau, excitada e entregue. O clima dentro do carro era quente, cada toque e gemido deixava o ar carregado, mas ele mantinha controle, apreciando cada instante.
Ao chegarem à farmácia, Tavão parou o carro em um beco escuro antes de entrar na loja. Ele olhou para ela que limpava a boca ainda com os resquícios da porra dele que ela acabará de beber.
Então firme e provocado ele disser:
— Olha, você já vai tomar o remédio mesmo… só mais uma vez, aqui no beco vai, vai ser rapidinho.
Vanessa, sentindo a adrenalina, não resistiu. Tavão a colocou sobre o capô do carro, levantou a saia e entrou nela, penetrando sua buceta com força. Ela gemeu alto, arrepiada, enquanto ele a segurava firme, sentindo cada tremor e cada apertão em sua bunda. O prazer os consumia, intenso e selvagem.
— Vai, pede pra eu gozar dentro de novo — disse ele, com a voz rouca de desejo, provocando Vanessa.
Ela, já completamente entregue, arqueou o corpo e pediu, ansiosa e excitada:
— Quero! Goza dentro de mim de novo!
Depois, ainda escorrendo porra dele, Vanessa entrou na farmácia, pegou a pílula do dia seguinte e passou pelo caixa. Tavão comentou com ironia:
— Noite fria, hein?
Ela percebeu que seus bicos estavam duros por baixo da roupa. Tentando disfarçar, cruzou os braços e respondeu:
— É mesmo…
Quando saíram, Tavão a deixou na porta de casa. Vanessa entrou, trancou a porta e, enquanto respondia às mensagens de Lucas, tomou a pílula do dia seguinte com água, rindo ao perceber o quanto o namorado era ingênuo e facil de enganar.
Contínua...
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Comentários (1)
Chavo: Essa Nessinha é uma piranha, xonei kkkkk
Responder↴ • uid:1dql4m77xpza