#Incesto

Trai o meu marido com o nosso filho! Nunca imaginei isso, mas aconteceu.

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Mãezinha Carinhosa

Essa é uma história quente e proibida que vai mexer com sua imaginação! Mariana, uma mulher de 45 anos, casada há décadas com um marido infiel, descobre um desejo avassalador que a leva a cruzar todos os limites. Vivendo uma relação de fachada, ela encontra no próprio filho, Lucas, de 22 anos, uma paixão inesperada e explosiva. Com câmeras escondidas, ela registra cada momento picante e compartilha suas aventuras no site de Selma Recife www.selmaclub.com , onde o tesão e os tabus se misturam em detalhes suculentos. Quer saber como tudo começou? Então mergulhe nesse relato cheio de provocações, peidos acidentais, anal doloroso e gatilhos que vão te fazer correr atrás de mais!
Olá, leitores! Vou começar me apresentando. Meu nome é Mariana, tenho 45 anos e sou uma mulher extremamente mal-casada. Meu marido, André, de 48 anos, cometeu o erro fatal de arrumar uma amante há alguns anos. Quando descobri, o barraco foi tão grande que quase coloquei um ponto final no nosso casamento. Mas, por conveniência – o conforto do nosso filho, a imagem perante a família e os negócios que dividimos –, decidimos manter a farsa. Vivemos sob o mesmo teto, mas sem sexo há mais de dez anos. Para o mundo lá fora, somos o casal perfeito, sempre sorridentes e harmoniosos. Mal sabem eles a verdade por trás das cortinas.

Sou branquinha, com olhos castanhos profundos e cabelos cacheados que batem na altura do queixo. Tenho 1,65m, uns 70kg, e meu corpo, bem, já não é mais o de uma garota de 25 anos. Meus seios são fartos, com auréolas escuras, mas a gravidade já fez seu trabalho, deixando-os um pouco pendentes. Meu traseiro, porém, é meu orgulho: grande, empinado, com algumas marcas de celulite que não escondo. Minhas coxas são grossas, e minha buceta é carnuda, sempre bem cuidada, com os pelos aparadinhos – mesmo que ninguém a visse há tempos.

Depois de descobrir a traição do André, nunca mais me envolvi com outro homem. Isso mudou drasticamente com os acontecimentos que vou narrar. Hoje, tenho um perfil no site de Selma Recife, onde posto todas as minhas aventuras mais quentes, gravadas com uma câmera escondida que carrego para todo lado. Se você quer detalhes suculentos, é lá que vai encontrar – e olha que eu capricho nas descrições!

Meu filho, Lucas, está com 22 anos. Ele é alto, cerca de 1,85m, magro, com uns 75kg, pele clara e poucos pelos no corpo. Tem um jeitão meio desajeitado, com cabelo bagunçado e olhos pretos que brilham de curiosidade. Em casa, sempre fomos bem à vontade uns com os outros. Não era raro eu, André ou Lucas andarmos pelados na hora de trocar de roupa ou sair do banho. Nunca vi problema nisso – até recentemente.

De uns tempos pra cá, notei que Lucas começou a evitar ficar nu na minha frente. Achei natural, afinal, ele já é um homem feito, e talvez sentisse vergonha. Mas o que realmente me deixou intrigada foi o jeito que ele passou a me olhar quando eu estava sem roupa ou só de lingerie. Seus olhos percorriam meu corpo – ora fixos no meu rabo, ora nos meus peitos, ora na minha buceta. Eu o pegava me encarando pelo canto do olho, e isso começou a mexer comigo.

A coisa ficou mais séria quando percebi que ele inventava desculpas pra ficar perto de mim nesses momentos. Sempre que eu tomava banho, lá vinha ele, uns 15 minutos depois, batendo na porta: “Mãe, posso escovar os dentes aí?”. Entrava, puxava papo e ficava me observando enquanto eu saía do box, me secava e me vestia. Às vezes, ele “sem querer” esbarrava em mim, roçando o corpo no meu. Aquilo me deixava confusa. Será que ele me desejava? Ou era eu, carente depois de anos sem sexo, imaginando coisas?

Tentei me convencer de que era paranoia minha. “Ele é meu filho, pelo amor de Deus!”, pensava. Mas logo descobri que estava redondamente enganada. Um dia, saí do quarto pelada, rumo ao banheiro, e vi Lucas no sofá, mexendo no celular. Ele me devorou com os olhos, como sempre. Pensei “deixa pra lá”, mas dei uma olhada discreta pra trás. O que vi me paralisou: ele apertava o pau por cima do short, me encarando fixamente. Nossos olhares se cruzaram por um segundo, e ele sabia que eu tinha visto.

Entrei no banheiro, tranquei a porta e meu coração disparou. Liguei o chuveiro, tentando organizar os pensamentos, mas então veio o pior: minha buceta começou a pulsar, quente, molhada, pedindo por algo que eu não queria admitir. Saber que meu filho me queria me deixou excitada – e apavorada. “Isso é errado!”, gritava minha mente, mas meu corpo não obedecia. Toquei meus seios, hesitante, depois desci a mão até minha buceta. Estava encharcada. “Para com isso, Mariana! Ele é seu filho!”, pensei, mas já era tarde – dois dedos já estavam dentro de mim, me fodendo enquanto eu imaginava Lucas me pegando ali mesmo, no chuveiro.

Estava tão perdida no tesão que nem ouvi o tempo passar. De repente, um “toc-toc-toc” na porta me arrancou do transe.
- Mãe, abre aí pra eu escovar os dentes! – era Lucas, com aquela voz calma que escondia tudo.
Respirei fundo. Sempre abria pra ele, então não podia negar agora. Destravei a porta, ainda no box, e decidi: “Hoje eu descubro se esse garoto me quer mesmo ou se eu tô ficando louca”.
- Filho, pega uma calcinha pra mim no quarto, por favor? Esqueci de trazer! – pedi, com a voz trêmula de excitação.
- Claro, mãe! Já volto! – ele respondeu, animado.

Em segundos, ele voltou:
- Aqui, mãe! Sua calcinha!
Desliguei o chuveiro, me enxuguei e saí do box, roçando meu corpo no dele de propósito. Ele me entregou uma calcinha vermelha, minúscula, quase um fio-dental.
- Nossa, filho! Logo essa? – brinquei, rindo.
- Foi a primeira que vi, mãe! – ele disse, com um sorriso safado.
- Tudo bem, mas acho que não fica mais boa em mim – provoquei, vestindo a peça e dando uma voltinha na frente dele.
- Que isso, mãe! Tá perfeita! – ele respondeu, me comendo com os olhos.

Olhei no espelho: a calcinha mal cobria minha buceta, e meu rabo ficava todo à mostra.
- Acho que isso é coisa pra menina de 20 anos, não pra mim – falei, jogando verde.
- Nada disso, mãe! Em você fica mil vezes melhor! – ele retrucou, sem tirar os olhos do meu corpo.

Fiquei sem ar. Será que ele ia admitir?
- Por que você acha isso, hein? – perguntei, curiosa.
- Porque eu sempre achei mulheres mais velhas mais gostosas… me dão um tesão danado! – ele confessou, sem rodeios.

Minha calcinha já estava ensopada. Ele continuou:
- Sempre quis pegar uma mulher madura. Um dia eu consigo!
Meu Deus! Ele estava me levando à loucura.
- E por que essa vontade, Lucas? – perguntei, entrando no jogo.
- É a experiência, mãe. Me deixa louco só de pensar! – ele disse, com os olhos brilhando.

Eu ri, provocante:
- Mas os novinhos têm mais fogo, mais disposição… Eu acho, né? Nunca peguei um garoto, só homens mais velhos!
- E nunca teve vontade, mãe? – ele perguntou, se aproximando.
- Já… mas você sabe, sou casada com seu pai – respondi, quase rindo da mentira.
- Para com isso, mãe! Eu sei que você e o papai não transam há anos! – ele soltou, me deixando sem palavras.

Fiquei muda, mas ele não parou:
- Por que a gente não mata nossas curiosidades? Você com um novinho, eu com uma madura… – ele disse, me encarando.
- Lucas! Tá louco? Somos mãe e filho! Isso é impossível! – retruquei, mas meu corpo gritava o contrário.
- Qual o problema, mãe? É só sexo! Eu morro de tesão por você! – ele se aproximou mais, me abraçando por trás. Senti seu pau duro roçando meu rabo. – Me dá um beijo, mãe. Eu sei que você quer também!

Minhas pernas tremiam.
- Por que você quer isso de mim, filho? – perguntei, tentando me controlar.
- Me prova que não tem diferença entre o seu beijo e o de uma garota! – ele sussurrou no meu ouvido.

Não aguentei. Virei de frente pra ele, ele me puxou pela cintura, e nossas bocas se encontraram. O beijo foi selvagem, nossas línguas se devorando como se não houvesse amanhã. Minha buceta pingava, e o pau dele, duro como pedra, roçava minha coxa. Ele me prensou contra a pia, suas mãos agarrando meu rabo com força, subindo pros meus peitos, apertando tudo com vontade.
- Que mãe gostosa eu tenho… safada… tarada… – ele gemia entre os beijos.
- Filho… você me deixa louca… quero isso todo dia agora… – respondi, perdida no tesão.

Desci a mão pro pau dele, ainda no short. Ele mesmo baixou tudo, e quando vi aquela rola grossa e enorme, quase caí pra trás.
- Meu Deus, Lucas! Que isso?! – exclamei, boquiaberta.
- Gostou, mãe? – ele riu, orgulhoso.
- Fazia tempo que eu não via isso… que delícia! – falei, já salivando.

Segurei a base e engoli metade de uma vez. Ele gemeu alto:
- Caralho, que boca quente! Chupa, mãe, chupa gostoso!
Fui e voltei com a boca, chupando com vontade, enquanto ele xingava:
- Isso, sua puta safada… chupa minha rola… vai, vadia!

Depois de uns minutos, tirei o pau da boca e bati com ele no meu rosto, provocando. Ele não aguentou: segurou minha cabeça e fodeu minha boca como se fosse uma buceta, enfiando até o fundo. Eu engasgava, babava, e ele puxava meu cabelo, gemendo alto. Parou de repente, me levantou e arrancou minha calcinha.
- Quero te chupar, mãe – disse, se ajoelhando.

Abri as pernas, apoiei um pé no vaso e deixei ele lamber minha buceta melíflua. Sua língua me levou ao delírio, chupando meu grelo até eu gemer como louca:
- Isso, seu tarado… chupa a mamãe… que gostoso!

Ele me chupou por uns minutos e disse:
- Quero te comer agora, mãe.
Tremi inteira. Depois de dez anos, uma rola ia me invadir de novo. Ele sentou no vaso, e eu subi em cima, de costas pra ele, como ele pediu – queria ver meu rabo. Empinei bem, e ele segurou meu quadril, mirando o pau na minha buceta. Fui descendo devagar, sentindo cada centímetro me rasgar.
- Aiii… que grosso… que delícia! – gemi, enquanto ele me enchia toda.

Comecei a cavalgar, rebolando como uma vadia, gemendo alto e soltando peidos acidentais de tanto esforço. Ele ria e batia na minha bunda:
- Isso, mãe… mete gostoso… que rabo tesudo!

Cansada, pedi pra mudar. Fiquei de quatro na pia, e ele veio por trás, metendo com força.
- Fode, filho… come sua mãezinha… me arromba! – gritava, enquanto ele abria meu rabo pra ver a rola entrar e sair.

De repente, ele parou, tirou da buceta e mirou meu cu.
- Quero teu rabo, mãe – disse, forçando a entrada.
- Aiii, devagar… tá doendo! – reclamei, mas o tesão falou mais alto. Ele cuspiu no meu cu e enfiou, me fazendo gritar de dor e prazer.
- Caralho, que cu apertado… vou te foder inteira! – ele gemia, bombando sem dó.

A dor virou êxtase, e logo ele avisou:
- Vou gozar, mãe!
- Fora, filho, por favor! – pedi.

Ele tirou do meu cu e gozou na minha bunda, jatos quentes melando tudo – meu rabo, meu cu, minha buceta. Toquei meu clitóris e gozei junto, squirtando como nunca, molhando o chão do banheiro. Exausta, tomei outro banho com ele, rapidinho, antes do André chegar.

Essa foi só a primeira de muitas fodas com Lucas. Gravei tudo com minha câmera escondida e postei no site de Selma Recife www.selmaclub.com – tem muito mais lá, com detalhes que vão te deixar louco! Quer saber como foi o anal que quase me partiu ao meio ou os peidos que escaparam no calor do momento? Corre pro site e descubra!

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Comentários (1)

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  • Jorge: Muito bom,mais mais quero mais.

    Responder↴ • uid:1dahq4jp8k