PRESÍDIO não é mole, amigos!
Ser preso injustamente, jogado em um presídio onde a privacidade é zero, os corpos estão à mostra e o tesão surge onde menos se espera. Lucas, um cara comum de 32 anos, viu sua vida virar de cabeça para baixo ao ser confundido com um criminoso. Lá dentro, entre chuveiros abertos, peidos ecoando e situações quentes, ele descobriu um lado seu que nunca imaginou. E agora, fora da cadeia, ele registra tudo em vídeos picantes com câmera escondida e posta no site de Selma Recife, um portal que vai fazer você querer saber mais. Prepare-se para uma história cheia de tensão, desejo e anal com dor que vai te deixar curioso até o fim!
Eu fui preso injustamente. Tá, eu sei que quase todo mundo que vai parar atrás das grades jura de pés juntos que não fez nada. Mas, no meu caso, é verdade pura e cristalina. Meu nome é Lucas, tenho 32 anos, moro em Florianópolis e levo uma vida tranquila — ou levava, até aquele dia. Alguém clonou a placa do meu carro, um Fiat Marea 2005 que eu herdei do meu pai, e com esse carro falsificado, um desgraçado atropelou uma mulher na rua principal do bairro Trindade. O cara fugiu, claro, mas as câmeras de segurança captaram a placa. E adivinha quem caiu na rede? Eu, que não tinha nada a ver com isso.
Era uma terça-feira comum, 6h30 da manhã, eu estava de cueca na minha casa no bairro Coqueiros, tomando café preto e me preparando pra sair pro trabalho — sou contador numa empresa de médio porte. De repente, batidas fortes na porta. Abri, ainda meio grogue, e dei de cara com três policiais. “Lucas Eduardo Mendes?”, perguntou o mais alto, um cara de uns 40 anos com cara de quem não dormia há dias. Confirmei, achando que era algum engano. “O senhor está preso, temos um mandado aqui.” Ele me mostrou o papel, e eu gelei. Antes que eu pudesse reagir, me algemaram com uma delicadeza surpreendente — até me deixaram ligar pro meu primo André, 35 anos, advogado em ascensão na cidade.
Fui levado pro fórum de Florianópolis, uma construção cinza e fria que eu só conhecia por fora. Na audiência de custódia, tentei explicar: “Eu não sei de nada, não estava lá, meu carro tá na garagem desde ontem!” A juíza, uma mulher de uns 50 anos com óculos de armação preta, me olhou por cima das lentes e disse, seca: “Seu advogado que peça sua soltura ao juiz responsável. Aqui só verificamos se houve maus-tratos na prisão.” Não houve, os policiais foram até educados, mas isso não mudava o fato: eu estava ferrado.
André me garantiu que ia correr atrás do habeas corpus, mas avisou: “Até resolver, você vai pro presídio. Fica calmo, vou te tirar daí logo.” “Logo” não me confortou muito. Fui transferido pro Presídio de São José, uma unidade supostamente “leve”, sem facções, destinada a presos com ensino superior ou crimes menos violentos. Eu, com meu diploma de Ciências Contábeis pela UFSC, caí ali.
Na chegada, a triagem foi um choque. Primeiro, cortaram meu cabelo — que eu mantinha num corte social, mas virou quase um zero com a máquina. Depois, mandaram raspar minha barba, que eu cultivava há anos. Aí veio o pior: mesmo depois de passar por um scanner corporal, um agente, um cara magro de uns 30 anos com tatuagem no braço, me mandou tirar toda a roupa. Fiquei pelado na frente dele, vermelho de vergonha, enquanto ele me revistava com uma lanterna, olhando até onde o sol não bate. “Levanta os braços, abre as pernas,” ele disse, com um tom profissional que não diminuía o constrangimento. Tentei me convencer que era só protocolo, mas meu coração batia como se eu fosse explodir. Meus pertences — carteira, celular, chaves — foram confiscados, e recebi um uniforme cinza surrado, um chinelo de dedo vagabundo, uma toalha fina e um kit básico de higiene: sabonete, pasta de dente e uma escova que parecia já ter sido usada.
Depois de uma entrevista rápida pra confirmar que eu não tinha perfil de facção, me levaram pro pavilhão. Era um bloco com umas cem pessoas, divididas em celas. Fui parar numa cela pra 12, mas que tinha 18 caras espremidos. Os últimos a chegar, como eu, dormiam em colchões no chão. Me indicaram um canto com uma prateleira de concreto pra guardar minhas coisas — o segundo uniforme, a toalha e o kit. O lugar fedia a mofo e suor, mas os presos pareciam calmos. Tinha de tudo: um ex-vereador de 45 anos que sonegou impostos, um mecânico de 38 que matou a ex-mulher num surto (mas ali parecia um santo), até um primo de policial de 29 anos que não podia ir pra presídios comuns. Ninguém parecia o estereótipo de criminoso dos filmes.
Eu não sou o tipo que se destaca numa cadeia. Tenho 1m68, 70 quilos, cabelo castanho escuro, olhos verdes e um corpo malhado, mas magro — resultado de anos de academia, mas sem exageros. Sou mais cerebral que físico, sempre fui o nerd da turma. Imagina meu pavor de estar ali, cercado de desconhecidos, sem saber o que esperar.
Quem me ajudou a me situar foi Marcos, um cara de 34 anos, moreno, 1m80, corpo definido de quem já foi atleta. Ele estava preso há duas semanas por porte de cocaína — jurava que era pra uso pessoal, não tráfico. Me mostrou a cela, onde eu ia dormir (no chão, ao lado dele), e apontou o banheiro: “Tá ali no fundo.” Era um espaço minúsculo, com duas pias de plástico, dois chuveiros abertos à esquerda e duas privadas à direita, separadas só por uma mureta na altura da cintura. Sem portas, sem privacidade. Enquanto eu mijava, dois caras tomavam banho, pelados, conversando como se estivessem num bar. Um deles soltou um peido alto, e o outro riu: “Porra, João, que fedor!” Eu lavei as mãos rápido, tentando não olhar pros pintos balançando, mas era impossível ignorar. Sempre fui tímido, nunca me troquei em vestiário, mas ali não tinha escapatória.
Marcos me levou pro pátio, onde uns jogavam bola, outros caminhavam em círculos. Ele me contou que era dono de uma loja de roupas em Palhoça e que a audiência dele seria em breve. “Tô confiante que saio, mas até lá, é sobreviver aqui.” Perto da entrada do pavilhão, vi quatro chuveiros com água quente, mas abertos pra todo mundo ver. Uns caras esperavam na fila, já tirando a roupa, enquanto outros saíam se enxugando. “Eu não tomo banho assim na frente de todo mundo,” murmurei. Marcos riu: “Aqui não tem escolha, acostuma.”
Às 16h, serviram a janta numa marmita — arroz, feijão, macarrão e um pedaço de frango duro. Depois, trancaram as celas. Quando escureceu, Marcos perguntou: “Não vai tomar banho?” “Tomei hoje cedo, antes de ser preso,” desconversei. Na real, eu queria evitar ao máximo me expor. Mas aí ele tirou a roupa bem devagar, sabendo que eu ia olhar. E eu olhei. O pau dele era grosso, uns 16cm, e balançava enquanto ele pegava a toalha. Fui escovar os dentes só pra vê-lo no chuveiro, fingindo naturalidade. O cara ao lado cagava, soltando peidos barulhentos que fediam a enxofre, mas eu mal liguei — estava hipnotizado por Marcos.
Voltei pro colchão, já com uma ereção começando. Nunca me interessei por homens, sempre fui hétero convicto, mas ali, naquele lugar, algo estava mexendo comigo. Marcos voltou, se enxugando bem perto de mim, o pau ainda úmido roçando na minha perna por acidente. “Se for se resolver, espera escurecer e faz silêncio,” ele sussurrou. “Quase todo mundo faz, pega papel higiênico pra não sujar.” Fiquei roxo de vergonha — ele tinha notado meu pau duro.
Depois do lanche da noite — pão com margarina e leite com toddy —, as luzes apagaram. No silêncio, ouvi os sons discretos de punhetas. Marcos me olhou, fez um joinha e começou a se tocar debaixo da coberta. Eu fiz o mesmo, nossos olhos travados na penumbra. Gozei no papel, ele também, e dormi exausto.
No dia seguinte, a rotina foi monótona: café fraco, caminhadas com Marcos, marmitas ruins. Tentei cagar, mas com dois caras me olhando no banho, demorei pra relaxar. Quando saiu, foi um alívio misturado com peidos altos que ecoaram na cela. Marcos riu depois: “Demorou por causa do público ou dos pintos?” “Sou tímido, cara,” desconversei.
No terceiro dia, uma sirene disparou. Policiais armados invadiram o pavilhão, gritando pra deitarmos no chão. Revistaram tudo, mandando a gente tirar a roupa. Pelado, com uma metralhadora nas costas, abri a bunda e fiz agachamentos pra provar que não escondia nada no cu. Encontraram um celular numa outra cela, e levaram os presos de lá. Ficamos horas nus, limpando a bagunça — colchões rasgados, kits revirados. Eu já não ligava mais pros pintos à mostra, até curtia olhar.
Quando liberaram os chuveiros quentes, fui com Marcos. Ele me chupou na piscina da casa dele depois, mas isso eu conto já. Porque, sim, eu saí. André conseguiu minha soltura naquele dia. Marcos anotou meu número e prometeu ligar. Em casa, me vi no espelho, me achei gostoso e bati uma olhando meu reflexo. Depois, comi pelado na varanda, sem vergonha de ser visto.
Hoje, registro tudo com câmera escondida — os banhos, as punhetas, até o anal com Marcos, que doeu pra caralho na primeira vez, mas me deixou viciado. Posto no site da Selma Recife www.selmaclub.com , onde conto cada detalhe sujo. Quer mais? Corre lá, porque o que vivi na cadeia e fora dela é só o começo dessa loucura!
Veja mais em /?s=anal+recife
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Comentários (1)
Pacupeva: Já li esse conto, mas eram outros personagens, ou seja, trocou somente os nomes.
Responder↴ • uid:1dkhnbpxgtxk