#Coroa #Incesto #Teen

Meu avô me comeu achando que era minha vó

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Tímida safada

Depois que minha vó morreu, meu avô me comeu achando que era ela

( Esse conto é diferente do outro que estou escrevendo, ainda não consegui fazer a parte 4, por isso fiz esse com outros personagens, outra história)

Sou Antonella,tenho quinze anos, tenho estatura mediana, cabelos loiros, olhos verdes como uma esmeralda, tenho seios medianos e bunda grande, resultado de academia que faço desde muito nova.

Sou de uma família Rica do estado de Goiânia, minha mãe é empresária, meu pai eu nunca conheci.

Vamos ao que interessa.

Minha mãe sempre foi uma puta e nunca escondeu isso, ela adora trazer seus machos aqui pra casa, muitas vezes ouço seus gritos escândalos, tapas e até chicotadas ( ela é meio masoquista)

Então com esse comportamento da minha mãe, desde muito nova eu já possuía esse lado bem safada também, adorava escutar os gemidos da minha mãe, já vi ela transando na sala, na piscina, até na cozinha, ela nunca foi o tipo mãe conservadora, ela me via olhando suas transas e não falava nada.

Adquiri o jeitinho de puta da minha mãe, que para o mundo era uma empresária poderosa, mãe de família, mas ninguém sabia como ela era de verdade.

Com dez anos eu acabei ganhando meu primeiro beijo e minha primeira chupada na boceta e também fiz o boquete, tudo isso em um ficante da minha mãe.

Ela mesma que incentivou o homem a me beijar e me chupar, falou que eu já tinha idade pra certas coisas.

A partir daí tudo melhorou, ela trazia os machos pra casa e sempre me convidava pro quarto, eles sempre me chupavam e eu os chupava, mas ela falava que eu só perderia minha virgindade se eu quisesse.

Com doze anos isso aconteceu, eu já vinha de olho em um professor da minha escola, falei tudo pra minha mãe e ela inventou de contratar o professor pra dar aulas particulares pra mim, já que tinha certa dificuldade em matemática.

Demorou uns dias, mas finalmente ele me fudeu bem gostoso, eu o provocava todo dia, saias curtas, vestidos esvoaçantes, sem calcinha.

Eu adorei perder minha virgindade com ele, o professor não era o tipo carinhoso de ficar fazendo mole, ele simplesmente me envadiu com aquele pau grosso me fazendo gritar, estocava forte até eu me acostumar, quando isso aconteceu ele me fez de gato e sapato.

Depois de perder minha virgindade não pude mais esconder meu lado puta, dava pra professor, colegas de sala, até com desconhecidos que conhecia na internet.

Eu era uma puta de respeito, uma transa no dia não me satisfazia, no mínimo era três.

Minha mãe até me aconselhou arrumar um namorado pra me aquietar um pouco, já que tinha muitos vizinhos fofoqueiros falando das minhas atitudes .

Eu não era contra namorar, mas sabia que com isso viveria limitada a dar apenas pra aquela pessoa, eu queria sentir a textura de vários paus entrando na minha buceta.

Olho para as escadas vendo minha mãe descer cabisbaixa, dava pra ver que desciam lágrimas em seus olhos, me assustei pois quase nunca via dona Bárbara chorar.

__ Mãe, oque foi?- me levanto da mesa de jantar indo até ela.

__ Sua avó, ela morreu.

Ela termina a frase caindo no choro, a amparo levando-a para sala .

Minha avó se chamava Antonella, assim como eu, e não bastava o nome, tínhamos a mesma aparecia, ela podia até ser pouco mais de cinquenta anos mais velha que eu, mas era muito bonita e quando estávamos juntos todos achavam que éramos mãe e filha.

Meus avós foram pais muito cedo, e minha mãe também, minha avó tinha cinquenta e cinco anos, e meu avô sessenta.

Meus avós moram no interior, em uma fazenda muito linda, eu adorava aquele lugar.

__ O vovô deve está muito abalado, vovó era tudo pra ele.

Minha avó vinha tendo uns problemas de saúde depois da covid, já tinha tido até um infarto, vivia mais no hospital que em casa.

__ Sim, ele me ligou estava chorando... Precisamos ir pra fazenda.

Subimos e fiz minha mala com poucas roupas já que lá na fazenda tinha meu quarto e roupas, mamãe também tinha.

Saímos de casa e por segurança o motorista foi dirigindo já que minha mãe tava muito abalada.

Chegamos a fazenda depois de quase uma hora, meu avô estava muito abalado pois em poucas horas o corpo da minha vó chegaria a capela da fazenda pra ser velado.

*Dia seguinte*

Minha avó tinha sido enterrada pela manhã, minha mãe foi embora logo depois, pois tinha trabalhado, e me deixou aqui pra meu avô não ficar sozinho.

Desde que chegou do enterro não saiu do quarto, fiz o almoço, mas ele não comeu quase nada, fiz o jantar e nada.

Dias se passaram, já fazia uma semana do falecimento da minha avó e meu avô continuava o mesmo, mal comia, não saia do quarto, então tive uma ideia.

Era noite, estava vestida pra dormi, vestia um short fino de seda e uma blusinha do mesmo jeito.

Bato na porta e ele autoriza, entro e ele está deitado, mesmo o quarto estando escuro posso vê-lo

Vou até a cama e me deito ao seu lado.

__ Nelinha - aquela era a forma que ele chamava minha vó.

Ele me agarra trazendo pra cima de seu corpo, ele começa a beijar meu ombro e meus cabelos e se esfrega em mim.

Fico paralisada sem saber oque fazer, minha ideia era assistir um filme pra ele se destruir.

__ Meu amor

Ele sussurra passando a mão pela minha bunda, como o short é soltinho ele leva a mão pra dentro do short e apalpa com gosto, esfregando seu pau na minha buceta.

Eu não deveria está gostando por ser meu avô, mas seus carinhos eram tão gostoso, sua mão tão forte.

Começo a esfregar minha boceta no seu pau, ele vestia apenas uma calça pijama de tecido fino, podia sentir seu pau duro na minha boceta.

Tava a muitos dias sem sexo, e até sem me masturbar pois achava que estava desrespeitando o luto do meu avô se fizesse isso.

Ele pode ser meu avô, e podia tá né confundindo com minha avó, mas naquele momento nada era capaz de me deter .

Ele pega no seu rosto e me taca um beijo, não qualquer beijo, nas um beijo apaixonado, com desejo.

Ele tira minha blusa rapidamente e antes que eu possa falar algo ele abocanha meu seio, acariciando o outro, sem deixar de esfregar seu pau na minha boceta.

Eu gemia, gemia sem pudor já que os únicos funcionários que vivem na fazenda tem uma casinha atrás da catedral, nenhum funcionário vive dentro da casa.

Meu vô é um homem alto, forte, malhado e muito bonito, e pelo volume é muito bem dotado.

Com rapidez ele tira meu short me deixando totalmente nua, me jogando de costas na cama ficando por cima de mim.

__ Nelinha, vou fuder sua boceta como você gosta .

Ele levanta minha perna e abocanha minha buceta e chupa sem novo, ele chupa como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, eu gemia me esfregando na sua cara.

__ Sua safada, você ama minha boca nessa buceta gulosa.

Se minha avó amava eu amo bem mais, que boca talentosa, agora entendo porque minha avó morria de ciúmes dele até com minha mãe.

__ Eu vou gozar... Ahh... Vou go...

Não término minha frase pois o prazer me domina e descanso minhas costas na cama, de olhos fechados sentindo aquela sensação gostosa.

Abro os olhos quando sinto seu pau me envadir com força sem anunciar.

__ Ahh... Caralho.

Seguro seus braços tentando fazê-lo sair, pois tá ardendo muito, dava pra perceber que era bem dotado, mas não imaginava o quanto.

Parecia que tava me rasgando por dentro, parecia que era uma virgem pra aquele pau .

__ Sempre tão apertadinha meu amor - sussurra e me beija.

Por mais que eu tente ele não sai de dentro, mas ao perceber meu desconforto fica parado apenas me beijando.

__ Você sempre grita quando eu te penetro sem avisar - sussurra no meu ouvido __ Sempre amei seu gritinho de puta .

Pelo jeito eu tinha mais coisas incomuns com minha vó do que imaginava.

Relaxo com seus beijos e suas carícias em meu corpo, levanto as pernas fazendo posição de frango assado, permitindo que ele se mova.

Assim ele faz, começa de vagar me estigando, falando tanta putaria que meu ouvido que me deixava mais molhada.

De repente ele começa a me comer com força, com vontade, parecia uma máquina, eu só sabia gritar e chamar seu nome, parecia estar incorporada na minha avó, pois nem lembrava que quem estava me comendo é meu avô.

Ele beija meu pescoço, mordisca e chupa enquanto segura minha cintura me comendo com força, vez ou outra contraia minha boceta apertando seu pau, ele parecia gostar.

Sinto que vou gozar e ele parece perceber pois fica mudado as velocidade da estocadas ficando ainda mais gostoso.

__ Goza comigo minha putinha, goza.

Seu sussurro no meu ouvido foi o bastante pra me libertar no mesmo instante que ele.

Ele desaba sobre mim, tomando cuidado pra não me machucar, logo deita ao meu lado.

Fico esperando sua reação quando despertar da alucinação achando que transou com minha vó.

Mas nada vem, olho para o homem ao meu lado e ele está simplesmente dormindo.

Eu não tinha forças pra me levantar e voltar para meu quarto ou vestir a roupa, apenas acabou dormindo também.

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Comentários (7)

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  • Jorginho: Nossa que delícia de conto, imaginando meu pauzão também penetrando sua bucetinha, seu avô e muito sortido eu teria comido teu cuzinho também e metido meu pau todo na sua boquinha. [email protected]

    Responder↴ • uid:1e2r6apm7tlk
  • Grisalho: De tímida você não tem nada, muito excitante e acredito que teve outras vezes.

    Responder↴ • uid:1cuyqeyhdhpa
    • Tímida safada: Teve sim, teve até participação da mamãe 🤤

      • uid:1e4lg0kafoxb
  • Tímida safada: O conto tem alguns erros que não percebi ao postar, espero que não se encomodem.

    Responder↴ • uid:1e4lg0kafoxb
    • Tatiele: Seu vovozinho deve ser muito gostoso hein

      • uid:46kq0ywqfib
    • Tatiele: Porque não postou umas fotos

      • uid:46kq0ywqfib
  • Ofelya: Você e das minhas gosto demais de foda despachei bem cedo meu cabaço e foi duro mas curti !!! Conta mais suas aventuras

    Responder↴ • uid:1dh79xzjxpa6