#Gay #Teen

Pagando o “cinema” com o cu, não perdia uma sessão

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Ramon

CLÁUDIO tinha uma coleção de fitas pornôs de vídeo cassete e ele cobrava para quem ia assistir. Eu pagava prestando serviços sexuais

O vídeo cassete já era razoavelmente normal nessa época, muita gente já tinha, o diferencial de assistir na casa de CLÁUDIO, que tinha o apelido de DELÁ (nem me lembro o motivo desse apelido), era que o irmão mais velho dele era sócio numa videolocadora e trazia fitas de sexo explícito para casa e não ligava se o irmão mais novo assistia a esses filmes. E DELÁ teve de organizar o negócio, até mentir, dizendo que o irmão não deixava mais, porque quando a turma descobriu isso fazia fila na casa dele. Ele passava as tardes sozinho em casa e "mandava e desmandava nela".

DELÁ selecionava nos dedos quem ia assistir esses filmes na casa dele ou cobrava dinheiro de quem se oferecia para ir, ou, então levava a fita para a casa de alguém que aguentasse mais de dez adolescentes dentro da sala, todos de pau duro, fazendo greia (cobrando o aluguel da fita). DELÁ era esperto e usava esses convites seletivos para levar quem ele queria fazer algo; era um tarado esperto e comeu muita gente assim.

O meu contato com ele não era de amizade, conhecia, falava, brincava, não passando disso. Teve um dia que, após a turma fazer um passeio de bicicleta, nada muito longe, ele me chamou e mais dois colegas para lavarmos a bicicleta na casa dele. No quintal, lavamos e já lubrificamos todas elas. Um colega aproveitou e já tomou um "banho" de mangueira no quintal mesmo, eu e o outro íamos fazer o mesmo quando a irmã de um deles vem chamar o irmão, que foi embora. O “molhado” aproveitou e foi junto, restando eu e DELÁ. Eu ia “tomar banho” no quintal, mas DELÁ disse que era melhor não fazer isso, a gente entrava, tomava um suco e depois eu iria para casa, vi que ele meio que forçou isso e concordei. Quando a gente estava tomando o suco, ele me perguntou se eu não queria assistir a um filme “de sacanagem”, ele disse que não ia chegar ninguém antes das 7 da noite e que ele tinha uma coleção. Concordei de imediato, e ele me disse que ia tomar um banho rápido. “Toma um também, você coloca um calção limpo meu e troca de roupa quando for embora”. Topei e já digo que sabia dos filmes mas não das intenções dele (e ninguém divulgava).

Começamos a ver um filme e DELÁ adiantava para as cenas de sexo, trocou uma duas fitas e meu pau já estourava dentro do calção sem cueca. DELÁ tirou uma brincadeira com isso, mostrou que o seu pau estava duro também, e me perguntou se eu tinha coragem de fazer um filme desse. Disse que não, mas queria uma mulher daquela da fita. DELÁ trocou a fita e botou um filme que tinha um casal trepando com um cara e mostrou o “marido” chupando o “urso” e depois dando a bunda a ele. “E esse filme, você faria?”, perguntou de novo.

- Conversa de bicha da porra, DELÁ
- Nada a ver, a turma faz isso numa boa, o negócio e ficar de bico calado.
- E eu você quer me dar a bunda? (essa pergunta já mostrava que eu não era radical, se não curtisse até iria embora, mas fiquei até porque já tinha dado a bunda)
- A gente começa e vai até onde gostar, ele disse já baixando o calção e mostrando um cacete maior do que o meu, mas do mesmo porte, já babando
- Deixa de brincadeira (falei isso mas era como eu dissesse “eu quero”, até porque me encantei tanto com o pau dele que vi a cabecinha babando)
- Mostra o teu pau, RAMON

Ele veio para perto ficou pegando na minha rola e eu automaticamente peguei na dele. “Meu pau é bonito demais, não é? É que todo mundo diz”, falou DELÁ rindo. “É mesmo”, respondi. “Dá uma chupadinha no bonito, vai”, com voz bem baixinha, ele já tinha captado minha vontade. Nem mostrei dúvida, apenas falei quase sem voz que “isso é segredo da gente” e caí de boca, já sentindo o salgadinho do líquido pré-porra na boca. DELÁ começou a mostrar prazer, chiava, dizia que meu boquete era nota dez e começou a alisar minha bunda. “Vamos lá para meu quarto, é melhor”. Ele me colocou na frente e foi elogiando minha bunda, dando tapinhas e passando o dedo no meu rego. Fingi que não queria, no entanto já estava entregue. Eu até curtia um troca-troca, com ele eu sabia que ia ser apenas fêmea.

Eu me sentei na cama rindo, mostrando felicidade, olhando para a rola dura dele e claro que me jogando para DELÁ. O safado deu uma chupada no meu pau, levantou minhas pernas e lambeu meus ovos e meu cu. Ele não enfiava a língua (e já fazia muito para nossa idade), deu uma cuspida e veio com a rola no meu buraco. “Não, não, DELÁ, eu não sei se eu quero”, falei bem baixo e numa entonação que provava que eu queria dizer “enfia”. A cabecinha entrou e mostrei dor (era mentira, estava adorando) e pedi para ele tirar. “Ai, ai, DELÁ, não faz isso, eu não quero”. “Vou devagar, fique calmo”, ele dizia enquanto ia enfiando o resto. A rola dele era maior das que eu tinha levado, nessa época eu mal dava o rabo por algum motivo e meu cu estava bem apertadinho, mesmo já sem pregas. Fiz o teatro. “Entrou toda, o cabaço já foi, agora é só aproveitar”, falou DELÁ, não sei se acreditando na minha virgindade ou para entrar no jogo. E começou a meter gostoso, tranquei o cu no começo, depois relaxei e aproveitei um pouco, pois DELÁ não demorou para meter o leite dele no meu rabo. Senti as contrações da rola e me masturbei até gozar, com ela ainda dentro.

- DELÁ, seu tarado, eu não queria, disse com um riso de satisfação
- Não queria mas gostou. Ou não gostou?
- (...) (nada falei mas minha cara não deixava dúvidas)
- Então, vamos nos limpar que a gente faz de novo, ainda dá tempo.
- Sim, mas isso fica entre a gente, não é?
- Claro, RAMON, eu espalhar isso para quê?

Tomamos um banho ligeiro, tomamos o suco com bolo e voltamos a assistir aos filmes. Os paus ficaram duros, trocamos umas alisadas no pau e fomos para a cama de novo. Dessa vez fizemos um 69. DELÁ não deixou dúvidas que só queria ser ativo e já se deitou por cima de mim, cuspiu muito no meu cu, eu abri as pernas, abri a bunda e ele foi enfiando o pau, que não entrou tão fácil quanto da primeira vez, mas em pouco ele já me bombava na cama. O peso dele, o bafo dele na nuca, nosso suor, tudo me dava tesão. DELÁ disse que ia demorar a gozar nessa posição e me colocou de quatro e aí veio com força, tanto aumentava a velocidade, quanto puxava devagar o pau até a cabecinha e enfiava de vez. Eu não gostava muito dessa enfiada e reclamava, mas ele ria e me mandava ficar calado e “aguentar rola”. Por isso acho que DELÁ sabia que eu não tinha perdido as pregas do cu naquele dia, mas, ao mesmo tempo, a nossa idade na época e a falta de tantas informações podem ter enganado DELÁ.

Comecei a dar muito para DELÁ depois desse dia, a maioria das vezes eu que me oferecia, querendo o pau dele no meu cu; arranjei uma namorada e ainda continuava sendo a putinha dele, até que ele começou a se distanciar, soube que ele comia outros meninos e deixamos de sair. Ele se mudou e nunca mais o vi, mas aquele rola no meu cu, enchendo meus intestinos de leite após sessão de filme pornô, é inesquecível.

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Ramon #Gay #Teen

Comentários (1)

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  • Mineiro: Conta mais dessa época !

    Responder↴ • uid:vpddftnh