O dia que um homem trans me encontrou e não deu certo
Meu nome é Alex, e isso aconteceu no dia 3 de outubro de 2020, no Rio de Janeiro. Eu tinha 22 anos na época, prestes a fazer 23, e era um cara alto, com 2 metros de altura, 120 quilos – sendo uns 100 quilos de puro músculo e só 7% de gordura corporal. Minha pele é parda, cabelo preto e cacheado no estilo 3C, olhos castanhos escuros. Meu pau é circuncidado, mede 23 centímetros quando ereto e é bem grosso, com 12,7 centímetros de circunferência, o que faz ele parecer uma verdadeira arma.Eu estava no app de encontros, procurando algo casual, quando vi o perfil dele. Ele se chamava Jordan, um homem trans de 20 anos, quase 21, vindo de Minas Gerais. Ele era lindo: 1,70 de altura, vestia tamanho 36 em camisa e calça, com medidas perfeitas – busto de 85 centímetros, cintura de 70 centímetros e quadril de 90 centímetros. Pele branca, cabelo loiro natural e liso tipo 1A, olhos azuis claros que pareciam dois lagos. Ele tinha colocado na bio que era trans, tinha buceta, tomava hormônios, então tinha barba, voz grave, pelos no corpo – tudo de homem. Ele avisou que queria só sexo, nada sério, e que precisava ser tratado bem. Eu respondi, marquei rapidinho, peguei uma moto e fui pra casa dele, já que ele estava sozinho.Cheguei lá, ele me cumprimentou na sala, parecendo nervoso. Era a primeira vez dele fazendo isso – na verdade, descobri depois que ele era virgem. Ficamos parados um instante, sem graça, até que ele me chamou pro quarto. Mal entramos, eu tirei a roupa toda, revelando meu corpo musculoso e meu pau já meia-bomba. Ele tirou só a blusa, envergonhado, sem saber como agir. Eu vi o medo nos olhos dele, e isso me excitou. Dei um tapa no rosto dele, forte o suficiente pra fazê-lo cair na cama. Ele se assustou, tentou disfarçar, mas eu percebi."Tá assustado, né? Não era pica que você queria? Ajoelha e mama", eu disse, com voz firme.Ele obedeceu, ajoelhou, pegou meu pau – que já estava enorme e grosso – e colocou na boca. Começou a chupar, e eu falei: "Tá vendo como eu sou dotado? Vou arregaçar você inteiro. Vou meter até quando eu quiser, foda-se o que você acha."Ele chupou por um tempo, mas eu via o arrependimento nos olhos dele. Levantei ele, tirei a cueca, deitei na ponta da cama e comecei a chupá-lo. Ele estava tenso, com medo, não gemia. "Geme pra mim", eu mandei, mordendo o grelo dele. Ele começou a gemer de dor. Quando parei, falei: "Geme mesmo que seja de dor, porque hoje eu vou meter muito e você vai gemer alto."Continuei chupando, ele agarrando os lençóis, olhos fechados, quase chorando. Por fim, levantei, não botei camisinha – pra quê? – deitei na cama e mandei: "Senta no meu pau."Ele tentou sentar devagar, cuidadoso, mas eu abaixei o corpo dele com força. Meu pau entrou todo na buceta dele, rasgando. Ele gritou, pediu pra parar. "Não sou homem de parar", eu respondi, segurei na cintura e meti forte. "É assim que eu trato buceta. Vou arregaçar a sua."Ele estava vendo embaçado, olhos cheios d'água, mas eu ria, olhando pra ele. Dava estocadas fundas: "Não queria pica? Toma!" Ele mordia a boca, gemia alto e sofrido. Pediu pra parar várias vezes, sentindo meu pau no útero dele, mas ignorei.Por fim, falei que ia parar. Ele suspirou aliviado, mas eu disse: "Agora vou provar o cu."Ele implorou pra ficar só na buceta – era minúsculo, magro, meu pau ia destruí-lo. Virei ele de quatro na beirada da cama, tentei enfiar, não entrou. Meti o dedo forte: "Vou arreganhar esse cu mesmo.""Relaxa o cu, relaxa que vai ser melhor", eu falei. Ele não relaxou, doeu pra caralho, mas enfiei o pau todo. Ele gritou, empurrou o corpo pra frente, mas eu segui, mantendo dentro. Ardendo, doendo, mas pra mim era uma delícia: "Que cu apertado, vou ficar bombeando aqui."Meti por um bom tempo, indo e voltando com força, o corpo batendo no dele, barulho alto. Ele implorava pra parar, até que falei: "Não vou parar, vou gozar na buceta agora."Tirei do cu, virei ele de frente e meti na buceta de novo, fundo e forte. Ele segurava os gemidos, pedia pra eu gozar. Às vezes gemia alto, o que me fazia meter mais forte. Depois, botei pra chupar de novo. Enquanto chupava, eu batia: tapas na cara, socos na costela, afundava a cabeça no pau com a perna."Não para, porra! Se era pica que queria, é pica que vai ter."Ele continuou, garganta destruída. Quando vi que não aguentava mais, ri: "É assim que eu gosto: mansinho, acabado, destruído. Garganta, buceta e cu destruídos. Você aguenta, vamos ver até quando."Ele ainda não tinha me feito gozar, eu estava no controle. Depois do boquete, quis o cu em pé. Ele quase chorou, disse que não conseguia. Levantei, apoiei na parede: "Eu sei que não quer, que o cu tá arrombado. Tá arrombado? Diz pra mim."Ele admitiu, doendo muito. "Mas eu tô me fudendo, quero cu. Apoia aí que vou meter bronca."Meti fundo, ele quase caiu, gemia, chorava, pedia pra gozar. Segurei na garganta, apertei, mandei abrir a bunda. Abriu, exausto. Meti mais, pau duro como madeira. Senti os jatos vindo, gozei dentro, ardendo nele, mas aliviando pra mim.Tirei, empurrei na parede, ri e fui tomar banho. Enxuguei com a toalha que achei. Voltei, abri as pernas dele, chupei, enfiei dois dedos – depois a mão inteira. Ele desesperado, pedindo pra parar, mas soquei forte, vendo a buceta arrombada, sangue saindo. Dei mais tapas, socos, chamei de putinha gostosa: "Agora vai dormir arrombado."Pedi pra esperar o Uber na sala, fiz chupar mais um pouco e fui embora.Meses depois, soube que ele engravidou – um menino. Foi o resultado daquela noite que não deu certo.
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