#Incesto #Teen #Virgem

Inverno em família

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Cláudia

Dei a luz a um casal de gêmeos ainda bem novinha, com quinze anos e passei a dedicar a eles todas as horas de meus dias. Não sei se por imaturidade ou por algum hábito desenvolvido inconscientemente, desde de que me lembro, sem qualquer maldade de minha parte, dediquei a eles carinhos que mais tarde tiveram as consequências que passa a relatar. Meus filhos fazem aniversário em janeiro e no ano que eles completaram quatorze anos, o inverno em nossa região foi bastante rigoroso e a acabamos por estabelecer a rotina de após o jantar deitarmos eu e meu filho Sergio no sofá e minha filha Suzi sentar na poltrona com o pai, enrolados em cobertores, todos próximos da lareira para vermos o noticiário e a novela. Como escrevi anteriormente, por costume desenvolvido por anos, coloquei minha mão no saquinho do meu filho para aquece-lo, mas naquele ano, percebi algo diferente, Sergio teve uma ereção. Meio sem graça, virei de costas para ele e senti aquela piroca adolescente se acomodar no meio das minhas nádegas, nossa, eu não sabia o que fazer, pois meu filho me abraçou e por ingenuidade ou por tesão passou a mover o quadril lentamente, como se estivesse comendo minha bunda, senti aquele vazio na boca do estômago e quando senti a respiração do meu filho no meu pescoço, levantei correndo para o banheiro, ao baixar minha calcinha, percebi que o fundo dela estava úmido e minha racha toda babada. Voltei e com medo do que poderia acontecer, sentei e Sergio colocou a cabeça no meu colo fazendo uma carinha de sacana. Quando acabou a novela, fomos para nossas camas e eu muito encabulada contei a meu marido o que tinha acontecido e ele na maior cara de pau do mundo confessou que os mamilos de nossa filha já a algum tempo ficava "bicudinho" quando ele acariciava os seios dela. Fiquei desesperada, naquela noite quase não dormi. No dia seguinte, no horário normal, joguei um cobertor em cada poltrona e puxei minha filha para deitar no sofá comigo e os machos tiveram que sentar cada um em uma poltrona e foi a vez de minha filha no meio do jornal acariciar meus seios, o que até dois dias antes eu achava normal, mas já atenta, percebi que além dela alisar naturalmente meus seios ela também tinha abraçado uma de minhas pernas com as suas e estava roçando a buceta em minhas coxas. Meu marido Arthur ao perceber meu desespero não interviu, muito pelo contrário, levantou exibindo sua ereção e dirigiu-se ao banheiro. Ao irmos para a cama naquela noite Arthur confessou que adorou ver minha filha "me comer" a ponto de faze-lo se masturbar, quase chorei ao ouvir a confissão, mas Arthur me conhecendo bem, me abraçou, passou a língua em meu pescoço, mamou em mim enquanto puxava meu pijama e calcinha ao mesmo tempo, levantou meus joelhos e chupou maravilhosamente minha buceta enquanto enfiava o dedo médio no meu cuzinho, levando-me a um êxtase fantástico. Como recompensa, após aquele gozo forte, saquei de dentro do pijama dele aquele cacete duro e passei a chupa-lo e para minha surpresa, Arthur falou com aquela voz de quem está quase gozando: "Nosso filho vai adorar receber uma chupada sua assim, brincando com as bolas dele, fazendo uma garganta profunda, engolindo o pau dele até o talo..." Enquanto meu marido falava essas palavras, eu fui imaginando a cena e levei a mão a minha buceta e com o pau na boca me masturbei até sentir os jatos de leite na minha garganta e gozei novamente enquanto engolia toda a porra me Arthur despejava em mim. Dormimos como dois anjos e na manhã seguinte, fui a primeira a levantar, como sempre, enquanto a agua esquentava para eu passar o café, tomei um banho e ao levar uma xicara de café para Arthur na cama ele me puxou fazendo-me deitar, não perdi a oportunidade e baixei a calça de agasalho que acabara de por e arreganhei as pernas esperando uma penetração, mas Arthur passou a lamber minha buceta de modo diferente e foi minha vez de tortura-lo: "Isso lambe a bucetinha virgem da tua filha, assim, os biquinhos dos seios dela vão ficar pontudinho como você falou, agora enfia a língua lá dentro, para sentir o cabacinho dela". Aquela minhas palavras e o gemido de Arthur que além de me chupar, se masturbava também, me levaram a um patamar de gozo incrível e molhei com os "espirros" de minha buceta toda a cara de meu marido que gozou forte se lambuzando em meu liquido vaginal. Corremos os dois para o banheiro e cochichei no ouvido de Arthur: "Estou a ponto de fazer uma loucura com nosso filho". Meu marido não disse nada, apenas trocamos um longo beijo tesudo. Acordei nossa filha Suzi, servi o café da manhã para ela e a vi saindo de mãos dadas com o pai para o treino de vôlei. Sem freio, louca pela fantasia que tinha na cabeça, fui ao quarto de Sergio com uma xicara de café e como sempre fiz o acordei alisando seu pau, fazendo-o despertar e enquanto oferecia o café a ele, senti aquele cacete crescer enquanto eu o alisava e eu o segurei dizendo: "Nossa filho que pintão você tem. Alguma menina já chupou ele?". Sergio com cara de surpreso respondeu: "Nunca, mas em minhas punhetas ..." Antes dele continuar a frase, enfiei minha mão pela cintura de seu pijama e passei a punhetar aquele cacete duro fazendo meu filho se contorcer e baixar o pijama até os joelhos, sem parar de chupar o caralho adolescente tirei minha calça de agasalho, ajoelhei na cama e engoli toda aquela rola com minha buceta e comecei a quicar, em poucos movimentos Serginho gozou pela primeira vez dentro de uma mulher produzindo um som maravilhoso e troquei com ele nosso primeiro beijo lascivo, percebendo que a piroca adolescente continuava dura, continuei quicando até ter meu primeiro gozo no pau de Sergio, liberando o som que me deu vontade sentindo-me a mãe mais tesuda do mundo. Virei nossos corpos e fiz meu filho ficar por cima de mim, o adolescente não decepcionou, dando estocada lá no fundão de minha buceta enquanto eu chupava aquela língua deliciosa até gozarmos juntos. Naquele mesmo dia a tarde, meu marido me contou que no caminho de volta para casa, ele tinha mamado nos peitinhos de nossa filha.

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