Comendo o namorado de minha mãe
Sou filha de japoneses de ambas as partes. Tenho o corpo padrão de orientais. Quando eu era ainda criança, minha mãe tornou-se viúva e desde então, dedica-se a minha criação, a nossa academia de judô, a maior de nossa cidade e nossa loja de produtos esportivos. Aos quatorze anos, conquistei a faixa preta e desde então, além de treinar, ajudo mamãe tanto nas aulas da madrugada, quanto nas do fim de tarde. Tínhamos uma rotina bem estabelecida, quando eu não estava estudando, estava na academia, já mamãe quando não estava na academia, estava em nossa loja , até que no meu aniversário de quinze anos ela me apresentou um "amigo", o Sergio, um mulato alto, forte, engenheiro de profissão e atleta de caratê. A partir daquele dia, mamãe passou a chegar mais tarde em casa, é claro que eu deduzi que os dois estavam transando, mas ela até que merecia, afinal só tinha trinta e oito anos. Mas por força do trabalho, Sergio viajava muito. Em uma noite durante a semana, chegamos em casa depois da aula da noite e mamãe olhou no celular, largou o jantar pela metade e correu para o quarto, intrigada, dei um tempo e fui atrás, ao me aproximar do quarto de minha mãe, ouvi a voz de Sergio no computador: "Isso gostosa, enfia mais, assim, arreganha para eu ver melhor". Empurrei a porta que estava só encostada e vi minha mãe voltada para o notebook que estava sobre o criado mudo e na tela uma rola enorme sendo masturbada, encostei-me na porta hipnotizada pela cena, minha mãe nuazinha na cama, com um vibrador enfiado na buceta, exibindo-se para seu namorado que se masturbava do outro lado, levei a mão à minha buceta que já estava molhadinha e passei a me masturbar, só não contava, que Sergio do outro lado podia me ver e passei a me masturbar, para minha sorte, gozamos os três juntos e minha mãe não ouviu meus gemidos, assim que ela arrancou o consolo todo melado do meio das pernas, eu corri para o meu quarto com o coração a mil por hora, dei mais um tempinho e voltei para a cozinha e lavei a louça, minha mãe apareceu e eu agi como se nada tivesse acontecido. Naquela noite depois de deitei, passei a lembrar daquele espetáculo e não teve jeito, bati a segunda siririca da minha vida, gozando mais forte ainda. Passaram-se dois ou três dias, sei que era um sábado e Sergio apareceu na academia pouco antes do almoço e me convidou para acompanha-lo para pegarmos minha mãe na loja e irmos almoçar, no caminho da loja a marca do volume entre as pernas de Sergio no agasalho esportivo me fez lembrar de quanto era bonito aquele cacete duro na tela do notebook e devo ter olhado por tempo demais pois Sergio na cara dura falou: "Naquela noite que eu estava namorando com sua mãe pela net, amei ver você na porta do quarto". Nossa eu não sabia onde enfiar a cara e o safado mexeu no cacete colocando-o do lado já meio duro e sem a menor cerimônia, pegou minha mão e colocou sobre seu pau. Meu coração quase sai pela boca, mas a tentação foi grande demais e eu segurei o roliço, que pulsou no minha mão, um calorão subiu do meu estômago até meu rosto, pude pelo tato distinguir perfeitamente o que era a cabeçorra e o cilindro duro, quando vi minha mãe nos esperando na calçada. Sergio encostou o carro e eu abri a porta dando eu beijinho no rosto de minha mãe, passando para o banco de trás. Mamãe ao sentar no banco do passageiro , olhou para Sergio e com ar de sacana perguntou: "Que é isso?". Ambos riram e eu me segurei com um tesão louco no banco de trás vendo os olhos de minha mãe brilharem admirando o pau duro a seu lado. Naquele sábado, mamãe tinha combinado um treino especial com os atletas que ia disputar a mudança de faixa no dia seguinte. Dei uma desculpa que tinha que estudar pois teria prova de física na segunda feira. Mamãe sem contar com minha safadeza concordou que eu ficasse em casa e Sergio se ofereceu para me ensinar. Depois do almoço, fomos para casa, já imaginando que poderia acontecer, logo que cheguei, entrei no banho, ao sair, coloquei meu material de escola sobre a mesa da cozinha e fingi que estava estudando. Sergio muito esperto, fez questão que minha mãe fosse para academia em seu carro e depois de alguns minutos que mamãe saiu, ele sentou-se a meu lado e mostrou-me na tela de seu celular a posição do carro rastreado em tempo real, ela estava a caminho da academia. Não trocamos uma palavra, mas o meu primeiro beijo de língua. Tremi como uma doente, não sei se mais por tesão ou por medo, mas tendo arrepios ao sentir minha língua chupada pelo namorado de minha mãe e um prazer enorme ao chupar a dele. Quando ele passou o dedo em minha racha virgem ainda por cima do meu shortinho de pano fino, eu gemi sentindo que perderia o cabeço naquela tarde, arreganhei um pouco mais as pernas para ter mais daquele dedo massageando de forma incrível meu grelo. Meu sedutor arrancou pelo minha cabeça o meu top enquanto eu segurava com força aquele cacete duro, e mamou em mim. Gozei pela primeira vez no dedo de um homem, não pude evitar os gritinhos tesudos, o que deixou meu fodedor louco. Sergio levantou ao mesmo tempo que baixava a bermuda, pude ver aquele caralho maravilhoso duro como pedra, abri a boca e engoli o máximo que deu e chupei, o macho de minha mãe gemeu e virou a cabeça de um lado para o outro. Não sei de onde me veio a inspiração, pois passei a levantar e baixar a cabeça, apertando os lábios quando estava com a rola quase na garganta e só abrindo a boca com a cabeça no alto para abocanhar novamente e repeti a operação como uma profissional, acho que iluminada por meu espirito de puta, até receber golfadas de porra na minha boca passando a conhecer o gosto de leite macho que escorreu pelos meus beiços abundantemente. Sergio esticou o braço e pegou o cartucho de guardanapos de papel e deu na minha mão para eu limpar meu queixo, enquanto puxava meu shortinho, acho que ele sabia que eu já estava sem calcinha, puxou meu quadril para a ponta da cadeira e sugou meu grelo, não deu para segurar aquele grito louco e tesudo e eu levantei as pernas fixando os calcanhares na cadeira expondo completamente minha racha ao chupador que enfiou a língua em meu lábios vaginais levando-me ao céu à velocidade da luz enquanto ele me devorava com aquela boca maravilhosa e eu experimentei meu primeiro orgasmo múltiplo enquanto borrifava liquido vaginal na cara do macho. Nos beijamos lascivamente e eu corri para o banheiro, ao voltar para a cozinha Sergio falou: " Vou esperar sua mãe lá na portaria do prédio, pois quando ela chegar vai querer foder comigo e amanhã quando ela levar o pessoal para a disputa de faixa, nós continuaremos".
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