O Velho Caseiro Castigando O Filhinho Da Patroa
O moleque fica sozinho em casa e é duramente castigado e fodido pelo velho caseiro da família
“Ai paizão! Bate com força, me castiga! Eu fui um mal menino e mereço ser castigado. Bate sem dó, castiga o seu menino desobediente...”
Eu ouvi esse apelo, assim que comecei a subir os degraus de madeira na varanda da casinha onde meu amigo João Paulo, caseiro da casa de campo de minha patroa, Dona Silvia, morava. Achei que poderia ser o som da televisão, talvez um filme sendo assistido. Ao ouvir a frase seguinte eu tive certeza de que não era filme, era a voz do meu amigo falando alto e autoritário.
— Vai apanhar mesmo, moleque safado! Vai sair daqui com essa bundinha marcada, para não esquecer que sempre será castigado quando aprontar.
Ouvi o som de uma chicotada e em seguida um gemido forte. Um princípio de choro baixinho, manhoso, quase um gemidinho.
— Ai paizão, minha bundinha tá doendo. Tá ardendo, paizão! – Nessa hora eu reconheci a voz do Raulzinho, moleque putinho, filho da Dona Silvia. Subi os degraus silenciosamente e me encostei na janela lateral, que tinha uma madeirinha quebrada e dava para olhar o interior da casinha, que era quase uma cabana de acampamento, muito bem estruturada e confortável.
— É pra doer e arder mesmo, moleque. Isso é pra você aprender a não sair oferecendo esse cuzinho a todo macho que você vê pela frente. Eu sei que você deu o cu para aquele negão safado, namorado da tua mãe. O mesmo que estourou teu cabaço aqui mesmo, perto do celeiro. No dia você veio pra cá chorando, com o cuzinho todo arrebentado, mas agora já viciou em oferecer esse cuzinho para aquele jumento fodedor.
Ouvi um novo som de chicotada e olhei pela fresta da janelinha, a tempo de ver o moleque de quatro no chão, vestindo apenas um calçãozinho pequeno, que mais parecia uma cueca.
O João Paulo estava com um chicote pequeno de couro nas mãos, e castigava a bunda do moleque, que se contorcia, mas parecia sentir prazer em ser castigado daquela maneira, por aquele homem imenso, parrudo, de peito peludo, sem camisa.
Quem leu o conto anterior sabe que eu flagrei o moleque dando o cu para o negão amante da mãe lá no depósito, perto do pomar. Jamais imaginei que o João Paulo, caseiro do sítio, soubesse desse fato.
No dia anterior ele tinha me falado que a patroa iria passar o dia na vila vizinha, com o amante negão, e que ele ficaria sozinho em casa, por isso eu vim com uma caixinha de cerveja gelada, na mão, para bebermos e colocarmos o papo em dia.
Nós sempre gostamos de conversar bastante, quando estamos sozinhos no sítio, já que o jardim não me dava muito trabalho e a rotina só era mais puxada quando os patrões vinham visitar a casa.
Eu tinha visto o carrão da patroa passando em frente à minha casa, que ficava perto, e achei que ele estava sozinho em casa, achei que o moleque também tinha ido com a mãe e o negão, mas agora, vendo a cena a minha frente, acho que o moleque deu um jeito de ficar sozinho em casa, e agora estava ali de quatro, sendo castigado pelo velho caseiro, a quem ele chamava maliciosamente de paizão.
O João Paulo havia me falado que nunca tinha tocado no moleque. Pelo jeito aquele pessoal guardava muitos segredos. E o moleque parecia ser um faminto viciado em rola e todo tipo de perversão.
Coloquei a caixinha de cervejas no chão e continuei olhando a cena dentro da casa. Era a segunda vez que flagrava o moleque com um macho, parece que eu iria gozar mais uma vez, olhando as putarias do moleque.
Depois de desferir mais umas três chicotadas, o João Paulo se abaixou, passou as mãos nas costas do moleque e desceu até a sua pequena bundinha. O moleque gemeu alto, eles estavam muito cientes de que poderiam fazer barulho, ninguém os ouviria. Eles jamais imaginaram que eu estaria ali, olhando tudo pela fresta da janela. Eu tinha as chaves do sítio, desde que comecei a trabalhar como jardineiro.
— Tá bem marcado moleque puto. Vai ficar com esse rabo ardendo por muitos dias para lembrar do castigo do teu paizão aqui. – O João falou, enquanto alisava a bundinha do moleque, passando a mão no meio do reguinho dele, que se contorcia e gemia baixinho. Eu não sabia se de dor ou de tesão.
— Tá doendo bastante paizão. Você me castigou muito forte. Meu rabinho tá todo ardido. – Choramingou o moleque.
— Agora vou te castigar de outra maneira. Daquela maneira que você gosta. – O João falou, arrancando o calção do moleque, deixando-o peladinho e ajoelhando na sua frente. O moleque lambeu os lábios e falou manhoso:
— Eu quero paizão! Eu quero muito. Eu dei um jeito de ficar em casa sozinho só pra vir aqui ficar com você. – O João ouvia aquilo, enquanto arrancava o próprio calção e liberava um pauzão grande e gordo, duro feito pedra. Era um pau curto, mas muito grosso, parecia a latinha de cerveja que eu tinha acabado de abrir silenciosamente e virava na minha boca, sentindo meu próprio caralho pulsando dentro da bermuda que usava.
— Chupa moleque! Mama bem gostoso! Dá um trato no pauzão do teu paizão, do jeito que você faz desde novinho. Mama gostoso e me faz gozar.
O moleque ouviu a ordem e, obedientemente, segurou aquela trolha grossa e dura pela base e começou a passar a língua pelo tronco da rola de meu amigo, que gemia e segurava a cabecinha do moleque, fazendo ele engolir e se engasgar.
— Isso moleque! Mama gostoso. Você aprendeu tudo que eu ensinei, direitinho. O Negão pode ter estourado teu cabacinho, mas quem te ensinou a mamar e dar esse cuzinho guloso foi o paizão aqui. Mama, meu putinho. Engole tudo!
Ver e ouvir aquele homem imenso e forte, dando de mamar para aquele moleque pequeno e franzino, estava fazendo meu pauzão pingar de desejo e minha vontade era entrar ali e foder junto com os dois. Estourar aquele moleque putinho juntamente com meu amigo, mas não podia fazer isso. Fiquei ali olhando tudo e batendo uma de leve no meu pauzão, enquanto bebia uma cervejinha discretamente. Sem ser visto.
Depois de mamar bastante, o moleque foi levantado pelas mãos grandes do João e recebeu um abraço, enquanto lambia os mamilos do velho caseiro e cheirava os sovacos do macho, mostrando o quanto gostava daquilo.
O João jogou no chão, umas peles que tinha ali por perto. Fez uma espécie de colchão no chão. Empurrou o moleque para o chão, deixando-o de quatro, com aquela bundinha, que eu bem conhecia, empinada para cima. Se abaixou e meteu a língua quente e molhada no cuzinho dele, fazendo ele gemer gostoso e pedir:
— Mete essa língua no meu cuzinho! Gosto quando você faz isso. Gosto de sentir essa língua quente no meu buraquinho. Chupa meu cuzinho paizão!
João parecia obedecer ao moleque. Lambia e socava a língua no cuzinho dele, que se contorcia todo.
— Tá gostando, né moleque? Vai levar rola agora. Vou foder esse cuzinho gostoso. Vou te estourar e te encher de leite de macho. – O João falou com aquela voz grossa e brava. Dava pra sentir de longe, que o moleque delirou com aquilo que ouvia.
O que aconteceu a partir dali é até difícil de narrar, sem sentir o gozo se aproximar do meu pau.
O João roçou a cabeçona do caralho na portinha do moleque e foi empurrando. O moleque sentiu a grossura e soltou um gemido alto, travando a bundinha.
— Ai paizão, doeu! Tá me rasgando o cu. Põe devagar, deixa eu me acostumar.
— Deixa de ser manhoso, moleque! O negão te estourou com aquela estaca preta e você aguentou tudo. Vou arrebentar esse teu cuzinho do jeito que eu gosto de meter. Cala a boca e abre esse cuzinho.
O moleque entendeu a ordem e se abriu inteiro, sentindo a trolha sumir dentro do seu cuzinho, arregaçando tudo, esticando suas preguinhas.
João meteu sem dó. Bombou forte, tirando o pau quase todo e socando novamente. O moleque fazia cara de dor, mas aguentava firme. Levou rola de quatro, de frango assado e depois sentou gostoso na estaca do paizão.
— Ai paizão! Tá gostoso. Assim eu sinto você me arrebentando. - Ele falou, cavalgando na rola do caseiro. Subia e descia com muito tesão. Estava aberto e sentindo prazer.
— Tá gostoso moleque. O Paizão tá sentido teu buraquinho aberto e quentinho. Tá todo arregaçado. Logo eu vou te encher de leite quente.
— Goza paizão! Goza dentro do teu moleque. – Pediu, depois de levar muita rola naquela cavalgada gostosa.
— Tô gozando, moleque! Toma meu leite no cuzinho. – O urro que o João soltou, enquanto gozava dentro do moleque, poderia acordar vizinhos, se ali tivesse algum, mas o vizinho mais próximo era eu que, naquele momento, sentia meu pau pingando de tesão.
O João gozou tão forte que se jogou para o lado e ficou olhando para o teto. Os dois ficaram se acariciando e o moleque disse que não iria gozar. Talvez voltasse mais tarde para levar mais rola. Ia pra casa descansar um pouco.
— Vai lá. Toma banho, descansa um pouco e volta aqui pra levar mais rola. Vou descansar um pouquinho também. – O João falou e ficou ali deitado, recuperando o fôlego.
Eu me apressei em sair dali e, com o pau pingando e trincando de duro, entrei na casa grande, pelas portas do fundo.
Fui até à sala e quase esbarrei no moleque que entrava pela porta da frente. Ele me olhou assustado e perguntou surpreso:
— O que você está fazendo aqui, Luizão? Não está de folga hoje? Não tem ninguém aqui. – Ele falou com aquela carinha linda, segurando a camiseta na mão e usando aquele shortinho pequeno, que mal cobria sua bundinha gostosa, que tinha acabado de ser arrombada. Eu senti o meu pau pulsar e fui na direção dele, o segurei pelo braço e ordenei:
— Fica de quatro no sofá, moleque! Vou acabar de encher teu cuzinho de leite. – Ele me olhou surpreso, mas com cara de quem tinha entendido tudo. Sabia que eu tinha visto a foda dele com o João. Ele deu um sorrisinho safado, arrancou o short e ficou de quatro no sofá.
Eu apenas abaixei a bermuda, coloquei meu pauzão pra fora e fui afundando naquele buraquinho arregaçado, vermelho e pingando porra do meu amigo João.
Meu pauzão entrou sem dificuldade. Eu soquei com muita força e ouvia os gemidos do moleque, que estava gostando do que acontecia.
— Arromba macho! Estoura o meu cuzinho com teu pauzão.
Eu bombei sem dó. Com força. Sentindo que logo gozaria. Estava excitado demais. A pele do moleque estava toda arrepiada e ele gemeu alto.
“Eu vou gozar macho! Soca mais forte que eu vou gozar”.
Dei um tranco forte, enterrando todo o meu caralho no fundo do cuzinho dele. Senti suas preguinhas piscando ao redor do meu caralhão, que também gozava dentro dele. Ele aparou todo o gozo com a camisetinha, não deixando sinais de porra no sofá.
— Muito bem moleque! Gozou gostoso com um pau de macho enterrado nesse cuzinho guloso.
Eu ouvi isso e olhei para a porta, onde o João Paulo olhava pra gente, enquanto virava uma latinha de cerveja. Nessa hora eu lembrei que, na pressa, havia deixado a caixinha de cerveja na lateral da casa.
João Paulo deu uma risada divertida, vendo minha cara de bobo, ao perceber minha falha.
— Esse moleque deixa a gente doido, meu amigo. – Falei sorrindo.
— Eu sei disso. Vamos lá pra casa tomar o resto da cerveja. Deixa ele aí descansando esse rabinho gostoso.
O moleque sorriu, foi para o banheiro, e nós fomos beber as cervejas, antes que elas esquentassem.
*****
Mais uma aventura desse putinho, filho da patroa.
Vote, comente, dê sugestões, quero saber se vocês querem mais aventuras cheias de putarias.
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