Chantageando o sobrinho da esposa
Chantageei o sobrinho da esposa por conta da esporrada na calcinha da avó
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na casa de cima. Seu filho, do primeiro casamento, veio passar a semana de férias com o pai.
Subi para alimentar a gata, pois a sogra estava na casa do outro filho, e percebi uma sombra no corredor que dá para a área de serviço, então fui espiar, e peguei o guri revirando o cesto de roupas sujas, e pegando algumas calcinhas. Que eram da avó, da esposa do pai, e da sua meia-irmã (enteada do pai). A máquina deles estava quebrada.
Ele tirou o short (estava sem cueca), e vestiu uma, enquanto cheirava as outras, uma por uma. Se virou para ver se ninguém o observava, dando a mostra do seu volume, que, pelo comentário da sua mãe, puxou bem para o pai.
Meu pau, que já dava mostras de excitação, ficou duro na hora.
Minha vontade era de participar da festa, e experimentar os aromas das xoxotas da mãe e filha, e apalpar aquela bundinha apetecível.
Comecei a filmar com o celular.
Ele fez a festa, usando e cheirando todas, até que, vestindo uma, que, pela aparência era da irmã. Envolveu seu pau com uma da avó e se masturbou, até se acabando nela.
Relatei, no conto intitulado “Neto se acabou na calcinha da avó”, que ela foi tirar satisfações comigo, pensando que eu que tinha esporrado na sua calcinha.
Estava vestindo-a, e me fez cheirar e lamber.
Por conta disso, dois dias depois, aproveitei que seu pai foi passear com a avó e a irmã no shopping, e fui à desforra.
Enviei um print do ponto do vídeo em que ele está com a calcinha da avó no pau, e falei para ele descer para conversarmos, usando uma calcinha da irmã.
Chegou em seguida. Mandei tirar o short e ficar só de calcinha.
Resmungou que tinha vergonha. Tirei o meu, e mostrei que eu também gostava de usar calcinhas, só que eu tinha as minhas. Ele arregalou os olhos, e titubeando, acabou tirando o short. Seu pau avolumou-se sob a calcinha amarela.
Elogiei a coragem e seu corpo. Acrescentando que ele ficava bem sexy assim.
Fiz um gesto para sentar-se ao meu lado, no sofá.
Perguntei o que sentia vestindo calcinha, e de onde tirou essa ideia.
“Tesão”, respondeu. E a ideia foi em conjunto com a irmã.
“Como assim?” Perguntei.
Pediu que ficasse em segredo. Concordei.
Um tanto envergonhado, disse que desde mais novos costumavam brincar de trocar os papéis, vestindo as peças um do outro. E que, de algum tempo para cá, avançaram um pouco nas brincadeiras, se tocando nas partes íntimas. E de vez enquanto ela faz oral nele e ele mama nas tetinhas dela.
Perguntei se ele já tinha transado com alguém. “Nunca”, respondeu.
Coloquei a mão na sua coxa, e falei que sempre tem a primeira vez. O guri levou um susto, e pulou do sofá. Falei para se acalmar e voltar a sentar, e que nada aconteceria sem seu consentimento.
Acrescentei que ele bem que estava gostando do papo e da ideia, pois dava para perceber a animação do seu instrumento.
Comentou: “Ah! É excitante, só que nunca tinha conversado a esse respeito com ninguém, além de dois de meus colegas.”
Voltei a colocar a mão bem acima na sua coxa, e fui escorregando até a virilha.
Percebi uma hesitação em retribuir o gesto, então peguei a sua mão e coloquei direto no meu pau, enquanto eu fiz o mesmo. Ficou estático por instantes, até eu enfiar a minha mão dentro da calcinha e empalmar seu pau - e que tora -. Ele fez o mesmo, e começamos a nos masturbar.
Perguntei se estava gostando. Disse que sim.
E se ele me chuparia e se deixaria eu chupá-lo. Achou estranho a proposta, pois nunca se imaginou num troca-troca com outro homem, mas que topava, para ver no que daria.
Subi no sofá de frente para ele, e puxei a calcinha de lado, oferecendo-lhe meu pau. Segurou com uma mão e a outra no saco, e foi introduzindo na boca bem devagar, dando lambidinhas na cabeça, até abocanhá-lo por completo, enquanto massageava minhas bolas.
Parecia que tinha prática. Aliás, acho que ele já fez mais do que me contou com a irmã.
Depois dele mamar bastante, trocamos de lugar. Então foi minha vez de hesitar, ao encarar aquele mastro vindo na minha direção, pois era uma experiência nova. Só tinha feito isso quando era mais novo, com os irmãos e vizinhos.
Mas encarei e me deliciei, fazendo ele gemer gostoso. Desci e mandei ele ajoelhar no sofá e escorar as mãos e o rosto no encosto. Ajoelhou, mas hesitou em fazer o resto. Falei que ele iria gostar, e que poderíamos parar quando ele quisesse.
Abri suas nádegas e meti a língua bem salivada no seu orifício rosado. Deu um pulinho e um gemido. E eu continuei no Beijo Grego, fazendo ele rebolar e piscar o cu incessantemente. Minha língua abria espaço e penetrava o mais fundo possível.
O puxei pelo quadril, fazendo abaixar-se, meio que sentando nos calcanhares.
Lambuzei meu pau e seu cu com o gel que eu havia previamente colocado na gaveta da estante, e ao encostar a cabeça na entrada, ele perguntou o que eu ia fazer. Respondi que era o que ele estava querendo.
Resmungou “hummm, sei não. Isso vai doer”. Falei para ficar bem relaxado, e fui introduzindo aos poucos, com algumas paradas. E ele gemendo.
Perguntei se estava doendo. Confirmou.
E se queria que parasse. Disse que não, pois estava bom.
Dei um tempinho depois de enterrar tudo, então iniciei movimentos de vai-e-vem com o quadril. Tirando o pau quase até a cabeça, e introduzindo novamente. Fui aumentando o ritmo, e ele acompanhando e balbuciando algo tipo: “hummm... aiai... “
Perguntei se queria que parasse. Respondeu, quase gritando: “Não para, mete tudo. Soca com força” enquanto se masturbava. Peguei no seu pau, e falei para não se acabar, pois eu o queria dentro de mim, também.
Foi tarde. Ele já lançava toda sua gala no sofá, enquanto gritava: “uiuiui... que delícia... quero mais... “.
Em seguida escutamos o portão da garagem. Fim da festa. Ao voltar do banheiro, quis a calcinha. Mostrei que eu estava usando, mesmo um pouco apertada, e falei que eu ficaria com ela como prova. Ficou vermelho e arregalou os olhos, alegando que ela daria falta. “Diga que está comigo”, falei. “E que venha buscar, caso queira de volta”, completei.
Insistiu. Sem êxito.
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