Não sabia que era LESB, até conhecer e seduzir a amiga de minha irmã.
Oi… sou eu.
19 anos, loira, moro nos Aflitos, num dos melhores condomínios de Recife. Minha família é conhecida, a gente tem uma casa de campo linda na Serra do Maroto, em Gravatá. Eu tenho namorado, gosto de homem… mas do jeito que as coisas aconteceram, hoje eu também gosto de mulher.
Especificamente de uma.
O nome dela é Fili. 20 anos, morena, gostosa pra caralho, amiga da minha irmã e estuda na mesma faculdade que eu. Até então ela só tinha tido um namorado. Eu nunca tinha ficado com mulher. Nunca tinha sentido vontade de verdade… até começar a escutar as conversas dela nos finais de semana em Gravatá.
Toda vez que a gente ia pra lá, no churrasco, quando o assunto virava sexo, ela ficava quietinha, mas eu percebia. Quando falavam de sexo entre mulheres, de chupar buceta, de cheirar e lamber bunda, de sexo anal… a gente se olhava. Aqueles olhares demorados, meio culpados, meio curiosos. Eu sentia um calor subindo entre as pernas só de imaginar a boca dela na minha.
Um dia, no meio de um churrasco, eu fui na cozinha pegar cerveja. Ela estava lá também.
Eu cheguei perto e perguntei baixo:
— E aí… o que você achou daquele papo lá fora?
Ela desconversou, ficou vermelha. Eu continuei:
— Eu achei interessante pra caralho. É um assunto que eu gosto… e eu queria tanto ter uma amiga pra conversar essas coisas de verdade. Sem frescura.
Ela olhou pra mim e perguntou, quase sem voz:
— Eu posso ser essa amiga?
Foi ali que começou.
No final de semana seguinte a família toda ia pra Gravatá. Eu chamei ela e inventei que a gente podia ir na sexta, um dia antes, pra arrumar a casa, fazer compras… qualquer desculpa. Ela aceitou.
Chegamos no final da tarde. A casa estava vazia. Eu já tinha planejado tudo.
Comecei devagar. Sentei perto dela no sofá, encostei a perna na dela, falei baixo, olhei na boca dela. Depois passei a mão no cabelo, no pescoço. Quando beijei a boca dela pela primeira vez, ela tremeu inteira.
— Eu nunca fiz isso… — ela sussurrou.
— Eu também não. Mas eu quero. Quero chupar você inteira.
E eu chupei.
Comecei pelos seios. Lenti os bicos até ela gemer. Desci pela barriga, pelas coxas. Chupei os pés dela, lenti entre os dedos. Depois subi de novo e enfiei a cara na buceta dela. O cheiro natural dela me deixou louca. Eu lambia, chupava, enfiava a língua fundo, enquanto ela puxava meu cabelo e gemia meu nome.
Depois virei ela de quatro no sofá.
— Deixa eu cheirar essa bunda…
Abri as nádegas dela e enfiei o nariz. O cheiro era forte, quente, delicioso. Passei a língua no cuzinho dela, bem devagar. Ela soltou um gemido alto e empurrou a bunda na minha cara.
— Porra… nunca senti isso…
Eu continuei. Lambia o cu, chupava a buceta, voltava pro cu. Metia a língua, os dedos. Ela gozou tremendo, com a cara enterrada na almofada.
Quando ela se recuperou, me empurrou na mesa da cozinha, ajoelhou e me pagou com a mesma fome. Chupou meus seios, minhas axilas, minha buceta, minha bunda. A gente se lambeu inteira. Suor, saliva, cheiro natural de mulher… tudo misturado.
Goçamos várias vezes. Eu gozei com a língua dela no meu cu. Ela gozei com a minha língua na buceta dela.
Hoje a gente se namora escondido. Ninguém da família sabe. Meu namorado não sabe. A irmã dela não sabe.
Mas toda vez que a gente se encontra, a coisa só fica mais intensa.
E o melhor? Ainda tem muito mais pra contar…
Eu sou a loirinha dos Aflitos.
E a Fili… agora é minha.
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