Nem sempre fui gay - Parte 2
Continuação do relato Nem sempre fui gay que contou como meu amigo de infância me mostrou qu poderia usar meu buraquinho pra brincar com os amiguinhos
Fui pra casa com mais confiança, pois agora eu sentia que estava em pé de igualdade com meu amigo.
Se ele já tinha um pauzão de adulto, eu não precisava me sentir inferiorizado, pois compensava com uma bunda e buraquinho avantajados, o que me dava uma vantagem também.
Apesar da ardência provocada pela dedada do meu amigo, eu havia gostado das sensações quando tive o buraquinho tocado por ele.
O mais gostoso foi quando ele ensalivou o dedo e ficou alisando antes de enfiar ele em mim.
Só fiquei pensando como aquele dedo me deixou ardido no final e me defecar sendo muito mais fino que o pau do meu amigo.
Isso realmente me deixou inseguro, pois pensei como poderia suportar se ele ao inv~es de meter o dedo, quisesse meter o pau.
Essa dúvida ficou até eu ter uma conversa com meu amigo.
Só então eu fiquei mais aliviado em saber que ele havia enfiado dois dedos de uma vez em mim.
Ah! Então entendi porque ele havia me deixado todo ardido e o buraquinho aberto por um tempo.
Ele falou pra eu não ficar preocupado com isso não, porque o Dani gemia muito com dois dedos no buraquinho e até chorava as vezes, que eu aguentava mais que o Dani.
Fiquei todo bobo quando ele falou isso.
Ele vendo que demonstrei um certo orgulho, aproveitou e continuou.
Acho até que você podia aguentar me pau todo nesse buraquinho.
Falei assustado: Tá maluco? Seu pau é de adulto, vai me arrebentar todo.
Que isso, vai não. Pensa bem, eu enfiei dois dedos e você nem chorou igual ao Dani.
Eu falei: É, isso foi mesmo.
Então, fica preocupado não, Meu pau é grande, mais não é muito mais grosso do que dois dedos.
Quanto ao tamanho, é só colocar o que você conseguir.
Se doer, é so parar.
Não sei não, se eu deixar vc meter o seu pau, e não tiver aguentando e pedir você vai parar?
Clara cara, nós somos amigos, né.
Ah, vamos lá na casa de novo que essa conversa já deixou meu pau durinho, vê só.
Nossa cara, tá mesmo. Tampa isso aí, as pessoas vão ver.
Tampar como? Vamos lá pra casa comigo, lá a gente resolve se você deixa eu meter o pau no seu buraquinho ou não.
Se vc tiver com medo, a gente só brinca com meu pau pra ele amolecer.
Tá, tá bom. Vamos lá então, mas eu vou avisando que não quero que você enfie o pau no meu buraquinho não, tá?
Tá, tá bom, lá a gente vê isso.
Fomos pra casa abandonada no fim da rua. Entramos e fomos para os fundos como na primeira vez.
Chegando lá, ele já foi arriando o short e a cueca e eu estava diante daquele pauzão de novo.
Dessa vez parecia maior, muito duro mesmo. Chegava a estar torto pra cima, fazendo uma curva.
Então, como vai ser? Quer tentar um pouco.
Tentar o quê?
Deixar eu meter ele um pouquinho no seu buraquinho.
Tá louco, eu não aguento não.
Deixa de ser bobo cara. Vc é medroso ou o que.
O Dani tem medo mais sempre deixa. E no fim sempre gosta.
Você tem a bunda e o buraquinho bem maior que o dele, vai tirar de letra.
Não sei não, O Dani já aguentou o pauzão de alguém.
Claro que já. E de um menino mais velho que a gente que tem um pauzão também.
Mas ele deixa enfiar tudo.
As vezes deixa, mas outras ele pede pra tirar um pouco.
E os meninos tiram mesmo?
Claro, ninguém vai fazer a força.
Então, quer experimentar.
Mas se eu ir pra você parar ou tirar um pouco você vai respeitar né.
Vou, vou sim.
Faz o seguinte, vamos brincar sem meter antes aí a gente vê na hora.
Tá, assim eu acho melhor.
Vem cá então. Tira o short e vem aqui brincar com meu pau.
Tá, tá bom então.
Tirei o short e fui até ele.
Peguei seu pau e comecei a bater punheta nele.
Tava grande mesmo e muito duro.
Ele cuspiu na mão e abriu minha bunda e foi direto no buraquinho.
Ah, que gostoso. Aquele dedo molhado de saliva passando em cima do buraquinho é mágico.
De novo meu buraquinho batia como se fosse um coração.
Não demorou muito pra ele começar a enfiar o dedo em mim de novo.
Ficamos lá brincando. Eu batendo punheta no pau dele e ele enfiando e tirando o dedo de mim.
As vezes ele girava e me arrepiava todo.
O chato era que logo vinha uma sensação de querer defecar. Uma ardência chata.
Mas não queria parar com aquilo antes de conseguir aliviar ele e fazer seu semêm sair.
Queria que ele desistisse da ideia de meter seu pau no meu buraquinho.
Mas ele não botava o semêm pra fora.
Eu estava exausto e desisti por um instante.
Ele estava firme no meu buraquinho.
As dedadas continuavam e ele já usava dois dedos de novo.
Ele então perguntou se podia meter o pau um pouquinho.
Eu pensei durante alguns minutos e fiz ele prometer que se eu pedisse ele ia tirar o pau.
Ele concordou e ainda me criticou por duvidar dele.
Eu falei que não sabia como fazer.
Ele falou que eu podia deixar tudo por conta dele que ele já estava acostumado.
Ele mandou eu andar até um tanque de roupas e apoiar as mãos nele. Virei de costas pra ele e ela me ajudou a afastar as pernas.
Ele ainda elogiou falando que eu tinha bunda de menina.
Reclamei dizendo que não era menina.
Ele falou que era parecido e não que eu era menina.
Senti que ele cuspiu na mão de novo e pasou mais cuspi na região do buraquinho.
Ele repetiu umas três vezes.
Ele ainda me dedou algumas vezes antes de afastar a minha bunda e eu sentir ele esfregar o pau no meu rego.
Eu achava que seria rápido para ele meter o pau, mas eu sentia o pau deslizando e passand bem na entradinho do meu buraquinho, mas passava direto.
Depois subia e passava de novo.
Foi assim por um tempinho.
Apesar de gostoso, dava uma agonia em mim.
Meu buraquinho lá batendo como um coraçãozinho.
Aquele brincadeira me arrepiava todo e deixava minhas pernas tremendo.
Tinha que me apoiar no tanque pra não cair no chão.
Quando ele parece ter achado o buraquinho mesmo, o pau dele parou e senti uma pressão.
Ali meu coração parecia que ia sair pela boca.
Falei pra ele, ai, tô como medo.
Ele falou, fica com medo não, vai ser tranquilo. Vc vai aguentar sim.
Tá, tá bom. Mas se doer muito você tira, tá?
Claro, amigo. Pode deixar comigo.
Vou meter tá.
Tá, tá bom.
Senti a pressão aumentando e meu buraquinho esticando.
Mas , não estava legal não.
O buraquinho esticava e a cabeça do pau dele ia entrando.
A ardência que senti com os dedos começou a virar dor.
Aiiiiiiiii, não vai dar não,para para.
Que isso, a cabeça é mais dificl, mas é rápido, aguenta aí, já vai passar.
Senti a cabeça entrar toda e meu buraquinho começou a fechar um pouquinho, dando um pouco de alívio.
Viu, não falei. É que a cabeça é mais grossa mesmo, mas o resto vei mais fácil.
É, melhorou um pouquinho.
Tá bom vou meter o pu agora e você vai falando se tá tudo bem.
Tá bom.
Comecei a senti o pau dele deslizar.
Não tava gostos em momento algum, apenas dava pra suportar.
Eu tinha a sensação que a qualquer momento ia precisar fazer cocô.
Só pensava em começar a fazer enquanto estava com o pau do meu amigo dentro do meu buraquinho, ia ser uma vergonha.
Mas me concentrei e depois de um tempo perguntei se ele conseguiu meter tudo.
Ele falou que já tinha ido quase metade.
Ai me desesperei, pois só não tinha chorado ainda pela vergonha, mas achei que ele já tinha metido quase tudo e quando ele falou que não tinha metido nem metade eu me desesperei.
Fui conferir e levei a mão para trás e confirmei que o pau ainda tava quase todo fora.
Pedi pra ele parar e tirar que não ia dá.
Ai comecei a conhecer o jeito de ser dos meninos.
Fazem aquela ceninha de bonzinhos até conseguirem meter e depois pra cumprir o promentido é uma luta.
E foi assim, eu tentando fazer ele tirar o pau e ele pedindo pra eu aguentar mais um pouquinho.
Conversa vem e conversa vai, eu lá implorando pra ele parar e ele empurrando aos pouquinhos o pau pra dentro do meu buraquinho.
Eu já chorando de dor e ele sempre inventando coisas que iriam facilitar pra mim, mas na verdade ele só me enrolava pra iar aos poucos enfiando mais e mais pau no meu buraquinho.
Quando eu enfim já estava pedidnod arrego, percebi que me encontrava deitado sobre o tanque de roupas, com uma das pernas apoiada na beirada do tanque e a outra apoiada no chão.
As mãos dele me pegando pela cintura e podendo sentir suas bolas já se comprimindo contra a minha bunda.
Ele tinha fito eu aguentar o pau dele todo dentro do buraquinho.
Eu tava chorando, sentia as lagrmas escorrendo pelo rosto e uma dor muito grande no buraquinho.
Mas ele paradinho pelo menos a dor ficava no mesmo nível.
Eu sentia ele fazer o pau mexer dentro de mim, como se tivesse latejando.
Era a sensação mais prazeroza que eu podia sentir, o resto era desconforto total.
Ele me elogiou e disse que sabia que eu ia aguentar tudo.
Por esse ponto, eu realmente consegui e estava até meio orgulhoso.
Eu mentalmente comecei a me comparar ao Dani, e senti orgulho de saber que também podia aguentar um pauzão dentro do meu buraquinho.
Meu amigo começou a tirar o pau do meu buraquinho.
Pensei que ele estava satisfeito e já ia me preparar pra sair daquela posição incomoda.
Mas , quando ia me mexer, senti ele voltar a enfiar o pau.
Desisti de sair da posição e me joguei contra o tanque de roupas de novo até ele meter tudo.
A dor foi pior e eu reclamei com ele.
Ele falou, não se preocupa não, é só nas primeiras metidas que doi mais, mas depois vai aliviar geral.
Tentei aguentar mais um pouco e depois de uns dez movimentos de entrada e saída, realmente a dor melhorou um pouquinho e ficou mais a ardência mesmo.
Ainda achava que ia precisar ir ao banheiro a qualquer momento.
Me concentrei, e mesmo chorando aguentei firme.
Ele estava muito empolgado e me pegava forte pela cintura e eu pedia pra ele ir devagar.
Via que ele me escutava cada vez menos e ele começou a não se importar com o que eu estava sentindo.
Eu me preocupei e pedi pra ele tirar que voltou a doer muito mas ele estava descontrolado.
E metia metia, metia sem parar e eu chorava, tentava sair daquela posição, mas ele me segurava e falava que já ia acabar.
Tava muito dificil pra mim, comecei a dar uns gritinhos mas controlando pra ninguém ouvir o que estava acontecendo ali.
Ele me apertou mais forte a cintura e senti um calor por dentro e depois soube que tinha levado a primeira leitada de homem dentro do meu buraquinho.
Ele tirou o pau logo em seguida e novamente eu saí correndo, fui pra lateral da casa e abaixei pra defecar.
A sensação era horrivel.
Primeiro veio aquele liquido rosa embranquiçado que era o semêm dele, misturado com sangue. Depois eu consegui fazer um cocô.
Eu estava bem laceado e foi um dauele bem grandes.
Nunca havia feito um monstro daqueles, dava até vergonha. Ele estava me deixando diferente.
Eu sabia que não estava mais fechadinho como ante mas me preocupei dele ter me arrombado todo.
Voltei, falei que ia pra cas.
Ele, por ser meu amigo, me perguntou se estava tudo bem?
Respondi que sim, mas não estava não.
Ele riu e me elogiou, dizendo que sabia que eu ia aguentar tudo.
No final ele soltou uma que me deixou até com certo orgulho e aumentou minha confiança.
Olha, você deixa o Dani no chinelo. Sua bunda é muito mais gostosa que a dele.
Mas o Dani nunca deixou a gente meter no buraquinho dele não, ele não aguenta como vc.
Fiquei com ódio dele na hora, mas depois que acalmei e cheguei em casa eu até vi isso com bons olhos, pois eu podia me orgulhar de ter aguentado um pauzão no buraquinho enquanto o Dani arrega.
Bom, podia não ter pau como os meninos, mas eu tinha minhas qualidades e estava disposto a provar pra mim mesmo que tinha muito potencial só que usando o que tinha de especial.
Enfim, aquela insegurança típica dos adolescente estava começando a passar graças a esse meu amigo que havia me ensinado a encarar meus medos e insegurança.
A partir daí, meu amigo e eu fizemos muitos vezes mais, quase sempre na casa abandonada, mas também durante as sessões de video game na casa dele ou na minha.
Eu gostava mais quando conseguíamos fazer na cama. A minha posição preferiada era eu embaixo e ele por cima pois eu podia olhar pra ele enquanto ele enfiava o pau no meu buraquinho, mas ele preferia de quatro.
Nessa época ele já me fazia fazer oral nele e já tinha a liberdade de despejar seu semêm pela minha garganta abaixo.
Já estava bem acostumado a beber seu leite.
Eu sabia que ele metia seu pau em outros meninos, inclusive o Dani, que enfim começou a dar o buraquinho também.
Eu estava começando a perceber que outros meninos já sabiam que eu dava o buraquinho pro meu amigo, ele com certeza já havia contado para outros amigos nosso.
Comecei a perceber indiretas de outros amigos, mas me fazia de desentendido.
Mas a curiosidade aumentava e eu já olhava para alguns meninos amigos nosso de forma diferente.
Não seria uma mã ideia começar a experimentar outros meninos.
E foi o que aconteceu. Eu já dava pra uma meia dúzia de amigos diferentes quando aconteceu algo na minha vida que marcou minha transição para a vida adulta de forma antecipada.
Eu tinha dezessete anos e ia fazer aniversário quando caí na lábia de um homem mais velho que viria a ser um professor na arte do sexo que me acompanhou pelos primeiros anos da minha vida adulta.
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