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Nordestinas bi

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Cláudia

Meus avós paternos eram vizinhos de meus avós maternos em uma pequena cidade do Ceará, onde os habitantes tinham poucos recursos materiais, mas o Município mantinha excelentes escolas, graças ao que meu pai ao terminar o ensino fundamental foi morar sozinho na Capital para fazer um curso técnico, voltando à Terra Natal, somente nas férias escolares, já quase no fim do curso, com vinte anos engravidou minha mãe com quatorze. Para sorte do jovem casal, uma grande firma com sede no ABC Paulista contratou meu pai que trouxe para cá mamãe e a mim ainda criança de colo. Quando eu tinha por volta de dez anos, fomos passar alguns dias em nosso Estado de origem e meus pais resolveram trazer para morar conosco uma das irmãs de minha mãe, a Lucy, então com quinze. O tempo passou papai trabalhando em turnos, minha mãe dando aulas no período da tarde eu e minhas tia estudando no período da manhã, assim que minha tia se formou, passou a lecionar pela manhã. Havia um clima muito bom entre nós quatro, eu dividindo o quarto com minha tia, admirava muito o corpo bonito dela, bem como o de mãe. Quando eu estava com pouco mais de quinze anos, parecíamos três irmãs, conversávamos sobre tudo. Uma madrugada eu acordei e ao ver a cama de Lucy vazia levantei e a procurei por todo apartamento até que ao chegar próximo à porta do quarto de meus pais já pronta para abrir a porta, ouvi a voz de minha mãe: "Isso Lucy rebola para ele meter com mais força". Nossa junto com a voz de minha mãe pude ouvir nitidamente os gemidos que não eram de dor e que me pareceu ser de Lucy. Em dado instante a voz tesuda de Lucy anuncia que estava gozando. Ouvindo aquela foda meus hormônios entraram em ebulição e ouvi novamente a voz de minha mãe: "Segura, segura e mete em mim." Nossa as duas estavam dividindo o mesmo homem . Ouvi a voz na continuação: "Caralho, que cuzinho quente, não vou conseguir segurar por muito tempo". A voz de macho era a de meu pai que mal acabou de falar produziu um som de quem estava gozando, bem como minha mãe. Aquela sinfonia erótica me endoidou, mas percebendo que poderia ser flagrada ali, corri para minha cama, não tardou Lucy entrou em nosso quarto e deitou em sua cama. Passei o dedo em minha buceta e me surpreendi com a quantidade de baba que havia nela, foi difícil consegui dormir, não só pelo turbilhão de pensamentos por saber que minha mãe dividia meu pai com minha tia, mas muito também pela tesão que estava sentindo. No dia seguinte durante o café da manhã os três agiam com tanta naturalidade que nem parecia que tinham passado a noite fodendo. Passei a enxergar minha família com outros olhos e seus corpos como meus objetos de desejo. Admirada com a vitalidade de meu pai em meter direto com duas mulheres que aparentemente gostavam muito de sexo, fiz outra descoberta quando meu pai estava no turno da noite, as duas se comiam, nessa altura eu já estava viciada em bater siririca na porta daquele quarto, tinha inclusive colocado um vaso de plantas ao lado da porta para poder apoiar o pé, enquanto me masturbava. Em um sábado que meus pais estavam fazendo compras, entrei no nosso quarto, encontrando Lucy só de calcinhas sentada em frente a penteadeira escovando seus longos e bem tratados cabelos, seu par de seios em forma de pera fez meu grelo endurecer na hora, não sei se por coragem ou por pura tesão, atrevi-me a alisa-los olhando no olho de minha tia que séria ofereceu-me os lábios e aguardou minha iniciativa e trocamos meu primeiro beijo lascivo, voltamos a nos olhar e minha tia puxou minha camiseta admirando meus peitinho por alguns segundos, abocanhou um deles levando-me a loucura e quando ela deu uma folga, já com a boca cheia de saliva, fiz o mesmo com uma voracidade que nunca imaginei ter e passamos a nos alisar, nos mordiscarmos, nos beijarmos em pé no meio de nosso quarto. A experiente baixou minha bermuda e foi com seu dedo médio certeiro direto no meu grelo e iniciou uma massagem divina. Descontrolada, me joguei na cama enquanto acabava de tirar a bermuda, oferecendo-me nuazinha a minha parceira e ela não me decepcionou, aproveitou que eu estava com as pernas arreganhadas e grudou sua boca em minha buceta virgem levando-me a experimentar um orgasmo múltiplo enquanto manipulava a própria buceta sem parar de trabalhar na minha até que eu afastei sua cabeça. Nos beijamos carinhosamente e ela falou: "Essa noite promete". Sorrimos maliciosamente. Meus pais não demoraram a chegar, naquele dia meu pai estava na fase que o pessoal da indústria chama de zero hora, isto é, estava trabalhando de meia noite às seis da manhã. Até meu pai sair de casa eu estava torcendo para Lucy ter contado para minha mãe o que tinha acontecido e a torcida deu certo. Mal meu pai saiu para trabalhar, minha tia me levou para o chuveiro e me ensinou a fazer uma limpeza profundo e me levou para o quarto de casal, onde mamãe estava nua coberta por um lençol a nossa espera. Deixamos nossas toalhas caírem ao chão e vi os olhos de minha sensual mãe brilharem e ela tirou o lençol que cobria seu corpo fazendo sinal para eu deitar a seu lado e pela primeira vez chupei a língua de mamãe passando a ter espasmos musculares por todo o corpo. Mamãe me fez deitar de lado enquanto mamava em mim e logo escorregou levantou minha perna esquerda enfiou a língua em minha grutinha no exato instante que titia fazia o mesmo em minha argolinha virgem. O grito que dei foi inevitável, o que animou ainda mais as duas adultas. Minhas contrações musculares evoluíram para uma tremedeira geral e tive minha primeira convulsão de prazer dificultando o trabalho das duas, pois meu corpo assumiu a posição fetal e as irmãos se deliciaram vendo-me debater como uma epilética. Assim que me estabilizei, assisti as duas fazerem um sessenta e nove. As três completamente relaxadas, mas ainda dispostas, trocamos alguns carinhos e cada uma foi para a própria cama. Na segunda noite, eu estava ansiosa para me ver sozinha com as duas bi incestuosa, queria gozar mais que na noite anterior e assim que papai saiu, deitamos as três nuas e formamos um triangulo onde eu chupei pela primeira vez uma buceta, a da minha mãe que passou a chupar a buceta da irmã enquanto Lucy chupava a minha, foi maravilhoso, minha mãe chupa como uma profissional e o quarto foi tomada por uma sinfonia tesuda levando-nos a gozarmos juntas. Depois de muita troca de carinhos, minha mãe tirou de uma caixa que sempre vi fechada no fundo do guarda roupa um caralho silicone e de cabeça dupla e me deliciei vendo as duas enfiarem o instrumentos em suas bucetas e foderem enquanto eu me masturbava. Ao final mamãe falou: "Depois que seu pai der um jeito no seu cabaço, você também vai poder usar nossos brinquedinhos".

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