A estagiária evangélica e virgem
SANDRA sabia que eu era casado e que não queria nada sério com ela, mas quis e conseguiu que eu saísse com ela.
SANDRA era estagiária na empresa em que eu trabalhava; 19/20 anos de idade, estilo mignon, bundinha empinada, peitos médios, branca com cabelos pretos, uma coisinha lindinha. Simpática e inteligente, veio para o setor onde eu trabalhava e ficamos bem próximos a partir daí, até almoçávamos juntos muitas vezes. Sim, aquela gatinha me atraía demais, conversávamos sobre muitas coisas e não demorou para eu saber que ela era evangélica bem convicta, de família evangélica, mas que não vivia pregando a salvação – aliás, ela era tão divertida e espontânea que muita gente não acreditava quando ela falava sobre a sua religião, até porque suas roupas eram “normais”, nada de exposição do corpo exacerbada, mas também nada de cabelo preso, só usar vestido e por aí vai.
Com o tempo, é claro que derivamos para conversar sobre namoro, casamento e sexo, quando ela me confessou que era virgem; eu acreditei e até a parabenizei, porque era uma convicção dela e pronto. Se eu tinha tesão nela? Claro que sim, o respeito, contudo, era maior e não passei da linha senão com eventuais brincadeiras que a gente tira com qualquer um mais próximo, até porque eu não me sentia constrangido de, por exemplo, contar uma safadeza ou uma piada pornográfica se ela estivesse numa conversa.
Por essa aproximação respeitosa, nem associei os frequentes presentinhos que ela me dava – uma caneta de escrita fina que eu usava (barata, coisa hoje ser 10 a 15 reais), um pedaço de torta que trouxe de casa, coisas pequenas – a algo além de admiração mútua e amizade, pois eu adorava trabalhar com ela e SANDRA sempre correspondia com excelência às tarefas que eu passava para ela.
Em um dia de chuva na cidade, ela me disse que nem iria para a faculdade (estudava à noite), iria direto para casa, por isso ia ficar mais um pouco na empresa, para pegar o ônibus mais vazio; concordei e nem estava aí, até porque eu sempre saía sempre após as 19:30h e não raro depois das 22h. Nesse dia, chovendo ainda, estou saindo da sala onde eu trabalhava e SANDRA me viu e disse
- Tchau, chefe, até amanhã
- Ainda por aí?, perguntei
- Essa chuva... pode me deixar na parada de ônibus?
- Vem que eu te dou uma carona, falei na educação e porque a chuva não parava
- Claro que sim, vamos embora
Saímos e foi aí que eu vi que era uma sacanagem com ela, uma coisinha lindinha, deixá-la numa parada de ônibus àquela hora. “Eu te levo em casa”, falei. “Não, não precisa”, ela disse. “Isso é uma ordem superior”, brinquei. “Então eu pago uma coxinha de galinha excelente que tem no caminho”, ela disse e eu concordei. Desviando um pouco no caminho, paramos numa padaria que realmente tinha uma excelente coxinha e lanchamos em clima de muita alegria.
- Vou comer 5 coxinhas, já que é tudo de graça hoje, eu disse
- Pode comer, eu vou pagar lavando os pratos depois
- Você se lascou, porque aqui tem máquina de lavar pratos ah ah ah
- Então vou dar um golpe sujo: o padeiro português não tira o olho de mim, vou tirar a calcinha e entregar a ele para quitar a dívida
- Aí não, essa calcinha eu pago por ela: tenho cinco centavos, você tem troco?
Primeiro, nem sei se a padaria tinha máquina de lavar pratos, ninguém sabia quem era o padeiro e muito menos se ele era português, foi tudo na brincadeira da conversa e mesmo a parte final, quando falamos em calcinha, era dentro de um contexto que a gente brincava, pois era normal brincadeiras mais “pesadas” sem o tom de assédio ou grosseria.
Mas após rirmos sobre a calcinha e o troco, ela foi incisiva: “Eu vivo pensando em tirar a calcinha para você”. Quase que a coxinha de galinha volta do meu estômago quando escutei SANDRA falar isso em tom sério, confirmando que não estava brincando.
- Como é?, perguntei porque jamais esperaria um “ataque” desse por parte de SANDRA
- É o que você ouviu mesmo, eu às vezes fico daquele jeito imaginando você me fazendo de mulher de verdade.
Meu pau subiu na hora, contive-me e abri um discurso de que ela tinha convicções que aquele sentimento poderia passar, adoraria ser o primeiro na vida dela desde que ela estivesse 1.000% convicta, enfim, papo sério em que meu pau duro lutava contra a minha consciência, pois eu gostava e gosto demais de SANDRA e tirar o cabaço dela poderia causar algo grave na cabeça dela, sei lá. Ainda mais a gente trabalhando junto. Fomos embora e foi só a gente entrar no carro, ainda estava chovendo, e ela me pediu um beijo na boca. Aí não resisti e, mais ainda, fomos para um motel...
Ela tremia, estava muito nervosa e mesmo assim concordou em ir. “Preciso tirar a dúvida”, ela disse. Entramos no quarto, ela nunca tinha ido em um motel, conversamos um pouco e ficamos nos beijando, namorando, sarrando. Ela botou a mão no meu pau e eu botei o pau para fora. Ela ficou pegando na minha rola, batendo mais ou menos uma punheta, eu a deixei só de calcinha e sutiã (que imagem maravilhosa aquela!!!). SANDRA se esfregava na minha rola, esfregava a bunda, fazia cara de prazer. Consegui com muito esforço tirar o sutiã dela e beijar e chupar aqueles lindos seios, enquanto alisava a xoxota dela por cima da calcinha, que ela não quis tirar. Já dava para sentir a calcinha molhada...
Ela não conseguiu passar desse ponto e eu não quis ir além; para não passar em branco, ela me ajudou na punheta e ficou maravilhada com a quantidade de porra que gozei, inclusive fazendo careta quando pegou um pouco e experimentou o sabor. “Horrível”, disse ela. “Você se acostuma, nem se preocupe”, assegurei.
E assim comecei a ter um relacionamento sem penetração com SANDRA, às vezes a gente ia até duas vezes ao motel na semana, o normal era ir a cada 10 ou 15 dias, às vezes no sábado, quando eu saía para tomar cervejas com amigos à tarde e usava essa desculpa. Só aquele namoro já me dava prazer.
As intimidades foram aumentando a cada saída; com o tempo, eu e ela ficávamos nus e em termos de sexo oral foi perfeito: ela relutava em chupar meu cacete e passou a fazer boquetes maravilhosos, a beber leite, a ficar brincando com meu pau após o gozo. Nela, a chupada nos peitinhos foi a chave de tudo, passei a beijá-la toda, dos pés a cabeça literalmente, menos na xoxota ou na bunda. SANDRA deixava eu alisar a xoxota dela, mas morria de vergonha de eu chupar aquele pedacinho rosa e muito menos a bunda, apenas beijos por fora. Só que o tempo passa e ela começou a gozar até quando a gente fazia 69. Eu enfiava a língua, sentia o cabacinho, mas nada de dedo ou rola, SANDRA não deixava, ficava muito nervosa. Até o cu ela deixava que eu metesse a língua, não o dedo; quer dizer, isso foi superado, pois com gel e muita insistência, comecei a enfiar o dedo no cu dela enquanto chupava a xoxota (que só admitia a língua).
SANDRA gozava mais forte e mais ligeiro quando eu lhe fazia um fio-terra e meu dedo entrava todo enquanto eu estava chupando a buceta linda e cheirosa dela, mas nada de enfiar senão a língua na frente. Eu adorava mesmo assim sair com ela, me sentia tão bem depois. Comecei a colocar SANDRA de quatro na cama, arrebitando o rabo bem para cima e caía de língua no cu, ela se contorcia, adorava e mais ainda quando eu a penetrava com o dedo, com o vai e vem.
Desisti da buceta e comecei a pincelar o pau no cu dela, a cada saída um avanço. Gozava nas costas delas. Coloquei-a de frango assado uma vez (ela odiava o nome da posição, mas adorou a posição) e depois de chupar a xoxota e o cu, metendo o dedinho, apontei o pau na porta do cu e fiz força para ele entrar. SANDRA se assustou, mexeu-se, fez aquela cara de reprovação e dúvida. “Vou gozar na portinha”, eu disse e fiquei me masturbando e pincelando o cu dela. Na hora que senti o gozo chegando dei aquela mínima penetrada, mínima mesmo, e quando ela ia talvez reclamar sentiu o leite quente no cu e curtiu. A esporrada foi na portinha, a cabecinha do pau nem entrou toda, talvez só a boquinha da rola cuspindo dentro, SANDRA disse que ardeu e, ao mesmo tempo, a porra melando ela foi “sensacional”.
O detalhe é que SANDRA é mignon, pequenininha, não é aquela mulherona grandona, a bundinha dela é linda mas é compatível com o corpo. E pensei ali que estava diante de mais uma mulher que ia casar virgem na frente e liberada atrás, de várias que encontrei na vida.
Realmente passamos a, além de todas as intimidades já conquistadas antes, a brincar no rabinho dela, ela descobriu o que era chuca e as minhas gozadas, quando não era na boca dela (ela adorava encher a boca, brincar com o leite e só depois engolir tudo, ou então eu gozar na minha barriga e ela lamber tudo depois) e no cu, ou melhor, na porta do cu, porque nunca consegui comer propriamente o rabo dela.
Eu fui enfiando cada vez mais, sentia as pregas se rasgando, ela narrando isso, às vezes eu tinha de tirar e somente uma vez, uma vez só!, enfiei a rola todinha mas o cu dela não relaxou, nem tive como ficar metendo e tirando, ela estava suada, cara de choro de arrependimento. Vou explicar melhor: meu pau é grosso e deve ter uns 15 cm. Se eu enfiasse só metade, poderia ficar comendo e gozando dentro sem problema; depois disso ela começava a ficar muito nervosa, SANDRA mesmo dizia que era mais neura dela do que qualquer outra coisa e eu respeitava demais os limites dela.
Teve vez que pensei em enfiar tudo e pronto, mas eu pensava naquela bundinha, que podia sangrar e tudo ia ser pior. Posso dizer que comi muito gostosamente a bunda de SANDRA “pela metade” (da rola ah ah ah), o que já era sensacional.
Ela recebeu uma proposta muito melhor de outra empresa, com grande chance de contratação após se formar e foi para lá. Nossas saídas foram ficando bem raras até deixarmos de sair.
A vida seguiu, ela arranjou namorados e se casou, eu fui até para o casamento dela (não fui padrinho, digo logo, nem aceitaria); depois que paramos de sair, mesmo quando nos encontramos eventualmente, nunca mais falamos sobre nosso relacionamento. Ainda vou tirar a dúvida para saber se ela casou virgem na frente... só por pura curiosidade.
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Comentários (1)
Cornomanso: Olha como são as mulheres, querendo casar-se virgem, mas deava o namorado come-la por traz.... hum, isso é muitgo comum na liberalidade de hoje....Parabens aos dois!
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