#Traições

No dia do meu casamento

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No dia do meu casamento fui surpreendido com algo inusitado. Meses depois, acabei me envolvendo com a prima da minha mulher.

Tenho 32 anos. Nasci em uma cidade pequena do interior e vivi lá até a minha adolescência. Depois, junto com os meus pais, me mudei para uma cidade um pouco maior, que foi onde fiz a minha faculdade. Sempre fui um homem muito tímido e, talvez, inseguro.

A Luciana iniciou um relacionamento comigo quando ela tinha 20 anos; hoje ela tem 26. Ela também é tímida e estudou em colégio de freiras até a faculdade. Nós tivemos algumas relações sexuais antes do casamento e finalmente nos casamos no final do ano passado. Logo após o casamento, nos mudamos para uma cidade grande por conta de uma oferta de emprego que recebi. Eu a amo muito, meus olhos sempre estiveram nela.

A Cecília é prima da Luciana e hoje tem 19 anos. Ela tem uma personalidade forte, provocadora e eu diria até que inconsequente. Embora primas, pela diferença de idade, elas não são grandes companheiras, mas se gostam.

Logo que conheci a família da Luciana, passei a frequentar o sítio deles, que tinha piscina. Íamos para lá em alguns finais de semana e aniversários. Naquela época, a Cecília era apenas uma menina. Eu sempre brinquei com ela na piscina, mesmo com o passar dos anos, mas eram brincadeiras normais, sem nenhuma conotação sexual.

Desde essa época, ela me provocava e me infernizava. Como homem, claro que notei e acompanhei todo o crescimento da Cecília. Vi quando ela foi deixando de ser uma adolescente e virando uma mulher muito bonita, atraente e sensual. Mas eu amava a Luciana. Nunca havia acontecido nada entre nós, apenas algumas provocações dela, como abraços normais, inclusive na frente da Luciana.

Isso durou até ela começar a ficar adulta. Eu achava que era apenas um comportamento típico de adolescentes que querem se exibir e mostrar que já cresceram. Fora as brincadeiras na piscina, apenas toques nos braços para segurar, empurrar, coisas sem importância. Nunca passou pela minha cabeça ter qualquer relação com ela, até pela diferença de idade, que é muito grande.

Na presença de Luciana ou não, meu padrão de comportamento com a Cecília sempre foi o mesmo, porque eu não tinha nenhuma intenção com ela. Notei que, depois que fez 16 anos, as brincadeiras na piscina diminuíram. O máximo que acontecia, de vez em quando, era uma troca de olhares plenamente natural, porque ela estava crescendo, seu corpo e sua mente estavam se desenvolvendo.

Quando ela tinha uns 17 anos, apareceu com um namorado em uma festa e fiquei feliz, afinal gostava e tinha muita consideração por ela. Mas percebi que ela estava me dando mais atenção do que ao namorado. Não achava que era interesse romântico, mas talvez fosse uma forma dela provocar ciúme no namorado, coisa de adolescente.

Depois disso, nossos encontros foram ficando espaçados. Uns três meses antes do meu casamento, e eu e a Luciana fomos à casa dos pais dela para entregar o convite. Soubemos que ela estava namorando com outra pessoa e que o levaria no casamento. Não houve nada de especial nessa visita, apenas o abraço e o beijo no rosto tradicional.

Chegou a festa do meu casamento. Quando fomos cumprimentá-la, a Luciana perguntou pelo namorado dela, já que não o conhecíamos. A Cecília respondeu que havia terminado o relacionamento porque não daria certo. Ficamos meio sem graça com a resposta, mas vida que segue, afinal ela continuava como uma adolescente.

No final da festa, quando praticamente todo mundo já tinha ido embora, a Luciana saiu para se trocar, pois iríamos direto para a lua de mel. Eu fui até uma área interna reservada, ao ar livre, que era destinada aos fumantes. Fui apenas para tomar um ar, já que não fumo.

Cecília se aproximou para se despedir de mim. Os pais dela já tinham se despedido e já tinham ido para o carro e a esperavam. Estávamos a sós. Ela me deu um abraço e o tradicional beijo no rosto, mas falou baixinho no meu ouvido:

- Você é um tesão.... É uma pena que nunca transamos, mas não tenho pressa. Te espero.

Ela disse isso e saiu imediatamente. Eu fiquei sem fala, sem saber o que fazer. Que menina atrevida. Comigo nunca tinha acontecido algo semelhante. A menina te convidar para transar e ainda mais no dia do meu casamento. Imagina o impacto que senti.

E não era qualquer menina, era uma gostosa, jovem. Claro que me deu tesão, porém o meu lado racional veio em meu auxílio. Era prima da minha mulher e eu acabara de casar com a mulher que amo e que também é gostosa.

Só que se eu contasse para a minha mulher certamente daria uma enorme confusão entre as pessoas da família e seria a minha palavra contra a palavra de Cecília. Optei por não fazer absolutamente nada, afinal assim que voltasse da lua de mel, estaria me mudando para uma cidade maior e ficaríamos afastados, a quilômetros.

Nos mudamos para o nosso apartamento. Sozinhos, tivemos aquele pico de relações sexuais quase que diárias e depois foi diminuindo e como todo casal, fomos nos adaptando a um determinado ritmo.

Um ano e meio depois, mais precisamente em fevereiro deste ano, a mãe de Cecília ligou pedindo se ela poderia ficar hospedada em nosso apartamento para prestar vestibular em três faculdades particulares. Seriam duas semanas.

A Luciana não desconfiava de nada e, como tínhamos um quarto vago, que servia como um escritório improvisado, ela disse a tia que Cecília poderia vir.

Naquela noite, Luciana me contou que precisávamos comprar um colchonete confortável, porque Cecília viria passar um tempo aqui, para prestar vestibular.

Quando soube disso, passou um turbilhão de pensamentos pela minha cabeça. Fiquei muito preocupado, mas não disse nada para a Luciana. Eu sinceramente não achei que a Cecília seria audaciosa o suficiente para fazer outra investida dentro do nosso próprio apartamento. Provavelmente estaria mais madura e talvez o que havia dito no meu casamento, não passasse de uma brincadeira ou de uma provocação, só para ver como eu ficaria.

Ela veio numa sexta-feira à noite e quando ela chegou, senti um frio na barriga. Ao me abraçar e me beijar, ela deixou, propositalmente, que os lábios dela escorregassem na direção dos meus. A Luciana estava de costas, do outro lado, carregando uma das malas, e não percebeu. Logo após esse carinho, a Cecília me deu um olhar extremamente provocativo e confesso, senti medo.

Sabia que deveria tomar alguma atitude, mas não consegui fazer nada. De novo a situação da família vinha à minha cabeça e o pior, vê-la ali, linda, de vestido curto que mostrava as coxas grossas, claro que me deu tesão, mas era muito complicado e eu precisaria ser muito racional para não foder o meu casamento.

Naquela primeira noite, jantamos os três e assistimos televisão. Quando o sono chegou, fomos dormir. Como temos apenas um banheiro no apartamento, deixei a Luciana ir primeiro para escovar os dentes. Ela terminou e foi deitar no nosso quarto, e de lá me pediu para trazer um copo de água.

Quando eu estava voltando da cozinha com o copo, me deparei com a Cecília saindo do banheiro vestindo uma camisola muito curta e transparente. Ela me olhou nos olhos, passou a língua entre os lábios, deu uma risadinha maliciosa e entrou no quarto dela. Fiquei extremamente excitado.

Entrei no meu quarto, tranquei a porta, dei a água para a Luciana e disse que queria sexo. Ela recusou, dizendo que seria chato se a prima escutasse do quarto ao lado. Eu não consegui dormir. A imagem da Cecília não saía da minha mente.

Na madrugada, em silêncio absoluto, saí do quarto. Claro que a minha vontade era ir ao quarto dela, mas parei no banheiro e comecei a bater uma punheta, como se fosse um adolescente, pensando na Cecília, até me satisfazer.

No sábado, estava muito calor. A Luciana e a Cecília saíram para o shopping logo cedo. À tarde descemos os três para a piscina do prédio. A Cecília tinha comprado um biquíni novo que chamou a minha e atenção de quase todo mundo que estava ali.

Eu precisava me policiar para parar de olhar para ela, porque só conseguia imaginá-la pelada. Minha mulher é bonita e sensual, mas, não sei... olhando para a Cecília, um corpinho recém-saído da adolescência, era diferente.

À noite, durante o banho, precisei me masturbar novamente. No domingo, saímos para almoçar e finalmente tive um momento de paz, porque estando os três juntos, sabia que não iria acontecer nada. Sendo bem sincero, eu queria preservar meu casamento e não queria trair minha mulher, mas estava feliz de ter pensado na punheta para extravasar e não fazer merda.

Eu sabia que seriam duas semanas difíceis. Decidi que iria evitar conversar muito com Cecília ou saber de detalhes da sua vida. Só de falar com ela eu já sentia medo. Como sou um cara calado por natureza, a Luciana não estranhou meu distanciamento.

Não sei se era consciente ou inconsciente por parte da Cecília querer a minha atenção, mas ela sempre dava um jeito de me puxar para as conversas. Para evitar ficar perto dela, comecei a me atrasar no trabalho de propósito, chegando em casa depois da Luciana. Minha esposa notou o atraso, mas usei como desculpa o fato de que na empresa estava sob muito estresse, que colegas haviam saído e que os que ficaram estavam acumulando tarefas enquanto os substitutos não chegavam. Ela achou natural e não tocou mais no assunto.

Mesmo assim, os dias iam passando. Às vezes, quando a Luciana estava na cozinha, a Cecília cruzava ou abria as pernas de um jeito que parecia sem querer, para me provocar. Que puta inferno, mas consegui me controlar.

No sábado seguinte, fez calor de novo e descemos para a piscina. Fui dar um mergulho e Cecília pulou logo atrás de mim. Começou a lembrar das brincadeiras de quando era mais nova, me tocando, empurrando minha cabeça para dentro da água. Ela me excitava muito ao tocar em mim, mas ao mesmo tempo me incomodava. Eu olhava para Luciana e me arrependia.

Era um sentimento ambíguo que eu nunca tinha sentido antes. Em determinado momento, eu enfiei a cabeça dela debaixo d'água e segurei por alguns segundos. Minha vontade real, naquele instante, era de afogá-la. Quando a soltei, rindo, disse que agora eu estava brincando como antigamente. Acho que ela gostou de ver que eu reagi. Tudo pareceu muito natural, como se fôssemos as crianças de antes. Nada violento, tanto que a Luciana também riu da situação de fora da piscina, pois já tinha visto brincadeiras parecidas no sítio e acho que não viu maldade nenhuma.

Os três subimos, tomamos banho e saímos para passear e jantar à noite. Senti um pouco de paz de novo. O domingo foi chuvoso, então ficamos em casa, mas eu quase não participei da conversa delas.

A tensão no meu trabalho estava insuportável e eu vivia um período de estresse enorme por conta do acúmulo de funções. E foi na quarta-feira que tudo aconteceu. Não vou ser hipócrita: por um lado, não tenho como negar que foi um dos dias mais deliciosos da minha vida, mas, por outro....

Saí de manhã para trabalhar. A Luciana deve ter saído logo em seguida. Por volta das onze horas da manhã, meu chefe me chamou. Ele disse que eu precisaria substituir um colega doente em uma viagem aérea naquela mesma noite, por volta das nove horas. Eu deveria ler um contrato, ir até o cliente, sanar as dúvidas e retornar no dia seguinte com o documento assinado.

Sendo a minha primeira viagem de negócios, a responsabilidade pesou bastante em mim. Ele me enviou o contrato por e-mail e disse que eu poderia ir para casa na hora do almoço para estudar o documento com calma, arrumar as malas e viajar à noite. Se eu trouxesse o contrato assinado, ganharia folga na sexta-feira.

Quando cheguei ao apartamento, a Cecília não estava lá. Senti um alívio enorme que preferi não analisar muito. Eu precisava organizar tudo e a última coisa que eu queria era mais uma situação para administrar. Pensei que seria bom se ela demorasse para voltar. Imaginei que estivesse no shopping perto de casa fazendo compras ou passando o tempo, e logo desviei a minha atenção nisso.

Na sala, sentei, abri o notebook e revisei o contrato, fiz poucas anotações porque já tinha visto outros iguais a ele, portanto estava pronto para a viagem.

Quando terminei, fui para o meu quarto comecei a separar minhas roupas para colocar na mala. Foi nesse momento que fui surpreendido pela Cecília. Sinceramente, eu estava tão concentrado que não ouvi a porta do apartamento abrir ou fechar. Eu gelei. Mas ela apenas me deu um “oi” e foi para o quarto dela. Logo depois, ouvi a porta do banheiro se fechar e o barulho do chuveiro.

Eu terminei de arrumar a mala. Eram quase duas horas da tarde. Quando saí do quarto, a porta do banheiro se abriu. A Cecília saiu vestindo apenas uma toalha. Ela parou, ficou me olhando fixamente, mordeu e lambeu os lábios.

Naquele momento, não resisti, não pensei que era casado, não pensei em Luciana, não pensei onde estava, a única coisa que eu queria era comer Cecília. Peguei-a pelo braço e a arrastei para o meu quarto. Não houve resistência.

Arranquei a toalha dela e pude contemplar aquele espetáculo. Corpinho do tipo adolescente, seios de tamanho médio, auréola pequena, bico durinho, bucetinha depilada, somente aquela fenda do prazer. Ela me olhava enquanto eu tirava a roupa.

Deitei e comecei a tocá-la, a chupá-la. Sentia o perfume do sabonete em sua pele macia. Ela gemia. Abocanhei um peitinho dela e com a mão fui alisar a sua bucetinha. Ela estava paradinha, deixando eu me aproveitar do que quisesse.

Minha boca desceu pela barriga até a altura da sua vulva. Podia sentir o calor emanando de dentro dela. Comecei a beijar toda aquela região como manda o figurino. Enfiei a língua dentro dela e o sabor era delicioso. Ela segurou a minha cabeça entre suas pernas, gemendo, se contorcendo até que pediu:

- Ai .... Me come.... Quero dar bem gostoso para você.... Vai.... Me come....

Peguei uma camisinha do meu criado-mudo, vesti e subi em cima dela penetrando-a com força. Ela abriu as pernas colocando ao meu redor, gemeu e pediu mais. Podia sentir meu pau entrando e saindo, deslizando com facilidade, embora fosse bem apertadinha. Certeza de que ela estava excitada.

Não demorou muito para sua respiração aumentar junto com os gemidos abafados. Dizia baixinho:

- Isso.... Vai.... Não para..... Mete.... Mete... Isso... Me come.... Aiii.... Aiiii.

De repente, suas mãos me abraçaram, senti um aperto firme no pau como se ela dissesse não tira daí, seguido de um gemido gostoso. Isso me deu um tesão enorme, dei algumas bombadas ainda, mas também gozei.

Ela me soltou do abraço, baixou as pernas e eu não tinha forças para sair de cima dela, aliás nem tirar de dentro eu queria porque ainda sentia uns espasmos da buceta dela, apertando o meu pau como se quisesse engoli-lo. Eu estava em transe.

Quando consegui sair, deitei ao seu lado que me olhava sorrindo levemente, parecia satisfeita. Hoje percebo que talvez tenha sido a foda com menos tempo que dei na vida, mas com certeza, uma das melhores.

Sem trocar uma única palavra ficamos ali. Ela se ajeitou para que eu a abraçasse encostando sua cabeça no meu peito. Eu fazia força para não dormir, mas me sentia cansado, muito cansado. Comecei a alisar seu cabelo, para me deixar acordado.

Ela retirou a minha camisinha e deu um nó nela, me entregando. Coloquei sobre o criado-mudo. Foi aí que a ficha começou a cair e eu sabia que tinha feito merda. Foi um sentimento engraçado porque era um misto de arrependimento e, ao mesmo tempo, um misto de satisfação. Tentei não pensar em mais nada. Deitado ali, naquela companhia, procurei desfrutar daquele momento.

Comecei a reviver memórias do passado, com ela no início da adolescência e a vendo agora, praticamente uma mulher formada. Isso me fez pensar como a juventude vem mudando e como as mulheres também são diferentes. Existem algumas mais tímidas, mas inibidas e meninas como Cecília, bastante atrevidas.

Pelo que me lembro, havia passado quase meia hora quando ela se mexeu e me olhou. Acho que pensou que eu estivesse dormindo. Ela mesmo, parecendo uma serpente, foi descendo, beijando a minha barriga até chegar bem perto do meu pau que começou a dar sinal de vida.

Beijou e abocanhou me fazendo contrair. Senti meu pau endurecendo em sua boca a cada mamada que ela dava. Seus lábios e sua língua brincavam na cabecinha, sugando com carinho. Sua mão brincava, suavemente, com minhas bolas. Embora novinha, pensei, é experiente.

Não demorou muito para que eu ficasse a ponto de bala. Percebendo, ela parou sem me dizer uma única palavra. Apenas ficou de quatro na cama. Rapidamente coloquei outra camisinha e a penetrei.

Gostosamente ela gemia a cada estocada minha. Seus peitinhos balançavam e de vez em quando eu os apalpava. Ela jogava os quadris para trás para que a penetração fosse ainda mais funda. Passei a segurá-la pela cintura e puxar com força, fazendo aquele barulho de encontro de corpos. Isso aumentou nosso tesão.

Desta vez o tempo da trepada foi bem maior. Mais uma vez ela repetia para que eu metesse nela, que fodesse sua bucetinha. Eu a puxava pelo cabelo, para fazer empinar e dava tapa na sua bunda, até que anunciou que iria gozar.

Aumentei o ritmo e a força. Ela gemia e mais uma vez senti as contrações da sua buceta mordendo meu pau e ela teve outro orgasmo. Alguns segundos depois, ela estava entregue, mas continuei a meter até gozar.

Mais uma vez, estávamos jogados na cama e exaustos. Só que dessa vez, não demorei muito na cama. Havia conversado na hora do almoço com Luciana e ela retornaria para o apartamento por volta das seis horas e fiquei preocupado, embora ainda fosse um pouco cedo. Fui tomar banho.

Quando voltei ao quarto, a cama estava arrumada, a janela aberta para entrar ar. Me vesti fui ao quarto de Cecília que também estava vestida e me disse que iria dar uma volta no shopping e voltaria mais tarde, assim Luciana não desconfiaria de nada.

Fiquei pensando como mulher é foda. Quando fazem as coisas, procuram esconder todos os detalhes: o quarto, a janela aberta para entrar ar, a cama arrumada, a saída como álibi, até as duas camisinhas que eu usei e suas embalagens ela me devolveu e falou para jogar no vaso e dar descarga, além de pegar a mala e jogar sobre a cama, para desarrumar um pouco. É.... tenho muito que aprender.

Ela foi passear e fiquei sozinho no apartamento. Voltei para o quarto para checar, fechei a janela, verifiquei se tinha algum cheiro, mas estava tudo limpo. E aí é foda. Você pensa um monte de coisas, peguei novamente o notebook para me distrair até Luciana chegar.

Assim que chegou, mal deixei ela entrar e disse que precisava me levar para o aeroporto. Eu precisava sair dali, pois sentia um peso enorme e mal conseguia olhar em seus olhos. No caminho, não conversei muito, com medo.

No avião, tentei não pensar em nada. Dei sorte de sentar ao lado de um passageiro muito falador e me entretive na conversa. Quando cheguei ao hotel, estava tão exausto que simplesmente desmaiei de sono.

Na quinta-feira pela manhã, fechamos o contrato. Fiquei muito feliz, mas a preocupação logo voltou. Eu teria a sexta-feira inteira de folga em casa e me vi em um dilema: eu deveria sair de casa o dia todo para evitar a Cecília? Mas, será que ela queria mais? E se quisesse, deveria ficar e aproveitar a oportunidade? Naquele momento, tomei a decisão que era melhor não ficar no apartamento.

A sexta-feira chegou. Tomando café da manhã com as duas, disse à Luciana que levaria o carro a uma oficina longe para resolver um barulho estranho e depois o mandaria lavar. Disse que talvez almoçasse no shopping perto da oficina e assistisse a um filme. O problema do carro era real, embora não fosse um barulho tão assustador, mas era uma forma de não ficar no apartamento.

A Cecília ouviu tudo e comentou que também iria sair para ir a uma das faculdades porque queria mais informações. Luciana ainda falou se eu não poderia dar uma carona a Cecília, mas ela própria disse que era melhor chamar um Uber. As duas desceram juntas.

É engraçado o que você pensa nessas horas. Por um lado, fiquei aliviado por não trair Luciana mais uma vez, mas por outro, frustrado porque tinha sido muito bom. Em todo caso, acho que o que aconteceu foi a melhor opção.

Eu me preparava para sair quando toca a campainha. Era Cecília. Abri a porta esperando que ela tivesse esquecido algo, mas assim que entrou, olhou para mim, levantou o vestido e mostrou a calcinha, perguntando:

- Vamos?

Embora o meu pensamento moral me dissesse não, a vontade era muito maior, seguindo aquele ditado: “quem está na chuva é para se molhar”, ou seja, liguei o botão do foda-se.

Agora, já não havia necessidade de pressa. Mesmo assim, fomos para o quarto imediatamente, um tirando a roupa do outro, os dois totalmente fora de si. Deitamos na cama e começamos um sessenta e nove, mas o tesão logo se instalou e ela quis cavalgar.

Jamais vou esquecer aquela visão. Uma linda mulher, corpinho de adolescente, montada no meu pau, subindo e descendo, seus peitinhos balançando, ela rebolando

Depois de metermos até o meio da tarde, nós finalmente paramos e conversamos como dois seres humanos. Ela se abriu comigo. Confidenciou que tinha tesão por mim desde a época da adolescência e que realmente tinha valido a pena termos transado.

Complementou que entendia perfeitamente que eu amo a Luciana e que foi um erro interferir em nada na minha vida, mas que queria sexo com a pessoa que despertou nela seus primeiros desejos íntimos e que voltaria para sua cidade com o gostinho de quero mais.

Acho que vou ter problemas em breve ou não?

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