#Gay #Teen #Traições

Reencontrando meu ex-namorado, Joaquim

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Winterboy

Visitando minha família no interior, reencontrei Joaquim, meu melhor amigo de infância e primeiro namorado.

Oioi, meus putos!

Venho contando mais um episódio das minhas aventuras sexuais.

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Vamos ao conto.

Alguns meses se passaram desde aquela noite na balada. Chegou o dia de ir visitar minha família no interior. Murilo não iria comigo porque precisava trabalhar, então ele me levou até a rodoviária. Nos despedimos com um abraço e um beijo demorado e prometi mandar mensagem assim que chegasse.

A viagem de ônibus durou quatro horas. Eu dormi a maior parte do tempo, acordando em algumas paradas para usar o banheiro. Quando desci na pracinha da cidade, o calor me atingiu como um soco.

Minha mãe estava esperando com o carro. Falou sem parar durante todo o trajeto até casa — quem casou, quem morreu, quem engravidou. Eu acenava com a cabeça, sem muito interesse.

No dia seguinte, fui à sorveteria da praça. O lugar não mudou: mesma dona, simpaticíssima, mesma disposição de assentos e mesmo cardápio. Pedi um sorvete de flocos, meu preferido. Foi quando eu ouvi a voz.

— Iago? Porra, é você mesmo?

Joaquim estava de pé na fila do caixa. Meu ex-namorado e primeira grande paixão. Mais magro do que eu lembrava, o cabelo loiro mais curto, o bigodinho fino que ele insistia em manter. Vinte e um anos e continuava com aquela cara de moleque que não cresceu. O peito afundou quando ele sorriu daquele jeito — dentes um pouco tortos, olhos apertados.

— Joaquim. Quanto tempo.

Ele me puxou para um abraço. O cheiro dele era o mesmo de sempre: perfume amadeirado. Senti seu corpo magro contra o meu e algo no meu estômago deu um giro. Ele se afastou e me olhou de cima a baixo.

— Cê tá diferente. Tá mais gostoso, hein.

Ri e empurrei o ombro dele. "

— Vai se foder. Cê que tá parecendo um esqueleto.

Ele pediu o sorvete dele e sentamos perto da janela. A conversa fluiu como se o tempo não tivesse existido. Ele me contou que largou a faculdade, que estava trabalhando na oficina do pai, que tinha ficado com um cara da cidade grande mas não deu certo. Eu contei que estava morando na capital, que namorava.

— Namora? Sério? — disse ele erguendo a sobrancelha, a colher parada no ar. — E quem é o felizardo?

— Murilo. Tamo junto há um ano e meio."

Ele assobiou baixinho.

— Uau. Bastante tempo. Cê, hein. Sempre achei que cê ia ser solteiro pra sempre.

A colher dele raspou o copo. O olhar mudou, a mesma forma de me olhar de quando tínhamos 16 anos e ele me empurrou contra a parede do quarto dele e a gente se beijou pela primeira vez.

— Saudade de você, Iago. De verdade.

As palavras ficaram no ar.

Saímos da sorveteria e ele sugeriu passar na casa dele. Os pais dele estavam viajando. Eu sabia o que aquilo significava. A voz na minha cabeça dizia que era um erro, que eu não devia ir, “se ele é teu ex é por alguma razão. Outra voz, mais baixa e mais suja, disse que era exatamente por isso que eu queria ir.

A casa de Joaquim era a mesma. O quarto tinha a mesma cama de solteiro encostada na parede, o mesmo pôster rasgado do Metallica. Ele fechou a porta e ficou de frente para mim.

— Cê lembra daqui?

— Lembro.

— Lembra de tudo? — perguntou dando um passo na minha direção.

O coração disparou. O clima de tesão se espalhava pelo cômodo.

Joaquim me puxou pela nuca e me beijou. A boca dele era diferente — lábios mais finos, mais ágeis, com aquele jeito de morder de leve o meu inferior. Meu pau endureceu em segundos. A língua dele invadiu minha boca e eu suguei, com saudade, com a fome de quem já conhecia aquele caminho.

Empurrei ele para a cama. Ele caiu sentado, rindo, e eu me ajoelhei entre as pernas dele. Puxei a calça shorts dele para baixo e o pau dele pulou — grosso, depilado, duro, os 17cm que eu conhecia de cor e salteado. A cabeça rosada, brilhando de pré-gozo.

— Porra, Joaquim. — eu disse encarando sua expressão safada — Continua enorme.

Ele riu, jogou a cabeça para trás. "

— Cê bem sabe como é. Faz aquilo que só você sabe!

Eu sabia. Encaixei a boca na cabeça do pau dele, lambendo o líquido que escorria. O gosto salgado me invadiu. Desci devagar, sentindo o volume preenchendo minha boca, o calibre forçando meus lábios a se abrirem mais.

Joaquim gemeu, a mão na minha nuca, os dedos apertando meu cabelo. Engoli mais, relaxando a garganta, até sentir o pau dele bater no fundo. Ele arqueou.

— Caralho… cê aprendeu coisa nova na cidade.

Puxei a boca com um som molhado e sorri.

— Murilo gosta de fundo.

O nome saiu de propósito. Joaquim arregalou os olhos por meio segundo e depois riu. Uma risada suja.

— E mesmo assim tá fazendo ele de corninho?

— Sim.

— Que safado. — disse me puxando pelo cabelo. — Continua.

Voltei a chupar. Subia e descia no pau dele, a boca apertando, a língua trabalhando o freio. A saliva escorria pelo queixo, molhando a pele lisa e quente das bolas. O pau pulsava na minha boca. Joaquim respirava rápido, os quadris subindo para encontrar meu ritmo.

— Para. Vou te comer agora.

Levantei. Ele puxou minha camisa, abriu minha calça. Me virei de quatro na cama, o rosto afundado no travesseiro que cheirava a ele. Joaquim pegou o vidro de lubrificante na gaveta do guarda-roupa e passou no meu cuzinho, o dedo entrando devagar, me abrindo. Depois dois dedos, esticando, e eu me ouvi gemer.

— Pronto? — Ele perguntou, a voz rouca.

— Vai.

A cabeça do pau grosso encostou no meu buraco. Ele empurrou devagar, e a dor veio primeiro, aquele ardor de ser aberto por algo grosso demais. Depois o pau deslizou para dentro, centímetro por centímetro, até eu sentir seu quadril forçando contra no meu rabo.

— Porra — eu gemi no travesseiro. — Tão grosso.

Joaquim começou a se mover. Devagar no começo, puxando até só a cabeça ficar dentro e voltando a enterrar tudo. O ritmo aumentou. A cama batia na parede. O som molhado do pau entrando e saindo do meu rabo enchia o quarto. Eu me empurrei para trás, querendo mais, querendo sentir cada centímetro daquela rola grossa me rasgando.

— Murilo te fode assim? — Joaquim perguntou entre bombadas.

— Não… não assim… porra… não para.

Ele agarrou meus quadris e meteu com força. Cada estocada empurrava meu rosto no travesseiro. O pau dele batia na próstata e faíscas explodiam atrás dos meus olhos. Minha mão foi para o meu pau, masturbando no mesmo ritmo.

— Vou gozar dentro de você" — Joaquim avisou, a voz estrangulada. — Vou gozar…

— Goza.

Ele enterrou fundo e parou. Senti o pau pulsar repetidamente, o calor do leite enchendo meu rabo. Joaquim gemeu alto, os dedos marcando meus quadris. O orgasmo dele me levou, meu pau espirrou no lençol, o corpo inteiro tremendo, o rabo apertando ao redor dele.

Caímos na cama. O ventilador de teto girava devagar. O silêncio era denso, só interrompido pela nossa respiração.

Joaquim virou a cabeça para mim.

— E agora?

Agora eu tinha o leite do meu ex-namorado e melhor amigo de infância escorrendo pelo meu rabo e a mensagem de Murilo piscando no celular. "Cheguei bem, amor. Saudades.”

Comecei a digitar. Os dedos escorregavam no vidro, o polegar tremendo — não de nervosismo, mas de algo que pulsava no peito e descia até o ventre. Escrevi "também sinto" e apaguei. Escrevi "saudades" e apaguei. O corretor sugeriu um emoji de coração. Um sorriso se abriu nos meus lábios.

Atrás de mim, o colchão cedeu. Senti o peso de Joaquim se reacomodar, o calor do corpo dele encostando nas minhas costas, o peito roçando contra minha pele. O pau dele, que eu achava que descansaria por mais tempo, já estava duro de novo: quente, grosso, pressionando entre as minhas nádegas como se tivesse vontade própria.

Meu rabo melado do leite que ele havia depositado, agora escorrendo, e a cabeça do pau dele escorregou naquela umidade sem nenhuma dificuldade.

Não avisei. Não pedi. Não precisei.

Joaquim empurrou o quadril de uma vez só.

O pau entrou até a base num movimento só, e o ar saiu dos meus pulmões como se alguém tivesse me dado um soco no estômago. O celular quase escapou da minha mão. A mensagem para Murilo ficou no limbo.

Meu cuzinho ardeu, abriu, aceitou. O músculo se apertou em volta do pau dele como se reconhecesse o formato, a grossura, a maneira como ele preenchia tudo por dentro.

— Foi sem querer. — Joaquim sussurrou no meu ouvido, o hálito quente, o bigode fino arranhando a orelha. — Avisa o corninho que tá tudo bem. Manda beijinho.

A voz dele era grave, com um sorriso embutido que eu podia ouvir sem ver. Ele não esperou resposta. Começou a bombear. Não foi devagar como da primeira vez, com aquele cuidado de quem está redescobrindo um corpo. Foi urgente. O quadril batendo contra o meu rabo com um som seco, carnudo, que misturava com o barulho úmido do leite e do lubrificante dentro do cu. Cada estocada empurrava meu corpo para frente no colchão, e o celular balançou na minha mão.

Eu tentava terminar a mensagem. "As coisas por aqui estão ótimas, amor. Saudades." Os dedos não obedeciam.

Joaquim bateu fundo, a cabeça do pau esmagando a próstata, e o polegar escorregou no teclado, digitando "chrguei" em vez de "cheguei". Apaguei. Tentei de novo. Outra estocada. O celular escapou da minha mão e deslizou pelo lençol.

Joaquim agarrou meu quadril com as duas mãos, os dedos cravando na carne, e me puxou de volta contra ele, forçando o pau a entrar ainda mais fundo.

O ângulo mudou. Eu senti o pau dele na barriga, quase. O cu ardia em volta do pau, o anel apertando e soltando no ritmo das estocadas, e o leite que tinha gozado antes espumava, fazendo tudo mais úmido, mais barulhento.

— O Murilo manda mensagem e você não responde? — Joaquim perguntou, a voz rouca, o fôlego curto entre as estocadas. — Que mal educado. Responde ele. Vai. Enquanto eu te como.

Estiquei o braço e peguei o celular. A tela tinha apagado. Desbloqueei com a mão trêmula, o brilho me cegando por um segundo. A mensagem de Murilo piscava na notificação. Abri. Comecei a digitar de novo. "Estou adorando aqui, amor." Joaquim estocou fundo e meu dedo escorregou. Apaguei. "Está tudo ótimo por aqui, amor." Enter. "Saudades." Enter.

O visto veio em segundos. Murilo estava online. E enquanto ele lia, Joaquim me fodia com uma cadência brutal, o pau entrando e saindo com um som melado que enchia o quarto, misturado com o rangido do colchão e o bater dos corpos.

— Mandou? — Joaquim perguntou.

— Uhum. — respondi em um gemido.

— Bom menino.

Ele acelerou. As estocadas ficaram mais curtas, mais rápidas, mais fundas. O pau batia na próstata como um soco repetido, e o prazer subia pela coluna em ondas quentes que me faziam arquear as costas, enterrar o rosto no travesseiro e morder o tecido que cheirava a Joaquim — cigarro, perfume e suor.

O celular caiu de novo. Não peguei dessa vez.

— Esse rabo é meu — Joaquim disse, e a voz não tinha pergunta. Era afirmação. O bigode roçou no meu pescoço, os lábios abertos, os dentes mordendo o tendão entre o ombro e a orelha. Eu senti a marca. Senti o lugar exato onde o dente cravou e onde ficaria roxo depois. — Murilo pode mandar mensagem, pode ligar, pode aparecer aqui. Esse rabo é meu. Sempre foi. Sempre vai ser.

O pau dele pulsou dentro do cu, e eu soube que ele ia gozar de novo. Não avisou que ia. Não perguntou se podia. Cravou os dedos no meu quadril, enterrou até a base, e eu senti o pau inchar, o jato quente enchendo meu rabo pela segunda vez, o leite se misturando com o que já estava lá, me preenchendo mais uma vez.

Eu gozei sem tocar no meu pau. As paredes do cuzinho se apertaram em volta do pau dele, e o meu leite espirrou no lençol, enquanto eu mordia o travesseiro e gemia com o rosto enterrado. O corpo inteiro tremia, os músculos das pernas se contraindo, os braços frouxos.

Joaquim não saiu. Deixou o pau mole lá dentro, deitado atrás de mim, o peito colado nas minhas costas, o hálito quente na minha nuca. O ventilador girava.

O celular estava com a tela apagada no lençol, perto da minha mão. A mensagem de Murilo tinha sido respondida. O visto tinha vindo. Talvez ele tivesse respondido. Não chequei.

Fechei os olhos. O pau de Joaquim ainda pulsava dentro de mim, o leite quente melando todo meu rabo, e o corpo inteiro pesado, mole, usado.

Não pensei em Murilo. Não pensei em culpa. Pensei no bigode fino arranhando meu pescoço, no cheiro de macho no travesseiro, e no fato de que meu rabo pertencia a Joaquim desde os 16 anos — Murilo só não sabia disso.

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