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Viagem dos Homens - Parte 1: O cuzinho do meu filho

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Quando seu filho fez 14 anos, Roberto o levou para uma viagem em que aprenderia tudo que um homem tem que saber. A primeira lição? Gozar com língua no cu.

Era uma sexta-feira quente de verão. Roberto, 35 anos, forte, ombros largos, peito peludo e corpo musculoso de quem malhava sério, colocava as mochilas no carro enquanto a esposa acenava da porta de casa.

— Divirtam-se bastante, meus homens! — disse ela sorrindo. — Pesquem muito peixe e aproveitem a viagem dos homens. Eu fico aqui cuidando de tudo.

Roberto sorriu de volta, mas por dentro o coração batia forte e o pau já latejava dentro da bermuda cargo. Ao lado dele, no banco do passageiro, estava Lucas, magrinho, pele branquinha quase sem pelo no corpo todo, 14 anos recém-completados. Parecia ainda mais menino do que era.

Eles dirigiram quase quatro horas até o sítio isolado que Roberto tinha alugado: cabana de madeira simples, lago na frente, nenhum vizinho por quilômetros. Quando descarregaram as coisas, tomaram um banho rápido no lago e voltaram só de bermuda pra varanda, o sol já estava baixando.

Sentados com duas cervejas geladas, Roberto olhou pro filho por um bom tempo antes de falar, voz rouca e séria:

— Lucas… agora que tu fez 14 anos, essa não é só uma viagem de pesca. Essa é a Viagem dos Homens de verdade. Sem tua mãe. Sem mentira. Só coisa de homem pra homem. Eu vou te ensinar tudo que um pai de verdade tem que ensinar pro filho.

O garoto engoliu em seco, sentindo um frio na barriga misturado com tesão.

Roberto continuou, abrindo as pernas e coçando o volume grosso na bermuda:

— Desde o momento que tu nasceu, filho… desde que eu te vi peladinho no berçário, com aquele piupiu pequeno… eu já fantasiava com isso. Eu te via crescendo, tomando banho, bundinha lisinha, e batia punheta escondido pensando em te fazer meu. Em te ensinar os prazeres que só homem sabe dar pra outro homem. Eu esperei 14 anos por esse momento. Agora tu é um homenzinho e eu não aguento mais segurar.

Lucas estava vermelho, respirando rápido. O piupiu pequeno dele já marcava durinho na bermudinha fina.

— Tira a roupa e deita de bruços ali no colchão que eu trouxe pra varanda, filho. Abre as perninhas.

Lucas obedeceu tremendo. Quando ficou pelado, Roberto tirou a própria bermuda, mostrando o pau grosso, pesado e meio duro, bolas grandes e peludas. Ele se ajoelhou atrás do filho, segurou aquelas nádegas lisinhas e brancas e abriu devagar.

— Olha que cu gostoso tu tem… rosadinho, apertadinho. Hoje o pai vai te ensinar o primeiro prazer de verdade. Eu vou chupar teu cu primeiro pra tu sentir como é bom. Presta muita atenção em tudo que eu fizer, porque depois tu vai fazer em mim.

Sem esperar, Roberto abaixou o rosto e deu uma lambida longa, quente e molhada bem no meio da bundinha do filho. Lucas soltou um gemidinho agudo, o corpo inteiro arrepiando.

— Aaaah… pai!

— Isso… relaxa a bundinha. Homem lambe cu de homem. É normal. É gostoso pra caralho.

Roberto começou devagar: lambidas largas, circulando o cuzinho rosado, depois enfiando a língua pontuda, forçando pra entrar. Ele babava bastante, fazia barulho molhado, chupava e lambia com fome enquanto segurava as coxas finas do garoto abertas. Lucas gemia sem parar, o piupiu pequeno latejando contra o colchão, soltando fiozinhos transparentes de pré-gozo.

— Tá gostoso, né? Empina mais essa bundinha pro pai… isso… deixa eu comer teu cu com a língua.

Ele enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, fodendo o cuzinho virgem ritmadamente. Uma das mãos grandes dele desceu e começou a masturbar o piupiu pequeno do filho com dois dedos, devagar.

Depois de longos minutos lambendo e chupando, Roberto deu um tapa leve na bunda:

— Agora fica de quatro, filho. Empina bem pra mim.

Lucas obedeceu, todo trêmulo, bundinha empinada. Roberto abriu as nádegas novamente e voltou a chupar com mais força, língua entrando e saindo, sugando o cuzinho enquanto batia punheta no próprio pau grosso com a outra mão e masturbava o pintinho do garoto.

— Goza pra mim, Lucas. Goza seco com a língua do pai no teu cu.

O garoto começou a rebolar sem controle, gemendo alto. Roberto acelerou os movimentos no piupiu pequeno. Logo Lucas deu um grito agudo, o corpo convulsionando inteiro num orgasmo seco forte — o pintinho pulsando nos dedos do pai sem soltar uma gota de porra, só tremendo e babando.

Enquanto o filho ainda gemia do orgasmo, Roberto se levantou, posicionou o pau grosso sobre a bundinha aberta e bateu punheta rápido e forte. Em poucos segundos ele rosnou fundo e gozou pesado: jatos grossos, quentes e brancos de porra caindo direto no cuzinho rosado e na bundinha do Lucas.

Ofegante, Roberto não perdeu tempo. Abaixou o rosto de novo e começou a chupar o próprio gozo do cu do filho. Lambeu tudo devagar, sugando, engolindo, limpando cada gota com a língua enquanto Lucas ainda tremia de prazer.

— Caralho, filho… minha porra ficou ainda mais gostosa no teu cu. Que delícia.

Ele deu mais umas lambidas lentas e carinhosas, depois virou Lucas de frente, segurou o rostinho dele e deu um beijo profundo na boca, misturando gosto de porra e cuzinho.

— Essa foi só a primeira noite da nossa Viagem dos Homens, Lucas. Amanhã tu vai aprender a chupar o cu peludo do pai… e muita coisa mais.

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Comentários (1)

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  • Luiz: Tô ansioso pela continuação isso deveria ser feito por todo pai quando seus filhos fizessem 14 anos

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