#Assédio #Coroa #Gay

Motorista Com A Pika Aparecendo Dentro Do Bolso

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Iemam

Quando você é pego de surpresa, não dá pra disfarçar o que é de verdade por dentro.

Meu nome fictício é Iemam. Tenho 52 anos e estou em meu segundo casamento, com uma mulher de 37 anos que eu morro de ciúme. Meus três filhos são casados e minha filha mora com a mãe.

Acho que todo homem, naquela fase da infância, deve ter feito uma brincadeira ou outra com um colega ou outro. Isso não quer dizer nada. Até os psicólogos dizem ser absolutamente normal. E numa tarde chuvosa, lá pelos meus 11 anos, eu e um colega largamos o vídeogame e começamos a ver a revista que ele trouxe cheia de putaria. Não demorou, claro, pra gente ficar de pika dura. Em pouco tempo a gente estava batendo punheta um para o outro. E naquela tarde chuvosa, enquanto meus pais estavam vendo Silvio Santos, eu estava deitado de bruços com o meu amigo sarrando a minha bunda. Não teve penetração. Mas ele nem que tentou. E eu quase deixei. Mas ele não estava conseguindo segurar e ia gozar. Foi quando eu senti a gozada dele nas minhas costas, batendo até na minha orelha e escorrendo para o travesseiro. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Assim que ele terminou, pegou a própria cueca e limpou minhas costas.

Depois do ocorrido eu senti uma vergonha tão grande, que ficamos de mau. Reclamei que não era pra gozar. Me fiz de invocado. Até os 14 anos nunca mais nos falamos. E quando voltamos a falar, ele já era gay meio assumido. Já eu, estava namorando a irmã dele. Nunca mais nem passou pela minha cabeça qualquer coisa daquela natureza.

Passaram-se 41 anos e eu chamei um Uber para voltar pra casa do centro da cidade. Era já de tardinha. Entrei no carro, cumprimentei o rapaz, 36 anos, e assim que travei o cinto, já com ele dirigindo, ao olhar para a direção dele, percebi um movimento em seu bolso. Ele estava de bermuda tipo social, dessas de bolso largo. E aquilo, obviamente, chamou atenção. Foi então que ao olhar com um pouco mais de foco, eu percebi que a pika dele dentro do bolso era o que estava provocando aquele movimento. Olhei para ele pelo retrovisor e ele me olhou de volta. Então virou o rosto na minha direção, com um sorriso sacana. Eu disfarcei e olhei para o lado de fora. Meu coração estava exatamente como naquela tarde chuvosa. Eu podia sentir ele saltar no peito. Então o rapaz disse algo que simplesmente eu acho que ninguém está preparado para ouvir.

— Você sabia que quando você olha para ele, ele também olha para você?

Eu olhei para o rapaz e, como que involuntariamente, olhei novamente para a pika no bolso dele, que já dava para ver com clareza a cabecinha e até a boquinha. E estava maior. E balançou. Imediatamente voltei a olhar para o lado de fora. Eu queria dizer algo do tipo: "qual é", "que merda é essa" ou algo assim. Mas eu estava envergonhado, tímido, nervoso e sem qualquer condição de reação, totalmente travado. E então o rapaz soltou uma risadinha de provocação. E disse, como que conversando com a pika, olhando para ela:

— É, moleque, acho que você vai dar uma aliviada logo logo. Será que ele topa?

Nesse momento eu tentei dizer algo, o encarando. Mas ele falou logo em seguida.

— Seu "fulano", fica de boa. Eu só tô precisando levar o moleque pra brincar um pouco e largar um caldo. Mas se o senhor não for de desenrolo, só dizer. Eu juro que vou me comportar.

Eu não consegui dizer nada. Fiquei só olhando para a cara dele, que se mantinha olhando para frente. E eu tentava não olhar para aquilo se mexendo. Mas eu não consegui. E lá estava eu novamente olhando, quando ele, pra ferrar de vez comigo, puxou a pika toda para fora do bolso. E sem que eu me desse conta, ele já estava encostando o carro em um paredão de uma fábrica. Olhei para fora, totalmente sem saber como proceder, enquanto ele disse:

— Escuta, seu "fulano". Acho que o senhor é chegado. O carro é filmado e não dá pra ver nada. Aqui parece de boa. Por que não para de doce e vem logo. Vem!

Quando olhei pra ele, não querendo olhar, ele estava segurando a pika, puxado a pele, com a cabecinha toda pra fora. E aquilo estava muito duro. Então ele fez seu banco ir todo pra trás. Foi quando me veio uma crise de tremedeira. Tudo tremia. E eu não conseguia parar de olhar para a pika do rapaz. Sentia uma vergonha absurda. E mais ainda quando meus olhos e os dele se cruzavam. Foi quando eu consegui pela primeira vez dizer algo:

— Por favor! Não, cara! Para com isso.

Ele sorriu pra mim, quase como se estivesse sentindo pena e ao mesmo tempo vontade de judiar de mim. Cara de psicopata mesmo. E eu até levei a mão à trava da porta. Olhei para fora e pensei em deixar o carro. Foi quando a mão dele veio em minha perna e eu olhei. E quando voltei a olhar para ele, o rapaz foi se virando no banco, quase como apontando a pika na minha direção, como se eu não passasse de um alvo. Parecia mesmo uma arma.

— Vai ser rapidinho, seu "fulano". Só uma aliviada, vem! Traz logo essa boca, traz!

A mão dele veio na minha e, como se eu já estivesse dominado, e estava mesmo, ele a levou até sua pika. E no momento que o calor do corpo dele naquela coisa estava na minha mão, eu não tive mais como fugir de mim. Em pouco tempo eu estava punhetando o moleque. E não demorou muito pra eu me curvar e me submeter ao rapaz, levando a minha boca até sua pika.

Não levou nem três minutos. E eu não apenas chupei aquele pika, como fiz isso com muita vontade. E quanto mais perto o cara estava de gozar, maior era a vontade que eu sentia. Não sabia se queria realmente aquilo, até o momento dele segurar a minha cabeça, como que para garantir que eu não iria fugir na hora. Naquele momento eu nem precisava que ele dissesse aquilo:

— Vai tomar meu leitinho, vai! Foge não, heim! Tô afim de gastar com higienização não. Agora...

Eu estava tremendo tanto, que acho que a tremedeira da minha mão e da minha boca deve ter potencializado o tesão dele. Pois aquele jato primeiro, bateu com tanta força na minha garganta, que era praticamente como se tivesse acertado no meio do alvo. Nem tive trabalho de engolir, enquanto ele dizia baixinho:

— Ísso, seu "fulano"... Toma na boquinha, toma! Toma leite, toma! Assim... Isso... Ai, puta merda. Toma! Engole tudinho. Assim... Isso... Vai, engole...

Eu estava possuído pela diaba. Com certeza não era eu ali. Não mesmo. Engolir porra não era algo que eu imaginava que faria um dia. Muito menos que faria com tanto gosto. A sensação de ter uma pika na tua boca, viva e botando leite lá para dentro não é algo que dá pra descrever. Mas algo mudou em mim. Porque eu realmente gostei. E quando a pika já estava até amolecendo na minha boca, que o rapaz começou a remover ela, eu até segurei, querendo mais. Sinto vergonha só de imaginar como eu fiquei.

Assim que a ficha caiu, alguns instantes depois, eu tentei me recompor. Nunca me senti tão pequeno, indefeso e impotente. O rapaz ficou ainda um tempo falando coisas como, boca deliciosa, perguntando se o leitinho dele era gostosinho, se estava quentinho. Mas eu estava meio que offline. Quando olhei para ele, era como se ele já se sentisse no direito sobre mim.

— Se tivesse mais tempo, metia nesse cuzinho também, seu "fulano". Mas daqui a pouco tenho um compromisso. Mas fica para a próxima, valeu?

Eu nem responder consegui. E continuando, ele disse para eu pegar meu celular e anotar o número dele. Eu não peguei. Nem respondi nada. Então ele me olhou com uma cara de quem estava tentando entender. Ficou um tempo na dele. E depois de perceber que eu não estava muito legal, ele respeitou meu silêncio. Assim que eu cheguei, sai do carro como quem foge do demônio. Nem olhei para trás.

Eu me esforcei para não transparecer nada para a Amanda. Mas quando ela me deu selinho, eu só conseguia imaginar a cena no carro. Ela estava, de certa forma, beijando aquela pika por tabela. E eu senti um pouco de pena, vergonha e até um pouquinho de nojo por ela.

Bem... Isso não acabou aqui. Pois em uma semana, quando eu estava indo comprar pão da tarde, o carro dele estava parado do outro lado da rua. Mas fica para a próxima.

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