Minha filha gordinha viciada em pornô de incesto
Fui olhar o laptop da minha filha e encontrei gigas de pornografia pesada de incesto com pai e filha.
Esse conto é baseado numa experiência real que tive de encontrar pornô de incesto no PC de casa. O acesso à tecnologia é bem regrado em casa, então sabíamos que era coisa da nossa filha Helena (nome fake), mas nunca a confrontei de verdade sobre isso por achar que seria extremamente desconfortável.
Enfim. Hoje Helena tem 18 anos, está no ensino médio mas desde pequena sempre foi muito 'bem desenvolvida'. 1,50m de altura, seios grandes e pesados, uma bunda curva, redondinha e firme e claro, a barriguinha saliente que tem desde pequena, por ter sido já uma criança gordinha.
Apesar de ter um corpão, Helena era descuidada. Não se vestia bem e muitas vezes andava sem sutiã pela casa, apenas com as roupas do pai, que ficavam largas em seu corpo mas ainda assim faziam marcar os seios grandes. Era uma grande desleixada.
E isso se refletia em seu modo de vida. Helena se dedicava pouco aos estudos e não queria fazer faculdade. Temos boas condições em casa, então não seria um problema que ela apenas estudasse. Mas a a minha Heleninha tinha outros planos.
Voltando um pouco no tempo, quando Helena ingressou no ensino médio, eu e a sua mãe decidimos que era hora da nossa filha ter um pouco mais de independência. Tiramos o rastreador do celular dela e liberamos o acesso ao PC quando chegasse da escola. Helena, que sempre foi muito mimada por mim, ficou muito feliz e prometeu que se dedicaria aos estudos.
Bem, isso não aconteceu.
Com o passar dos meses, notei que Helena mudou. Estava um pouco mais pegajosa, mais carinhosa, mas também passando muito tempo no computador. Quando a chamávamos para jantar ou para sair, demorava ou recusava. Ficava no quarto e pedia delivery.
Para você, leitor, entender bem o porquê eu demorei tanto para fazer algo sobre isso; foi uma iniciativa da mãe dela. Internamente, eu estava gostando das carícias de Helena, apesar de me preocupar com o bem-estar dela. Helena parecia ter perdido os limites da intimidade comigo. Subia no meu colo, esfregava o corpo e os seios sem sutiã no meu, encostava a sua buceta gordinha no meu pau e me dava beijos no rosto, muito próximos da boca. Como sempre fomos próximos, pensei que Helena apenas estaria carente e não entendia o que estava fazendo com o pai. Mas entendi o que estava acontecendo quando Helena me pediu para eu tirar a camisa com ela.
Aquilo foi um choque, como se tivesse caído a ficha. Eu, pai mimador que sou, tirei. E senti o corpo vestido com uma camisa fina de Helena sobre o meu. Estava duro pra caralho, mas fiz o meu melhor para esconder. A sensação surreal dos seios da minha filha adolescente no meu corpo motivou muitas das minhas punhetas dali em diante. Mas ficou por isso mesmo. Logo, Helena se trancou no seu quarto para fazer sabe-se lá o quê...
Sabe-se lá o quê? Eu precisava saber. Essa putinha devia estar se masturbando pro seu pai. Então fiz o óbvio: A cabeceira da cama de Helena ficava encostada na parede, de modo que ela deveria estar deitada de costas pra porta. Então tomei o risco. Fui espiar. Sou seu pai, biológico e de criação. Vi essa menina crescer e sair do meu saco. Eu tenho direito de ver.
Quando chego no quarto de Helena, consigo ouvir através da porta fina algo que pareciam ser gemidos. Nesse momento, eu estava nervoso pra caralho e de pau duro. Imagine você, ouvindo a sua garotinha de 18 anos gemendo:
—nnghf... Paizinho... p-papai... enche a sua filhinha gordinha de leitinho paterno, enche, seu abusador do caralho... Você gosta de sentir o peitão da sua adolescentezinha, né pai? Mmmghnf- eu quero gozar na sua pica paizinho... me estupra pai...
Imediatamente comecei a me masturbar. Abri a porta.
Helena estava olhando diretamente pro vão da porta. Ela me via claramente com o pau na mão, me masturbando praquela visão.
Helena estava encharcada de suor, sentada, completamente nua, se apoiando em uma mão enquanto enfiava uma escova de dentes na sua bucetinha jovem com a outra. Pela primeira vez, vi o corpo adolescente da minha filha totalmente nu.
Ela não parou. Na verdade, até se masturbou com mais força. Ela não parou de chamar pelo pai enquanto se masturbava. Caralho, eu me masturbava ainda mais. Já tinha esquecido da possibilidade da mulher ver aquilo em algum momento.
Quando Helena disse
—Isso é praticamente incesto, pai. E se a mãe-nnghf- descobrir? Pai, você vai continuar batendo punheta pra mim mesmo assim? Você quer foder a sua filha adolescente, papaizinho? Ou você vai me estuprar? Hehe—
Eu gozei. E muito. No chão do quarto dela. Não dei mais uma palavra antes de fechar a porta e fechar o zíper das calças. Foi exatamente ali que a mãe dela chegou.
—Eu queria conversar com você. Estou preocupado com a Helena e ia falar com ela. Quer vir junto?—
Eu sabia do estado em que Helena estava. Ela certamente ouvia, então tentei ganhar tempo para que ela se arrumasse perguntando sobre o que era a conversa.
Enfim, quando entramos no quarto, lá estava ela, jogada na cama, aparentemente exausta. Vestindo apenas uma camisa larga encharcada de suor, transparecendo o corpo por baixo, a calcinha e o lençol molhados.
A mãe se dirigiu imediatamente ao PC. Ela já havia entendido o que Helena estava fazendo...
Continua(?)
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Comentários (3)
Mente aberta: Com certeza, continuaaaa Já me aconteceu algo parecido Menteaberta_03
Responder↴ • uid:8effb9rm9aOw: Continua MUITO! Que tesão uma novinha gordinha peituda assim
Responder↴ • uid:1dbthuceyttvKillzyx: Quero uma filha assim
Responder↴ • uid:8d5f701qr9