As Aventuras de Becca e Lui - Capítulo 12
A história de Carlinhos e o Clube da Punheta.
Carlinhos sempre morou em um prédio de classe média alta em nossa cidade. Cresceu lá, num condomínio de prédios, tipicamente em uma área residencial do bairro. E, como era de se esperar, tinha amigos que cresceram juntos desde suas primeiras memórias.
O amigo mais próximo era Luigi, tinha a mesma idade de Carlinhos. Luigi era apenas dois meses mais velho que Carlinhos. Estudavam juntos desde o jardim de infância. A amizade dos dois era muito parecida com a minha amizade com Gabi.
Luigi tinha traços europeus bem marcados, tinha cabelos loiros acastanhados, lisos, na maioria das vezes com um corte asa-delta meio desleixado. Seu rosto sempre foi muito lindo, com olhos azuis claros, traços muito finos, lábios rosados, e algumas sardas sobre o nariz se espalhando pelas bochechas. Era magro, pouca coisa mais alto que Carlinhos, e tinha um bumbum redondinho mais avantajado. Era um menino realmente muito lindo.
Assim como Carlinhos, Luigi também tinha uma irmã: Francesca. Mas, enquanto Sofia era mais nova que Carlinhos, Francesca era dois anos mais velha que eles. Eram descendentes de italianos e seu pai administrava uma rede de restaurantes da família. Tinham bastante dinheiro, e moravam na cobertura de um dos prédios do condomínio.
O que diferia Gabi e eu de Luigi e Carlinhos, é que além de estudarem juntos, eram vizinhos, e ficavam juntos o dia todo. Gabi nem sempre conseguia ir lá pra casa, ou vice versa. E isso fazia dos dois amigos inseparáveis.
E essa amizade floresceu junto ao início das descobertas sexuais de ambos. Sempre um dormia no apartamento do outro, e não era raro passarem as noites vendo os cine-privês que passavam na televisão, ou folheando revistas de mulheres peladas que um ou outro conseguia.
Carlinhos tinha um pau normal para sua idade, devia ter, na época em que começamos nossas brincadeiras, em torno de 12 a 13 centímetros. Já Luigi sempre esteve em desvantagem. Desde muito cedo seu apelido era Cotó, entre os meninos do prédio, por sempre ter o menor pau dentre todos.
Mas, Luigi nunca ligou para isso, sempre foi muito descolado e muito bem resolvido quanto a sua sexualidade e ao tamanho assumidamente diminuto de seu pênis.
E, como seria o óbvio, Carlinhos e Luigi começaram a se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo: a curiosidade pelo sexo feminino, as revistas e vídeos, os pelinhos crescendo, e até mesmo, a primeira punheta deles.
Provavelmente cada um começou a se tocar em momentos distintos, em suas próprias casas, nos momentos de privacidade. Mas, não demorou muito já estavam desinibidos tocando punheta vendo aquilo que todo moleque nessa idade queria: muita sacanagem.
E não foi muito diferente com os demais meninos do prédio. Apesar que, nesse caso, as idades já eram mais discrepantes. Mas, em conjunto, além de compartilharem revistas e assistirem fitas de vídeo conseguidas de forma clandestina, começaram a compartilhar também os momentos de punhetas.
E foi uma época de muitas descobertas e comparações para todos: os tamanhos de seus paus, a espessura, as cores, os formatos, as glandes, os sacos, e chegando naturalmente a comparar até seus desempenhos punheteiros: quantidade de vezes que tocavam por dia, quanto aguentavam sem gozar, ou quem conseguia ser mais rápido, quem tinha maior volume de porra, etc.
As brincadeiras e zoações passaram a virar rotina na vida daqueles moleques, que mesmo com idades distintas, acabaram formando o Clube da Punheta. E esse grupo se reunia na casa de algum dos meninos quando os pais não estavam, ou em locais escondidos do prédio, como a sauna, as escadas de incêndio, o terraço, o salão de festas… Todo lugar disponível era um esconderijo para que montassem seus círculos de punhetas que, de tão frequentes, passaram a ser diários.
Quando Carlinhos e eu começamos a nos explorar, o Clube já existia há pelos menos uns três, meses. E a diversão que, inicialmente, era gozar vendo revistas e vídeos, passou a ter regras e virar um Campeonato de Punhetas.
Toda a semana tinha um vencedor e um perdedor, somando todas as pontuações das punhetas tocadas durante a semana. E a vitória e prenda a ser paga passou a ser uma brincadeira chamada pão-de-mel.
Funcionava mais ou menos assim, todos os dias eles contabilizavam um ponto para cada quesito do campeonato:
1 - Quem gozava mais rápido;
2 - Quem gozava mais longe;
3 - Quem gozava mais vezes;
4 - Quem gozava maior volume;
5 - Tamanho do pau;
Em relação ao último quesito, como praticamente todos estavam em fase de crescimento, sabiam que seus paus iriam crescer cada vez mais, e ficavam medindo diariamente e anotando. Como era de se esperar, Luigi perdia sempre, porque tinha um pau realmente bem menor do que os outros. Mas, levava a zoação na esportiva, sem se importar ou se ofender com isso.
E, no fim da semana, contabilizavam os pontos adquiridos durante as punhetas coletivas diárias. O resultado? O vencedor, no sábado ou domingo (eles revezavam de acordo com a disponibilidade da maioria, porque era fim de semana e muitas vezes tinham que sair com suas respectivas famílias), tocava uma punheta e gozava em um biscoito, um chocolate, um pão, um sanduíche… E o perdedor tinha que comer a guloseima gozada pelo vencedor.
Era uma zoação total, mas sem realmente ofender ninguém. E como o Luigi sempre começava em desvantagem sempre perdendo o quesito tamanho, era comum ele ser o perdedor e comer o tão famoso “pão-de-mel”.
Os meninos que participavam eram praticamente sempre os mesmos: Carlinhos e Luigi sempre estavam na roda de punhetas. Na idade deles tinha o Miguel, um garoto ruivo e sardento, bem branco, e o Jorginho, um garoto de pele branca e cabelos lisos extremamente pretos. Jorginho era muito lindo de rosto. Ambos tinham um corpo normal para a idade, nem magros demais, nem acima do peso.
Um ano mais velho que eles, tinham os gêmeos Matheus e Lucas, dois garotos de cabelos pretos cacheados, pele morena amarelada (hoje se diriam pardos com descendência indígena), e traços um pouco mais arredondados nos rostos. Não eram feios, eram bem bonitinhos, mas diferentes do padrão de beleza mais convencional. Eram um pouco mais cheinhos de corpo, mas ainda não podíamos dizer que eram gordinhos, apenas mais encorpados. Também tinha o Marcelo, com a mesma idade dos gêmeos, e esse era mais alto e magro, com o corpo já ganhando alguma definição muscular. Era branco também, de cabelos castanhos lisos, mas levemente ondulados.
Com quatorze anos tinham o Thiago, o Sávio, e o Victor. Thiago era branco, bem magro e alto, usava óculos, e tinha cabelos crespos castanhos acinzentados. Sávio era moreno, pardo, de cabelos negros lisos, um nariz bem largo, e era bem gordinho, além de ser muito grande em altura. Vitor era baixinho, magro, branco, cabelos pretos bem curtinhos.
Aí tinha também o Eric e o Junior, com quinze anos. Eric era loiro, meio abobalhado, porte físico comum para a idade. O Junior era negro, cabelos sempre raspados, bem magro e alto.
E para fechar, com dezesseis para dezessete anos tinha o Marcos Vinícius. Ele era alto, bem forte, atlético, negro com cabelos mais cheios. Um rapaz muito lindo, com traços fortes e marcantes.
Esse era o Clube da Punheta, ou pelo menos, os membros fixos, já que sempre pintava alguém visitando, algum menino de outro prédio do condomínio, colegas de escola de algum, ou algum parente. Mas, no dia a dia, eram os treze meninos que mantinham sua “formação clássica” do grupo.
Foi assim que entendi quando Carlinhos me disse que não tinha vergonha dos outros meninos. Se tivesse não rolaria tanta punheta coletiva entre eles. E era praticamente todos os dias.
E, até onde eu sei, Carlinhos nunca foi o perdedor. Não me surpreende, já que ele tinha frescura até para me beijar depois de gozar em minha boca. Não sei quantas vezes foi vencedor, se é que alguma vez foi. Só sei que Luigi era um perdedor recorrente, mas tudo bem. Ele não tinha as mesmas frescuras e topava sem reclamar os desafios propostos pelos outros meninos.
Ele era tão tranquilo com essa situação que, eventualmente, um ou outro moleque mais abusado apontava o pau para gozar em cima dele, dando a desculpa que “espirrou sem querer”. Luigi sabia que era intencional, mas não ligava, ele não tinha nojinho de esperma, não tinha qualquer tipo de problema com as brincadeiras e com as travessuras dos amigos. para ele, o bom era se divertir, gozar, e relaxar, sem se preocupar com coisas que considerava pequenas demais. Se bem que, pequeno, era também o pau que carregava entre as pernas…
E foi assim, conhecendo as histórias e aventuras do Clube da Punheta que, naquele domingo, eu aprendi a tocar uma punheta para Carlinhos, após aquele boquete delicioso que eu havia feito.
No início, Carlinhos ia me orientando, e aos poucos, eu mesma já estava manipulando seu pau, não com a maestria que domino hoje, mas com vontade e desejo. Aproveitei para provocá-lo, sentindo seu pau endurecer em minha mão, enquanto eu cobria e descobria sua cabecinha com o prepúcio ainda molhado, e contei minha aventura com Gabi naquela semana.
Ele ia ficando cada vez mais excitado, e eu também, ao meu jeito. Quando ele me perguntou como era a xereca de Gabi, eu descrevi detalhe por detalhe: sua rachadinha linda, rosinha, com um grelinho começando a despontar, e os lindos pelinhos dourados que cresciam sobre ela, como uma pequena penugem que ainda deixava tudo à mostra. Foi o estopim para que outro orgasmo se aproximasse.
Vendo Carlinhos ficando mais ofegante, gemendo, e cerrando os olhos com força enquanto virava o pescoço e a cabeça para trás, não resisti e me posicionei para receber aquilo qeu eu mais desejava.
Abri a boca e coloquei se pau para dentro no exato instante em que, pela segunda vez, senti aqueles jatos atingirem minha garganta e o palato. Como ele gozou em menor quantidade, dessa vez, eu não deixei escapar nada, e consegui engolir tudo. Com uma espessura menor, mais líquida e menos viscosa, essa gozada também não tinha um sabor tão forte.
Mas, para Carlinhos, parecia ter sido bem mais intenso, pois estava demorando para voltar a si. Eu, obviamente, me aproveitei, e fiquei esfregando seu pau em meu rosto, sentindo seu cheiro, beijando apaixonada aquele falo que eu estava amando.
Infelizmente, nosso momento íntimo foi interrompido pelos gritos de Sofia chamando por Carlinhos, que teve que se recompor apressadamente. Eu sabia que teria outra oportunidade na semana seguinte, mas me frustrava não poder ficar mais tempo curtindo aquele pau, e ficar exibindo meu corpinho pelado para meu primo.
E mais uma semana estava por vir…
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Comentários (4)
Legolas: precisamos de mais contos sobre o clube da punheta.
Responder↴ • uid:1clywqvjccl2Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkDaniTBT: Becca, continue com essas histórias. São maravilhosas e detalhadas, se entrelaçam de um jeito erótico, poético, e nos traz uma incrível sensação de fazermos parte delas. Por favor, diga que vai ter mais Carlinhos e Gabi.
Responder↴ • uid:2sosh15noqrRodrigatinho: Que inveja. Queria ter tido amigos assim nessa fase. Eu ia mamar todos.
Responder↴ • uid:8cipcws8ri