#Teen #Virgem

A Primeira Vez com Ingrid

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ALXPUTO

Depois de meses de amassos, finalmente fiquei sozinho com a Ingrid. Seduzi minha namorada, comi ela com calma e gozamos juntos pela primeira vez.

Fala, rapaziada! Aqui é o Alex de novo, 26 anos agora, mas voltando praqueles 15 anos, quando eu já tava bem mais safado e experiente depois das putarias com os caras.

A Ingrid, minha namorada da época, tinha a mesma idade. Filha de japonês com brasileira, era aquela japinha que deixa qualquer um babando: pele branquinha, cabelo preto liso caindo até a cintura, olhos puxadinhos que pareciam pedir pra ser dominada e um corpo delicado, mas com curvas no lugar certo. Bundinha empinadinha, coxas grossinhas e aqueles peitinhos firmes que cabiam perfeitinho na mão.

Antes das experiências com meu primo, o Pedro e o Caio, eu era um muleque meio ingênuo. Com ela, o máximo que rolava era beijo molhado, amasso no sofá e uma chupadinha rápida que acabou na irmã dela quase arrombando a porta. Depois que eu provei o outro lado, mudei pra caralho. Fiquei mais confiante, mais dominador, mais filho da puta mesmo. A Ingrid sacou na hora. Os beijos dela ficaram mais urgentes, o corpo dela colava mais no meu. Ela corava toda, mas o olhar entregava: tava louca pro novo Alex.

A coisa aconteceu num sábado à tarde na casa dela. A gente tava no quarto, deitado na cama assistindo um filme qualquer, porta entreaberta. Os pais tinham saído pro supermercado e levaram a irmã menor junto. O irmão caçula, um moleque de 12 anos, tava trancado no quarto dele jogando videogame. Quando a porta da rua bateu e o carro sumiu na esquina, o clima mudou na hora.

— Finalmente, porra… quase sozinhos — falei, virando pra ela com aquele sorrisinho sacana que ela já conhecia.

— Alex… — murmurou ela, já com a voz manhosa.

— Relaxa, gatinha. Vamos aproveitar o momento — respondi, puxando ela pro beijo mais quente.

Comecei devagar, mordiscando o lábio inferior dela, descendo pro pescoço branquinho enquanto sentia o cheiro doce da pele dela. Ingrid foi se entregando aos poucos, respirando mais rápido, o corpo arrepiando inteiro.

— Caralho, como eu me amarro nesse teu corpinho… safada gostosa — murmurei no ouvido dela, a voz rouca.

— Ahh, amor… para de falar assim… eu fico morrendo de vergonha — gemeu ela, toda vermelha, mas apertando as coxas.

Minha mão subiu devagar pela coxa macia, por baixo do shortinho de algodão, até chegar na calcinha. Já tava quente e molhada. Rocei os dedos por cima do tecido e ela soltou um gemidinho abafado.

— Tá molhadinha pra caralho… — sussurrei, mordendo o lóbulo da orelha. — Tá com tesão, né, sua safada?

— Tô… mas meu irmão tá em casa, Alex… a gente não pode…

— Ele tá no mundo do PlayStation, nem vai perceber. Shhh… deixa eu cuidar de você.

Beijei ela com mais fome, dominando a língua enquanto meus dedos entravam por baixo da calcinha e achavam o clitóris inchado. Ela gemeu na minha boca, o corpo tremendo. Tirei o short e a calcinha devagar, beijei a barriguinha, desci pelas coxas, dando mordidinhas leves na pele sensível.

Quando cheguei na bucetinha rosada, lisinha e brilhando, ela tentou fechar as pernas por reflexo.

— Alex… espera… — pediu, voz fraquinha.

— Relaxa, amor. Só sente — falei, olhando pra cima com aquele olhar malandro.

Passei a língua bem devagar, de baixo pra cima, saboreando o gosto doce e quente dela. Ingrid arqueou as costas na hora, soltando um gemido manhoso. Fui trabalhando com calma: lambidas longas, círculos no clitóris, língua entrando na entradinha apertada.

De repente, escutamos um barulho no corredor — o moleque abrindo a porta do quarto dele. Congelei por meio segundo, mas continuei lambendo mais devagar, só pra torturar. Ingrid tapou a boca com a mão, olhos arregalados de tesão e medo. O barulho passou. Sorri contra a bucetinha dela.

(Porra, rapaziada… o risco deixa tudo dez vezes mais gostoso.)

Ela rebolava devagar contra minha boca, puxando meu cabelo, cada vez mais molhada.

— Alex… isso… tá tão bom… não para… — implorou, voz tremendo.

Ela gemia cada vez mais alto, o corpo se contorcendo, quadril rebolando contra meu rosto. Levantei um pouco o olhar e vi ela com os olhos semicerrados, boca entreaberta, peitos subindo e descendo rápido.

— Gostosa… tá molhando minha boca toda — falei, dando uma lambida longa e lenta. — Quer que eu chupe mais forte?

— Quero… por favor… — implorou ela, voz tremendo de tesão.

Apertei as coxas dela e comecei a chupar com mais vontade, sugando o clitóris enquanto enfiava dois dedos devagar. Ingrid soltou um gemido mais alto, quase um chorinho de prazer, apertando minha cabeça contra ela.

— Assim… assim mesmo… não para… tô quase… ahh!

Aí eu diminuí o ritmo de propósito, só lambendo bem leve, torturando.

— Alex… para de parar… eu tava quase… — reclamou, frustrada.

— Eu sei — respondi, subindo e beijando a boca dela, deixando ela sentir o próprio gosto. — Quero que você goze gostoso quando eu estiver bem dentro de você, safada.

Ela tava ofegante, olhos brilhando. Desci a boca pros peitinhos, chupando os bicos rosados enquanto meus dedos continuavam brincando lá embaixo. Depois me ajeitei e falei:

— Agora é sua vez, gostosa. Quero ver essa boquinha trabalhando — falei, segurando meu pau duro e latejando pela base.

Ela ficou vermelha, mas o tesão era evidente nos olhos puxadinhos. Ela desceu devagar, beijando minha barriga até chegar no pau. Segurou com as duas mãozinhas, olhando pra ele com uma mistura de desejo e receio.

— Você é bem grande… não sei se vou conseguir — murmurou ela, voz tímida.

— Relaxa. Vai devagar. Só lambe primeiro, sente o gosto — instruí, acariciando o cabelo dela.

Ingrid passou a língua devagar pela cabeça inchada, dando voltas tímidas. O toque quente e molhado me fez soltar um gemido baixo. Ela ganhou um pouco de confiança e lambeu toda a extensão, de baixo pra cima, molhando o pau inteiro.

— Assim… tá gostoso — incentivei. — Agora coloca a cabeça na boca.

Ela passou a língua quente na cabeça, deu voltas tímidas, depois lambeu toda a extensão. Ganhou confiança e colocou a cabeça na boca, chupando devagar. Era inexperiente pra caralho, mas o tesão dela compensava tudo. Saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhos puxadinhos olhando pra cima… porra, tava perfeito.

— Isso, assim… relaxa a mandíbula… tá mamando gostoso pra caralho.

Ela tentou descer mais, engasgou, tirou tossindo, baba escorrendo. Por dentro eu tava doido pra meter tudo de uma vez, pra foder ela forte como fazia com os caras, mas me controlei pra caralho.

— Desculpa… é que você é grosso demais — disse ela, corada de vergonha.

— Continua… usa a língua enquanto chupa — respondi, sorrindo pra encorajá-la.

Ela estava mamando com mais vontade agora. A boquinha quente deslizava pelo meu pau, ainda um pouco hesitante, mas cheia de tesão. Ela conseguia descer uns bons centímetros, mas meu tamanho tornava tudo um desafio. A saliva escorria pelos cantos dos lábios dela, molhando minha rola inteira e pingando nos meus ovos.

— Isso, gata… tá mamando tão gostoso — gemi, segurando o cabelo preto liso dela com uma mão. — Chupa mais fundo… isso… caralho.

Ela gemeu ao redor do meu pau, vibrando gostoso. Tentou descer mais, mas engasgou de leve e tirou a boca, respirando pesado, fios de baba ligando os lábios à cabeça inchada.

— Amor… você é muito grosso… minha boca tá doendo um pouco — confessou ela, voz rouca, olhando pra cima com os olhos puxadinhos brilhando de tesão.

— Vem aqui — respondi, puxando ela pra cima e beijando com força, sentindo o gosto dela misturado com o meu.

Beijei o pescoço branquinho, mordendo de leve enquanto minha mão descia novamente pra bucetinha encharcada. Ingrid gemeu no meu ouvido, rebolando contra meus dedos.

— Quero você dentro… mas vai devagar, tá? — pediu ela, voz tremendo de desejo e medo.

— Relaxa, amor. Eu vou bem devagar. Se doer, a gente para na hora — sussurrei, deitando ela de costas e me posicionando entre as pernas dela.

Coloquei a camisinha, deitei ela de costas e esfreguei a cabeça grossa na entradinha encharcada. Empurrei devagar. A bucetinha dela era absurdamente apertada. Ingrid cravou as unhas nas minhas costas, soltando um gemidinho agudo.

— Ahh… muito grosso… devagar, amor… — gemeu ela, corpo tenso.

Parecia que a bucetinha ia me espremer. Parei ali, só com a cabeça dentro, beijando o pescoço, mordendo de leve, sussurrando no ouvido dela:

— Respira fundo… isso… você tá tão molhada pra mim… tá gostoso, né? — sussurrei, beijando o pescoço e os peitinhos dela.

Ingrid assentiu, respirando rápido. Fui empurrando centímetro por centímetro, bem devagar. Ela gemia, mistura de dor e prazer.

— Alex… tá enchendo tudo… tá difícil… — gemeu ela, voz manhosa.

— Eu sei, amor. Você tá apertando meu pau todinho… tá delicioso — respondi, parando novamente pra beijar os peitinhos, chupando os bicos rosados.

Quando senti que ela tava um pouco mais relaxada, desci a mão e comecei a circular o clitóris enquanto mantinha só metade do pau dentro. Ela soltou um gemido mais alto, rebolando devagar.

— Assim… tá melhor… continua tocando aí… — pediu ela.

Fiquei um tempo assim, estimulando o clitóris, beijando o pescoço, mordendo de leve. Só então voltei a me movimentar, estocadas curtas e lentas. Ingrid foi se abrindo aos poucos, gemendo mais de prazer.

— Tá gostoso agora? — perguntei, mordendo o lóbulo da orelha.

— Tá… mas não vai mais fundo… é muito grande… — gemeu ela.

— Não vou. Só até onde você aguenta — garanti, mantendo o controle.

Ela tava cada vez mais entregue, gemendo alto, rebolando contra mim. A bucetinha apertada pulsava ao redor do meu pau, molhada e quente. Eu metia devagar, mas com ritmo, sempre tomando cuidado pra não ir fundo demais.

— Alex… tá tão bom… mas ainda tá doendo um pouco… — gemeu ela, voz misturando prazer e esforço.

— Eu sei, amor. Você tá apertando me todinho… tá delicioso — respondi, beijando o pescoço dela.

Centímetro por centímetro, sentindo cada dobra quente e molhada me engolindo. Ela gemia, mistura de dor e prazer, rebolando devagar. Quando tava mais relaxada, virei os dois de lado e depois coloquei ela por cima.

— Assim… — falei, segurando a bundinha dela. — Agora você manda, gostosa. Desce até onde aguentar.

Ingrid apoiou as mãos no meu peito e começou a rebolar, descendo aos poucos. A visão foda: ela branquinha, cabelo bagunçado, peitinhos balançando, cara de tesão. Foi ganhando ritmo, gemendo cada vez mais alto, rebolando gostoso.

De repente, outro barulhinho no corredor — passos. Ingrid congelou no meio da cavalgada, bucetinha apertando meu pau ainda mais forte. Eu segurei a bundinha dela e sussurrei:

— Não para… rebola devagar… ele vai voltar pro quarto.

Ela mordeu o lábio e continuou, agora com o perigo deixando tudo mais intenso. Segurei a cintura dela e meti de baixo pra cima, controlando a profundidade, mas indo um pouco mais fundo.

— Tá gostoso, né? Olha como você tá me “engolindo” todinho… — falei, apertando a bunda macia.

— Tá… Que gostoso amor… hmmm… — respondeu ela, ofegante, acelerando o movimento.

Fiquei ali, admirando ela cavalgando, mãos subindo pros peitinhos, apertando os bicos. Ela tava linda, entregue, rebolando com mais vontade. O quarto enchia de sons molhados e gemidos.

— Tá… muito bom… hmmm… amor… tô quase… — gemeu ela, acelerando.

— Eu também tô quase… goza comigo, gostosa — gemi, sentindo o orgasmo chegando.

— Amor… tô gozando… ahhh!

Senti a bucetinha pulsando forte, apertando meu pau como se não quisesse soltar. Ela gozou tremendo inteiro, gemendo abafado contra meu peito. Isso me levou junto. Meti fundo o quanto ela aguentava e gozei forte, enchendo a camisinha enquanto pulsava dentro dela.

Ficamos um tempo abraçados, suados, respirando pesado um no pescoço do outro. Meu pau ainda pulsava dentro dela, a camisinha cheia. A bucetinha da Ingrid apertava de leve, como se não quisesse soltar. Eu acariciava as costas dela devagar, sentindo a pele branquinha arrepiada. Porra, que delícia de depois.

— Foi… incrível — murmurou, voz ainda rouca. — Doeu um pouco no começo, mas depois… nossa. Eu nunca imaginei que fosse ser assim. Tão bom.

— Pra mim também foi foda, gatinha — respondi, beijando a testa dela e apertando a bundinha de leve. — Você apertadinha, quente, molhada… me deixou louco. Perfeito pra caralho.

Ela ficou me olhando um tempinho, quieta, traçando círculos no meu peito com a ponta do dedo. Eu sentia que ela tava pensando em algo.

— Alex… — começou ela, voz baixa, quase manhosa. — Você tava tão… seguro. Sabia exatamente onde tocar, como fazer… parecia que já tinha feito isso antes. Não sei… me senti tão novata perto de você.

Merda. Lá vinha. Mantive o sorriso malandro no rosto, mas por dentro tava tenso pra caralho. Não podia deixar ela desconfiar das brotheragens com os caras. Respirei fundo, disfarçando, e puxei ela mais pra perto, colando nossos corpos.

— Amor, eu tava ensaiando isso na cabeça faz meses — respondi, rindo baixinho e beijando a testa dela. — Toda vez que a gente se pegava, eu ficava imaginando como ia ser quando chegasse o dia. Queria que fosse bom pra você, queria te fazer sentir pra caralho. Acho que acabei estudando demais na teoria, né? Mas funcionou… você gozou gostoso pra mim.

Ingrid deu uma risadinha, corando um pouco, mas ainda com aquele olhar curioso.

— É… você foi tão mandão, tão safado. Me pegou de surpresa. Eu achei que a gente ia ser mais atrapalhado juntos.

Olhei nos olhos dela, firme, mas com carinho. Por dentro tava um pouco tenso, escolhendo cada palavra.

— Eu sempre fui assim, safado e mandão. — falei, passando o polegar no lábio dela. — Só tava esperando o momento certo pra te mostrar esse lado. Não queria te assustar antes, entendeu? Queria que fosse especial. E pelo jeito que você rebolou e gemeu… acho que você gostou bastante desse Alex, né?

Ela ficou me encarando mais uns segundos, depois soltou um suspiro leve e sorriu, escondendo o rosto no meu peito.

— Foi mesmo muito bom. Só fiquei curiosa, ué. Você me surpreendeu de um jeito gostoso.

— Então pode se acostumar, safada — respondi, aliviado, dando um tapa leve na bundinha dela. — Porque agora que provei, eu quero repetir bastante.

A gente ficou rindo baixo, quase sem fazer barulho, ainda abraçados e suados. O corpo dela coladinho no meu, pele quente e macia, o cheirinho doce misturado com o cheiro de sexo que dominava o quarto. Eu passava a mão devagar nas costas dela, sentindo os arrepios que ainda subiam pela espinha da Ingrid de vez em quando.

Por dentro, eu me sentia o rei da porra toda. O fodão. Quem perdeu a virgindade ainda moleque, no auge do tesão adolescente, sabe exatamente do que eu tô falando: aquela sensação de ser invencível, de que o mundo inteiro é seu playground e que você acabou de marcar um gol de placa na vida. Kkkkk, porra… eu tava me achando o cara.

Foi aí que meu celular vibrou na mesinha. Estiquei o braço e abri a mensagem do Wendel:

“E aí, cuzão. Tô sozinho aqui em casa hoje. Comprei umas brejas geladas e não tô a fim de beber sozinho. Vem pra cá! A gente aproveita, põe o papo em dia.”

Li a mensagem e um sorrisinho safado se abriu devagar no meu rosto. Senti aquele comichão familiar subindo pela nuca, o mesmo tesão inquieto de quem acabou de gozar mas já tá pensando na próxima.

Caralho… acabei de foder a Ingrid, me sentindo o macho alfa, e agora o Wendel me chama com esse convite assim?

Deixei o celular de lado novamente e apertei a Ingrid contra o peito, beijando o topo da cabeça dela enquanto minha mente já viajava. O dia mal tinha acabado e já tava prometendo muito mais.

Bom, rapaziada… foi isso. Pensei bastante se deveria ou não escrever esse conto com a Ingrid, mas como foi o dia que eu perdi minha virgindade e comi uma bucetinha apertadinha pela primeira vez na vida, achei que não dava pra deixar de fora. Vocês já tão ligados no que mais rolou nesse mesmo dia, né? Porque depois que saí da casa dela… a história continuou.

Até o próximo conto. Comentem aí embaixo sobre a primeira vez de vocês, gosto de ler e respondo sempre que der.

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