#Traições

Autodescoberta

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Louise

A vida da gente é cheia de surpresas e uma delas me fez redescobrir sentimentos internos presentes em cada mulher.

O que vocês vão ler aqui é uma história real e por isso vou trocar os nomes das pessoas para não correr o risco de ser identificada. Fora isso, todo o resto é pura verdade.

Sou Louise, tenho quarenta anos, casada, um filho de quinze anos e tenho uma vida normal, como a maioria das mulheres. Meu marido nunca me deixou trabalhar e sempre fui dona de casa e mãe.

Logo que casamos, viemos morar numa casa em uma rua calma e logo fiz amizade com meus vizinhos, um casal, Mara e Pedro. Eles eram cerca de dez anos mais velhos do que eu e logo Mara se tornou minha melhor amiga e viramos confidentes uma da outra.

Meu marido nunca gostou muito de frequentar a casa dos outros, por isso, na maioria das vezes era eu quem ia à casa da Mara. Ali, Pedro às vezes participava de algumas conversas e eu gostava porque era inteligente. Sabe aquela pessoa que você tem prazer em ouvir a opinião, que te escuta e mesmo que não concorde com você procura te dar outra visão das coisas.

O tempo foi passando e nós cada vez mais amigas, até que no ano passado uma tragédia se abateu sobre eles. Mara ficou doente, precisou ser internada e infelizmente com uma doença terminal.

Antes dela partir, nos três meses que a acompanhei quase que diariamente no hospital, ela me contou os planos que tinha traçado. Pedro havia vendido sua parte na indústria e planejavam conhecer o mundo já que não haveria mais problema financeiro.

E foi numa dessas conversas que Mara me pediu que cuidasse de Pedro, porque tinha certeza de que ele iria sentir muito. Nas palavras dela, era para que eu ficasse atenta às necessidades dele e que não o deixasse cair em depressão. Que dedicasse um tempinho do meu dia e fosse até a casa deles para conversar um pouco com o Pedro.

Quando aconteceu o pior, Pedro desmoronou. Passei a falar com ele, diariamente, às vezes por telefone, às vezes presencialmente. Claro que fazia isso escondido, tanto do meu marido quanto do meu filho. E Pedro é tão discreto, que deixava o portão aberto quando sabia que eu iria, assim ninguém na rua me veria na porta esperando.

Aos poucos, ele foi se recuperando. Já que tinha tempo, começou a escrever um livro e passamos a trocar ideias sobre os personagens o que passou a ficar muito divertido. E foi assim, que nossa amizade foi se construindo e comecei a frequentar mais a sua casa.

Um dia Pedro pediu permissão para tirar uma foto minha. Achei aquilo estranho, mas deixei. No dia seguinte ele me mostrou uma foto de outra mulher, com tranças e disse que eu ficaria muito bem daquele jeito, porque eu era loira, tinha os cabelos compridos, e meus olhos verdes ficariam bem destacados. Como era uma trança simples fiz ali mesmo.

- Nossa.... – Disse ele quando terminei – Você está linda.... Parece uma princesa.... Vou tirar outra foto.

Realmente, fazia tempo que eu não me percebia e as fotos que ele tirou ficaram muito boas. Voltei para casa toda orgulhosa, com a autoestima lá em cima, mas meu marido e meu filho chegaram e ninguém fez comentário algum. Fiquei frustrada.

Naquela noite não dormi direito porque fiquei pensando em que minha vida havia se transformado. Eu simplesmente me tornei a mulher dona de casa e mãe. Me perguntei: Onde foi parar aquela mulher de antes do casamento?

Depois de tomar banho, na manhã seguinte, olhei meu corpo no espelho. Sem falsa modéstia, é melhor do que o de muita menininha por aí. Tenho 1,70 m de altura e peso 60 quilos. Meus seios são pequenos, minhas pernas bonitas, coxas grossas e uma bunda bonita. Por incrível que pareça, não há estrias, nem celulites.

Foi como se algo dentro de mim, dissesse: Você está viva. Além disso, você é desejável, se arrume mais, chame mais a atenção, afinal, que mulher não gosta de se sentir gostosa e atraente.

Isso foi engraçado e veio quase como um despertar. Naquela tarde, fui um pouco menos formal à casa de Pedro. Fui de shorts e camiseta longa, já que estava calor e não nego, passei um perfume.

Claro que isso chamou a atenção de Pedro, que mais uma vez me elogiou e eu gostei, mas até então, não tinha nenhuma intenção sexual da minha parte e ele, como sempre, se manteve respeitoso.

Os dias foram passando e não vou negar que a admiração mútua foi crescendo cada vez mais, até que, um dia, na cozinha, eu havia tomado um copo com água e estava na pia, lavando, quando fui tocada nos braços por Pedro.

Veja, foi um toque carinhoso nos meus dois braços e eu estava de costas para ele. Não houve nenhum outro contato com meu corpo, mas me arrepiei. Pode parecer brincadeira, mas foi de tesão. Acredito que ele não tenha percebido, pois logo me soltou, mas eu fiquei excitada e fui embora.

Em casa fiquei tentando entender o que tinha acontecido. Meu marido é um homem bom, dedicado. Como eu posso sentir tesão por outra pessoa? O que aconteceu? Claro que eu não amava Pedro. Gostava dele como pessoa, pois é agradável, atencioso e ainda sentia que ele estava triste, meio depressivo, mas sentir tesão, sentir vontade dele continuar a me tocar, isto era impensável.

Lembro que nos dois dias seguintes, apenas falei com ele por telefone. Deixei a poeira abaixar. Aos poucos fui voltando à sua casa e a vontade foi aumentando. Eu me sentia uma adolescente quando ele me olhava e comecei a provoca-lo, seja com uma cruzada de perna, uma roupa um pouco mais curta.

Para mim era somente um jogo de sedução que me fazia sentir bem e para que ele tirasse um pouco daquela tristeza de dentro do coração e despertasse para a vida. Que se inspirasse em mim e procurasse outra mulher. Claro, se Mara estivesse viva, nada disso estaria acontecendo.

Então as coisas começam a acontecer rapidamente até que numa tarde, ficamos cara a cara, nossos rostos foram se aproximando e nossos lábios se tocaram. Imediatamente a luz da razão desceu sobre mim e me afastei, não consumando o beijo. O jogo saiu fora do controle e o tesão havia brotado dentro de mim.

Pedro não entendeu nada. Se ele não entendeu nada, imagine eu. O meu objetivo não era esse, como já escrevi, mas estava com muito tesão daquela situação, daquilo que ele me fazia sentir, de novamente me sentir mulher e não uma mãe ou uma dona de casa. Naquele momento, fiquei confusa.

Ao mesmo tempo havia a parte moral. Amava meu marido e não a Pedro, mas era uma atração diferente que não sei explicar. Meio sem jeito, dei um leve sorriso para Pedro e disse que era melhor eu ir embora.

Já em casa, uma voz dentro de mim dizia: Por que você não aproveitou? No íntimo você sabe que queria tanto isso e teve a oportunidade. Agora vai ficar aí se lamentando e esperando seu marido que vai chegar e nem te olhar.

Nisso, chega uma mensagem no whatsapp de Pedro pedindo desculpas. Respondi que estava tudo bem, que aconteceu, que eu entendia e que era para ele não se preocupar com isso.

Isso foi numa quinta-feira e de noite, meu marido chega e diz que havia combinado de ir pescar com amigos no final de semana, em uma cidade que fica a duas horas de viagem e levaria meu filho.

No dia seguinte não fui à casa de Pedro, somente perguntei, via mensagem, se estava tudo bem com ele e a resposta foi: Tranquilo.

Sábado pela manhã, meu marido e filho foram viajar. Fui até o shopping tentar aliviar a minha cabeça. Estava almoçando quando recebi uma mensagem de Pedro dizendo que tinha visto meu marido e meu filho sair e se poderíamos conversar pessoalmente, na parte da tarde, pois estava apreensivo.

Não sabia o que responder. De novo aquela voz interior martelava a minha cabeça dizendo: Tá vendo.... Teu marido foi passear e nem se preocupou com você, nem perguntou se você ficaria bem sozinha. Olha aí a oportunidade.... Vá ser feliz....

Movida pelo impulso respondi a Pedro se não poderia ser no jantar, pois meu marido e filho só voltariam no domingo. Ele concordou e marcamos na casa dele. Estava preocupada com ele fazer uma bobagem. A gente vê cada coisa por aí.

Sinceramente, eu sabia que não ia rolar nada, pois se a coisa esquentasse eu iria recusar, como tinha feito com o beijo. Eu me conheço, pensava e aliás, está na hora de pôr um fim nisso.

Naquela noite coloquei um vestido, fiz a trança no cabelo que ele tanto gosta e fiquei na dúvida se isso iria provocar o Pedro, mas fazia muito calor. Entrei em sua casa, ele me deu um beijo respeitoso no seu rosto e sentamos na sala, após me servir uma taça de vinho branco gelado.

O clima estava tenso e ele mais uma vez me pediu desculpas, que ele não quis me prejudicar, enfim, nem deixei ele terminar. Falei que também havia sentido algo por ele, mas não era amor, era um sentimento de carinho estranho, até de envolvimento físico, mas que havia passado e o clima, entre nós, ficou mais leve.

Mais taças de vinho, mais conversas sobre assuntos variados até que ele pede licença e sai da sala. Quando volta, traz uma surpresa para mim, um quadro que havia pintado. Era outro hobby que ele tinha e me deixou surpresa e entendi o motivo das fotos, porque no quadro, era eu entre duas colunas gregas e parecendo uma deusa. Vestido branco, longo, uma das pernas aparecendo, enfim ... um quadro lindo.

Agradeci muito a ele e fiquei envaidecida, porém não poderia levar para casa. O que eu falaria para o meu marido? Pedro riu e me disse que seria complicado explicar e era melhor deixar o quadro na casa dele mesmo.

Estava tão emocionada que me levantei, fui em direção a Pedro, o abracei, feliz da vida, beijando-o no rosto. Imediatamente o abraço ficou mais forte por parte dele e nossos corpos se encontraram. Até hoje não sei explicar, mas é como se tivessem jogado gasolina na minha vagina e acendido um fósforo.

Trocamos olhares e nossos rostos se aproximaram e desta vez o beijo veio, quente, molhado. Eu não conseguia resistir. Suas mãos já apalpavam a minha bunda e me sentia completamente entregue. Isso me surpreende até hoje porque em momento algum pedi para ele parar.

Após o beijo, ele pegou na minha mão e me levou para o quarto. Eu sabia o que iria acontecer, mas o desejo me controlava e a minha parte racional havia tirado umas férias. Aos poucos foi tirando a minha roupa me deixando completamente nua.

- Deliciosa. – Disse Pedro enquanto me admirava.

É difícil descrever o que senti, haviam tantos componentes: um pouco do álcool, a emoção do quadro, o carinho dele, a forma como sempre me tratou e lá estava eu, nua, na frente de um homem que não era meu marido e com uma vontade enorme de fazer sexo.

Ajudei a tirar as suas roupas e ambos ficamos pelados. Deitamos na cama e ele começou a me beijar, chupar meu pescoço, meus ouvidos, meios seios. Eu me arrepiava de prazer.

Sua boca desceu e começou a me chupar e eu abri minhas pernas. Há muito tempo eu não tinha um prazer assim. Pedro é hábil e me lembro de fechar os olhos e suspirar a cada linguada, a cada chupada, a cada mordiscada, até que não estava aguentando mais de tanto tesão que pedi:

- Ai Pedro.... Me come....

Ele me puxou para a beirada da cama me colocando de frango assado e ficou pincelando o pinto na entradinha da minha vagina. Que puto, pensei, mas disse novamente:

- Vai Pedro.... Enfia logo.... Me come.... Me come....

Ele me disse que era vasectomizado e por isso não iria usar camisinha. Eu não estava nem preocupada com isso, só queria que ele me comesse logo, tamanha era a minha excitação. Finalmente foi me penetrando suavemente e podia ver o pinto dele entrando dentro de mim. Aquela sensação gostosa de pressão me fez contrair a vagina.

Ele foi intensificando a penetração e meu tesão foi aumentando. A cada estocada eu gemia de prazer e ele variava muito a força e a velocidade. Com uma mão massageava a região da minha vulva, tocando levemente no meu clitóris. E aí comecei a sentir o orgasmo vindo e comecei a dizer:

- Ai Pedro.... Não pára.... Não pára.... Vou gozar.... Vou gozar....

Meu coração parecia que ia sair pela boca, eu tremia, me contraia tanto, tanto que acho que expulsei o pinto dele de dentro de mim e, para minha surpresa e dele também, tive um squirting, atingindo parte do corpo de Pedro. Aquele líquido saiu como se fosse urina, é incontrolável e acho que potencializou a minha satisfação.

Lembro de urrar de prazer e claro que eu já havia gozado muitas vezes, mas não assim. Eu não consigo descrever a sensação que senti naqueles segundos. Quando ela acalma é uma paz profunda, sei lá, uma comunhão com o Universo.

Aos poucos fui voltando a ter consciência do que tinha acontecido. Pedro estava parado, meio assustado, me olhando. Eu ri, dizendo a ele que isso nunca tinha acontecido e ele complementou falando que já tinha visto em filmes, mas nunca presenciado.

Fomos tomar um banho e nosso tesão havia baixado. Resolvemos pedir uma pizza e ficamos conversando. Jantamos, tomamos mais vinho e voltamos para o quarto. Confesso que estava louca para sentir aquilo de novo.

Comecei chupando o pinto dele que foi crescendo na minha boca. Fiquei mamando, chupando a glande e podia vê-lo, fechar os olhos de prazer. Logo ele pediu para parar porque senão iria gozar.

Ficamos de ladinho e ele me penetrou, suavemente. Sua mão brincava novamente na minha vulva depilada. Ele não tinha pressa e nem eu, porque estava muito gostoso com ele mordendo minha orelha.

Pedro fez um movimento, sem tirar de dentro e me deixou de bruços deitando-se sobre mim. Ele me pegava por trás, beijando meu pescoço, encostando sua boca no meu ouvido e sussurrando coisas do tipo:

- Você é muito gostosa.... Vou te comer até amanhã.... Rebola essa bundinha.... Que foda gostosa... Você vai dar mais vezes para mim.... Vai ser minha putinha.... Essa bucetinha apertadinha vai viciar na minha rola.

Era engraçado vê-lo falar assim porque não usava estes termos e isto me excitava, tanto que respondia que ia ser a putinha dele, que queria que ele me comesse para que eu gozasse bastante. Esse meu lado eu não conhecia e percebi que gostava daquilo, inclusive eu estava surpresa porque estava falando durante a transa, coisa que normalmente eu não fazia.

Então me colocou de frente para ele, num papai-mamãe e passou a me penetrar com força, com pegada, me fazendo sentir uma fêmea submissa. A cada socada que ele dava meu tesão aumentava e agora, parecia que ele não tinha dó. Enfiava e tirava com força.

- Ai Pedro.... – Eu dizia – Me come.... Me come.... Está gostoso.... Vai.... Forte.... Isso.... Me come.... Ai.... Ai.... Vou gozar.... Vou gozar....

Já podia sentir o meu orgasmo chegando, aquelas ondas de calor percorrendo o corpo e acabei gozando. Não como daquela vez com o squirting, mas com bastante intensidade. Pedro continuava a me comer me chamando de putinha gostosa até que gozou, arfando de prazer e ficando deitado em cima de mim, por uns instantes.

Quando saiu, olhei para baixo e minha buceta escorria muito esperma dele. Fiquei pensando, acho que ele não transava há muito tempo e descarregou tudo. Ele segurou a minha mão e ficamos nos olhando. Claramente estávamos satisfeitos.

Logo, levantei para tomar banho e comecei a colocar a roupa. Pedro me olhou e perguntou:

- Onde você vai?

- Para casa. – Respondi.

- Fica aqui. – Disse ele – Você não precisar ir para casa. Dorme aqui comigo.

Estava na cara que ele queria mais, mas deixei claro que nada de sexo naquela noite. Estava cansada. Ele trocou os lençóis da cama, pois havia uma mancha de esperma e foi tomar banho. Já era tarde e fomos dormir, pelados.

De conchinha, começou a me atiçar, a falar bobagens no meu ouvido, que minha bunda era maravilhosa, que merecia uma pica durinha e eu pedia para ele parar, mas ele insistia, me encoxava por trás.

No início do meu casamento eu já tinha dado a bunda para o meu marido, mas depois que engravidei, nunca mais tentamos isso. Já podia sentir o pau de Pedro duro, roçando na minha bunda até que ele tentou enfiar.

- Sem lubrificante não. – Disse para ele – E põe camisinha.

Na realidade eu não estava muito a fim de dar a bunda, porque não sinto tanto prazer assim e também esperava que ele não tivesse lubrificante e nem camisinha. Esse foi o meu erro, ele tinha e me colocou de bruços, passando a me comer.

Quem já deu a bunda sabe que meio incômodo, principalmente quando você não está com vontade. Fui deixando até que não aguentei e pedi para ele parar e em troca propus que faria uma chupetinha e ele podia gozar na minha boca.

Aceitou na hora e passei a chupar seu pinto. Acho que Pedro segurou até quando pode, pois estava cansada de mamar e quando soltou vieram jatos de esperma, atingindo meus lábios, olhos. Imediatamente coloquei a boca na glande e recebi um ou dois jatos dentro da boca que engoli rapidamente deixando o pinto dele limpinho.

Tomei um banho rápido, porque estava com a bunda melecada de lubrificante e o rosto cheio de esperma. Quando voltei disse rindo para ele:

- Agora sossega.... Quero dormir.....

Acordei pela manhã e Pedro não estava na cama. Eram quase dez horas. Ainda fiquei deitada e logo ele veio para o quarto com um copo de café, um de suco de laranja, torradinhas, manteiga. Falei para ele que era tratamento VIP e respondeu que eu merecia.

Depois do café, vieram as carícias e, sendo bem sincera, eu estava com vontade novamente. Sentei no colo dele e comecei a cavalgar. Suas mãos ora brincavam nos meus seios, ora dando fortes tapas na minha bunda, ora me ajudando a subir e descer.

Cavalguei bastante até que atingi mais uma vez o orgasmo, praticamente desabando sobre ele. Achei que fosse fazê-lo gozar, mas me enganei. Desengatei e deitei ao lado dele, me sentia leve, jovem, plena. Acho que quem é mulher deve entender este tipo de sentimento.

Uma meia hora depois, ele colocou a minha mão em cima do pinto dele que estava mole e foi endurecendo. Sua mão começou a me tocar, levemente, com carinho e, fatalmente, fui me abrindo até que Pedro disse:

- Fica de quatro....

Obediente, me posicionei e ele veio por trás. Ficou brincando de pincelar e de surpresa, enfiou de uma vez, o que me fez ir para frente. Ele me puxou pela cintura e começou a meter, esbofeteando a minha bunda com força.

- Vai vagabunda.... – Dizia Pedro – Rebola essa bunda.... Está gostoso dar para o seu novo macho.... Está gostando da minha pica?

- Estou.... – Respondi sem vergonha alguma – Vai Pedro.... Isso... Me come.... Come a minha bucetinha....

Mais uma vez eu me sentia submissa, à mercê de um macho que iria fazer o que quisesse comigo. Aliado a isso, ouvir me chamar de vagabunda, de putinha, coisas que meu marido nunca fez, aumentava meu tesão.

Ele já estava me comendo a algum tempo e queria fazer ele gozar. Comecei a mexer, a “morder” o pau dele com minha buceta e senti que ele estava gostando. Aumentei meus gemidos porque estava muito gostoso, até que senti seu pinto pulsar dentro de mim. Ele estava gozando.

Quase imediatamente, meu orgasmo veio e aí me contraí toda, travando o pinto dele dentro de mim. Acho que isso aumentou o prazer dele. Ficamos ali, como um cachorro e uma cadela, grudados, por algum tempo, curtindo o momento.

Quando ele desengatou, caí na cama, exausta. Mais uma vez ele se deitou ao meu lado e ficamos nos olhando e parece que caiu a ficha. Eu senti que precisava dizer algo a ele:

- Sabe Pedro.... Foi ótimo, mas preciso dizer que não quero um relacionamento com você. O que fiz foi errado, pois tenho uma família e estou arrependida.

- Não se preocupe com isso. – Disse ele – Ninguém vai saber e não quero te prejudicar. Quero ser seu amigo e se você quiser, quando precisar, ser seu amante. Você é linda demais.

Tomei um banho, me troquei e voltei para casa. Na realidade o que sinto não é arrependimento, é algo diferente. Pedro me proporcionou voltar à vida, me sentir mulher e não uma dona de casa. É duro conviver com esta situação, mas temos uma única vida e eu acabei experimentando uma aventura.

Continuo a amizade com Pedro, agora conversando mais pelo celular e raramente vou à sua casa por vergonha embora nas vezes em que fui ele nunca forçou nada. É um sentimento estranho ver o homem que te comeu, te deu um prazer tão diferente e não é a pessoa que amo.

Quando vou para a cama com meu marido sei que vou satisfazê-lo, mas a recíproca nem sempre é verdadeira e por anos já havia me acostumado com isso. Porém, a intensidade e a experiência que tive com Pedro, quando vem à minha cabeça, me excita demais embora acredito que não tenho mais coragem para repetir.

Fico triste quando penso que transformei meu marido num corno. Acho que vou ter que aprender a lidar com isso e com a vontade maluca de refazer tudo.

Comentários (1)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

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