Uma noite de festa
Olá, o meu nome é Vítor Almeida, sou descendente de marroquinos, vivo com o meu pai Armando e toda a nossa família paterna em Portugal, no Algarve.
O meu pai e outros parentes e amigos nossos são mulherengos de primeira, são entra e sai de mulheres da nossa casa, eu tinha três anos, quando o meu pai se divorciou da minha mãe.
Eu cresci nesse ambiente, e já estava acostumado a esse estilo de vida, o meu pai fazia muito sucesso entre as mulheres.
O meu pai trabalha como chefe de equipa dos maquinistas de comboio de Vila Real de Santo António, trabalhando com outros parentes e amigos nossos, á noite trabalha como Relações Públicas num bar noturno em Vila Real de Santo António.
Eu quando completei doze anos, já começava a fazer sucesso com as meninas do colégio, eu seduzia as com o meu tom de pele escura, já trazia as meninas a jantar na casa da minha tia-avó Maria Emília, que estava orgulhosa de mim, dizia que eu era um garanhão.
Uma noite, o meu pai e outros parentes e amigos nossos foram ver um espetáculo de strip tease num bar noturno em Vilamoura, Algarve.
Eu estava fascinado com aquilo tudo, o meu pai e outros parentes e amigos nossos estavam a fumar haxixe e a beber martini com vodka, eu estava com os meus primos Leonardo e André, também fumavamos um charro de haxixe, tínhamos quatorze anos de idade.
Duas mulheres começaram a dançar no varão, despindo se, os homens, incluindo o meu pai e outros parentes e amigos nossos estavam completamente nus a tocar ao bicho, enquanto assistiam à festa sexual.
- Vítor, já tocas ao bicho _ perguntou o meu parente Jorge
- já _ respondi eu
- tens que tocar ao bicho, senão o teu pai dá te com a correia _ falou o meu parente Zé Maria
Eu e os meus primos ficámos todos completamente nus e juntámos aos nossos pais, familiares e amigos, e tocámos todos ao bicho, enquanto assistiamos aquele espectáculo de strip tease.
As mulheres nuas vinham ter connosco, apalpavamos as mamas, beijavamos lhes o clítoris, elas davam gemidos, elas pegavam nas nossas pirocas grandes e duras e davam chupadelas, gemiamos de prazer.
- Vítor, gostas,filho _ perguntou o meu pai
- sim, pai _ respondi eu
Um grande grupo de homens de nacionalidade romena pegaram na stripper, e colocaram na numa mesa, cada um dos presentes naquela festa, a penetraram na cona e no cu.
- ah, sua puta requeira, gostas de levar vara na cona, é sua puta. _ disse o meu pai
Eu e os meus primos também a penetramos, uns na cona, outros no cu, ela gemia chupando a piroca do Zé Maria, que lhe dava cada estalo na cara.
- pai, está a fazer se de difícil _ falei eu
- pois é, meu filho, dá lhe com o chicote
Demos lhe com chicotes, enquanto os homens a violavam, aquilo era uma verdadeira festa noturna de sexo extravagante.
No fim nós tocámos ao bicho e as strippers tocaram siririca, gemiamos todos de prazer.
Espirramos leite de macho, elas vieram recolher o leite com as bocas, e nós lambiamos lhes a cona cheias de mel vaginal, num delicioso 69, estávamos todos excitados e suados.
Essa noite ficou para a minha vida.
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