Uma mãe obcecada pela amiga da filha
Trouxe minha namoradinha para um motel. O dono é um velho amigo dessas amizades que o tempo e a vida adulta transformaram em conveniência, mas que ainda guardam a lealdade dos tempos antigos. Ele não fez perguntas quando liguei. Não fez perguntas quando cheguei com uma garota mais nova no banco do passageiro que legalmente não deveria ter permissão de entrar ali. Apenas entregou a chave com um sorriso discreto e a discrição de quem já viu de tudo.
E agora aqui estamos. A porta se fecha atrás de nós, e o mundo lá fora deixa de existir. Não há filha. Não há vizinhos. Não há julgamentos. Há apenas este quarto de luz indireta, lençóis de cetim, e ela. Ela. Minha Coralina. Minha menina. Minha obsessão.
Estou completamente viciada. Obcecada. Apaixonada. Não há outra palavra ou há muitas, e todas se atropelam na minha mente quando olho para ela. Passei meses desejando em silêncio, espiando por frestas, tocando-a no escuro enquanto ela dormia. Agora não preciso mais me esconder. Agora ela me olha de volta. Ela me quer de volta. E isso é mais intoxicante do que qualquer fantasia.
Quero cada momento com ela. Quero cada centímetro do seu corpo. Quero beijar cada parte, provar cada dobra, decorar cada suspiro. Quero que o tempo se dissolva e que este motel se torne o universo inteiro só nós duas, a cama, o espelho no teto que ainda não paramos para usar, o som abafado da cidade lá fora.
Coralina está nua na cama. A pele clara contrastando com o cetim escuro. Os cabelos ruivos espalhados no travesseiro como fios de cobre derretido. Ela me olha com aqueles olhos verdes que me desmontam já não há timidez ali, não há hesitação. Há fome. Há uma garota de dezoito anos que descobriu o próprio corpo nas minhas mãos e agora quer mais. Sempre mais.
Eu me debruço sobre ela. Meus lábios encontram os seus.
O beijo começa suave um reconhecimento e se aprofunda. A boca de Coralina tem o sabor doce de sempre, o maldito brilho labial de morango que ela insiste em usar e que agora é o gosto da minha perdição. Sua língua encontra a minha, e eu a recebo, a enrosco, a saboreio como se fosse a primeira vez. Cada beijo com ela é a primeira vez. Cada toque é novo. Cada gemido é uma descoberta.
Minha boca abandona seus lábios e começa a descer. Pelo queixo. Pela curva do maxilar. Pelo pescoço e aqui eu me demoro. Porque o pescoço de Coralina tem o perfume que eu mesma dei no aniversário dela. Um perfume floral, leve, que agora se mistura ao cheiro natural da sua pele aquecida pela excitação. É o cheiro da minha posse. O cheiro de algo que eu escolhi e que agora está nela, sobre ela, emanando dela enquanto meus lábios percorrem sua garganta. Beijo a jugular, onde o pulso bate acelerado. Lambo a clavícula, aquele osso delicado que parece ter sido desenhado para receber minha língua.
Desço mais. Entre os seios planos, os mamilos já duros, roçando meu rosto enquanto passo. Pela barriga lisa, onde minha boca desenha círculos lentos, sentindo os músculos se contraírem sob a pele. Pelo umbigo, onde minha língua se demora, provocando, arrancando um suspiro diferente. E então chego ao monte de Vênus.
Aqui eu paro. Porque este momento merece uma pausa. O monte de Vênus de Coralina é liso, a pele mais clara que o resto do corpo, como uma colina de mármore aquecida pelo sol. Encosto meu nariz ali. Respiro fundo. O cheiro dela me invade não é mais o perfume que dei, é o cheiro dela, o cheiro íntimo, o cheiro que nenhum frasco pode reproduzir. É almíscar e sal e algo doce que não sei nomear. Fecho os olhos e apenas respiro. Por um longo momento, apenas respiro.
Então assopro.
Meu hálito quente atinge o clitóris de Coralina, e ela estremece. Seus quadris se erguem ligeiramente, buscando mais, buscando minha boca. Mas eu ainda não dou. Quero provocar. Quero vê-la se contorcer. Assopro de novo um sopro mais longo, mais direto, que faz o botão rosado pulsar. Ela geme. Um gemido que começa baixo e vai subindo.
— Tia...
A palavra é um sussurro. Uma súplica. Ela me chama de tia mesmo aqui, mesmo nua, mesmo no motel e isso me queima por dentro. Porque eu sou a tia. A amiga da mãe. A mulher que não deveria estar fazendo isso. E é exatamente por isso que é tão bom.
Abro os lábios e os pouso sobre ela.
Minha língua desliza por toda a extensão de sua buceta lisa. Um movimento largo, da entrada até o clitóris, recolhendo a umidade que já escorre. O gosto dela me preenche — salgado e doce ao mesmo tempo, um gosto que vicia, que me faz entender por que chamam isso de carne, de fruta, de vício. Lambo os grandes lábios. Percorro a pele aveludada com a ponta da língua, explorando cada milímetro, decorando cada textura. Ela é lisa. Completamente lisa. E a maciez sob minha língua é como cetim molhado.
Então chego ao clitóris.
Dou atenção a ele como se fosse a coisa mais importante do mundo — e naquele momento, é. Círculo com a ponta da língua. Depois com a parte plana. Alterno pressão e leveza. Desenho o alfabeto inteiro sobre o botão rosado, cada letra arrancando um gemido diferente. Ela fica mais molhadinha a cada lambida. O líquido escorre, e eu o bebo. Escorre mais, e eu o bebo de novo. Minha sede por ela não tem fim.
O corpo de Coralina começa a dar espasmos. Primeiro pequenos os dedos dos pés se curvando, as mãos agarrando o lençol. Depois maiores os quadris se erguendo, as coxas tentando se fechar ao redor da minha cabeça, mas minhas mãos as mantêm abertas. Eu a mantenho aberta. Exposta. Vulnerável e protegida ao mesmo tempo.
Ela geme mais alto. A respiração fica ofegante. Seu corpo arqueia na cama, as costas se curvando, os seios apontando para o teto, e eu sei que ela está perto. Muito perto. Minha boca não para. Minha língua não descansa. E eu a levo com paciência, com precisão, com a experiência de quem sabe exatamente onde tocar e quando tocar até o limite.
Ela goza. O corpo inteiro se contrai, um espasmo que começa no ventre e se espalha até as pontas dos dedos. O gemido que ela solta é meu nome ou "tia", ou as duas coisas misturadas. Seu gosto inunda minha boca, e eu o recebo como uma oferenda.
Vejo Coralina gozar e lambo meus lábios. O gosto dela ainda está na minha boca salgado e doce, o néctar que nunca me canso de provar. E o que sinto agora, enquanto a observo se desmanchar sobre os lençóis de cetim, não é apenas excitação. É maravilhamento. É a reverência de quem está diante de algo sagrado e profano ao mesmo tempo.
Ela está ofegante. Os olhos verdes ainda fechados, os cílios como asas pousadas sobre as bochechas coradas. O peito sobe e desce, os mamilos ainda duros apontando para o teto. Sua buceta pulsa, eu vejo, mesmo à distância, o pequeno latejar do clitóris que ainda não se aquietou. O corpo dela não quer descanso. E o meu também não.
Eu me abaixo novamente. Mas desta vez, diferente.
Meu rosto não vai direto à sua intimidade. Em vez disso, levo minha mão ao meu seio esquerdo. Seguro-o com a palma, sentindo o peso, a plenitude, o mamilo que já está endurecido de desejo. Meu corpo inteiro está desperto. Cada centímetro da minha pele responde a ela à visão dela nua, ao cheiro dela no ar, ao som dos seus gemidos ainda ecoando pelo quarto.
Inclino-me sobre Coralina. Meu seio esquerdo balança livre, e eu o guio a ponta rígida do meu mamilo encontra a pele molhada dela. O contato é um choque. Sua umidade toca meu mamilo, e eu me arrepio inteira. Um arrepio que começa no peito e desce pela espinha, se instala entre minhas pernas, me faz fechar os olhos por um instante.
Então começo a esfregar.
Meu mamilo endurecido desliza sobre o clitóris pulsante de Coralina. O movimento é lento no início, apenas o roçar da ponta do meu seio contra o botão rosado dela. Sinto cada batida do coração dela através desse ponto. Sinto a textura aveludada do seu clitóris contra a pele sensível do meu mamilo. São duas partes que nunca imaginei unir, e agora que estão unidas, não consigo pensar em nada mais perfeito.
— Aaaaah, tia...
O gemido de Coralina é mais agudo agora. Diferente. Meu mamilo sobre seu clitóris é uma sensação nova para ela não é língua, não é dedo, não é nada que ela já tenha sentido. É carne macia, mas firme. É a ponta do meu seio, que ela já chupou, que ela já beijou, agora tocando-a onde ela é mais sensível.
Eu aumento a pressão. Movimentos circulares. Meu seio inteiro balança com o movimento, e a visão é obscena e bela meu corpo maduro contra o corpo jovem dela, meu mamilo escuro contra o clitóris rosado. A umidade de Coralina escorre e molha meu seio. Escorre entre os meus dedos que o seguram. E eu continuo esfregando, porque o prazer não é só dela é meu também. Cada fricção envia ondas de eletricidade do meu mamilo para minha buceta. Estou tão molhada quanto ela.
— Tá gostoso?
Minha voz é um sussurro rouco. Eu sei a resposta antes mesmo de perguntar. Mas quero ouvi-la. Quero que ela diga. Quero que cada palavra que saia da sua boca alimente ainda mais este fogo que não tem fim.
Ela abre os olhos. Finalmente. Aqueles olhos verdes que me desmontam. Eles me olham primeiro com o turvamento do prazer, depois com o foco que retorna. Ela olha para baixo. Vê meu seio sobre sua intimidade. Vê meu mamilo duro deslizando sobre seu clitóris. E a imagem a excita ainda mais. Seus quadris se movem, buscando mais contato, mais pressão, mais atrito.
— Sim... muito gostoso, tia.
A resposta é trêmula, mas certa. E eu sorrio. Um sorriso de quem sabe que ainda tem muito a ensinar. Muito a mostrar. Muito a provar.
Meu seio continua o movimento. Meu mamilo, cada vez mais molhado, desliza com mais facilidade. O clitóris dela está inchado, pulsante, e eu sinto que ela está perto de novo. Tão perto. E a ideia de fazê-la gozar assim com meu seio, com esta parte de mim que a amamentou simbolicamente, que a nutriu me leva à beira do meu próprio orgasmo.
Eu poderia tocá-la com os dedos agora. Poderia usar minha boca de novo. Mas não quero. Quero este momento. Quero meu mamilo no clitóris dela. Quero esta invenção obscena que é só nossa. Quero que ela se lembre para sempre do dia em que a tia a fez gozar com o seio.
Levo meu outro seio até ela. O esquerdo ainda brilha, molhado da primeira vez, o mamilo ainda duro e manchado com a lubrificação de Coralina. Agora é a vez do direito. Seguro-o com a mesma reverência, a ponta já enrijecida antes mesmo de tocar sua pele. A antecipação é um prazer em si.
Encosto meu mamilo no grelinho dela.
O contato é elétrico. A pele de Coralina está ainda mais molhada agora a excitação escorreu, se espalhou, transformou sua intimidade num jardim úmido. Meu mamilo direito desliza sobre o clitóris com a mesma lentidão ritual do primeiro. Sinto a textura aveludada contra minha carne. Sinto o pulsar acelerado do botão rosado. E cada fricção me arranca um gemido.
Porque agora sou eu quem geme também.
O prazer não é unilateral. Meus mamilos estão tão sensíveis que cada toque na pele molhada dela reverbera pelo meu corpo inteiro. Sinto a eletricidade descer do peito para o ventre, do ventre para a buceta, da buceta para as coxas que se apertam involuntariamente. Estou tão excitada que minha própria lubrificação escorre pelas pernas, mas não me toco. Não ainda. Quero sentir isso. Quero me perder neste momento em que meu seio e o clitóris dela são um só.
Esfrego em círculos. Para cima e para baixo. De um lado para o outro. Meu mamilo se suja com a lubrificação dela fica brilhante, escorregadio, e o deslizar fica ainda mais suave. O gemido de Coralina se mistura ao meu. As duas vozes formam uma harmonia perversa que preenche o quarto do motel.
— Tia... que delícia...
A voz dela é um fio. Ela está hipnotizada, os olhos verdes fixos nos meus seios, na dança obscena que eles fazem sobre seu corpo. Ver o prazer dela alimenta o meu. Saber que sou eu quem está fazendo uma garotinha se contorcer assim, isso me excita mais do que qualquer toque.
Mas eu quero mais. Quero completar o círculo.
Termino de me satisfazer com o movimento e solto meu seio. Ele está molhado. Os dois estão. Meus mamilos brilham com o néctar de Coralina, e a visão dos meus próprios seios sujos com ela me deixa tonta de desejo. Então seguro o seio esquerdo o primeiro que a tocou e o levo até a boca dela.
— Sente seu gostinho, amor.
Minha voz é um sussurro rouco, carregado de tesão e ternura. Encosto meu mamilo contra os lábios entreabertos de Coralina. Ela hesita por um segundo não de recusa, mas de surpresa. Seus olhos me interrogam, e eu respondo pressionando o mamilo contra sua boca.
— Isso, meu amor. Mama bem o meu peito. Sente seu gostinho conta meu peito.
Ela abre a boca e me abocanha.
A sensação é indescritível. A boca quente de Coralina envolve meu mamilo, e sua língua sua língua jovem, macia, curiosa passa sobre a ponta enrijecida. Ela suga. E ao sugar, prova o próprio gosto que está na minha pele. Prova sua lubrificação misturada ao meu suor, ao meu cheiro, a mim. É um ciclo perfeito: eu a toquei com meus seios, meus seios se impregnaram dela, e agora ela me mama e se prova.
Ela mama gemendo. Seus lábios fazem um vedação perfeita ao redor do meu mamilo, e a sucção é ritmada puxa, solta, lambe, suga de novo. Seus olhos estão fechados, os cílios longos repousando sobre as bochechas coradas. Ela parece em êxtase. Parece uma criança faminta que finalmente encontrou o peito mas não é fome de leite. É fome de mim. É fome do que somos juntas.
Eu a admiro. Meu Deus, como eu a admiro.
Meu amor está sugando meu seio. Minha namoradinha, minha menina, minha obcecação. Os cabelos ruivos estão grudados na testa suada. Os lábios estão inchados e brilhantes não mais de gloss de morango, mas de mim, de nós, do que fabricamos juntas neste quarto. Sua boca no meu mamilo é a imagem mais linda e mais obscena que já vi.
Passo a mão por seus cabelos. Acaricio sua cabeça enquanto ela mama. Sinto cada sugada reverberar na minha buceta, cada lambida acender uma nova faísca. E sinto também algo maior um amor que queima, um amor que não cabe no peito, um amor que me faz esquecer que lá fora existe um mundo onde isso é errado.
— Isso... mama bem gostoso... sente como você é deliciosa?
Ela responde com um gemido abafado, a boca ainda presa ao meu mamilo. A vibração do som contra minha pele me faz arrepiar inteira. Ela suga mais forte. Suas mãos, que estavam agarradas ao lençol, agora sobem e seguram meu seio as duas mãos pequenas envolvendo meu peito, como se ele fosse grande demais para ela, como se ela precisasse das duas mãos para segurar o que eu ofereço.
E eu me deixo ser mamada. Me deixo ser provada. Me deixo ser amada.
— Eu te amo, tia.
Ela sussurra contra meu mamilo, os lábios ainda tocando a pele molhada. A frase vibra diretamente no meu peito literalmente. E eu sinto que vou explodir. Não de tesão ou não só de tesão. De plenitude. De felicidade. De um amor que não tem nome, não tem medida, não tem fim.
— Eu também te amo, minha linda. Mais do que tudo.
— Vem cá, meu amor.
Estendo a mão para ela. Coralina se levanta da cama, as pernas ainda trêmulas, e vem até mim. Ela está nua, e a cada passo que dá, eu a devoro com os olhos. Seu corpo é uma obra de arte os seios pequenos, a cintura fina, a curva suave dos quadris, a buceta lisinha que ainda brilha com a umidade que eu mesma provoquei. E há algo no jeito como ela caminha, ainda hesitante, ainda um pouco envergonhada apesar de tudo que já fizemos, que me deixa louca. A timidez dela não desapareceu completamente ela está lá, sob a superfície, como uma camada de pele que ainda não se desprendeu. E é essa timidez que me excita mais do que tudo.
Porque eu sou a tia. A mulher experiente. A que já viveu, já amou, já gozou mais vezes do que ela pode imaginar. E ela é minha aluna. Minha menina. Minha criação.
Deito-me na cama e a puxo comigo. Acomodo-a sobre mim seu corpo leve sobre o meu, seus seios roçando os meus, suas coxas entre as minhas. O contato é elétrico. Sinto o calor de sua pele, a umidade de sua buceta contra minha coxa, e sei que ela sente o mesmo. Seus olhos estão fixos nos meus verdes, imensos, com aquele brilho de quem ainda não acredita que está aqui.
— Você confia em mim, princesa?
— Sim, tia. Confio.
Sua voz é um fio. Tímida. Quase infantil. E isso me arde no peito e na buceta ao mesmo tempo. Ela é tão inocente. Tão entregue. Tão minha.
— Então deixa a tia te mostrar mais uma coisa.
Eu a beijo. É um beijo demorado, que começa suave meus lábios nos dela, sentindo o gosto de morango que nunca me abandona e se aprofunda. Minha língua invade sua boca, e ela me recebe. Aprendiz aplicada. Nossas línguas dançam, e eu sinto seu corpo amolecer sobre o meu, a tensão se dissolvendo. Beijo sua bochecha. Sua mandíbula. A curva da orelha. E então sussurro:
— Sabe o que vamos fazer agora, meu amor?
Ela nega com a cabeça, os olhos arregalados.
— Vamos dançar juntas. Só nós duas. Nossas bucetas se beijando. Você já ouviu falar em tesourinha?
O rubor sobe pelas bochechas de Coralina. Ela cora. De verdade. Como uma colegial ouvindo uma palavra proibida pela primeira vez. E esse rubor me atinge como uma droga. Ela sabe o que é provavelmente viu nos vídeos pornôs que assistiu com Rebeca. Mas nunca fez. Nunca sentiu. E agora está aqui, nua sobre mim, preste a aprender.
— Eu... eu nunca fiz, tia.
— Eu sei, linda. Por isso a tia vai te ensinar. Vai ser gostoso. Você vai gozar gostoso para mim de novo.
Beijo seus lábios mais uma vez um selinho rápido, um carinho e começo a reposicioná-la. Minhas mãos seguram sua cintura e a giram levemente. Ensino-a a colocar uma perna sobre a minha, a encaixar o quadril. Ela é magra, flexível, e obedece a cada comando com uma docilidade que me derrete.
— Isso... abre um pouquinho mais... deixa a tia te guiar.
Finalmente, o encaixe. Minha perna direita entre as suas, a sua perna esquerda sobre minha coxa. E nossas bucetas se tocam. O contato é um choque o clitóris de Coralina encontra o meu, e ambas soltamos um gemido ao mesmo tempo. Ela está tão molhada. Tão quente. Tão macia. E eu estou tão excitada que minha lubrificação se mistura com a dela, e não sei mais onde termino e onde ela começa.
— Agora se mova, amor. Devagar. Como se estivesse dançando.
Ela tenta. O primeiro movimento é desajeitado, tímido seus quadris se mexem sem ritmo, e eu sinto o prazer vir em ondas irregulares. Mas eu não tenho pressa. Seguro sua cintura com as duas mãos e a guio. Imponho um ritmo. Um vai e vem lento, circular, que faz nossos clitóris se roçarem na pressão perfeita.
— Isso... assim... olha para mim.
Ela obedece. Seus olhos verdes encontram os meus enquanto nossos corpos se movem juntos. Ver seu rosto é o que me desmonta a testa franzida de concentração e prazer, os lábios entreabertos, o rubor ainda nas bochechas. Ela está aprendendo. Ela está sentindo. E sou eu quem está ensinando.
— Tá gostoso, princesa?
— M-muito, tia... é diferente...
— Diferente como?
— Mais... mais íntimo.
Ela não sabe como explicar, mas eu entendo. A tesourinha não é como o sexo oral, onde uma dá e a outra recebe. É simultâneo. É espelho. É duas bucetas se falando na mesma língua. E para uma garota inexperiente como ela, isso é avassalador.
Eu a puxo para mais perto. Nossos corpos se colam. Nossos seios se tocam os meus, maiores e mais pesados, contra os dela, pequenos e firmes. Nossas bocas se encontram de novo. Beijo-a enquanto meus quadris continuam o movimento, e ela, aprendiz dedicada, começa a encontrar seu próprio ritmo. Seus quadris já não precisam tanto da minha mão. Ela está dançando sozinha agora. E está gostando.
— Isso, meu amor... assim... você está indo tão bem...
Meus lábios vão para seu ouvido. Minha voz é um sopro quente contra sua pele.
— Você não tem ideia do que faz comigo. Do quanto eu te desejei. Do quanto eu te espiava... tocando você enquanto dormia... me tocando pensando em você...
Ela arfa. O movimento de seus quadris acelera involuntariamente.
— Cada noite que você dormia lá em casa, eu ia até seu quarto. Ficava olhando para você. Para sua boca. Para seus seios. Para essa buceta linda que agora está esfregando na minha...
— Tia...
— Eu sou obcecada por você, Coralina. Doentia. Perdidamente. Eu quero você todo dia, toda hora, cada segundo. Quero trancar você neste motel e nunca mais deixar sair. Quero sua boca, seu corpo, seus gemidos. Quero ser a única mulher a te fazer gozar pelo resto da vida.
Ela está chorando? Não. São lágrimas de prazer, lágrimas de quem está sendo dominada por sensações grandes demais para um corpo pequeno. Ela esconde o rosto no meu pescoço, mas não para de se mover. Não para de esfregar sua buceta contra a minha. E eu continuo sussurrando, continue alimentando-a com minhas palavras, continue a enfeitiçando.
— Sabe por que eu gosto de te ensinar, princesa? Porque você é minha. Cada coisa que aprende, aprende comigo. Cada jeito de gozar, fui eu que te mostrei. Você é minha obra. Minha criação. Minha putinha particular perfeita.
Ela goza. E eu sinto. O orgasmo de Coralina explode contra meu clitóris, e o pulsar de sua buceta contra a minha é a coisa mais linda que já senti. Seus gemidos são abafados contra meu pescoço, suas unhas se cravam nas minhas costas, e seu corpo treme treme inteiro, como se estivesse sendo atravessado por uma corrente elétrica.
E eu a seguro. A abraço. A aperto contra mim enquanto continuo me movendo, perseguindo meu próprio orgasmo, que chega logo depois uma onda que sobe do meu centro e se espalha por cada centímetro do meu corpo. Gozo com o nome dela nos lábios. Gozo sentindo sua respiração ofegante na minha pele. Gozo sabendo que sou eu, a tia, a mestra, a mulher experiente que a domina.
Quando os tremores passam, ela fica quieta sobre mim. Seu peso é mínimo. Sua cabeça está aninhada no meu ombro, e seus dedos desenham círculos distraídos sobre minha clavícula. Eu beijo o topo de sua cabeça. Aliso seus cabelos ruivos, agora molhados de suor.
— Tia?
— Sim, meu amor?
— Eu também sou obcecada por você.
Sorrio no escuro. E aperto-a ainda mais contra mim.
— Eu sei, princesa. Eu sei.
Ainda estamos coladas. Suor e prazer nos unem como uma segunda pele. O quarto do motel está em silêncio agora só a respiração das duas, o ar-condicionado zumbindo baixo, o mundo lá fora reduzido a nada. Coralina está deitada sobre mim, seu corpo leve como uma coberta quente, sua cabeça aninhada no meu ombro. Sinto seu coração bater contra meu peito, ainda acelerado. O meu também.
Então ela se move. Levanta o rosto e me olha com aqueles olhos verdes que me desmontam. Há algo diferente neles agora não é só tesão, não é só cansaço. É uma vulnerabilidade. Uma entrega que vai além do sexo. Ela está nua por dentro também.
— Tia?
A voz é um fio. Pequena. Quase infantil. E esse tom esse tom que me lembra a menina que ela era, a menina que corria pela minha casa, que pedia biscoito na cozinha, que fazia trança no cabelo da Rebeca acende em mim uma chama diferente. Não é só desejo. É proteção. É posse. É um amor tão grande que dói.
— Sim, meu amor.
— Posso mamar?
A pergunta é tão pura. Tão simples. Dita sem malícia, embora carregada de desejo. Ela não está pedindo sexo agora ou não só. Está pedindo colo. Conforto. Aquele lugar seguro que só o peito da tia pode dar. Meu coração se derrete e minha buceta também, as duas coisas ao mesmo tempo, nessa mistura impossível que só ela provoca.
— Claro, meu amor. Nem precisa pedir.
Ela sorri um sorriso pequeno, tímido, que não chega a mostrar os dentes e se ajeita sobre mim. Seu corpo escorrega um pouco para o lado, e ela se acomoda de forma que sua boca fique na altura do meu seio. Sua mão pequena sobe e segura meu peito as duas mãos, como antes, porque meu seio é grande para suas mãos, e isso é lindo. Ela o segura como quem segura algo precioso. Depois abre a boca e o abocanha.
A sucção começa calma. Lenta. Ritmada.
Seus lábios envolvem meu mamilo com uma delicadeza que desmente o que fizemos até agora. Não há pressa. Não há urgência. Há apenas o vai e vem da sua boca, a língua que passa de leve sobre a ponta, a sucção suave que parece me embalar. Meu corpo responde meu mamilo endurece na sua boca, meu ventre se aquece, minha buceta se molha, mas o que sinto agora está além do sexo.
Ela mama como se fosse uma maneira de se acalmar. Como se, através do meu peito, voltasse a um tempo em que o mundo era simples e seguro. Um tempo em que bastava estar no colo de alguém. E eu entendo. Entendo porque sou mais velha. Porque já fui mãe. Porque sei que o corpo adulto às vezes precisa se fazer pequeno para caber no afeto.
Passo a mão pelos seus cabelos ruivos. Desembaraço os fios com os dedos, um a um, com paciência. O toque é um carinho, uma benção, uma oração. Ela fecha os olhos e mama. Apenas mama. E eu a observo a boca no meu seio, os cílios longos repousando nas bochechas, a expressão serena. Está em paz. Nós duas estamos.
— Isso, meu amor. Mama na sua tia. Tão linda, minha menina.
Minha voz é um sussurro. Um acalanto. Ela responde com um suspiro que vibra contra meu mamilo. Sinto a vibração percorrer meu peito e descer, descer, até se instalar entre minhas pernas. Aperto as coxas involuntariamente. Mas não faço nada. Só acaricio seus cabelos e deixo que ela mame.
Por um longo tempo, é só isso. Ela no meu peito. Eu nos seus cabelos. O silêncio. A paz. O amor.
Mas então algo muda.
Não sei dizer exatamente quando. Talvez seja o ritmo da sucção, que começa a ficar mais intenso. Talvez seja a mão que antes segurava meu seio e agora desce pela minha barriga. Talvez seja o quadril que começa a se mover um movimento mínimo, quase imperceptível, roçando sua buceta contra minha coxa. O corpinho de Coralina está acordando de novo. E o meu também.
Ela suga mais forte. Meu mamilo é puxado para dentro da sua boca com uma pressão que me arranca um gemido. Já não é mais um conforto. Já não é mais um retorno ao útero. É desejo. É fome. É a menina se transformando de novo, no meu colo, sob meu comando silencioso.
— Ah, meu amor...
Meu gemido é baixo, mas ela ouve. Seus olhos se abrem e me olham ainda verdes, ainda imensos, mas agora com um brilho diferente. O brilho da caçadora que despertou dentro da presa. Ela não solta meu mamilo. Apenas suga mais forte enquanto seu quadril se move com mais determinação. Sua buceta molhada desliza sobre minha coxa, e eu sinto o rastro de umidade que ela deixa na minha pele.
Então ela se reposiciona. Abandona meu seio com um estalo úmido e sobe sobre mim. Suas coxas encontram as minhas. Nossas bucetas se tocam de novo ainda molhadas, ainda sensíveis, ainda pulsantes da última vez. O contato é um choque. Ela solta um gemido agudo, e eu mordo os lábios para não gritar.
Mas ela não tem técnica. É desajeitada. Inexperiente. Seus quadris se movem sem ritmo às vezes rápido demais, às vezes parando, às vezes no ângulo errado. Ela quer prazer, mas não sabe como encontrá-lo. Quer me dar prazer, mas não sabe como fazer. E essa incompetência essa doce, excitante, deliciosa incompetência me deixa ainda mais molhada.
Ela é minha aluna. E eu sou sua mestra.
— Calma, princesa.
Minhas mãos seguram sua cintura e a guiam. Imponho o ritmo um deslizar lento, circular, que faz nossos clitóris se roçarem na pressão exata. Ela geme e tenta acelerar, mas minhas mãos a mantêm no lugar. Sou eu quem controla. Sou eu quem dita o tempo.
— Assim, amor. Mais devagar. Sente.
— Mas tia... eu quero...
— Eu sei o que você quer. E vai ter. Mas do jeito da tia.
Ela resmunga um pequeno som de frustração que é tão infantil que me faz sorrir , mas obedece. Seus quadris se movem agora no ritmo que eu imponho. Nossos clitóris se beijam, se roçam, se provocam. Cada passada do corpo dela contra o meu é uma onda de prazer que cresce e se acumula.
— Isso... assim... está aprendendo, meu amor.
Ela sorri, orgulhosa do elogio. Minha aluna aplicada. Minha garota. Meu bem mais precioso. E continua se movendo, agora com mais confiança, embora ainda precise das minhas mãos na sua cintura para não se perder. Eu a mantenho no caminho. Eu a ensino a dançar.
Nossas respirações ficam ofegantes. Nossos gemidos se misturam. O som de nossas bucetas molhadas se tocando preenche o quarto um som obsceno e lindo ao mesmo tempo. Ela joga a cabeça para trás, os cabelos ruivos balançando, e eu a vejo se perder no prazer. Minha menina. Minha obra. Minha criação.
— Tia... tô perto...
— Eu também, amor. Goza com a tia. Goza comigo.
Ela desaba. Seu corpo se contrai sobre o meu, e eu sinto seu orgasmo pulsar contra meu clitóris um latejar quente e molhado que me arrasta junto. Eu gozo com ela. Minhas mãos se cravam na sua cintura, meus quadris se erguem para encontrá-la, e o prazer explode branco, quente, absoluto. Nossos gemidos se fundem. Nossos corpos tremem juntos. E por um instante, somos uma só.
Ela desaba sobre mim depois, exausta, ofegante, a cabeça no meu ombro outra vez. Seu peso é uma benção. Sua respiração na minha pele, um alívio. Eu a envolvo com meus braços e a aperto contra mim.
— Tia?
— Sim, meu amor.
— Tô aprendendo direitinho?
Sorrio no escuro. Beijo sua testa.
— Está, princesa. Está aprendendo tudo.
E fico ali, acariciando seus cabelos, enquanto ela adormece sobre mim. Minha aluna. Minha namoradinha. Minha obcecação. A amiga da minha filha, que agora é minha. Só minha. De mais ninguém.
(Amaram? Pois eu amei! Amo uma relação pedo/incestuoso com mulheres. Escrever trouxe um desejo e um tesao absurdo, acho que não deveria ter escrito esse conto em público pois agora estou muito molhada kkkkkk me contem o que acharam, queriam mamar o seio com baba de pepequinha? 😋)
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Comentários (1)
Tuga tarado: A mestra e a aluna, que tesao esta mestra é;)
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