#Assédio

Foi difícil meter na personal trainer Gostosa

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Carlos

Me chamo Carlos, sou um cara de 32 anos, viciado em academia. Se pudesse, ia todo dia. Sou daquele que adora um rabo de saia, por isso vou sempre com roupas que marcam bem o corpo. Tenho 1,82m, corpo definido de quem treina pesado há anos, ombros largos, braços musculosos e uma postura que chama atenção. Cabelo curto, barba bem aparada e um olhar que costuma desestabilizar.

Um dia eu encontrei na minha gaveta uma bermuda de compressão bem justa e uma regata justa. Experimentei e percebi que marcava bastante. Neste dia, nem cueca eu coloquei por baixo da bermuda! Seria uma ótima oportunidade para provocar mais ainda a minha personal trainer que sempre fui afim.

Ela se chamava Natália. Ela é muito gostosa, morena cor do pecado, tem uns olhos que me tiram do sério, corpo definido, bundona durinha de academia e peitos que chamam atenção. Os braços e ombros malhados, as pernas bem grossas e coxas que acompanham seus 1,70m. Sempre com aqueles macacões fitness colados, parecia uma segunda pele. Geral se jogava nas cantadas, mas ninguém conseguia nada. Ah! E sem falar daquela voz firme e feminina… Eu fico louco só escutando ela falar. Só que ela é muito difícil. Parecia ser de ferro.

Eu já tinha dado em cima dela várias vezes, sempre elogiava meu desempenho e tal, mas o profissionalismo dela era incrível! Nunca acreditei neste “coração de pedra”, pois se ela não quisesse mesmo, poderia ter me passado para outros instrutores. Não foi o que aconteceu.

Vesti a roupa bem marcada e fiquei mais provocante do que de costume. Puxei a bermuda pra cima de propósito só pra marcar mais ainda, evidenciando o volume anatômico ali na frente. Chegando lá, cumprimentei um amigo que às vezes malha comigo, dando aquela estufada no peito. Minha personal desta vez não teve como escapar. Eu dava passos lentos, caminhando na direção dela com os braços ligeiramente arqueados, fazendo os bíceps saltarem. Mas mesmo jogando charme, percebi que a roupa provocante não estava dando resultado imediato. Ela não parava de olhar pra outro cliente, séria quando eu a encarava, fingindo total indiferença ao meu desfile.

Comecei a fazer alguns exercícios, como de costume, até que ela me chamou sorridente. Não perdi tempo e fui ao seu encontro. Ela deu um sorriso. Eu conversava com ela olhando diretamente em seus olhos, sustentando o olhar com malícia, sem piscar, tentando ler o que passava na mente dela. De vez em quando, colocava a mão na virilha bem sutilmente como se estivesse coçando só para provocar, ajeitando o membro que já estava sem cueca, o pau duro latejando contra o tecido fino da bermuda.

— Seu treino é impecável, Natália. Mas confesso que sua postura e a forma como você domina essa área me deixam ainda mais impressionado com os resultados — disparei, inclinando o corpo levemente na direção dela, invadindo seu espaço pessoal para que ela sentisse o calor da minha pele.

Enquanto isso, ela me ajudava em cada exercício. Algumas vezes eu olhava para o meio das minhas pernas de propósito, direcionando o olhar dela para o volume explícito. Com certeza ela deve ter percebido que eu estava sem cueca. Provavelmente já devia ter percebido que eu estava excitado… De vez em quando ela olhava para os lados para ver se tinha mais alguém prestando atenção. Notando o receio dela, eu sempre dava um jeito de colocar a mão no ombro dela, deixando meus dedos deslizarem de leve pelo tecido do macacão, ou tocava na sua cintura com firmeza quando ela estava treinando ou me corrigindo. Enquanto eu puxava papo com aquela voz mansa, eu esperava uns minutos quando ela passava a me dar dicas e treinar, aproveitando cada segundo de proximidade física para roçar meu braço no dela.

Quando estávamos no último exercício, a tensão estava insuportável. Chamei ela num canto, longe dos olhares dos outros alunos, encostei na parede de forma descontraída e soltei o convite, olhando fixamente para a boca dela:

— Vamos sair hoje? Quem sabe tomar um café, relaxar um pouco depois que terminássemos aqui… Só eu e você.

Ela ficou sem graça, olhou para os lados, ajeitou o cabelo atrás da orelha e negou o convite. Ela disse:

— Carlos, você sabe que eu não misturo as coisas. Aqui dentro eu sou sua treinadora, e nós temos uma conduta profissional a zelar. Não posso aceitar.

Desisti, frustrado com a barreira que ela impunha, e fui embora morrendo de tesão por aquela gostosa. Já não sabia mais o que fazer pra levar ela pro mau caminho. O jeito era investir em outra gostosa para sentar no meu pau… Mas eu queria ela.

Quando estava no estacionamento abrindo a porta do meu carro, a surpresa aconteceu. Ela veio correndo e gritando pelo meu nome. Disse que eu havia esquecido meu celular. E, claro, ela como boa profissional veio me entregar. Ainda disse pra eu ter mais cuidado.

Um sorriso largo e vitorioso se estendeu em meu rosto quando ela, quebrando completamente aquela pose de ferro de minutos atrás, falou com a voz mais mansa e cúmplice:

— Você faz tudo isso de propósito, só pra me provocar. Sabe que é gostoso e quer chamar minha atenção.

Fiquei calado observando ela se aproximar, a poucos centímetros de mim. Ela me olhou de cima a baixo com uma cara de safada, mordendo o lábio inferior de um jeito que eu nunca tinha visto na academia, e continuou:

— Cuidado pra não perder o foco na academia de novo.
O comentário dela ali no estacionamento, com aquele olhar de safada, reacendeu uma chama que eu achei que estava apagada. Eu estava quase desistindo, pronto para jogar a toalha de vez. Afinal, antes daquele dia, eu já tinha tentado de tudo e quebrado a cara várias vezes.

Lembrei das outras investidas que fiz antes dessa bermuda marcada. Teve uma semana que eu apelei forte: cheguei nela com a desculpa de que meu rendimento estava caindo e perguntei se ela não dava aulas particulares em casa. Falei bem perto do ouvido dela, dizendo que precisava de uma "atenção exclusiva, sem ninguém olhando, em um ambiente mais privado". O duplo sentido estava escancarado. Mas, na época, ela manteve a postura de ferro, cruzou os braços e respondeu, séria, mas com um sorrisinho de canto: *"Carlos, meu foco é a consultoria aqui na estrutura da academia. Minha agenda está lotada e eu não faço atendimento em domicílio por questões de segurança e ética profissional. Se quiser melhorar o rendimento, a gente puxa mais carga aqui."* Eu saía de perto bufando de frustração.

Teve outra vez que ela estava me ajudando no agachamento, colada nas minhas costas, e eu soltei uma cantada pesada: *"Natália, com você me segurando assim, eu aguento o peso do mundo, imagine o seu..."* Ela só me deu um tapinha no ombro e disse: *"Menos conversa e mais força nas pernas, Carlos. Guarda o fôlego para o exercício."*

Eu já estava exausto desse jogo de gato e rato. Quase jogando a toalha, achando que ela era mesmo inalcançável, quando tudo mudou naquele exato momento no estacionamento, logo após o aviso dela.

Aquele "cuidado para não perder o foco" com o olhar focado na minha boca quebrou qualquer barreira profissional. Eu não respondi com palavras. Dei um passo rápido para frente, prensando o corpo dela contra a lateral do meu carro, bloqueando qualquer rota de fuga. A boca dela abriu um pouco com o susto, mas os olhos continuaram fixos nos meus.

— Perder o foco? — sussurrei, a voz grossa, colando meu quadril, que ainda latejava sem cueca dentro da bermuda, direto contra a barriga dela. — Você sabe muito bem quem está tirando o meu foco aqui, Natália. E agora a gente está fora da academia.

Ela deu uma respiração profunda, os peitos fartos subindo e descendo contra o meu peitoral, e não recuou. Pelo contrário, ela olhou para os lados do estacionamento deserto e colocou a mão espalmada no meu peito, sentindo meu coração acelerado.

— Entra no carro — ela disse, a voz firme de sempre, mas agora carregada de um desejo que ela tinha guardado por meses.

Nem pensamos em ir para a casa de ninguém. Entramos no banco de trás do carro, os vidros escuros garantindo a nossa privacidade. O clima ali dentro virou um inferno de tão quente em questão de segundos. O profissionalismo dela sumiu completamente. Ela avançou na minha boca com uma fome que me pegou de surpresa, uma pegada selvagem, puxando meu cabelo curto enquanto nossas línguas se entrelaçavam com urgência.

Eu estava louco para ver o que tinha por baixo daquele macacão colado. Puxei o zíper da frente com força e os peitos dela saltaram, lindos, com os bicos já rígidos pelo tesão. Comecei a morder e chupar aqueles peitos com vontade, arrancando dela os primeiros gemidos agudos, aquela voz feminina e firme agora completamente desestabilizada pelo prazer.

Ela não ficou para trás. Com as mãos ágeis, puxou a minha bermuda de compressão para baixo de uma vez. Quando o meu pau, completamente duro e latejando, saltou para fora, ela soltou um "caramba..." baixinho. Ela não perdeu tempo: inclinou o corpo no espaço apertado do banco e o engoliu de uma vez. A boca dela estava quente, apertada, e ela fazia uma sucção forte, olhando para cima, direto nos meus olhos, enquanto subia e descia. Eu segurei firme no cabelo dela, quase vindo ali mesmo com aquela mamada violenta.

— Espera... na boca não, que eu quero sentir você toda — reclamei, a voz falhando de tanto tesão.

Ajeitei o corpo dela no banco. A primeira posição foi com ela de quatro, apoiando os braços no estofado, com aquela bundona durinha de academia empinada diretamente para mim. Afastei o macacão para o lado, deixando a bunda dela totalmente exposta. Estava muito molhada. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada e empurrei de uma vez só, entrando tudo.

Natália soltou um gemido alto, arranhando o banco do carro. O encaixe era perfeito. Comecei a dar estocadas violentas, rápidas, batendo com força contra a bunda dela. O som dos nossos corpos se chocando ecoava no espaço abafado do carro. Ela jogava a cabeça para trás, completamente entregue, implorando: *"Mais forte, Carlos, vai, mais forte..."* Ver aquela mulher que posava de durona na academia totalmente dominada e implorando por mais me deu uma energia absurda.

Depois de um tempo ritmando ali, puxei ela pela cintura e mudei a posição para o ápice. Deitei no banco e puxei ela por cima. Natália montou no meu pau, com as pernas grossas e malhadas me abraçando, e começou a cavalgar com uma força impressionante. O corpo de atleta dela jogava a favor; ela subia e descia com um controle de quadril absurdo, rebolando em cima de mim, fazendo o meu pau entrar até o talo a cada descida. Eu segurava firme naquela bunda dura, ajudando no movimento e cravando meus dedos na pele dela.

O calor era insuportável, o suor misturando nossos corpos. Olhando para o rosto dela, com os olhos revirando de prazer e a boca entreaberta soltando os gemidos mais gostosos que já ouvi, senti que estava muito perto do limite. Ela também acelerou o ritmo, contraindo as paredes internas lá dentro, me apertando com uma força descomunal.

— Eu vou gozar, Natália! Vou gozar! — avisei, a voz sufocada.

— Puta que pariu, vai, Carlos! Goza dentro, vai! — ela gritou, cravando as unhas nos meus ombros e dando as últimas cavalgadas frenéticas.

Eu dei três estocadas finais profundas, afundando o máximo que podia dentro dela. O meu pau latejou e eu descarreguei uma gozada violenta, volumosa, quente, bem no fundo dela. No mesmo segundo, o corpo dela tremeu inteiro, espasmando em um orgasmo intenso, e ela desabou com o peito colado no meu, respirando de forma ruidosa, completamente esgotada.

Ficamos ali abraçados por vários minutos, o silêncio do carro quebrado apenas pelas nossas respirações voltando ao normal. quando finalmente tinha conseguido meter naquela gostosa.....

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