Minha afilhada veio passar férias comigo. 15 dias na Vara
Comprei lubrificantes. Minha idéia era comer o cuzinho na volta. Eu queria espancar muito o traseirinho lindo. Até ela implorar pra mim rasgar seu anelzinho
Minha afilhada Flávia, filha de uma prima minha.foi criada só pela mãe. O pai sumiu no mundo. Eu fui sempre presente com elas, embora morassemos em cidades diferentes. Depois dos 10 anos Flavinha ficou bem mais apegada a mim. Toda vez que eu ia lá ela pedia pra mim levá-la em algum lugar: restaurante, bares, praça, no Rio pra tomar banho. Eramos como pai e filha.depois dos treze anos ela vivia pedindo pra vim passar uns dias comigo.por causa da idade dela e ficar em outra cidade, seu corpo foi ficando maravilhoso, quando ela completou 14 finalmente Helena sua mãe deixou ela vir passar 15 dias de férias na minha casa.
Flavinha chegou na rodoviária a tarde. Fui buscá-la de carro, saímos pra jantar passeamos pela cidade, eu já tinha dado umas encoxadas nela, quando Helena não tava por perto. Flavinha era muito assanhadinha com os garotos da escola, eu desconfiava que ela podia já ter dado a bucetinha pra algum coleguinha. Seu traseiro era maravilhoso, bunda larga, arrebitada. Dava água na boca. Voltamos pra casa. Ela tomou banho e trocou a roupa. Quando eu entrei no quarto percebi que ela usava só uma camisolinha, sem nada por baixo, minha boca salivou: toquei nas coxas dela. Descobri. Buceta lisinha. Ela olhou pra mim com olhinhos pedintes, padrinho! Sim Flavinha. Fui baixando a boca, falei: posso meu amorzinho? Pode .
Arregace bem suas pernas e toquei a lingua. Fui xupando como nunca tinha xupado alguém. Ela se contorcia toda, gemia gostoso: ahhhh padrinho, enfiei as duas mãos por baixo da bunda dela e levantei xupando com força, quase mordendo, o corpo dela comecou a tremer, foi se contorcendo e gozou na minhha boca. Eu subi na cama encostei o pau na boca a dela, fiquei pincelando nos lábios dela, a boca foi se abrindo e ela segurou com as duas mãos e foi mamando, esperei ela acostumar, segurei sua cabeça por trás e fui trazendo até ela engolir tudo, voltava e trazia de novo. Senti que ia gozar, levei o pau bem no fundo da garganta dela e soltei o primeiro jato, Flavinha engoliu, eu puxei e soquei de novo, soltei o resto e segurei u. Pouquinho até ela receber tudo. Tirei o pau e passei no rosto dela. Nos abraçamos e depois falei: vou ali no mercado comprar umsa coisa pra nós. Dexei ela com o rostinho todo lambuzado e fui. Passei também num local que vendia lubrificante e comprei. Minha idéia era comer o cuzinho dela na volta. Eu queria espancar muito aquele trazeirinho maravilhoso que ela tinha até ver ela implorando pra mim rasgar seu cuzinho.
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