#Outros

A Empregadinha

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O Narrador de Contos

Na festa a fantasia comi o cu da empregadinha

Fui convidado pela minha colega de trabalho, Luciana, para uma festa a fantasia que ela organizaria na casa dela. Eu não estava muito animado, mas como era um evento beneficente, decidi ir para contribuir com a causa e passar o tempo com os amigos. Cheguei à festa já tarde, vestindo meu terno e gravata, sem muita criatividade.
Assim que entrei na casa, fui recebido pelo som animado da música e pelas pessoas fantasiadas, algumas mais elaboradas do que outras. Percorrendo a sala cheia de convidados, vi Luciana conversando com alguns amigos em um canto. Ela estava vestida de Cleópatra egípcia, com uma maquiagem exagerada, roupas douradas e joias brilhantes.
— Nivaldo! — gritou ela ao me ver. — Que bom que você veio! Venha conhecer todo mundo!
Luciana apresentou-me a alguns colegas de trabalho e amigos dela, mas eu não estava muito interessado nas conversas chatas sobre a empresa e os últimos escândalos políticos. Olhei em volta à procura de algo mais interessante para fazer.
Foi então que meus olhos pousaram nela. Uma moça vestida de empregadinha vitoriana, com um uniforme preto e branco, uma saia curta e meias arrastão. Ela estava servindo bebidas e petiscos aos convidados, mas havia algo em sua postura que chamou minha atenção.
A empregada tinha o cabelo pintado de azul e um corte Chanel, com uma tiara branca abobada. Seus olhos azuis claros brilhavam sob a luz das velas, e ela tinha uma expressão inocente que me fez querer conhecê-la melhor.
— Oi, eu sou Nivaldo — disse, aproximando-me dela enquanto servia um copo de vinho para mim. — Você é nova aqui?
— Olá, senhor — respondeu ela com uma voz suave e tímida. — Sou a empregada contratada pela senhora Luciana para cuidar do bufê hoje à noite.
Ela sorriu educadamente, revelando dentes perfeitos e brancos. Notei que o uniforme era justo em suas curvas generosas, destacando seus seios fartos e cintura fina.
— Você é muito bonita — elogiei, tomando um gole do vinho. — Qual é seu nome?
A empregadinha corou levemente com meu comentário, mas manteve a compostura profissional.
— Meu nome é Patrícia, senhor — disse ela. — Obrigada pelo elogio.
Conversamos por alguns minutos enquanto eu tomava meu vinho e ela servia mais bebidas aos convidados ao redor. Patrícia era gentil e educada, com uma voz doce que me deixava hipnotizado. Eu não conseguia tirar os olhos dela.
— Ei, Nivaldo! — chamou Luciana, aparecendo do nada. — Venha dançar comigo!
Ela me puxou pela mão antes que eu pudesse protestar e me levou para a pista de dança lotada. Dançamos algumas músicas rápidas, mas meus pensamentos ainda estavam focados naquela empregadinha encantadora.
— Com licença, Luciana — disse após algum tempo, tentando me desvencilhar dela. — Vou pegar mais bebida.
Luciana franziu a testa, mas não insistiu em me fazer ficar. Voltei para o bufê, onde Patrícia estava organizando os petiscos e limpar o balcão de vidro.
— Precisa de ajuda? — perguntei, apoiando-me no balcão ao lado dela.
Patrícia sorriu timidamente novamente.
— Não, senhor. Estou quase acabando aqui. Obrigada pelo oferecimento.
Ela se virou para guardar alguns pratos em uma prateleira atrás de si, e eu aproveitei a oportunidade para admirar sua bunda redonda e bem formada. A saia curta do uniforme mal cobria suas nádegas quando ela se inclinava para baixo, deixando pouco espaço à imaginação.
— Sabe — comecei, aproximando-me dela —, estou ficando com muita sede hoje. Você tem algo mais forte que vinho para me oferecer?
Patrícia endireitou-se e virou-se para mim, um brilho malicioso em seus olhos azuis.
— Claro, senhor — disse ela em tom sedutor. — Eu posso providenciar algo especial para você. Mas é melhor irmos para algum lugar mais reservado, senão a senhora Luciana vai ficar brava comigo por deixar o bufê de lado.
Ela fez um gesto com a cabeça na direção dos fundos da casa, indicando uma porta que levava ao corredor e aos quartos privados. Segui Patrícia até lá, meu coração acelerando com a perspectiva do que estava prestes a acontecer.
Entramos em um dos quartos vazio, e mal havia fechado a porta quando Patrícia se virou para mim e me beijou apaixonadamente. Sua língua explorou minha boca enquanto ela pressionava seu corpo contra o meu, deixando-me ainda mais excitado com suas curvas macias.
— Você é muito safada, não é? — murmurei entre os beijos, minhas mãos acariciando sua bunda redonda e apertada.
Patrícia riu baixinho em resposta, descendo as mãos para abrir minha calça e libertar meu pau duro. Ela o segurou com uma mão enquanto a outra massageava meus testículos, me deixando louco de tesão.
— Quero chupar seu pau, senhor — disse ela, olhando-me com desejo nos olhos. — Quer sentir minha boca em você?
Não respondi com palavras, apenas grunhi de prazer quando Patrícia se ajoelhou diante de mim e começou a lamber meu membro rígido da base até a ponta. Ela o tomou em sua boca quente e úmida, chupando e sugando com habilidade enquanto seu cabelo caía solto ao redor do rosto.
Segurei sua cabeça com uma mão enquanto ela me chupava, guiando seus movimentos para que fosse mais fundo e mais rápido. Patrícia levou isso muito a sério, engolindo meu pau inteiro até que sua garganta apertasse minha glande inchada.
Eu estava tão excitado que precisei interrompê-la antes de gozar na sua boca. Tirei-a de cima de mim e empurrei-a contra a parede, erguendo seu uniforme para expor sua boceta lisinha e molhada. Ela não usava calcinha por baixo do vestido.
— Você é uma garota muito safada — reclamei, deslizando um dedo entre suas dobras encharcadas. — Aposto que você queria isso o tempo todo, não é?
Patrícia gemeu quando meu dedo entrou nela, seus quadris se movendo contra minha mão enquanto eu a penetrava mais fundo.
— Sim, senhor — admitiu ela, ofegante.
Segurei seu rosto com uma das mãos e a beijei com força antes de me posicionar entre suas pernas e empurrar meu membro duro para dentro dela. Patrícia gritou quando eu a penetrei completamente, suas paredes apertadas se contraindo ao redor do meu pau.
Comecei a bombear dentro dela com força e rapidez, segurando seus quadris enquanto ela gemia alto de prazer. Seus olhos estavam fechados e sua boca aberta em um "O" perfeito enquanto eu a fodia sem piedade.
— Isso é o que você queria, não é? — rosnei em seu ouvido enquanto a penetrava cada vez mais fundo. — Uma boa foda com seu chefe na festa da patroa?
Patrícia só conseguiu gemer e se segurar em mim, suas unhas afundando nas minhas costas através da camisa. Eu continuei estocando nela até que ela não aguentasse mais e gozasse intensamente ao meu redor, sua boceta apertando meu pau como um punho.

Continuamos nos beijando e nos tocando com paixão por alguns minutos antes que eu decidisse aumentar ainda mais o nível da brincadeira. Agarrei as nádegas de Patrícia e apertei-as com força, separando-as para ter uma visão clara de seu cuzinho rosado.
— Vou foder você aqui também — avisei com voz rouca, deslizando um dedo ao longo de sua bunda.
Patrícia estremeceu com o toque, mordendo o lábio inferior em resposta. Ela não protestou ou tentou se afastar, então tomei isso como permissão para prosseguir.
— Mas antes vou precisar preparar você direito — acrescentei, abaixando-me atrás dela e separando suas nádegas novamente.
Levei minha boca até seu orifício apertado e comecei a lambê-lo com movimentos circulares. Patrícia gemeu alto ao sentir minha língua quente explorando aquela parte tão sensível de seu corpo. Ela segurou-se na parede para não perder o equilíbrio enquanto eu chupava e lambia seu cuzinho, deixando-o cada vez mais molhado.
— Ahh, senhor... — ofegou ela entre gemidos. — Isso é muito bom...
Sorri contra sua pele enquanto continuava a excitá-la com a boca. Depois de alguns minutos, Patrícia já estava pronta para me receber completamente. Levantei-me e posicionei meu pau duro contra seu orifício apertado.
— Relaxe — ordenei em voz baixa. — E empurre para trás quando eu empurrar para frente. Entendido?
Patrícia assentiu, mordendo o lábio inferior com nervosismo. Segurei seus quadris com firmeza e comecei a pressionar meu membro contra sua entrada apertada. Ela soltou um gemido abafado ao sentir a pressão, mas não tentou se afastar.
— Empurre para trás — repeti, exercendo mais força na investida.
Patrícia fez o que mandei, empurrando os quadris para trás enquanto eu avançava. Seu cuzinho apertado cedeu à pressão e começou a deslizar ao longo do meu membro rígido, deixando-me ainda mais excitado com a sensação nova.
— Isso... — murmurei entre dentes cerrados. — Bom menina...
Comecei a estocar nela lentamente no início, permitindo que seu corpo se ajustasse à minha circunferência. Patrícia gemia baixinho a cada investida, seus músculos internos se contraindo ao redor do meu pau.
— Ahh... senhor... é tão grande... — ofegou ela, apoiando-se com mais força na parede.
Aumentando o ritmo gradualmente, fui me enterrando cada vez mais fundo em seu cuzinho apertado. Patrícia começou a empurrar os quadris para trás ao mesmo tempo que eu avançava, encontrando um ritmo perfeito entre nós dois.
— Caralho... — resmunguei, sentindo meu prazer aumentar a cada estocada. — Sua bunda é incrível...
Patrícia gemeu mais alto em resposta, seu corpo tremendo com o esforço de me receber completamente. Segurei seus quadris com ainda mais força e comecei a bombear dentro dela com tudo que eu tinha.
O som de nossos corpos se chocando ecoava pelo quarto junto aos gemidos de prazer de Patrícia. Eu estava tão excitado que não demorei muito para sentir meu orgasmo chegando.
— Ahh... vou gozar, menina! — avisei entre dentes cerrados, minhas estocadas ficando cada vez mais rápidas e fundas.
Patrícia empinou-se ainda mais ao ouvir minhas palavras, ansiosa para me levar até o fim. Enfiei meu pau com tudo dentro dela e gozei intensamente, enchendo seu cuzinho apertado de porra quente.
Ela gemeu alto quando sentiu meu sêmen jorrando para dentro dela, seus músculos internos se contraindo ao redor do meu membro latejante. Segurei-me em seus quadris até que minhas últimas gotas fossem despejadas em sua bunda gostosa.
Por fim, retirei meu pau de dentro dela com um gemido e a virei para me encarar. Patrícia tinha o rosto corado e uma expressão satisfeita no olhar, provando que havia gostado tanto quanto eu da experiência.
— Isso foi incrível — disse ela em voz baixa, sorrindo para mim enquanto ainda tentava recuperar o fôlego.
Beijei-a com paixão antes de responder:
— Foi mesmo. E acho que não terminamos aqui...
Patrícia arqueou as sobrancelhas surpresa ao ouvir minhas palavras, mas também sorriu em resposta.
— Ah é? — provocou ela. — E o que mais você quer fazer comigo então?
Dei um tapa brincalhão na sua bunda antes de responder:
— Por enquanto não vou contar todos os meus planos para você, menina safada. Mas posso garantir que ainda temos muito mais diversão pela frente hoje.
Patrícia riu baixinho e se aninhou em meu peito enquanto eu acariciava suas costas nuas, deixando a imaginação dela correr solta sobre o que mais poderíamos fazer juntos naquela noite de festa...

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