#Gay #Teen

Nem sempre fui Gay - Parte 4 - A primeira vez com um homem mais velho

3.1k palavras | 1 | 0.00 | 👁️
Muito gay

Depois de dar para vários amiguinhos de adolescência, eu comecei a apreciar caras mais velhos. Mas a coisa só aconteceu as vesperas de fazer 18 anos.

O tempo foi passando.
Meu amigo passou a me comer direto e eu dava meu buraquinho pra ele sempre.
O linguarudo se encarregou de espalhar que me comia e os outros amigos aos poucos foram tirando suas casquinhas também.
Vamos dizer que meia duzia de amigos me comeram durante três anos.
Estes amigos também contavam para outros meninos e sempre algum acabava me comendo também.
Quando ia completar 18, eu já estava convicto que gostava mesmo era de uma rola no meu buraquinho.
Não tinha curiosidade para meninas, acho que por medo de não saber o que fazer para satisfazê-las já que mesmo com os anos, não me tornei um cara dotado.
Meu pauzinho continuava mini.
Já minha bunda, relmente parecia de menina, bem redonda e empinada, lisinha, sem pelo algum.
Continuei franzino, magrinho e mantive meus cabelos compridos.
Até minha voz não era como dos outros amigos.
Gostava também de ser submisso aos meninos. Adorava quando eles eram bravinhos e mandões.
Sabe, aquele que nem se importam com a gente. Os decididos sempre conseguiam me comer.
Mas notei que estava aficcionado por homens mais velhos.
Adorava os caras com mais de 30 anos e principalmente com barba.
Ficava imaginando o cara atra´s de mim, roçando aquela barba na minha nuca enquanto enfiavam o pau no meu buraquinho.
Faltavam três dias para o meu aniversário de 18 anos.
Eu normalmente não tinha festas de aniversários, apenas uma comemoração caseira com meus familiares, mas dessa vez pedi aos meus pais e eles bancaram uma festa pra mim.
Convidei todos os meninos que já tinham me comido e sabia que ia ter rola depois da festa de algum deles.
Mas festas sempre tem penetra e um desses amigos que já me comia, trouxe um amigo penetra.
Esse cara era o tipo que eu sonhava dar um dia.
Aparentava ser mais velho, na casa dos 30 e pelo jeito já sabia que eu gostava de pau.
O cara já chegou se apresentando com má intenção, pois ao tocar minha mão me olhou nos olhos e segurou minha mão por mais tempo do que o necessário e se apresentou de um jeito meloso.
Eu já virei manteiga derretida pelo jeito de comedor do cara.
Ao longo da festa percebi que o cara não tirava s olhos de mim e sempre vinha com uma desculpinha pra puxar assunto.
Já pelas tantas, ele chegou e não saiu mais.
Ficamos conversando. Ele muito conversador e agradável.
Começou a ficar mais relaxado e o papo caminho inevitavelemte para perguntas pessoais que pareciam ter o objetivo de saber se eu era gay.
Não diretamente, mas de forma educada e indireta ele no fundo queria sentir se eu realmente gostava da fruta.
Lógico que por ser mais velho e muito galanteador ele conseguiu com o tempo que eu confessasse que gostava.
Depois que ele conseguiu o que queria, começou uma estratégia de cerco a sua vítima que seria eu.
Eu era bem bobinho e logicamente fiquei maravilhado com seus galanteios e promessas que junto com a minha curiosidade por homens mais velhos, acabaram por me fazer aceitar seu convite para um sarro as escondidas.
Disfarcei quando todos estava curtindo a festa e sai da casa e fomos para um canto escondido da rua.
Por ser altas horas não teria chance de me verem ali.
O safado não perdeu tempo e disse que estava louco pra me conhecer, pois seu amigo disse a ele que eu tinha a melhor bunda e buraquinho que ele já tinha comido e isso deixou ele muito curioso sobre mim.
Confessou que tinha uma tara especial por meninos novinhos e com minha aparência e que quando me viu, disse ter tirado a sorte grande e se eu permitisse ele ia me fazer ter muito prazer.
Ele começou levantando minha camisa e passando a mão na minha barriga, e fazendo arrepiar todo.
Começou a aproximar o rosto e falar besteiras ao pé do meu ouvido.
Nunca tinha ouvido tanta sacanagem junta. Ele descrevia tudo que poderia fazer comigo.
Pra mim aquilo tudo era tão absurdo, mas ao mesmo tempo tão excitante.
Nunca ninguém tinha falado tanto sujeira pra mim, mas do jeito que ele falava, eu ficava todo mole.
Sua voz grave e suave ao mesmo tempo me deixava enebriado.
Ele não parava de explorar meu corpo e ia se tornando cada vez mais abusado.
Senti sua mão entrar pela minha calça e alisat minha bunda.
Seu dedo ia forçando passagem entre minhas nadegas e logo pincelava meu buraquinho que não tardou a reagir.
Já sentia meu buraquinho se assanhando e piscando no dedo dele.
Eu já estava arfando e suando em bicas de excitação.
Eu vendo que estava me perdendo, comecei a pedir pra ele parar e que eu precisava voltar pra festa.
Mas ele continuava e fazia de um jeito que eu não conseguia me desvencilhar dele.
Ele era também muito mais forte e mesmo que eu tentasse sair não era páreo pra ele.
Ele continuava a me torturar com aquelas mão habilidosas e sua voz hipinotizante.
Ele então pegou minha mão e conduziu até tocar por cima da sua calça.
Pude sentir o volume enorme sob a calça e nessa hora eu frquejei.
Tudo de bom que eu adorava num homem estava diante de mim e eu começava a perceber que poderia matar minha curiosidade sobre caras mais velhos.
Mas também sentia muito medo.
Ele mandou eu tocar no seu pau. Pedi pra ele pra irmos embora que as pessoas iam notar que saímos.
Ele estava irredutível e queria que eu pegasse no seu pau.
Suas mãos habilidosas não davam trégua e continuava o jogo de sedução com sua voz forte e grave, mas com aquela suavidade desgraçada que atribuía um ar sedutor.
Acabei fraquejando e enfiando a mão por dentro da sua calça e pegando aquele monstro já muito duro.
Nossa, que pau grosso ele tinha.
Muito diferente dos meninos que tinham me comido até agora.
Fiquei ainda mais curioso pra ver pela primera vez um pau de um homem maduro.
Ele vendo que conseguiu fazer eu pegar seu pau, também partiu para uma exploração mais profunda.
Senti seu dedo entrar no meu buraquinho, me fazendo as pernas fraquejarem equase me fazer cair de joelhos na sua frente.
Ele começou a fazer coisa com o dedo que eu nunca tinha sentido.
Realmente me fez gemer e fraquejar de vez, dobrando meus joelhos e caindo a sua frente.
Ele não pensou duas vezes. Afrouxou o cinto da calça, abriu o zíper e desabotoou libertando o pau diante de mim.
Quando vi, não acreditei.
Era um pau muito bruto, diferente de tudo que havia experimentado até então.
Mas, fiquei boquiaberto e encantado ao mesmo tempo.
Uma espécie de deslumbre de estar diante do meu sonho de consumo e ser ainda mais magnífico do que sempre imaginei.
Sabia o que devia fazer, mas fiquei inibido e com dúvida sobre minha capacidade de tratar aquele pau como ele devia ser tratado.
Uma verdadeira obra prima da natureza, firme, pulsante, imponente e hipinotizante, ao mesmo tempo aterrorizante.
A brutalidade daquele pau contraditoriamente me atraía para prestar-lhe a devida reverência fazendo-lhe um boquete.
Ele gentilmente conduziu o pau até tocar meus lábios, onde ele cuidadosamente passou a cabeça daquele monstro suavemente várias vezes como se passasse um baton.
Eu olhava pra ele pacientemente esperando que eu abrisse a boca em aceitação a sua oferta.
Ele sabia que logo eu abriria minha boca para que ele pudesse enfiar o pau.
Lambi meus lábios para sentir o sabor de seu pau e inevitavelmente, olhando seu olhar cafajeste e sua imponência masculina, abri minha boca e o vi jogar os quadris para frente fazendo seu pau deslisar save sobre minha lingua ensalivada.
A grossura era impressionante e minha boca estava preenchida como nunca havia sido nos muitos boquetes que havia feito em meus amiguinhos.
Eu tinha umpau de um homem de verdade dentro da minha boca e eu esperava poder corresponder às suas expectativas.
Por ele ser mais experiente, eu estava cheio de dúvidas e insegurança sobre minha capacidade de satisfazê-lo.
Eu tremia feito vara verde diante dele.
Mas tinha que tentar fazer o melhor para agradá-lo.
Procurei chupar ele bem carinhosamente, para não demonstrar que estava nervoso.
Normalmento sou afoito quando chupo um pau.
Sempre ataco o pau dos meninos como se estivesse faminto, pois nem me preocupo o que eles vão dizer, mas com ele eu estava preocupado em mostrar que tinha experiência no que estava fazendo.
Eu percorria seu pau, chupando pelos lados, já que ele mal cabia dentro da boca direito.
Eu tinha que segurá-lo e fazer força para mantê-lo pra baixo devido a forte ereção que fazia que ele escapasse da minha boca e fosse quase tocar a barriga dele.
Eu segurava e puxava pra baixo para que pudesse continuar chupando ele.
Eu queria dar prazer a ele e usei a outro mão para fazer carinho nas suas bolas.
Quando eu passei a acariciar sus bolas ele começou a alisar meu cabelos elogo pegou um chumaço e segurou com firmeza e passou a controlar minha cabeça para fazer eu chupar partes diferentes do seu pau.
Ele agora controlava tudo e me fazia olhar ele o tempo todo enquanto chupava seu pau.
Pensei que ele me ia me fazer chupar seu pau até eu fazer ele gozar.
Estava pronto para beber o leite daquele homem mais velho que tanto desejei a vida toda.
Mas ele subtamente parou e mandou eu levantar.
Fiquei muito preocupado, pois do jeito que ele estava estimulado e eu conhecendo um pouco os homens, sabia que ele não estava abrindo mão de gozar, não naquele estado que ele estava.
Ele mandou eu tirar a calça.
Eu falei que não dava tempo, iam desconfiar da gente.
Ele ignorou completamente e me botou apoiado de costas no muro e afastou minhas pernas, se abaixou e abriu minha bunda e enfiou o rosto entre as bandas e tascou um beijão bem no buraquinho.
As minhas bases estremeceram e eu gemi.
Juntei os joelhos e apertei as nadegas para fazer ele sair.
Ele insistiu e manteve ali.
Comecçou a dar beijinhos bem no buraquinho e dar pquenas lambidas.
Aquilo foi minando minhas forças, e eu desesperadamente tentava manter firmeza pedindo pra ele parar.
Ele habilidosamente continuou a me linguar o buraquinho e foi aos poucos minando minha forças até eu colar o rosto no muro e entregar ao acaso.
Esperei até ele resolver dar um cusparada no buraquinho e voltar a ficar de pé.
Senti ele fazer aquele ritual de pincelar até achar o buraquinho.
Mas ele foi rápido.
Encostou a cabeça do pau bem acima do meu reguinho e veio deslizando e com uma única pssada a cabeça encaixou ao passar em cima do buraquinho.
Ali mesmo já forçou e garantiu que meu buraquinho pulsante aceitasse parte da cabeça dentro dele.
Ele largou o pau e me pegou com as duas mãos pela cintura para me estabilizar. Acho que pra garantir que eu não tentasse escapar do pau dele.
Ele usou de sua força fazendo meu quardril movimentar para deixar minha bunda mais empinada.
Os meninos que eu dava também gostavam de me ver bem empinados para eles.
Mas assim que eu empinei a bunda o pau dele escapaou do buraquinho de tão duro que estava.
Ele largou minha cintura , pegou o pau de novo e com extrema habilidade voltou a deslizar o pau pelo meu reguinho e achou o buraquinho com extrema facilidade.
Dessa vez ele garantiu que a cabeça e uma pequena parte do pau entrasse no meu buraquinho.
Dessa vez ele conseguiu me estabilizar pelo quadril e fazer eu empinar sem que o pau escapasse do buraquinho.
O pau tava tão duro que me fazia ficar na pontinha dos pés.
Apesar do tesão que era ter ele dentro do meu buraquuinho, a dor e a tensão de ser descoberto por algum transeunte, me deixavam preocupado.
Ele começou a fazer movimento para me penetrar mais fundo e vi que a coisa ia ser muito mais dificil do que eu imaginava.
Eu comecei apertar as nadegas de forma inconsciente para resistir a penetração do seu pau em meu buraquinho, pois sentia muita dor.
Ele ignorava completamente meus sinais e continuava ainda que bem devagar.
Mesmo já dando o buraquinho muitas vezes para diversos meninos, parecia estar sendo desvirginado novamente.
Ele estava me rasgando e partindo ao meio, então foi inevitável pedir pra ele parar e tentar impedir de qualquer forma.
Mas tudo que eu tentei falhou.
Eu enxugava as lágrimas que rolavam pelo meus rosto e respirava profundamente pra aliviar a dor.
Foi então que ele me orientou, olha, j´vai melhorar, mas vê se consegue fazer força quando eu começar forçar. Faz força enquanto puder e quando cansar você respira bem profundo e relaxa.
Fiz o que ele pediu, até porque não tinha mais o que fazer pra a quela agonia passar.
Quando ele empurrou eu fiz força. Nossa, parecia que ia cagar no pau dele.
Aguentei por um bom tempo, parecia que minha cabeça ia explodir. Mas quando respirei fundo e relaxei o pau dele deslizou suave pelo meu buraquinho.
Pensei ter sido penetrado inteiro de uma só vez.
Logo em seguida a dor voltou mais forte e fiz força de novo.
queria saber se ele tinha me penetrado inteiro e tirei uma das mãos do muro e fui por baixo e toquei seu pau.
Eu me desesperei, faltava muito ainda pra ele entrar todo.
Fiz muita força e ele forçando.
Quando respirei de novo o pau deslizou mais um pouco.
Foi assim até ele entrar todo em mim.
Não dava pra continuar lutando com ele quando ele começasse a estocar firme enquanto fodesse meu buraquinho.
Resolvi facilitar para que ele pudesse foder a vontade e terminar logo seu trabalho.
Afastei bem as pernas e empinei muito a bunda. Respirei bem profundamente durante sua estocadas que começaram lentas e profundas e foram passando para movimentos rápidos mas sem penetrar tanto.
Sofri horrores mas me mantive firme e focado em não oferecer resistência às suas penetrações.
Mas ele era muito habilidoso e fez com que a foda não se tornasse um completo desastre.
Eu chorei muto e estava preocupado de chegar na festa commmeus olhos marejados e vermelhos de tanto chorar.
Mas aguentei firme, Atodo instante me policiava pra voltar para uma posição que favorecesse suas penetrações.
Facilitando o sofrimento era mais suportável.
Teve um momento que tive que me segurar na parte de cima do muro se não eu caíria no chão de tanta dor no buraquinho.
Estava claro pra mim que aquilo só terminaria com ele me enchendo o buraquinho com seu semêm.
Mas eu não aguentaria esperar muito mais.
Eu juntei as forças que tinha e fiquei nas pontas dos pés, pois saba que isso me deixava mais empinado pra ele.
Dei aquela afastada na perna e empinei mas a bunda pra ele.
Largeui a parte de cima do muro e apoiei as mãos numa parte mais baixo do muro, possibilitando que eu pudesse virar o pesçoco e olhar pra trás.
Olhando em seus olhos eu comecei estimular ele a me dar o seu semêm.
Eu comecei a rebolar discretamente no pau dele, bem devagar, até porque a dor não deixava eu fazer melhor.
Eu suportei aquilo até estimular ele a me inundar com seu semêm.
Nunca ninguém tinha me enchido tanto de semêm como ele.
Cheguei a sentir uma pressão dentro de mim, tamanha a quantidade.
Assim que ele tirou o pau de mim, pedi licença a ele e sair correndo pra casa e ele veio logo atrás. Entrei por trás e fui direto pro banheiro.
Lá eu sentei e fiz aquele semem sair de dentro de mim.
Aproveitei e fiz o sempre faço depois de um pauzudo me arrombar todo.
Um belo torpedo de cocô que acaba sempre me mostrando o quando meu buraquinho foi laceado pelo comedor.
Me lavei e me recompus para poder voltar pra festa.
lá todos me perguntavam o que tinha acontecido, pois parecia ter chorado.
Ohos inchados e vermelhos, asim com minha face muito ruborizada.
Disfarcei para não chamar a atenção, mas sempre notava que ele me persseguia com os olhos onde que que eu estivesse.
depois da fetsta, ele foi um dos últimos a sair e antes de sair me passou seu número e seu endereço dizendo que tinha que conversar comigo no outro dia e que era para eu procurá-lo.
Nesse dia, ao 18 anos de idade, eu ia começar um novo capítulo da minh vida sexual e teria aquele homem com meu professor particular.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Miguel: Faltou a parte 3 e saber se vc também na sua juventude comeu algum buraquinho. Tipo do seu outro amiguinho

    Responder↴ • uid:muiqqds8l