#Incesto #Traições #Voyeur

Desejos de uma Mãe parte 1 a 6

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Maquik

Meu nome é Jessica, tenho 35 anos, sou casada com Roberto, de 41. Estamos juntos há 18 anos e temos um filho, Breno, de 18 anos. Há cerca de três meses vivíamos uma crise séria no casamento. O sexo tinha acabado completamente, eu não sentia mais atração por ele e suspeitava que o mesmo acontecia do lado dele. Decidimos começar terapia de casal.
A terapeuta sugeriu que saíssemos sozinhos para jantar, tentar reconectar. No sábado fomos. Para minha surpresa, foi ótimo. Conversamos, rimos, o clima ficou leve e, aos poucos, surgiu um desejo que eu não sentia há meses. Quando chegamos em casa, mal fechamos a porta e Roberto já me agarrou, me beijando com fome. O clima esquentou rápido. Estávamos empolgados como há muito tempo não ficávamos.
Eu pedi que ele se controlasse um pouco porque Breno estava em casa. Ele disse que não ligava, tentou me beijar novamente, mas eu desviei e pedi que fosse para o quarto enquanto eu dava uma olhada no nosso filho. Fui até o corredor e, quando me aproximei do quarto de Breno, a porta estava entreaberta. Olhei sem querer e congelei.
Breno estava sentado de lado na cadeira, de frente para o computador, com fone de ouvido. Ele se masturbava devagar. Seu pau era grosso, de um tamanho que chamava atenção — grande o suficiente para deixar qualquer homem inseguro perto dele. A cabeça brilhava molhada enquanto ele subia e descia a mão. Fiquei paralisada. Sabia que deveria sair dali imediatamente, mas meu corpo não obedecia. Fiquei ali alguns segundos, hipnotizada pela cena.
Foi quando ouvi um “psiu, psiu” baixo. Roberto me chamava do quarto, fazendo sinal para eu ir. Sacudi a cabeça, tentando afastar o que tinha visto, e fui.
Assim que entrei no quarto, Roberto veio com tudo. Me agarrou, me jogou na cama e o desejo que tínhamos acumulado explodiu. Fazia tempo que eu não me sentia tão excitada. Ele me virou de quatro e, quando começou a meter, minha mente traiu. A imagem de Breno voltou com força: ele sentado, segurando aquele pau grosso, a cabeça brilhando, o movimento lento da mão. Quanto mais Roberto metia, mais eu pensava nisso. Comecei a gemer mais alto, sem controle.
Roberto gozou forte, quase desfalecido em cima de mim, e eu gozei junto, tremendo. Ficamos os dois ofegantes. Ele, ainda com a voz rouca, murmurou:
— Nossa… você gemeu tão gostoso hoje.
Eu dei uma risadinha, tentando disfarçar:
— Tava precisando…
— É, eu percebi — ele respondeu, sorrindo satisfeito, antes de virar de lado e deitar ao meu lado.
Fiquei ali, olhando o teto, o corpo ainda quente. Gozei daquele jeito por causa do meu marido… ou por causa do que eu tinha visto e não conseguia tirar da cabeça? Não tive coragem de responder a mim mesma. Acabei adormecendo com aquela dúvida e com a imagem ainda fresca na mente.

Parte 2

Acordei com o som do chuveiro. Roberto já estava tomando banho. Levantei, ainda com o corpo mole da noite anterior, e fui até o banheiro. Dei um “bom dia” sonolento. Ele estava se enxugando quando entrei. Sentei no vaso e, sem querer, meu olhar desceu. O pau dele estava mole, encolhido entre os pentelhos, sem nenhum atrativo. Desviei o olhar rapidamente.
Depois que ele saiu, tomei meu banho e fui preparar o café. Chamei Roberto. Breno ainda não tinha acordado. Conversávamos sobre o jantar da noite anterior, o clima estava leve e cúmplice — não podia ser diferente depois da foda gostosa que tivemos. Pouco depois Breno apareceu, deu bom dia ao pai e veio até mim. Eu estava sentada. Ele se inclinou, beijou o topo da minha cabeça e disse baixinho:
— Bom dia, mãe.
Naquele segundo senti claramente “aquilo” encostar no meu braço. Grosso, quente, mesmo por cima do short. Engoli seco, respondi naturalmente o bom dia e ele se sentou como se nada tivesse acontecido. Durante o café inteiro fiquei pensando naquela sensação estranha e sensual que o toque tinha deixado.
Depois do café, Roberto saiu para lavar o carro e fiquei sozinha com Breno. Ele, como sempre, veio me ajudar com tudo. Eu tentava não pensar na cena que tinha visto na noite anterior, mas era impossível com ele circulando pela casa só de short folgado. Tinha quase certeza de que não estava usando cueca — o volume balançava de um jeito que me deixava nervosa.
Em certo momento eu estava na cozinha, na ponta dos pés, colocando uns vasos no armário de cima. Breno se aproximou por trás para “ajudar”. Seu corpo encostou no meu e senti claramente o pau dele se encaixar entre minha bunda, pressionando. Fechei os olhos, respirei fundo, o corpo todo arrepiado. Conseguimos colocar os vasos no lugar. Ele então me abraçou por trás, brincalhão, e deu um beijo demorado na minha bochecha antes de sair. Fiquei ali, com calor, os bicos dos seios duros.
No almoço Roberto já tinha voltado e tudo transcorreu normalmente. Depois cada um foi para o seu quarto descansar. Por volta das 16h eu e Roberto acordamos. Ele me chamou para assistir um filme na sala. Aceitei. Já estava escurecendo quando, perto do final, ele começou a alisar minha coxa. Uma coisa levou à outra e acabamos transando no sofá.
Dessa vez eu estava mais presente, focada nele. Mas quase no final, enquanto Roberto me comia de lado e eu abraçava o travesseiro, notei que a porta da sala estava entreaberta. Geleia. Alguém nos observava. Quase pedi para Roberto parar… até que vi quem era.
Era Breno.
Aquilo me deixou confusa, chocada… e absurdamente excitada. Em vez de parar, mordi o travesseiro e abri lentamente as pernas. Roberto apertava meus seios com força, sem fazer ideia de que nosso filho estava ali assistindo. Ele pedia para eu gemer. Tentei me segurar, mas não consegui. Gemi mais alto. Ele pediu ainda mais alto.
Olhei de novo para a porta. Breno estava com o short abaixado, batendo aquela pica grossa com força, o olhar fixo na minha buceta aberta. Aquilo me enlouqueceu. Desci a mão, abri mais os lábios e comecei a me tocar enquanto Roberto me fodia. Roberto avisou que ia gozar. Eu, olhando discretamente para a porta, pedi gemendo:
— Goza, amor… vai, goza… goza pra mim, meu bem!
Baixei o travesseiro de propósito, deixando meus seios à mostra. Roberto gozou forte dentro de mim. No mesmo instante vi Breno apertar o pau e gozar também — jatos grossos pingando do caralho dele. Nossos olhares se cruzaram por alguns segundos. Ele deu um sorrisinho de canto de boca, ainda segurando o pau latejante, e fechou a porta devagar.
Roberto ficou deitado atrás de mim, respirando pesado. Eu mal conseguia pensar.
Depois do banho, juntei coragem e fui até a cozinha beber água. Quando estava voltando, Breno saiu do quarto dele. Ficamos nos encarando em silêncio por um instante. Finalmente consegui falar:
— Boa noite…
Ele respondeu com um sorriso sacana:
— Boa noite, mãe.
E entrou no quarto.
Naquela noite, deitada ao lado de Roberto, meus pensamentos eram só sobre o que tinha acontecido: o olhar do meu filho na minha buceta, ele gozando enquanto me via ser comida. Aquelas imagens não me deixaram em paz até eu apagar de sono, exausta e confusa.

Parte 3

Na manhã seguinte acordei sozinha. Roberto já tinha saído para o trabalho e, como Breno fazia faculdade pela manhã e costumava ir com o pai, a casa estava vazia. Fiquei aliviada. Depois da noite anterior, precisava ocupar a mente para não ficar remoendo aquelas imagens.
Decidi fazer uma faxina completa. Arrumei sala, cozinha, banheiros… Quando terminei quase tudo, só faltava o quarto de Breno. Entrei e comecei a organizar as coisas dele com cuidado. Estava quase terminando quando, ao limpar a mesa do computador, esbarrei no teclado sem querer. A tela acendeu.
Na área de trabalho havia uma pasta chamada “secret”.
A curiosidade foi mais forte que eu. Cliquei. Dentro tinha um bloco de notas cheio de links. Como trabalhei anos como secretária em um escritório de advocacia, soube exatamente o que fazer. Cliquei no primeiro link.
Abriu o Pornhub, na categoria “voyeur”. Um vídeo de um homem escondido assistindo um casal transando. Na mesma hora lembrei de Breno nos olhando na noite anterior. Senti um calor subir pelo corpo. Minha mão desceu automaticamente pela coxa. Fiquei molhada rapidinho. Respirei fundo, fechei o site e tentei me controlar.
Mas o tesão não passou.
Cliquei em outro link. Dessa vez abriu direto num vídeo: um cara jovem deitado na cama e uma mulher mais velha, vestida com uma camisola sexy e calcinha pequena. Depois de muitas provocações, eles transaram com vontade. Sem perceber, já estava com a mão dentro do short, tocando minha buceta molhada. Os dedos deslizavam fácil no grelo inchado.
Abri mais um link. Não era Pornhub dessa vez. Era um Google Drive.
E ali tinha dezenas de fotos minhas.
Fotos tiradas enquanto eu dormia. Algumas de lado, de calcinha aparecendo. Outras… sem nada. Ele vinha fazendo isso há um tempo. Vi ângulos diferentes, várias noites. Fiquei chocada, preocupada… mas, ao mesmo tempo, absurdamente excitada. Saber que meu próprio filho me desejava tanto a ponto de tirar fotos escondidas me deixou louca.
Sentei na cadeira dele, abri as pernas e comecei a me tocar com força, olhando as fotos. Meus dedos giravam rápido no grelo, entravam na buceta encharcada. Gozei forte, tremendo, gemendo baixinho o nome dele sem querer. Quando terminei, minha mão estava encharcada, escorrendo.
Levantei rápido, fui pro banheiro e tomei um banho longo, tentando organizar os pensamentos. Depois voltei pro quarto dele, fechei a pasta, apaguei o histórico, desliguei o computador e saí, como se nada tivesse acontecido.
Foi quando o celular tocou. Era Roberto.
— Amor, só pra te avisar: a Vivian vai passar o final de semana com a gente. Ela vem com a Luci.
— Que bom! — respondi, tentando parecer animada. — Vai ser ótimo ter elas aqui.
Desliguei o telefone e suspirei aliviada. Vivian, irmã do Roberto, tinha perdido o marido há uns seis meses. Luci, a filha dela, tem 21 anos. Há dois anos sofreu um acidente de cavalo e ficou paraplégica. Tem dificuldade para se comunicar, mas é uma menina linda. Eu sempre adorei quando elas vinham. Com elas em casa, talvez eu conseguisse parar de pensar besteira… parar de pensar nele.
Pelo menos era o que eu esperava.

Parte 4

Durante a semana mal trocávamos palavras, mas os olhares entre mim e Breno eram constantes — discretos, carregados, proibidos. Roberto praticamente não me procurou nesses dias. Eu, por outro lado, estava sensível, molhada quase o tempo todo, subindo pelas paredes de tesão.
Na quinta-feira à noite eu já não aguentava mais. Fui tomar banho e vi Roberto no box. Ele tinha se raspado. O pau parecia um pouco maior assim, limpo. Fui até ele, tentei passar a mão, mas ele disse que não estava com vontade, estava cansado. Aceitei o fora, entrei no box e tomei um banho longo, tentando baixar o fogo. Não adiantou quase nada.
Saí, vesti uma camisola fina, curta, que marcava bem o corpo e deixava boa parte dos meus seios à mostra. Deitei na cama e tentei mais uma vez com Roberto. Ele virou pro lado e negou de novo. Fiquei ali, frustrada, ardendo.
Depois de um tempo comecei a me tocar devagar, pensando no meu filho. Olhava para a porta fechada imaginando ela aberta. A vontade foi tão grande que levantei, fui até a porta e abri um pouco. O corredor estava escuro, só a luz da TV da sala ligada. Fui andando devagar.
No sofá, Breno estava sentado mexendo no celular. Parei por alguns segundos, me tocando enquanto observava ele. Então me aproximei por trás, coloquei a mão em seu ombro, me inclinei e dei um beijo demorado no topo da cabeça dele.
— Boa noite, filho…
Ele respondeu, mas não conseguiu me olhar nos olhos — o olhar estava preso nos meus seios quase saindo da camisola. Eu me virei devagar, rebolando um pouco, e voltei para o quarto. Sabia que ele estava me olhando. Virei o rosto de leve no corredor e sorri para ele.
Deixei a porta do quarto mais entreaberta do que da última vez. Deitei de costas para a entrada e voltei a me tocar. Logo senti que ele estava ali. Olhei de canto de olho: Breno estava parado no corredor, me observando. Aquilo me deixou louca de tesão. Puxei a camisola mais para cima, expondo minha bunda e minha buceta. Comecei a enfiar dois dedos, já bem molhada.
Virei de barriga para cima, baixei as alças da camisola e deixei meus seios completamente à mostra. Os mamilos estavam duros, inchados. Apertei eles com força enquanto metia os dedos na buceta, olhando direto para a porta. Não havia mais vergonha. Breno já tinha o pau para fora, grosso e duro, batendo uma punheta lenta e gostosa.
Aumentei a velocidade. Ele acompanhou. Era absurdamente excitante. Roberto roncava ao meu lado, alheio a tudo. Breno então deu mais alguns passos e entrou um pouco no quarto, parado ali, se masturbando enquanto me via me tocar.
Meu corpo inteiro tremia. Ele começou a gozar primeiro — jatos grossos de porra saindo forte do pau. Ver aquilo me fez explodir junto. Gozei forte, mordendo o lábio para não gemer alto, o corpo convulsionando na cama.
Mesmo depois de gozar, ele continuou batendo devagar, olhando meu corpo exposto. A pele voltava aos poucos cobrindo a cabeça roxa e brilhante. Depois de alguns segundos ele guardou o pau no short e saiu em silêncio.
Fiquei deitada, exausta, o coração disparado, olhando o teto. A loucura do que tínhamos acabado de fazer me acertou em cheio. Ao mesmo tempo, a excitação não passava.

Parte 5

Na manhã seguinte acordei mais cedo. Roberto ainda dormia profundamente. Quando saí da cama, vi no chão uma poça transparente e viscosa — sabia exatamente o que era, resquício da gozada dele da noite anterior. Peguei papel higiênico no banheiro e limpei rápido. Enquanto terminava, Roberto acordou e passou por mim indo tomar banho.
— O que você tá fazendo? — perguntou.
Gelei.
— Deixei cair um creme — respondi, tentando soar natural.
Ele não questionou e entrou no box. Voltei para a cama e decidi só sair do quarto depois que ele e Breno tivessem ido embora. Não tinha coragem de olhar na cara do meu filho ainda.
Assim que eles saíram, tomei banho, arrumei a casa e adiantei as coisas para receber as visitas. Tentei ao máximo não pensar no que tinha acontecido na noite anterior.
Por volta das 11h Roberto me ligou dizendo que estava indo buscar Vivian e Luci e que chegariam por volta do meio-dia. Terminei de arrumar a mesa e, quando eles chegaram, corri para recebê-las.
A última vez que tinha visto as duas foi no enterro do marido dela. Vivian estava ótima, parecia estar lidando bem com a viuvez. Luci continuava linda como sempre, apesar da paralisia. Passamos o almoço pondo o papo em dia, rindo e relembrando histórias. Depois do almoço, Roberto voltou para o trabalho.
Nós três fomos para o quarto de hóspedes. Acomodamos Luci na cama. Quando ela dormiu, Vivian e eu continuamos conversando. Ela perguntou sobre Breno (falei que ele estava bem) e depois sobre o casamento com o irmão dela. Sabia da crise que tínhamos passado.
— Estamos melhorando — respondi.
A conversa fluiu. Quando saímos do quarto, ela foi mais direta:
— E aí… já voltou a transar com meu irmão?
Rimos. Confessei que sim. Aí perguntei sobre ela. Vivian sorriu, um pouco envergonhada, e admitiu que tinha rolado uma coisa com o fisioterapeuta da Luci.
— Danadinha! — falei, surpresa.
Ela contou que estava muito carente, que rolou uma rapidinha na cozinha logo depois da sessão da Luci. Quando perguntei se ia virar algo sério, ela negou:
— Ele é casado.
Fiquei ainda mais chocada.
Nesse momento Breno chegou da faculdade. Vivian foi logo abraçá-lo, cheia de elogios, deixando ele sem graça. Ficamos os três conversando na sala e, aos poucos, consegui relaxar perto dele. O clima entre nós dois ficou leve novamente.
À noite jantamos pizza e tomamos um bom vinho. Sou fraca para bebida, mas adoro essa combinação. Ficamos até tarde conversando e rindo. Luci foi a única que dormiu cedo. Breno alternava entre o quarto dele e a sala. Já passava da meia-noite quando decidimos ir dormir. Vivian estava bem alegrinha com o vinho.
Ajudei ela a ir para o quarto e fui para o meu. Roberto já roncava. Me arrumei e deitei, exausta.
Por volta das 3h acordei com a boca seca. Sentei na cama e notei que Roberto não estava. Fui até o banheiro do quarto — nada. Fui até a cozinha, bebi água e, voltando, me lembrei que talvez Vivian tivesse chamado ele por causa da Luci.
Fui até o quarto delas. A porta estava entreaberta.
Olhei primeiro: Luci dormia tranquila em sua cama. Virei o olhar para a outra…
Vivian estava mamando Roberto. Não acreditei no que estava vendo. Ela chupava com vontade, a cabeça subindo e descendo devagar. Roberto só olhava para ela, a mão na cabeça da irmã. Não demorou muito: ele gozou na boca dela. Vivian continuou segurando o pau dele, limpando tudo.
Saí dali sem fazer barulho, o coração disparado, e voltei para o quarto. Poucos minutos depois Roberto entrou devagar, foi ao banheiro e deitou como se nada tivesse acontecido.
Não consegui dormir direito o resto da noite. A imagem dos dois não saía da minha cabeça.

Parte 6

Acordei e a primeira coisa que veio na cabeça foi a cena que tinha visto de madrugada. Ainda não conseguia acreditar. Levantei com cuidado — Roberto ainda dormia — e fui para a cozinha. Dei de cara com Vivian sentada à mesa, com cara de ressaca.
Tentei ser o mais natural possível. Ela disse que tinha dormido bem, mas acordou com dor de cabeça. Enquanto escutava ela falar, não conseguia parar de pensar: “Que puta safada… chupou o irmão do lado da filha paraplégica, na minha casa”. A vontade de dar uns tapas era grande.
Foi aí que Breno apareceu, só de short. Naquele momento percebi que eu também não tinha moral nenhuma para julgar Vivian. Todos nós tínhamos culpa no cartório.
Vivian voltou para o quarto. Breno, que mal tinha falado comigo quando chegou, veio para o meu lado:
— Bom dia, mãe.
Respondi tentando disfarçar o nervosismo. Ele perguntou pelo pai. Falei que ainda estava dormindo. Ele passou por trás de mim, encostando o volume do pau bem na minha bunda. Pressionou contra o balcão da pia, apertou minha cintura com a mão e aproximou a boca do meu ouvido. Senti a respiração quente dele. Meu coração disparou.
De repente Vivian me chamou do quarto. Saí dali na hora, nervosa e molhada.
Quando voltei para a cozinha, Breno não estava mais. Roberto apareceu logo depois. Os dois safados agiam como se nada tivesse rolado entre eles. Tomamos café os quatro.
Mais tarde Roberto sugeriu fazer um churrasco. Todo mundo animou. Durante o churrasco o clima estava quase normal, se não fosse pelos olhares constantes de Breno. Eu estava confusa com tudo que estava acontecendo — era informação demais.
As horas passaram. Em certo momento, Roberto e Vivian estavam bem alegrinhos conversando. Notei que Breno tinha entrado em casa e não voltado. Não queria deixar os dois irmãos sozinhos, mas fui atrás dele.
Procurei no quarto dele — nada. Continuei e, quando cheguei no quarto de visitas, ele estava lá com Luci, conversando enquanto ela mexia a cabeça respondendo. Eles sempre foram muito apegados. Voltei para o quiosque para ficar de olho em Roberto e Vivian.
Antes, passei no meu quarto para colocar o celular para carregar. Foi quando senti a mesma presença atrás de mim. Tentei virar, mas Breno me segurou firme. Senti o pau duro dele pressionando minha bunda.
— Breno… me solta — pedi baixinho.
Ele não falou nada. A mão entrou por baixo da minha blusa e apertou meu peito com força. Era perigoso, errado… e isso só aumentava meu tesão. Parei de resistir. Ele desceu a mão, levantou minha saia e tocou minha calcinha. Eu já estava melada. Os dedos quase entraram por baixo do tecido quando ouvimos Roberto me chamar.
Breno me soltou imediatamente e foi para o banheiro. Eu me ajeitei rápido e respondi. Roberto chegou perguntando por que eu tinha sumido. Disse que fui carregar o celular. Voltamos juntos.
Uns 30 minutos depois, já no quiosque, Breno reapareceu. Eu mal conseguia agir naturalmente, mas Roberto e Vivian estavam bebendo e não percebiam nossos olhares.
Em certo momento Vivian me pediu para ficar com Luci enquanto ela arrumava as coisas para o banho dela. Acabou esquecendo o celular no quarto. A curiosidade falou mais alto: abri o WhatsApp e fui direto na conversa com Roberto.
As mensagens eram o dia todo — mesmo com todo mundo junto. Falavam da noite anterior e já combinavam que aquela noite teria mais. Ela tinha mandado foto dos peitos. Aquilo me dava tesão e raiva ao mesmo tempo.
No fundo, eu sabia que não me importava tanto. O que eu realmente queria era meu filho.
Fechei o celular e voltei para o quiosque. Breno estava lá. Fiquei do lado dele em silêncio, fingindo olhar o celular. Não demorou: ele começou a passar a mão nas minhas costas, descendo até apertar minha bunda. Meu coração quase saiu pela boca.
Ele se levantou, veio por trás e me encoxou. Depois me puxou para o lado da churrasqueira, onde ninguém conseguia ver. Levantou minha saia, colocou a calcinha de lado e encostou o pau quente na entrada da minha buceta.
Pensei que fosse colocar o dedo… mas não. Ele empurrou de uma vez. Senti minha buceta sendo alargada por aquele pau grosso. Soltei um gemido baixo, quase sem ar. Era incrível. Cada estocada era melhor que a outra. Apesar da idade, ele sabia exatamente o que fazer.
A mão dele subiu por baixo da blusa, apertando e deixando meu peito exposto. A respiração forte no meu ouvido me deixava louca. Ele aumentou o ritmo, me fodendo com força. Eu estava quase gozando quando ele parou de repente.
— A gente termina depois, mãe… — sussurrou no meu ouvido, safado.
Depois me largou ali, toda melada e na vontade. Ele voltou para casa como se nada tivesse acontecido.
Fiquei alguns segundos encostada na parede, o corpo pegando fogo, a buceta latejando. Me ajeitei como deu e voltei para o quiosque, ainda sentindo ele dentro de mim.

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