Transa com a madrasta
Era uma noite comum em casa, só nós três. Meu pai havia comprado uma garrafa de uísque caro e insistiu para comemorarmos algo bobo — o fim de mais uma semana. A sala estava iluminada só pela luz baixa do abajur e da TV ligada no mudo. Laura, minha madrasta, vestia uma camisola leve de seda preta que marcava cada curva do corpo dela. Aos 38 anos, ela era o tipo de mulher que fazia qualquer um esquecer a idade.
Sentamos no sofá grande. Meu pai no meio, eu de um lado, Laura do outro. Começamos bebendo devagar, rindo de histórias antigas. O copo dele enchia e esvaziava rápido. Laura bebia mais devagar, mas seus olhos castanhos ficavam mais brilhantes a cada gole. Eu sentia o olhar dela em mim quando meu pai virava o rosto.
— Mais um? — perguntei, enchendo o copo dele.
Ele riu alto, já com a voz arrastada.
— Vocês dois são os melhores... — murmurou, antes de dar mais um gole grande.
Duas horas depois, meu pai mal conseguia manter os olhos abertos. O uísque tinha feito efeito. Laura e eu o ajudamos a subir as escadas, um de cada lado. Ele pesava, mas conseguimos levá-lo até o quarto do casal. Mal deitou na cama, já estava roncando alto, completamente apagado.
Fechamos a porta devagar e descemos de novo. O silêncio da casa agora parecia diferente. Só o tique-taque do relógio e nossas respirações.
Laura parou na sala, virando-se para mim. A camisola escorregou um pouco no ombro, revelando a pele macia.
— Ele vai dormir até amanhã — disse ela, com a voz baixa e rouca. — E nós aqui... ainda com sede.
Não precisei de mais convite. Eu a puxei pela cintura e a beijei. Seus lábios estavam quentes, com gosto de uísque e desejo reprimido. Ela gemeu baixinho contra minha boca, as mãos subindo pelo meu peito, puxando minha camisa para cima. Tirei a peça rápido, enquanto ela deslizava as alças da camisola, deixando o tecido cair aos seus pés.
Laura estava nua por baixo. Seios fartos, cintura fina, quadril largo. Eu a peguei no colo e a deitei no sofá largo da sala. Beijei seu pescoço, desci para os seios, chupando os mamilos duros enquanto ela arqueava as costas e enfiava os dedos no meu cabelo.
— Shhh... devagar — sussurrou ela, mesmo gemendo. — Seu pai está lá em cima...
Mas o perigo só deixava tudo mais intenso. Desci beijos pela barriga dela até chegar entre as coxas. Laura estava molhada, quente. Lambi devagar, depois mais rápido, sentindo o corpo dela tremer. Ela tapava a boca com a mão para não fazer barulho, as pernas apertando minha cabeça.
— Vem... agora... — pediu, ofegante.
Subi, tirei o resto da roupa e entrei nela devagar, sentindo o calor apertado me envolver. Laura mordeu meu ombro para abafar o gemido. Comecei a me mover, ritmado, fundo. As mãos dela cravavam nas minhas costas, as unhas marcando a pele.
— Mais forte... — murmurou no meu ouvido. — Me fode como ele nunca consegue...
Aumentei o ritmo, o sofá rangendo baixinho. O som molhado dos nossos corpos ecoava na sala silenciosa. Laura gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, apertando-me por dentro. Eu não aguentei mais e gozei logo depois, fundo dentro dela, com um grunhido rouco.
Ficamos ali, suados e ofegantes, ainda conectados. Ela acariciou meu rosto, com um sorriso safado e culpado ao mesmo tempo.
— Isso fica entre nós — sussurrou, beijando-me leve. — Mas amanhã... quem sabe a gente não repete quando ele sair para o trabalho.
Lá em cima, o ronco do meu pai continuava. A casa estava em silêncio, mas entre nós dois, tudo havia mudado.
Quero contato com pessoas reais que tenha passado por experiência de incesto!!
Recentemente
Fiquei com minha madrasta e irmã por parte de pai Quero conversar sobre isso!
Conto acima totalmente fictício
Pq o meu conto real quero contar em outro lugar
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