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Goon de Pai pra Filho – Parte 2: O Dia Inteiro

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Acordei devagar, o corpo todo mole e sensível, como se tivesse levado uma surra de tesão. O sol já invadia a sala pela janela, iluminando o tapete onde eu estava deitado pelado. Meu pauzinho pequeno estava meio duro, latejando contra a barriga lisa e macia, ainda babando um fiozinho clarinho de tanto edging. O ar estava pesado, carregado com aquele cheiro forte e viciante: suor azedo de homem, cueca usada, poppers e porra seca.

Matheus ainda dormia ao meu lado, pernas abertas, o cuzinho rosado aparecendo um pouco. Meu pai já estava acordado, sentado no sofá, batendo punheta bem lenta no pau grosso e veioso, a cabeça roxa brilhando.

— Acordou, meu goonerzinho? — ele perguntou rouco, sorrindo. — Dormiu bem depois de tanto segurar?

Matheus acordou logo em seguida. Meu pai não perdeu tempo: pegou o vidrinho de poppers, deu várias baforadas fundas pra ele mesmo e passou pra gente.

— Cheirem bastante hoje. Vamos goonar o dia inteiro. Sem pressa nenhuma. O papai quer ver esses pauzinhos lisinhos latejando o máximo possível.

O rush subiu forte, deixando nossa cabeça leve e o corpo todo hipersensível. Ele mandou a gente ficar de quatro no tapete, bundas empinadas lado a lado, bem perto dele. Ficou atrás de nós, mãos grandes passeando pelas nossas costas lisas, apertando as bundas macias, abrindo nossas nádegas e lambendo nossos cuzinhos rosados com calma, língua quente e molhada circulando devagar.

— Que delícia de novinhos… pele lisinha, quase sem pelo, saco pequeno, cu apertadinho… Perfeitos pros meus vídeos.

Colocou um vídeo bem longo na TV grande: garotos lisinhos de corpo parecido com o nosso, goonando por horas, cheirando cueca, lambendo saco, chupando devagar, cu piscando enquanto seguravam o orgasmo. O som enchia a sala com gemidos manhoso e barulhos molhados.

A sessão foi longa e lenta. Meu pai alternava: lambia nosso cu, chupava nossos pauzinhos inteiros com a boca quente, batia punhetinha com dois dedos quase sem pressão, mandava a gente cheirar a cueca dele (cheiro forte de saco suado do dia anterior) e as nossas próprias cuecas. A gente cheirava poppers toda hora, o tesão subia, descia, subia de novo.

Eu gozei seco várias vezes. Tremia inteiro, cu piscando sem parar, barriga contraindo forte, corpo todo arrepiado num orgasmo seco intenso — mas nada saía. Só aquela babinha rala escorrendo do pauzinho. Matheus também, gemendo no meu ouvido, cu apertando enquanto gozava seco do meu lado.

Meu pai ria rouco, satisfeito:

— Isso… gozem seco, putinhos. Vocês ainda não produzem porra de verdade. Só espasmo forte, cu piscando e babinha clarinha. Igualzinho aos novinhos dos meus vídeos favoritos.

Depois de tantas horas de edging intenso, meu corpo não aguentou. Caí no sono ali mesmo no tapete, exausto, pauzinho ainda duro e latejando.

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Acordei com gemidos roucos e molhados vindo do quarto. Levantei devagar, pernas fracas, e caminhei até a porta. A cena que vi fez meu pauzinho subir imediatamente:

Meu pai estava de quatro na cama king size, bundão peludo e musculoso empinado. Matheus estava atrás dele, segurando a cintura do meu pai e metendo devagar o pauzinho rosado no cu dele. Os dois gemiam baixo. Matheus entrava e saía com calma, o pauzinho pequeno desaparecendo inteiro no buraco do meu pai.

— Porra… tá apertado pra caralho… — Matheus murmurava.

Meu pai gemia rouco, empinando mais:

— Isso, mete devagar… ja saquei que tu é mais puto que o Lucas. Tava doido pra foder meu cu de pedófilo com esse pauzinho de menino…

Eu fiquei parado na porta, boquiaberto, pauzinho latejando. Meu pai virou a cabeça, me viu e sorriu safado, sem parar de rebolar contra o pau do Matheus.

— Acordou, Lucas? Seu amigo não aguentou esperar… Eu fiquei doido quando ele confessou que ainda era virgem no cu. Quis dar pra ele primeiro, tirar a virgindade dele com meu buraco. Ele tá me comendo gostoso pra caralho.

Matheus olhou pra mim, rosto vermelho de tesão, ainda metendo devagar:

— Desculpa, mano… teu pai insistiu. Disse que queria sentir um pauzinho virgem metendo nele… tá muito bom.

Meu pai gemeu mais alto quando Matheus deu uma estocada um pouco mais fundo, depois falou comigo:

— Vem cá, filho. Tira essa roupa de vez e assiste seu amigo me fodendo. Depois vai ser sua vez. O papai quer ter a honra de tirar a virgindade do pau do próprio filho também.

Fiquei ali um tempo assistindo. Matheus metia devagar, segurando as bolas lisinhas do meu pai, enquanto ele batia punhetinha lenta no pau grosso. Os dois estavam suados, o quarto cheirando ainda mais forte a sexo.

Depois de um tempo, meu pai mandou Matheus tirar e se deitar do lado. Ele ficou de quatro de novo, bundão empinado pra mim:

— Sua vez, Lucas. Enfia esse pauzinho lisinho no papai. Quero sentir meu filho me arrombando pela primeira vez.

Eu subi na cama, coração acelerado. Encostei a cabecinha rosada e molhada no cu dele (ainda aberto e brilhando do que o Matheus fez) e empurrei devagar. Era quente, molhado, apertado de um jeito viciante. Entrei inteiro e comecei a meter, primeiro lento, depois com mais vontade. Meu pai gemia rouco:

— Isso… fode o papai… usa seu pauzinho de 14 anos em mim… que delícia ter meu filho me comendo.

Matheus assistia do lado, batendo punhetinha e cheirando poppers.

Depois de eu meter bastante, meu pai falou, ofegante:

— Agora vai no seu amigo. O Matheus tem que pagar por ter comido o pai primeiro. E o papai quer bater uma punheta bem gostosa olhando vocês dois novinhos lisinhos fodendo um no outro.

Eu tirei do meu pai e fui pra cima do Matheus. Ele abriu as pernas, cu rosado ainda piscando. Empurrei devagar, tirando a virgindade dele com meu pauzinho. Comecei a meter enquanto meu pai se ajoelhava do lado, batendo a rola grossa com força, assistindo tudo de perto.

— Isso… fode seu amiguinho, Lucas. Olha como o pauzinho dele baba enquanto você mete nele… Goonem bem devagar.

Matheus gemia alto no meu ouvido, agarrando minhas costas lisas. Eu metia devagar, sentindo o cu dele apertar. Gozei seco dentro dele — orgasmo forte, corpo tremendo inteiro, cu piscando sem parar, só espasmos e babinha. Matheus gozou seco logo depois, gemendo manhoso.

Meu pai, excitadíssimo com a cena, acelerou a mão e gozou jorrando porra grossa e quente nos nossos corpos lisos, pintando barriga, peito e pauzinhos.

Ele nos puxou pro colo dele depois, um de cada lado, passando as mãos grandes nas nossas peles suadas e lisas.

— Esse fim de semana inteiro vai ser assim, meus goonerzinhos. Goon o dia todo, poppers, cheiro de cueca, vídeos de novinho… e vocês dois metendo esses pauzinhos virgens em mim e um no outro. Quando segunda-feira chegar, vão ser meus putinhos viciados pra sempre.

Matheus, voz destruída de tesão:

— Caralho… tá bom, seu tarado pedófilo gooner… a gente é seu agora.

Eu só concordei, beijando o peito suado e peludo dele:

— Ensina mais, pai… a gente quer mais.

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